Brazil - Demographic and Health Survey - 1986

Publication date: 1986

k "q l k q k • SOCIEDADE CIVIL ~r~EM-ESTAR FAMILIAR NO BRASIL - BEMFA• OD~ m PESQUISA NACIONAL SOBRE SAODE MATERNO-INFANTIL E PLANEJAMENTO FAMILIAR PNSM~PF - BRASIL, 1986 Sociedade Civil Bem-Estar Famil iar no Brasil - BEMFAM Per~luisas Demogr~ficas e de Saúde Inst i tuto para Desenvotvimento de Recursos- IRD BEMFAM Mârcío Ruiz Schiavo -- Secretdrio-Executivo EQUIPE DA PESQUISA Jos~ Maria Arruda -- Díretor da Pesquisa In~s Ouental Ferreira -- Treinamento e Supervisão Márcía Soares - Coordenadora de Campo Elisabeth Anhel Ferraz -- Dem6grafa Coordenadoras Regionais: Luciana Teixeira de Andrade lides Rugai Marx Br?wne Maria de Lourdes Centa Kâtia María Gonçalves de Oliveira Processamento de dados: Rodiney Baptista Lacerda Anton io Rafael L. Ba«reíro INST ITUTO PARA DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS - IRD Naomi Rutenberg Luis Hernando Ochoa Al fredo Alíaga Jul io Ortuzar DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO -- UFPE Marly Cordeiro Baez Emfl ia Aurel iano de A. Monteiro CENTRO DE CONTROLE DE DOENÇAS -- CDC -- ATLANTA -- USA Leo Morris PESQUISA NACIONAL SOBRE SAUDE MATERNO-INFANTIL E PLANEJAMENTO FAMILIAR PNSMIPF - BRASIL, 1986 Josd Maria Arruda Naomi Rutenberg Leo Morris Elisabeth Anhel Ferraz Sociedade Civil Bem-Estar Famil iar no Brasil - BEMFAM Inst i tuto para Desenvolvimento de Recursos - IRD Rio de Janeiro, dezembro 1987 Pesquisa Nacional sobre Saúde Materno- ln fant i l e Planejamento Familiar PNSMIPF - Brasil , 1986 Coordenação Editorial Carlos Alberto Novis Botelho Produção Grdfica/Arte Vanderlei Crisóstomo Capa Cé~rPenna Revisio Evanil Nogueira Editado pelo Departamento de Educação e Comunicação Social da BEMFAM Sociedade Civil Bem-Estar Familiar no Brasil Ar. Graça Aranha, 333 - 5 ° andar Cep 20.030 - Rio de Janeiro - RJ CONTEUDO Capítulo Pág/na Introdução i. Metodologia da Pesquisa 2. 3. 1.1 Desenho daAmost ra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 1.2 Coleta de Dados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 1.3 Processamento deDados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 1.4 Comparação com Outras Fontes de Dados . . . . . . . . . . . . . . . . 11 1.5 Características da Amostra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 1.6 Notas sobre a Apresentação dos Resultados . . . . . . . . . . . . . . . 12 Casamento e Exposição ~ Concepção 2.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13 2.2 Estado Civil Atual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14- 2.3 Idade no Primeiro Casamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16 2.4 Exposição à Concepção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 2.5 Inferti l idade Pós-Parto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 Fecundidade 3.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 3.2 Fecundidade Atual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 3.3 Tendéncia daTaxa de Fecundidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 3.4 Padrões da Taxa Específica de Fecundidade . . . . . . . . . . . . . . . 27 3.5 Tend6ncia da Taxa Específica de Fecundidade . . . . . . . . . . . . . 28 3.6 Fecundidade Acumulada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 3.7 Idade na l~poea do Primeiro Nascimento . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 4. Anficoncepção 5. 4.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 4.2 Conhecimento de Métodos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 4.3 Conhecimento da Fonte de Obtenção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 4.4 Uso de Métodos Antieoncepcionais no Passado . . . . . . . . . . . . . 31 4.5 Uso de Métodos Antíeoncepcionais pela Primeira vez . . . . . . . . . 32 4.6 Uso Atual de Métodos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33 4.7 Fonte de Obtenção ou Informação do Método Usado Atualmente 37 4.8 Conhecimento do Período E&til . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 4.9 Mulheres Não-Usudrias da Anticoncepção e Razões para o Não-Uso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40 4.10 Intenç6es de Uso no Futuro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 Intenção de Engravidar e Planejam¢nto da Gravidez 5.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 5.2 Desejo de Limitar os Nascimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 5.3 "Intervalo Entre os Nascimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 III 6. 7. 5.4 Intenção de Engravidar, Planejamento da Gravidez e Uso da Anticoncepção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 5.5 Número Ideal de Fi lhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 5.6 Planejamento da Ult ima Gravidez . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47 Prática e Demanda de Serviços de Esterilização 49 Exper iúnda Sexual e Uso de Ant iconcepdonais Entre Mulheres de 15-24 Anos de Idade 53 8. Mortalidade e Saúde Materno-Infantil 9. 8.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59 8.2 Níveis e Tendúncia da Mortalidade em Crianças Menores de Cinco Anos de Idade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59 8.3 Mortal idade Infantil Segundo Diferenciais Sócio-Econ6micos . . . 64 8.4 Comparação com Outras Fontes de Dados . . . . . . . . . . . . . . . . 64 8.5 Mortalidade Infantil Segundo Diferenciais Demográficos . . . . . . 65 8.6 F i lhosT idos e Fi lhos Sobreviventes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67 8.7 Assistúncía Pré-Natal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67 8.8 Vacinação Antitetánica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69 8.9 Local do Parto e Partos por Cesariana . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69 8.10 Níveis de Vacinação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 8.11 Prevalúncia da Diarréia e Tratamento Recebido . . . . . . . . . . . . 72 Estudo Antropométrico da Região Nordeste 9.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74 9.2 Objet ivose Metodologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74 9.3 Resultados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 Características da Amostra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 Estado Nutricional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 9.4 Conclusões . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82 RELAÇÃO DAS TABELAS Tabela P~gina 1.1 1.2 1.3 Dados sobre a Implementação da Amostra e Taxas de Respostas Obti- das na Pesquisa Nacional sobre Saúde Materno-Infanti l e Planejamento Familiar, por Região . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85 Distribuição Percentual das Mulheres de 15-44 Anos na PNSM1PF e na PNAD, segundo a Idade Atual e Local de Residência, por Regíão . . . 86 Distribuição Percentual das Mulheres de 15-39 Anos, na PNSMIPF e no Censo, segundo o Estado Civil, por Idade Atual . . . . . . . . . . . . . . . . 87 IV 1.4 1.5 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7 3.1 3.2 3.3 3.4 Distribuição Percentual das Mulheres de 15-44 Anos na PNSMIPF e PNAD, segundo o Grau de Instrução, por Idade. 88 Distribuição Percentual das Mulheres de 15-44 Anos, segundo o Grau de Instrução, por Idade Atual, Local de Residúncia e Região . . . . . . . . . . 89 Distribuição Percentual das Mulheres de 15-44 Anos, segundo o Estado Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 Distribuição Percentual das Mulheres de 25-44 Anos, segundo a Idade na Primeira União e a Idade Mediana, por Idade Atual . . . . . . . . . . . . 91 Idade Mediana na Primeira União das Mulheres de 25-44 Anos, segundo Idade Atual, por Local de Resid6ncia, Região e Grau de Instrução . . . . 92 Porcentagem de Mulheres de 15-44 Anos, Atualmente Expostas ã Con- cepção, segundo o Estado Civil, por Idade Atual . . . . . . . . . . . . . . . . 93 Distribuição Percentual das Mulheres de 15-44 Anos, Atualmeote em União, segundo a Condição Quanto ã Exposição ã Concepção, por Ida- de Atual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 Porcentagem das Crianças de 0.35 Meses de Idade que Estão Sendo Amarnentadas ou Cujas Mães Ainda Estão em Amenorréia, Abstinencia e Insuscetíveis, segundo o Número de Meses Desde o Nascimento e a Duração Mediana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95 Duração Média do Número de Meses da Amamentação, Amenorréia, Abstinúncia e Insuscetibilidade Pós-Parto (baseada em estimativas da condição atuM), por Idade Atual da Mulher, Local de Residéncia, Re- gião e Grau de Instrução . . . . . . . . . . . . . . . 96 Taxa de Fecundidade Total (TFT) e Número Médio de Filhos Nascidos Vivos, de Mulheres de 40.44 Anos, por Local de Residência, Região e Grau de Instrução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 Taxas Específicas de Fecundidade, segundo a Idade da Mulher na Épo- ca do Nascimento, para o Período de 0.29 Anos Anterior à Pesquisa. 98 Distribuição Percentual de Todas as Mulheres e das Mulheres Atualmen- te em União, de 15-44 Anos, segundo o Número de Filhos Nascidos Vi- vos, por Idade Atual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99 Número Médio de Filhos Nascidos Vivos de Mulheres Alguma Vez em União, segundo a Idade na Primeira União, por Tempo Deeorrido Desde a Primeira União . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100 V 3.5 Distribuição Percentual das Mulheres de 25-44 Anos, segundo a Idade na l~poca do Primeiro Nascímento e a Idade Mediana, por Idade Atual . 101 3.6 Idade Medíana na l~poca do Primeiro Nascimento, das Mulheres de 25-44 Anos, segundo a Idade Atual, por Local de Residéncia, Região e Grau de Instrução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102 4.1 Porcentagem de Todas as Mulheres e das Mulheres Atualmente em União, de 15-44 Anos, que Conhecem Métodos de Planejamento Fami- liar, segundo o Método, por Idade Atual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 4.2 Distribuição Percentual das Mulheres de 15-44 Anos que Conhecem um Método, segundo o Local Onde Poderíam Consegui-lo (método ou orientação), por Método . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104 4.3 Porcentagem de todas as mulheres e das mulheres atualmente em união, de 15-44 Anos, que Usam ou j~í Usaram Algum Método Anticoncepcio- nal, segundo o Método, por Idade Atual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105 4.4 Distribuição Percentual das Mulheres de 20-44 Anos, segundo o Núme- ro de Filhos Vivos, Quando Usaram pela Primeira Vez Algum Método Anticoncepcional, por Idade Atual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106 4.5 Porcentagem de Todas as Mulheres e das Mulheres Atualmente em União, de 15-44 Anos, Usando Algum Método Anticoncepcional, e Distribuição Percentual, segundo o Método, por Idade Atual . . . . . . . . 107 4.6 Porcentagem das Mulheres Atualmente em União, de 15-44 Anos, Usan- do Algum Método Anticoncepcional, e Distribuição Percentual, segun- do o Método, por Local de Resídéncia, Região, Grau de Instrução e Pa- ridade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108 4.7 Distribuição Percentual das Usu~írias Atuais de Anticoncepcionais, se- gundo a Fonte de Obtenção de Métodos ou de Informação Mais Recen- ' te sobre Métodos Anticoncepcinnais, por Método . . . . . . . . . . . . . . . 109 4.8 Distribuição Percentual das Usu~rias Atuais da Pflula e da Esterilização Feminina, segundo a Fonte de Obtenção do Método, por Região . . . . . 110 4.9 Distribuição Percentual de Todas as Mulheres e das que Usam ou já Usaram o Método de Abstinãncia Periódica, segundo o Conhecimento do Período Fértil Durante o Ciclo Ovulatório, por Grau de Instrução . . 111 4.10 Distribuição Percentual de Todas as Mulheres e das Mulheres Atualmen- te em União, de 15-44 Anos, segundo o Uso de Métodos Anticoncepeio- nais e a Condição Quanto à Exposição ~. Concepção . . . . . . . . . . . . . 112 4.11 Porcentagem de Mulheres de 15-44 Anos, Expostas ~ Concepção e que Não Estão Usando Método Anticoneepcional, segundo o Estado Civil, por Local de Residí~ncia, Região e Grau de Instrução . . . . . . . . . . . . . 113 VI 4.12 Distribuição Pereentual das Mulheres Atualmente em União, E×postas Concepção e que Não Est~o Usando Método Anticoncepcional, segundo Raz~es Declaradas para o Não-Uso, por Idade Atual . . . . . . . . . . . . . 114 4.13 Distribuição Percentual das Mulheres Atuamente em União e que Não Estão Usando Método Anticoncepcional, segundo a Intenção de Uso, por Condição Quanto ~ Concepção. 115 4.14 Distribuição Percentual das Mulheres Atualmente em União, que Não Estão Usando Método Anticoncepcional, mas Pretendem Usar Algum Método no Futuro, segundo o Método Preferido . . . . . . . . . . . . . . . . 116 5.1 Distribuição Percentual das Mulheres Atualmente Casadas ou em União, segundo o Desejo de Terem Mais Filhos, por Número de Filhos Vivos (Inclui Mulheres Atualmente t3rávidas) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117 5.2 Porcentagem de Mulheres Atualmente Casadas ou em União que Não Querem ~als Filhos (Inclui Mulheres Esterilizadas), segundo o Local de Resid6ncia, Região e Grau de Instrução, por Número de Filhos Vivos (Inclui Gravidez Atual) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118 5.3 Distribuição Percentual das Mulheres Atualmente Casadas ou em União, que Desejam um Outro Filho, segundo o Intervalo Desejado para Uma Nova Gravidez, por Número de Filhos Vivos (Inclui Gravidez Atual) . . 119 5.4 Porcentagem de Mulheres Atualmente Casadas ou em União, Expostas Concepção e N[[o-Usuárias de Anticoncepcionais, segundo o Desejo de Terem mais Filhos, por Local de Residência, Região e Grau de Ins- trução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120 5.5 Distribuição Percentual de Todas as Mulheres, segundo o Número Ideal de Filhos, por Número de Filhos Vivos (Inclui Gravidez Atual) . . . . . . 121 5.6 NUmero Médio Ideal de Filhos para Todas as Mulheres, segundo o Local de Residência, Região, Grau de Instrução e Idade . . . . . . . . . . . . . . . 122 5.7 Distribuição Percentual dos Nascimentos Ocorridos nos Últimos 12 Me- ses Anteriores ~. Data da Entrevista, segundo o Planejamento do Último Filho Nascido Vivo, por Paridade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123 5.8 Distribuição Percentual dos Nascimentos Ocorridos nos últimos 12 Me- ses Anteriores [t Data da Entrevista, segundo o Planejamento da Gravi- dez, por Local de Resid¿incia, Região e Grau de Instrução da Mãe . . . . 124 6.1 Perfil Demográfico das Mulheres Esterilizadas, segundo a Região . . . . . 125 6.2 l~poca em que Ocorreu, a Esterilização, em Relação ao Parto do 01timo Filho Nascido Vivo, segundo a Região . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126 Vil 6.3 6.4 6.5 6.6 6.7 7.1 7.2 Porcentagem de Mulheres de 15-44 Anos, Férteis, Atualmente em União e que Não Querem Mais Filhos, segundo o Local de Residéncia, Região, Grau de Instrução, Número de Filhos Vivos e Uso Atual de Métodos Anticoncepcionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127 Porcentagem de Mulheres de 15-44 Anos, Férteis, Atualmente em União, que Não Querem Mais Filhos e Estão Interessadas na Esteriliza- ção, segundo Idade, Local de Resid6ncia, Região, Grau de Instrução, Número de Filhos Vivos e Uso Atual de Métodos Anticoncepcionais . . 128 Distribuição Percentual das Razões Declaradas por Não Terem Sido Es- terilizadas, por Mulheres Férteis, Atualmente Casadas ou em União, que que Não Querem Mais Filhos, Estão Interessadas na Esterilização e Sabem Onde Obter Informações sobre Este Método, segundo Local de Resid6ncia e Região . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129 Distribuição Percentual das Razões Declaradas por Não Terem Sido Este- rilizadas, por Mulheres Férteis, Atualmente Casadas ou em União, que Não Querem Mais Filhos, Estão Interessadas na Esterilização e Sabem Onde Obter lnformações sobre Este Método, segundo Grau de Instru- ção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130 Distribuição Percentual das Razões Declaradas por Não Estafem lnteres- sadas na Esterilização, por Mulheres Férteis de 15-44 Anos, Atualmente Casadas ou em União, e que Não Querem Mais Filhos, segundo Local de Residéncia e Região . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131 Distribuição Percentual das Mulheres de 15 a 24 Anos, segundo Estado Civil e Grau de Instrução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132 Porcentagem dos 131rimos Nascimentos Reportados por Mulheres de 15-24 Anos como Não-Planejados (*), segundo a Paridade por Estado Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133 Porcentagem dos Primeiros Nascimentos que Foram Concebidos Pré- Maritalmente, segundo a Idade da Primeira união . . . . . . . . . . . . . . . 134 7.3 7.4 Porcentagem de Mulheres de 15-24 Anos de Idade que Reportaram a Primeira Experiéncia Sexual Pré-Marital, por Local de Residéncia, Re- gião e Grau de Instrução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135 7.5 Distribuição Percentual das Mulheres de 15-24 Anos de Idade, com experiência Sexual Pré-Marital, segtmdo a Idade na Primeira Relação Sexual Pré-Marital, por Idade Atual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136 7.6 Distribuição Percentual das Mulheres de 15-24 Anos de Idade, com Experiência Sexual Pré-Marital, segundo o Parceiro, por Idade na Pri- meira Relação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137 VIII 7.7 Porcentagem das Mulheres de 15-24 Anos de Idade, com Experiência Sexual Pré-Marital, que Usaram Algum Método Antieoneepcional na Primeira Relação, segundo a Idade na Primeira Relação . . . . . . . . . . . 138 7.8 Distribuição Percentual das Mulheres de 15-24 Anos de Idade, que Usaram algum Método Antieoneepcional na Primeira Relação Sexual Pré.Marital, segundo o Método Usado, por Idade na Primeira Relação . . 139 7.9 Distribuição Percentual das Razões Declaradas por Mulheres de 15-24 Anos de Idade, e que Não Usaram Método Anticoncepcional na Primei- ra Relação Sexual Pré-Marital, para o Não-Uso, segundo Idade na Pri- meira Relação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140 7.10 Porcentagem de Mulheres de 15-24 Anos de Idade, Nffo.Unidas, com Experiéncia Sexual e que Reportaram Relações Sexuais nas Ohimas Quatro Semanas, e Porcentagem destas Mulheres Usando Anticon- cepcionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141 7.11 Distribuição Percentual das Mulheres de 15-24 Anos de Idade Não-Uni- das com Relações Sexuais nas Últimas Quatro Semanas e Usando Anti- concepcionais, segundo o Método Anticoncepcional Usado . . . . . . . . . 142 7.12 Distribuição Percentual das Mulheres de 15-24 Anos de Idade, Não- Unidas, com Relações Sexuais nas Ultimas Quatro Semanas, segundo a Freqüéncia das Relações, por Idade Atual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 143 7.13 Comparação entre Alguns Resultados de Pesquisas sobre Mulheres de 15 24 Anos de Idade em Alguns Países da América Latina . . . . . . . . . 144 8.1 Nl"veis e Tendéncia da Mortalidade em Crianças Menores de 5 Anos de Idade, segundo Características Selecionadas . . . . . . . . . . . . . . . . . 145 8.2 Diferenciais Sócio-Econémicos da Mortalidade em Crianças Menores de 5 Anos de Idade, 1976-86 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 146 8.3 Diferenciais Demográficos da Mortalidade em Crianças Menores de 5 Anos de Idade, 1976-~;6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147 8.4 Ntimero Médio de Filhos Nascidos, Sobreviventes e que Morreram, e Proporção de Filhos que Morreram Posteriormente, segundo Idade Atual da Mãe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 148 8.5 Distribuição Percentual dos Nascimentos Ocorridos nos Ultimos 5 Anos, segundo o Local do Pré-Natal, por Local de Resid6nda, Região e Grau de Instrução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149 IX 8.6 8.7 8.8 Porcentagem dos Nascimentos Ocorridos nos Ultimos 5 Anos, cujas Mães Receberam Vacinas Antitetãnicas, segundo Local de Residência, Região e Grau de Instrução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150 Distribuição Percentual dos Nascimentos nos Últimos 5 Anos, segun- do Local do Parto, por Local de Residéncia, Região e Grau de Instru- ção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151 Porcentagem dos Nascimentos Ocorridos em Hospitais nos Ultimos 5 Anos, cujo Parto Foi por Cesariana, segundo Local de Residência, Região e Grau de Instrução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152 8.9 Porcentagem de Crianças de 1 59 Meses de Idade que Receberam Va- cinas BCG, Tríplice, Contra Sarampo e Pólio, de acordo com o Certi- ficado de Vacinação, segundo a Idade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 153 8.10 Porcentagem de Crianças de 12-23 Meses de Idade que Receberam Vacinas BCG, Tríplice, Contra Sarampo e Pólio, de acordo com o Cer- tificado de Vacinação, segundo Local de Residência, Região e Grau de Instrução de Mãe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 154 8.11 Porcentagem de Crianças de 1-59 Meses de Idade que Receberam Va- cinas Completas BCG, Tríplice, Contra Sarampo e Pólio, Reportadas pela Mãe e de acordo com o Certificado de Vacinação, segundo a Idade da Criança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155 8.12 Porcenta8em de Crianças de 12-23 Meses de Idade que Receberam Vacinas Completas BCG, Tríplice, Contra Sarampo e Pólio, Reporta- das pela Mãe e de acordo com o Certificado de Vacinação, segundo Local de Residência, Região e Grau de Instruç~o da Mãe . . . . . . . . . . 156 8.13 Porcentagem de Crianças de 1-59 Meses de Idade, cujas Mães Reporta- ram que Tiveram Diarr~ia nas Ultimas 24 Horas e nas (Jltimas Duas Se- manas, segundo Idade da Criança, Sexo, Local de Residência, Região e Grau de Instrução da Mãe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 157 8.14 Porcentagem de Crianças de 1-59 Meses de Idade que Tiveram Diar- réia nas duas Ultimas Semanas, segundo o Tipo de Tratamento Recebido, por Idade da Criança, Sexo, Local de Residência, Região e Grau de Ins- trução da Mãe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 158 9.1 9.2 Distribuição Percentual da Amostra, por Idade e Local de Resid6ncia - Nordeste . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15 9 Percentual de Crianças de 0-59 Meses em Cada Categoria de Desvio. Padrão da Altura para a Idade, por Local de Residência, Sexo, Idade, Intervalo de Nascimento e Instrução da Mãe - Nordeste . . . . . . . . . . 160 X 9.3 Percentual de Crianças de 0 -59 Meses com Altura/Idade < 90% da Me- diana, por Local de Resid6ncia, Sexo e Idade - Nordeste . . . . . . . . . . 161 9.4 Percentual de Crianças de 0 -59 Meses com Altura/Idade < 90% da Me- diana, por Intervalo de Nascimento e Instrução da Mãe - Nordeste . . . 162 9.5 Percentual de Crianças de 0 -59 Meses em Cada Categoria de Desvio- Padrão do Peso para a Idade, por Local de Resid6ncia, Sexo, Idade, Intervalo de Nascimento e Instrução da Mãe - Nordeste . . . . . . . . . . 163 9.6 Percentual de Crianças de 0 -59 Meses com Peso/Idade <: 80% da Me- diana, por Local de Resid6ncia, Sexo, Idade - Nordeste . . . . . . . . . . . 164 9.7 Percentual de Crianças de 0 -59 Meses com Peso/Idade < 80% da Me- diana, por Intervalo de Nascimento e Instrução da Mãe - Nordeste . . . 165 9.8 Distribuição Percentual do Estado Nutricional das Crianças, segundo a Classificação de Gomez, por Local de Resid6ncia - Nordeste . . . . . . 166 9.9 Distribuição Percentual de Crianças de 0 -59 Meses em Cada Categoria de Desfio-Padrão do Peso para a Altura, por Local de Residência, Sexo, Idade, Intervalo de Nascimento e Instrução da Mãe - Nordeste . . . . . . 167 9.10 Percentual de Crianças de 0 -59 Meses com Peso/Altura < 80% da Me- diana, por Local de Resid6ncia, Sexo e Idade - Nordeste . . . . . . . . . . 168 9.11 Percentual d e Crianças de 0 -59 Meses com Peso/Altura < 80% da Me- diana, por Intervalo de Nascimento e Instrução da Mãe - Nordeste . . . 169 Anexos A Desenho e Seleção da Amostra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170 B Estimativa dos Erros da Amostragem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177 C Questionário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195 LISTA DOS GRAFICOS Gráfico PQina 1. Estado Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15 2. Idade Mediana na Primeira Unigo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 3. Condição Quanto à Exposição à Concepção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 XI 4. Duração Médía da Amamentação e da lnsuscetibilidade Pós-Parto . . . . 5. Taxa de Fecundidade Total, 1983-1986 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6. Taxa Específica da Fecundidade por Grupos de Idade . . . . . . . . . . . . 7. Uso Atual de Anticoncepção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8. Uso Atual da Anticoncepção, por Residúncia, Região e Instrução 9. Fonte de Obtenção da Pflula e da Esterilização Feminina das Usuárias Atuaís . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10. Desejo de Limitar ou Espaçar Nascimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11. Taxa de Fecundidade Total e Número Ideal de Filhos . . . . . . . . . . . . 12. Idade e Paridade na l~poca da Esterilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13. Mulheres Interessadas na Esterilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14. Experiência Sexual Pré-Marítal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15. Uso de Anticoncepcional na Primeira Relação Sexual Pr6-Marital . . . . . 16. Mortalidade Infantil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ! 7. Assist6ncia Pré-Natal e Nascimentos Ocorridos em Hospitais . . . . . . . . 18. 19. 20 25 27 33 35 38 44 46 50 52 55 57 63 68 Vacinação em Crianças de 12-23 meses de idade . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71 Percentual de Crianças de 0 59 Meses em Cada Categoria de Desvio- Padrão de Altura para Idade, Utilizando Estandares do NCHS, por Local de Resid6ncia Nordeste do Brasil, 1986 . . . . . . . . . . . . . . . . 76 20. Percentual de Crianças de 0- 59 Meses em Cada Categoría de Desvio- Padrão do Peso para a Idade, Utilizando Estandares do NCHS, por Local de Residência - Nordeste do Brasil, 1986 . . . . . . . . . . . . . . . . 78 21. Evolução do Estado Nutricional de Críanças Menores de 6 Anos, Segun- do Classificação de Gomez, por Local de Resíd~ncia Nordeste do Bra- sil, 1974/75 e 1986 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80 22. Percentual de Crianças de 0 59 Meses em Cada Categoria de Desvio- Padrão de Peso para Altura, Utilizando Estandares do NCHS, por Local de Resid6ncia Nordeste do Brasil, 1986 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81 XII Regiões de análise da Pesau'ma Nacional sobre Saúc~ Materno-Infantil e Planejamento Familiar PNSMIPF-Brasil, 1986 ® --w ® ®°l_ ® (~ Rio de Janeiro ~~) São Paulo - (~ Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul -(~) Minas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal -~ Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia -~ Amazonas, Par~, Goiz~s, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul. XII1 Introdução 1 A Pesquisa Nacional snhre Sa6de Matemo-lnfantil e Planejamento Familiar á um estudo pioneiro, a nível nacional, que enlatou informaçSes sobre o comportamento reprodutivo das mulheres em idade fértil, incluindo o planejamentn familiar. A pesqni- i sa levantou também informações sobre os serviços de saúde materno-infantil, mortali- r dade, amamentação, nupcialidade, etc. Esta Pesquisa foi re~li~ida pela Sociedade, C~Ö" Bem-Estar Familiar no Bra~ (BEMFAM), em conjunto com o Instituto para o Desenvolvimento de Reclusos (IRD), como parte do Programa de Pesquisas Dem~ográflcas e da Saúde (DHS), e contou com o apoio técnico do Centro de Controle de Doenças (CDC), de Atlanta, EUA. A Pesquisa Nacional veio dar continuidade aos estudos anteriormente realizados pela BEMFAM em nove Estados (Pianí, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Parefba, Bahla, Santa 5Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Amazonas). O objetivo dessas Pes- quisas ~ o de criar ume referência mais precisa, no processo de conhecimento da reali- dade nacional, nas áreas de satíde materno-infantil, reprodução humana e planejamento familiar. O plmeute estudo, realizado vinte e dois anos ap¿s a xv Jornada Brasileira de Ginecologia e Obstetrída, na qual foi fundada a BEMFAM e iniciou-se n movimento pelo planejamento fam!liar no Brasil, representa um marco para a avaliaç~o e redefi- nição das atividadas, não-som¢nte das instituições n~o-guvemamentais, mas também daquelas desenvolvidas pelo prbprin Governo. Além disso, a Pesquisa Nacional foi enfiquecida com um estudo especial realiza- do na Região Nordeste, abordando o estado nutriciounl e antropométrien das crianças menores de cinco anos de idade encontradas nos domicílios visitados. Contou-se com a colaboração e a assistência do Departamento de Nutrição do Centro de Ci¿mcias da Saúde, da Universidade Federal de Pemambuco responsdvel por este estudo. O movimento pelo planejamento familiar no Brasil, nessas duas décadas, evoluiu de maneira segura, embora se ressentisse de certa lentidão. Isto é compreensível, uma vez que tratava-se de introduzir uma inovação sócio-cultural, nem sempre bem com- preendida inicialmente, pelos diversos setores da Sociedade. No entanto, o trabalho de informação e divulgação realizado pela BEMFAM ao longo destes anos foi, aos poucos, conseguindo formar um ambiente sócio-polItien-cnitusal inteiramente favorável ao planejamento familiar. Em consunáncia com esse ambiente, também a postura governamental evolui favoravelmente. O exemplo maior da atual posição do Governo foi o lançamento, en fins de 1984, do Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM), qu contempla o planejamentu familiar no contexto das demais aç6es visando a melhov da saúde da mulher, em todas as fases de sua vida. Além disso, em fevereiro de 198q através da Portaria N ° 3.660, o Ministério da Previdéncia e Assistência Social daterm nou a inclusio de atividades informativas, educativas e assistenciais de planejament familiar entre os serviços prestados à população pelo Instituto Nacional de Assist~nci M~dica da Previdéncia, Social (INAMPS). Logo após, medida semelhante foi tomad com relação à Legião Brasileira de Assistência (LBA). Finalmente, também o Ministl rio da Educação se integrou a este esforço, determinando a incluso de ações info mativas, educativas e assistenciais em planejamentu familiar nos serviços de Saúde d~ unidades de en~no do 3 ° Grau, públicas ou privadas. Neste contexto, os dados levm tados e analisados na Pesquisa Nacional sobre Saúde Materno-Infantil e Planejament Familiar permitirão identificar as carências e correçtes necess~rias,além de assegurar a Governo que suas iniciativas, na área do planejamento familiar, estão plenamente rel paldadas pela vontade da população. Com estes objetivos, a Pesquisa' Nacional procurou ser representativa do total d mulheres em idade fértil (MIF) do País e, também, de suas diferentes regiões 8eo-ec« nÇmicas, marcadas por profundas diversidades regionais. O Brasil posani, atualmentl uma população de 141 milhões de habitantes, distribuídos em cinco regiSes 8eográf cas. A Região Norte, que compreende 42% do território nacional, é a de menor popull ção (5% do total), e cuja maioria dos habitantes vive concentrada em dois centros urbi nos principais: Manaus e Belém. A Região Nordeste é a mais pobre do País, tendo um renda per capita menor que a metade da renda per capita média do Pais. Ela ocup 18% do território brasileiro e abriga 29% da população total, incluindo 44% da popt lação rural brasileira (IBGE, 1984). !~ uma região predominantemente agr~ícola, porén as secas periódicas reduziram as terras cultiváveis, fazendo aumentar os nl'veis de pc breza, sobretudo, no meio rural. A região mais desenvolvida do País, o Sudeste, é tan bém a de maior densidade populacional: 56 habitantes por quilometro quadrado. Est regi~o possui apenas 11% da área territorial do Brasil, mas comporta nada menos qu 44% da população nacional. A Região Sul compreende 7% do territ6rio e 15% da pc pulação total. I~ uma região bastante próspera, embora menos industrializada que o SL deste. Finalmente, o Centro-Oeste, onde se localiza a capital do PaGs, ~ a segund maior região em área territorial (22%) e a segunda de menor população: 7% do tut~ (1). Estas regiões se caracterizam por notáveis disparidades nas proporções entre os rei pectivos territórios, suas popuiações e seus estágios de desenvolvimento s6cio-econ~ mico. Nos últimos trinta anos, o Brasil passou por significativas mudanças no seu con texto demográfico, iniciando-se na chamada "transição demográfica'. Os anos 50 c~ racterizaram-se por uma acentuada queda da mortalidade, causada principalmente pel declínio das taxas de mortalidade infantil, declínio este observado em todo o Paíl independentemente da Região ou do local de residência - rural ou urbano. Esta qued na mortalidade infantil foi decorrente, principalmente, da introdução de novas tecnc logias na área médica e, também, de medidas voltadas para a melhoria do atendiment em saúde pública. Não decorreu, portanto, de uma possível melhoria do n:ível stci¢ econúmico da população. 2 De qualquer modo, houve um aumento na expectativa de vida da população, cujos ganhos mais acentuados foram observados nas regiões Sul e Sudeste. Somado ao declínio da mortalidade infantil, isto resultou em um aumento na taxa de crescimento popnlacional. Somente na segunda metade dos anos 60, a fecundidade começa a decli- nar, Este fen6meno foi observado, primeiramente, nas áreas urbanas das regiões Sul e Sudeste, generalizando.se depois em outras regiões e, também, nas áreas rurais. A par- rir daí, então, inicia-se um processo de desaceleração do crescimentu populacional, com uma relativa redução da proporção de jovens na estrutura e~ria da população. Na d~cada de 70, o declínio da fecundidade se torna mais r~ípido, inclusive, atin- gindo segmentus populacionais que apresentavam um padrão reprodutivo caracterizado por taxas elevadas de fecundidade. De acordo com os resultados do Censo Demográ. fico de 1980, a fecundidade no País declinou em 24%, durante os anos 70, passando a taxa de fecundidade total (TFT) de 5,8 filhos por mulher, em 1970, para 4,4, em 1980. Sem dúvida, as causas desse declínio ainda não foram explicadas em profundida- de. Um aspecto, entretanto, chama a atenção: o declínio na fecundidade tem-se verifi- cado na ans6ncia de qualquer programa oficial de planejamento familiar. Contudo, o que encontramos, hoje, no Brasil, é uma população feminina conhecedora dos métodos anticoncepcionais e de suas fontes de obtenção, utilizando-os principalmente aUavés da rede privada, farmácias, médicos e hospitais particulares. Somente na Região Nor- deste o setor público se mostra mais presente, em virtude dos conv6nios mantidos pe- los Governos estaduais com a BEMFAM, visando a implementação de programas de planejamento familiar. A BEMFAM, desde a sua fundação, fundamentou o seu trabalho no desenvolvi- mento de um processo informativo e educativo em todos os níveis e, também, no apoio a Entidades prestadoras de assisténcia em sadde, para que o planejamento fami- liar fosse uma extensão e um componente dos serviços j~t existentes. Ao colocar estes dados à disposição de todos os que se interessam por este importante aspecto de safide, a BEMFAM d~í continuidade aos seus programas de pesquisa e de informação e educa- ção, esperando contribuir, assim, para a permanente melhoria das aç6es voltadas para a saúde materno-infantil. (I) Merrick, T. W.; Graham, D. H. População e Desenvolvimento Econ6mico no Brasíl. Rio de Janeiro, Zahar, 1981,442p. 3 ~lradecimentos Näo somente a Bemfam, mas, também, o grupo responsável pela elaboraç~~o deste documento, devem deixar registrados seus agradecimentos a todos os que com sua dedicação e interesse tornaram poss(vel a realização desta pesquisa. Iniciamos citando o IBGE que, através do Departamento de Pesquisas por Amostragem (DEPAM), permitiu a utilização da PNAD-1984 como marco amostra/e viabi/izou as cópias do material necessário ao cumprimento do rígido cronogrema da pesquisa. Citamos em nossos agradecimentos, também, as Universidades, que abriram seus espaços para nosso trabalho de recrutamento e treinamento de entrevistadoras para a fase de campo, Graças a esse apoio, pudemos salecionar as 75 entrevistadoras e super- visoras, todas com nível universitário, nas ~reas de Saúde, Serviço Social, Ciências So- ciais etc. . . Estas entrevistadoras, atravds de uma motivação excepcional, venceram os obs- t~ículos que se lhes apresentaram na coleta dos dados. A pesquisa contou, também, com o apoio do pessoal tdcnico e administrativo dos Programas Estaduais de Planejamento Familiar, assim como de dezenas de Prefei- tures Municipais, que ajudaram as equipes a chegarem aos setores selecionados. 1. Metodolog'm da Pesquisa 1.1. DESENHO DA AMOSTRA A Pesquisa Nacional sobre Saúde Materno-Infantil e Planejamento Familiar - PNSMIPF foi um levantamento feito a nível nacional por amostragem, na qual coleta- ram-se dados sobre fecundidade, nupcialidade, planejamento familiar, mortalidade em crianças e saúde materno-infantil, a partir de entrevistas domiciliares. A população-alvo da pesquisa, é composta por rodas as mulheres de 15 a 44 anos de idade, independentemente do estado civil, e residentes nos domicílios visitados. As etapas para realização da PNSMIPF são semelhantes às dos demais levanta- mentos domiciliares, envolvendo uma série de procedimentos que são interligados. Numa primeira fase foi elaborada e selecionada a amostra da PNSMIPF, tendo corno base a amostragem da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicflios - PNAD, do IBGE. A amostra da PNSMIPF 6 uma subamostra da PNAD 1984, atualizada em agosto de 1985, feita em dois estágios. No primeiro estágio, levando-se em conta as probabilidades de cada setor ou fra- ção do total da amostra, foi feita a seleção dos setores censitários. Para a seleção dos setores, o Departamento de Pesquisas por Amostragem (DEPAM), do IBGE, forneceu uma listagem dos setores censitários da amostra da PNAD/84. No segundo estágio, sele- cionaram-se os domicflios dentro dos setores censitários sorteados (para maiores deta- lhe sobre a amostra, veja anexo A). A amostra da PNSMIPF foi desenhada para se obter estimatívas independentes para seis regiões geográficas do Pais e para as áreas rurais e urbanas da Região Nordeste. Estas regiões, desenhadas de maneíra a coincidir com as regiões da PNAD, são autopon- deradas. Com este desenho, os tr6s maiores e políticamente mais importantes Estados do Brasil teriam estimativas a nível de Estado (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Ge- rais). As regi~es IV e VI, e as regiões Vil e VIII da PNAD foram combinadas na PNSMIPF. Para estimativas a nível de País, as regiões foram ponderadas levando-se em conta a representatividade dentro do contexto nacional. As áreas rurais das Regi6es Norte e Centro-Oeste e a população do Estado do Acre e dos Territ6rios de Rond6oia, Roraima e Amapá foram excluídas na amostra. 7 No total, a PNSM1PF representa 95% da população do Brasil. As regiões de aná- lise da PNSMIPF, com os correspondentes das regi~es da PNAD, podem ser vistas a seguir: Resiões Regiões da PNSMIPF da PNAD Regiões Estados I 11 III IV VI V Vil Vlll Rio de Janeiro São Paulo Sul Centro-Leste ' Distrito Federai Nordeste Norte (somente área urbana) Centro-Oeste (somente área urbana) Rio de Janeiro São Paulo Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul Minas Gerais e Espírito Santo Distrito Federal Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Ceará, Alagoas, Sergipe, Bahia Amazonas e Pará Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso 1.2. COLETA DE DADOS Para coleta de dados utilizou-se o sistema de questionários, que foram preenchi- dos através de entrevistas individuais. O questionário constou de duas partes. A primei- ra, a ficha de domicilio, tinha como objetivo fazer o levantamento do número de pes- soas residentes no domicilio visitado, assim como as respecfivas idades e o sexo. Conti- nha também algumas informações gerais sobre o domicílio: sistema de abastecimento de água, tipo de esgotamento sanitário e nutras facilidades existentes. Um outro objeti- vo da ficha de domicílio era identificar as mulheres em idade fértil (MIF) de 15-44 anos de idade, elegíveis para responder ao questíonário indívidual. Para cada MIF encontrada no domicílio foi feita uma entrevista individual. O questionário individual continha perguntas detalhadas sobre a história de nascimentos, abortos, conhecimento, uso prévio e atual de anticoncepcionais, aleitamento materno para os nascimentos ocorridos nos ffltimos cinco anos, aspectos de saúde materno-in- fantil, condições sócio-econémicas da mulher, do marido ou companheiro, e estudo an- tropométrico para a Região Nordeste. O conteúdo do questionário da PNSMIPF ba- seou-se no modelo de questionário usado anteriormente nas pesquisas estaduais feitas pela BEMFAM e também no modelo utilizado nas Pesquisas Demográflcas e de Saúde (DHS). No anexo C, ancontra-se reproduzido o questionário utiilzado. O questionário da PNSMIPF foi submetido a uma prova-piloto na cidade de Campos, Rio de Janeiro, em março de 1986. Este pré-teste, além de testar o funciona- mento (qualidade e fluxo) do questionário, serviu para testar o trabalho de campo, sua dinárnica, os critérios de seleção e avaliação de entrevistadoras. No pré-teste p0de-se também elaborar um cronograma básico e as regras para supervisão de campo. O trabalho de campo da PNSMIPF foi realizado entre os meses de maio e agosto de 1986. Para este trabalho contou-se com 15 equipes, sendo trés equipes para o Rio 8 de Janeiro e São Paulo, tr6s para a Regi~.o Sul, quatro para o Centro-Leste e Centro-Oeste e cinco para as regi6es Nordeste e Norte. Cada equipe de campo contou com uma supervisora, tres entrevistadoras e um motorista. O critério básico de seleção para as entrevistadoras foi o grau universitário. Assim, selecionaram-se entrevistadoras com formação nas áreas de Enfermagem, Serviço Social, Psicologia, Ci6ncias Socíais etc. Pa- ra a Região Nordeste agregou-se a cada equipe uma nutricionista, para pesar e medir as crianças menores de 5 anos de idade dos domicilies entrevistados. No próprio campo, ap6s as entrevistas, os questionários preenchidos eram revisados pela supervisora. Desta forma, caso algum erro fosse detectado, a retificação era imediata. A medida que se iam computando as entrevistas e revisando os questionários de um setor, estes eram enviados pela supervisora para a coordenação regional. A coordenadora, por sua vez, razia uma nova revisão dos questionários, conferia o número de domicilies dentro de cada setor e enviava para a coordenação gerai no Rio de Janeiro. No escritório central, os questionários eram recebidos por setor, fazendo-se um controle de qualidade. O nivel de aceitação da pesquisa para os 8.519 domícilios selecionados, segundo as regiões do Brasil, é mostrado na tabela 1.1. Nos 8.519 domicilies incluidos na amos- tra foram identificadas 6.733 mulheres entre 15 e 44 anos de idade para a entrevista. No Nordeste não foi possível chegar a 5 setores censítários que estavam inacessiveis na época do trabalho de campo da pesquisa, devido a problemas causados pelas chuvas e enchentes. As entrevistas foram completas para 5.892 mulheres (87,5%), variando as taxas de respostas de 82,0% em São Paulo a 93,7% na Região Sul. (Veja anexo A sobre o desenho, onde está indicada a ponderação de cada região levando-se em consideração a diferença na fração de amostragem e a taxa de respostas de domicilies e de mulheres em cada região). Houve recusa total em semente 1,0% dos domicílios e 2,5%das mu- lheres elegiveis dos domicílios selecionados recusaram a entrevista. 1.3. PROCESSAMENTO DE DADOS A seguir, os questionários eram envíados para o Centro de Processamento de Da- dos (CPD) da BEMFAM, onde eram digitados e editados no micro-computador. Para a digitação dos dados no computador foi utilizado o "Entrypoint", que ¿ um sistema in- terativo de entrada de dados. O uso deste sistema permitiu que os c6digos e a consis- t6ncia de algumas questões fossem checados simultaneamente com a entrada de dados. A edição final da consist6ncia dos dados foi feita utilizando-se o programa ISSA (Inte- grated System for Survey Analysis) que é um "software" criado pelo programa DHS para ser utilizado em pesquisas. As regras para edição foram baseadas no Manual de Processamento de Dados da DHS. O processo de digitação e edição dos dados foi reali- zado entre os meses de junho e dezembro de 1986. O último passo na edição dos dados foi a imputaçâo de alguns dados incompletos para um número limitado de variáveis básicas. As variáveis que encontravam-se incom- pletas eram data de nascimento da criança, data de nascimento da entrevistada e data da primeira união da entrevistada. A seguir estão indicadas as variáveis, o número e a percentagem dos eventos que foram imputados: 9 Número I'orcentagem Variáveis de Eventos de Eventos - M6s e ano de nascimento da criança - Somente o ano de nascimento da criança - Somente o m6s de nascimento da criança - Mes e ano de nascimento da entrevistada - Somente o ano de nascimento da entrevistada - Somente o m6s de nascimento da entrevistada - MAs e ano da primeira união da entrevistada -- Somente o ano da primeira união da entrevistada - Somente o m6s da primeira união da entrevistada 128 32 336 0 O 37 52 25 293 1,0 0,3 2,6 0,0 0,0 0,6 1,3 0,ó 7,6 As informações inexistentes sobre o ano de nascimento das crianças foram impu- tadas manualmente no escritório central. Cada caso era examinado individualmente, re- correndo-se ao questionário e determinando-se, assim, o ano mais provável para a ocor- r6ncia do evento. No questionário eram verificadas informações sobre a data de nasci- mento dos irmãos que nasceram anteriormente ou posteriormente à criança em ques- tão, a data da primeira união, a duração do aleitamento, amenorréia e abstin6ncia pós- parto (esta informação só é possível para os nascimentos ocorridos nos últimos cinco anos) e o uso da contracepção pela mãe (especialmente a data da esterilização, caso a mãe da criança tivesse recorrido a esta cirurgia). Um grande número de eventos que ocorreram durante os 6 anos anteriores à pes- quisa e que foram imputados, poderiam afetar as estimativas recentes da fecundidade baseadas nos dados da PNSMIPF. Entretanto, nos dados da PNSMIPF, ocorreram so- mente 23 casos de crianças que nasceram em 1980 ou posteriormente, nos quais o ano de nascimento foi imputado. O efeito da imputação nestes casos pode-se considerar ne- glígenciável, já que existem 4.778 crianças na amostra que nasceram em 1980 ou poste- ríormente a esta data (os nascimentos ocorridos nos 6 anos anteriores à pesquisa e que tiveram o ano determinado por imputação, representam menos de 0,5% de todos os nascimentos ocorridos neste mesmo período). Tamb6m foram imputados manualmente o ano da primeira união da entrevista- da, fazendo-se uma revisão nos questionários nos quais este dado estava faltando. Para a imputação do ano da primeira união levou-se em consideração o ano do nascimento da entrevistada e do seu primeiro filho e a idade da entrevistada na 6poca da primeira relação sexual. Para o grupo de mulheres de 15 a 24 anos de idade foram verificadas informa- ções adicionais sobre a data e o parceiro da primeira relação sexual. Depois de terem sido determinados os anos dos eventos que estavam faltando (nascimento da criança, nascimento da entrevistada, primeira unigo da entrevistada) imputaram-se os meses destes eventos. Para a imputação do mes foi usado um progra- ma de computador que calculou os posslveis intervalos de meses em que cada evento poderia ocorrer, baseado em certas eondiç6es. Estas eondiç6es foram o ano do evento, a idade atual da criança ou da entrevistada, a idade na primeira união, em caso de ter sido coletada esta informação, e um intervalo mlnirno de 7 meses entre os nascimentos. No caso do primeiro nascimento foi imposta a condição de uma idade mínima de 12 anos para a mãe na epoca deste evento. Finalmente, foi escolhido aleatoriamente um 10 mis dentro do posslvel intervalo de meses que satisfaziam a estas condições. As datas imputadas foram digitadas nos devidos lugares, tomando-se a precaução de adicionar uma variável que permitisse a identificação das mesmas. As tabulações para este estudo foram baseadas no arquivo de dados limpos e fi- nais que inclui também os dados imputados. 1.4. COMPARAÇÕES COM OUTRAS FONTES DE DADOS As tabelas 1.2, 1.3 e 1.4 comparam o perfil das entrevistadas da PNSMIPF - 1986, com o Censo Demográfico de 1980 e a PNAD/85. Esta breve análise dará uma idéia da qualidade dos dados no que diz respeito às características básicas das entre. vistadas. A tabela 1.2 mostra a comparação entre a distribuição percentual da população feminina (15-44 anos) na PNSMIPF e na PNAD, por região e local de residência. Como pode ser observado, não foram encontradas discrepãncias notáveis. Uma exceç~Io é a Região Centro-Leste, onde a PNSMIPF apresentou uma percentagem mais baixa de mulheres na faixa etária de 20-24 anos que a PNAD (16,9% e 21,4%, respectivamente). Deve-se levar em conta que no grupo de 20-24 anos de idade pode existir uma maior percentagem de mulheres que trabalham fora de casa, sendo mais dificil de serem en- contradas. No Norte-Centro-Oeste, encontrou-se na PNSMIPF uma percentagem me- nor de mulheres de 25-29 anos, comparadas com o grupo etário seguinte de 30-34 anos. Uma posslvel explicação para este fato é que pode ser devido a uma informação incorreta da idade: mulheres de 29 anos reportaram a idade como sendo 30. Em relação ao local de residência, em São Paulo e na Região Sul, a PNSMIPF apresentou uma percentagem menor de mulheres residentes nas áreas urbanas que a PNAD. Em São Paulo, este fato pode ter ocorrido em virtude de ter tido a maior por- centagem de mulheres que recusaram ser entrevistadas, em comparação com as outras regimes (4,7%), e 11,3% das entrevistadas encontravam-se ausentes dos domicílios após tr~s tentativas de entrevista. Já "a Região Sul, que apresentou uma 6rima percenta- gem de mulheres com entrevistas completas, uma possfvel explicação para esta discre- páncia poderia ser decorrência de uma proporção insuficiente de setores urbanos no desenho da amostragem para esta região. A distribuição percentual da população feminina na PNSMIPF, segundo o estado civil, apresenta uma boa aproximação com o Censo de 1980, de acordo com a tabela 1.3. Na PNSMIPF foi encontrada uma proporção maior de mulheres nas categorias união consensual e separada/divorciada que no Censo. Isto, talvez, reflita uma melhor distribuição das mulheres, segundo o estado civil, O levantamento de dados do tipo "survey" é um instrumento mais eficaz para a coleta do estado civil do que o Censo: a mulher ¿ entrevistada diretamente. Outro ponto é que, devido ao assunto mais inti- mo de que se trata no questionário, permite uma maior aproximação entre a entrevis- tada e entrevistadora, posslhilitando coletar com boa precisão o estado civil. Deve-se ressaltar, também, que o questionãrio foi desenhado com o objetivo de se obter o má- ximo de detalhes a respeito do estado civil, já que esta variável ¿ de grande import~n- ela para este estudo. Na tabela 1.,* está a comparação entre a PNSMIPF/1986 e a PNAD/1985 relativa à distribuição percentual de mulheres de 15-44 anos, segundo o grau de instrução, por grupo et~io. Na PNSMIPF foi encontrada uma proporção menor de mulheres sem n0- '11. nhuma instrução e com Primário incompleto que na PNAD, para os grupos etários mais jovens (15-19, 20-24 e 25-29 anos). Na PNSMIPF o fato de a própria mulher ser entre- vistada e responder sobre a sua instrução pode ter contribuído para se obter um nivel de instrução mais alto que o da PNAD. Não foi encontrado nenhum padrão nas taxas de respostas que sugerisse que as mulheres com nível de instrução mais baixo tenham sido pouco representadas na PNSMIPF. As taxas de respostas mais baixas foram encon- tradas nas regiões em que as mulheres apresentam um nível de instrução mais alto. Nas demais categorias de instrução, observa-se uma boa aproximação entre a PNSMIPF e a PNAD. A distribuição percentual das mulheres na PNSMIPF, segundo caracterlsticas bá- sicas (idade, local de residéncia, estado civil e instrução), é bastante similiar à na PNAD e no Censo Demográfico. Este fato, juntamente com as estimativas dos erros de amos- tragem encontradas no Anexo B, sugerem que a amostra da PNSMIPF é representativa da população feminina brasileira de 15 a 44 anos de idade. 1.5. CARACTERI'STICAS DA AMOSTRA Na tabela 1.5 está um resumo das principais características i]a amostra da PNSMIPF, em relação à distribuição por idade, local da residéncia, região e grau de ins- trução, que constituem um dos mais importantes critérios de classificação empregados nos planos de tabulação. A variável instrução foi classificada em quatro categorias, que correspondem às mulheres sem nenhuma instrução formal ou que nunca freqüentaram escolas, às que t~m grau de instrução menor que o Prímário (de'l a 3 anos de estudos), Primário com- pleto (4 anos completos de estudos) e maior que Primárío completo (5 ou mais anos de estudos). Observando-se a distribuição das mulheres por grupo etário, segundo o grau de instrução, pode-se notar diferenças que refletem uma melhoria na cobertura do sistema educacional nos últimos tempos. Assim, as mulheres sem nenhuma instrução, que re- presentavam 16% do grupo etário 40-44 anos, dimínuiram para 3%, que é atuaimente a porcentagem para mulheres de 15-19 anos de ídade. Na categoria maior que Prímário completo houve um aumento na proporção de mulheres, passando de aproximadamen- te um-terço para dois-terços a porcentagem com 5 ou mais anos de estudo. Em relação ao local de residéncia, existem importantes diferenças no nivel de ins- trução entre as áreas urbanas e rurais. Nas áreas urbanos, encontram-se 62% de mulhe- res na categoria maior que Primário completo, comparados aos 21% nas áreas rurais. Regionalmente, também, observam-se diferenças em relação à instrução. Rio de Janei- ro e São Paulo apresentam as menores porcentagens de mulheres sem instrução formal e as maiores porcentagens de mulheres com 5 ou mais anos de estudos. Já na Região Nordeste, observa-se o inverso desta relação: uma maior porcentagem de mulheres sem nenhuma instrução e uma menor porcentagem na categoria maior que Primário com- pleto, em relação às demais regiões, g" importante manter-se presentes estas relações, ao se analisar os diferencíais nos capitulos que se seguem. 1.6. NOTAS SOBRE A APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS As tabelas e gráficos foram numerados separádamente em cada capítulo. Todas as porcentagens e outros dados estatísticos são baseados em freqü~ncias ponderadas de 12 acordo com os pesos da amostragem, que variam segundo a região. Pode-se encontrar o número de casos não-ponderados, segundo as características bãsicas da população da PNSMIPF, na tabela 1.5. Para facilitar a leitura, as freqü¿ncias são apresentadas como números inteiros, e as porcentagens, com um decimal. Devido a arredondamentos, é possivei que as freqü¿ncias não somem exatamente o tamanho da amostra, e que as porcentagens não somem exatamente cem. Nas tabelas de porcentagens, medianas ou medias, o tamanho da amostra está indicado somente para os totais, e não para a cate- goria, simplificando assim a leitura. Em muitos casos, o leitor pode deduzir o tamanho da amostra de uma tabela anterior. Foram suprimidos das tabelas os dados estatísticos baseados em menos de 20 casos (não-ponderados). 2. Casamento e exposicão aconcepçao 2.1. INTRODUÇÃO O presente estudo sobre fecundidade e seus principais determinantes, inicia-se com uma análise do potencial reprodutivo da população brasileira. O interesse da PNSMIPF no comportamento reprodutivo da população brasileira está implicito no de- senho da pesquisa, já que 6 restrito a mulheres em idade reprodutiva, de 15 a 44 anos. Dentro desta subpopulação existe uma parcela com pouca possibilidade de eugravidar, por não serem sexualmente atiras ou fisiologicamente capazes de engravidar. Este ca- pí'tulo focalizará a população exposta à concepção. No Brasil, como na maioria das sociedades, o nascimento dos filhos ocorre geral- mente dentro do contexto de uniões. Estas uniões podem ser formais sancionadas por lei, ou informais - sancionadas pelos costumes. A época da primeira união pode ser um indicativo do inicio da vida reprodutiva. Entretanto, a formação de uma união pode ser conseqüência de uma gravidez, ao invés de a gravidez ser o resultado de uma união recente. Uma vez em união, muitos outros fatores adicionais determinam a exposição à concepção (e a demanda potencial por anticoncepcionais): infertilidade temporária ou permanente, freqüência do coito ou abstin6ncia de relações sexuais, amenorréia ou abs- tin6ncia p6s-parto. O conceito de exposição à concepção leva em consideração a capa- cidade fisiológica da mulher de conceber, assim como sua atividade sexual. Informação sobre a proporção de mulheres expostas à concepção torna-se, particularmente, impor- tante, porque nem toda mulher em união está exposta e não apenas as mulheres em união estão expostas. A amamentação e a abstinência sexual no pertodo p6s-parto contribuem para uma infertilidade temporária, protegendo a mulher contra uma posslvel gravidez. A du- ração da infertilidade pós-parto varia enormemante entre diferentes populações, in- fluenciando os nIveis de fecundidade. Assim, optou-se pela inclusão, neste capftulo, da análise sobre amamentação, abstinência e amenorr6ia pós-parto. 13 acordo com os pesos da amostragem, que variam segundo a região. Pode-se encontrar o número de casos não-ponderados, segundo as características bãsicas da população da PNSMIPF, na tabela 1.5. Para facilitar a leitura, as freqü¿ncias são apresentadas como números inteiros, e as porcentagens, com um decimal. Devido a arredondamentos, é possivei que as freqü¿ncias não somem exatamente o tamanho da amostra, e que as porcentagens não somem exatamente cem. Nas tabelas de porcentagens, medianas ou medias, o tamanho da amostra está indicado somente para os totais, e não para a cate- goria, simplificando assim a leitura. Em muitos casos, o leitor pode deduzir o tamanho da amostra de uma tabela anterior. Foram suprimidos das tabelas os dados estatísticos baseados em menos de 20 casos (não-ponderados). 2. Casamento e exposicão aconcepçao 2.1. INTRODUÇÃO O presente estudo sobre fecundidade e seus principais determinantes, inicia-se com uma análise do potencial reprodutivo da população brasileira. O interesse da PNSMIPF no comportamento reprodutivo da população brasileira está implicito no de- senho da pesquisa, já que 6 restrito a mulheres em idade reprodutiva, de 15 a 44 anos. Dentro desta subpopulação existe uma parcela com pouca possibilidade de eugravidar, por não serem sexualmente atiras ou fisiologicamente capazes de engravidar. Este ca- pí'tulo focalizará a população exposta à concepção. No Brasil, como na maioria das sociedades, o nascimento dos filhos ocorre geral- mente dentro do contexto de uniões. Estas uniões podem ser formais sancionadas por lei, ou informais - sancionadas pelos costumes. A época da primeira união pode ser um indicativo do inicio da vida reprodutiva. Entretanto, a formação de uma união pode ser conseqüência de uma gravidez, ao invés de a gravidez ser o resultado de uma união recente. Uma vez em união, muitos outros fatores adicionais determinam a exposição à concepção (e a demanda potencial por anticoncepcionais): infertilidade temporária ou permanente, freqüência do coito ou abstin6ncia de relações sexuais, amenorréia ou abs- tin6ncia p6s-parto. O conceito de exposição à concepção leva em consideração a capa- cidade fisiológica da mulher de conceber, assim como sua atividade sexual. Informação sobre a proporção de mulheres expostas à concepção torna-se, particularmente, impor- tante, porque nem toda mulher em união está exposta e não apenas as mulheres em união estão expostas. A amamentação e a abstinência sexual no pertodo p6s-parto contribuem para uma infertilidade temporária, protegendo a mulher contra uma posslvel gravidez. A du- ração da infertilidade pós-parto varia enormemante entre diferentes populações, in- fluenciando os nIveis de fecundidade. Assim, optou-se pela inclusão, neste capftulo, da análise sobre amamentação, abstinência e amenorr6ia pós-parto. 13 A análise do potencial reprodutivo da mulher brasileira é de grande relevfincia para as políticas e programas de planejamento familiar e saúde materno-infantil. A ida- de ao casar ou na qual se iniciam as relações sexuais, juntamente com o uso de anticon- cepcionais, determinam a incidéncia de gravidez na adolescencia. As medidas de expo- sição à concepção fora ou dentro de uma união podem orientar programas de planeia- mento'famil iar em direção às mulheres necessitadas desses serviços. Os níveis de ama- mentação são de interesse direto para a avaliação da saúde nas crianças. A nupcialidade e a infertilidade pós-parto, juntamente com a contracepção, constituem os mais impor- tantes determinantes diretos ou próximos da fecundidade. 2.2. ESTADO CIVIL ATUAL O estado civil atual foi coletado na PNSMIPF como informação básica para servir de subsidio nas mais diversas análises. A mulher foi questionada se, no momento da en- trevista, ela estava casada, vivendo em união consensual (maritalmente), separada, di- vorciada, viúva ou solteira. As opções eram lidas para a entrevistada, para assegurar sua compreensão de que o nosso interesse era tanto por uni~es formais como pelas infor- mais. Para as mulheres que declararam nunca terem sido casadas, perguntou-se se jã ti- nham vivido com um companheiro em uniões informais, já que as mulheres brasileiras que se separaram de uniões informais, consideram-se e são consideradas pela sociedade como solteiras. Nas anãlises deste estudo a mulher que respondeu que jã havia vivido com um companheiro informalmente foi considerada como separada. Cinqüenta e nove por cento das mulheres brasileiras entre 15 e 44 anos estão atualmente casadas ou em união. Trinta e quatro por cento são solteiras e os restantes sete por cento, separadas, divorciadas ou viúvas na época da entrevista. A distribuição percentual do estado civil atual, classificado por grupos de 5 anos, encontra-se na tabe- la 2.1. O casamento não pode ser considerado universal, no Brasil. Aos 30 anos, mais de 10% das mulheres ainda não se casaram, e este percenzual é de quase 5% por volta dos 44 anos de idade. No Brasil, as uniões consensuais representam 15% do total de uniões. Nove por cento das mulheres entrevistadas declararam viver em união consen- sual. Este tipo de união decresce com a idade: as uniões consensuais representam mais da metade de todas as uniões de mulheres com idade inferior a 20 anos; na faixa etá- ria de 20 a 24 anos elas perfazem um-quarto de rodas as uniões; e semente um-oitavo de rodas as uniões de mulheres acima de 35 anos de ídade. Isto indica que algumas mu- lheres iniciam sua vida conjugal em uniões informaís que, posteríormente, são legaliza- das ou dissolvidas. Sete por cento das mulheres entrevistadas não se encontravam em união, por es- tarem no momento separadas, divoreiadas ou viúvas. A proporção de mulheres nestas categorias, como é de se esperar, aumenta com a idade. Também a proporção das que vivenciaram a dissolução de uma união é provavelmente bem superior à apresentada na tabela, já que muitas haviam íniciado uma nova união, sendo consideradas como casa- das no momento da entrevista. Como o histórico dos casamentos não foí coletado na pesquisa, não foi possivel chegar a uma conclusão sobre a extensão da dissolução de uniões nem sobre a duração total das mesmas. 14 G r~tfico 1 Estado Civil Mulheres de 15-44 anos de idade PNSMIPF - Brasil, 1986 9% União Consensua l 1% Viúva \ 5% Separada/ Divorciada / I 5O% Casada 15 2.3. IDADE NO PRIMEIRO CASAMENTO Para todas as mulheres que declararam terem vivído pelo menos uma vez com um companheiro, foi perguntado o més e o ano em que ocorreu a primeira união. Caso a entrevistada não soubesse precisar o m~s e o ano, era perguntada sua idade na ocasião. Foi bastante enfatizado que esta data (ou idade) referia-se ao primeiro casamento, que podia não ser necessariamente o atual. A distribuição da idade ao casar é apresentada na tabela 2.2, segundo a idade atual da entrevistada, por grupos de cinco anos. Os grupos etários de 15 a 19 anos e de 20 a 24 anos foram omitidos, porque na faixa etáría de 15 a 19 anos menos da metade das mulheres estão casadas e no grupo de 20 a 24 anos é impossfvel saber a respeito da experiencia de todo o grupo, já que menos da metade das mulheres mais jovens deste grupo etário eucontram-se casadas ou unidas. Os resultados apresentados na tabela 2.2 mostram que a idade na primeira união é elevada. Menos de 4% das mulheres se casam antes dos 13 anos de idade, e menos de 40% estão casadas aos 20 anos. Por volta dos 25 anos de idade, 26% ainda não se casa- ram. A proporção de mulheres casadas, por grupo etário atual, mostra que a idade ao casar não mudou nos últ imos 20 anos, no Brasil. Obscrva-se que em cada grupo etário somente uma proporção pequena de mulheres estava casada antes dos 15 anos de ida- de. Também não foi observada uma diferença siguíficativa no percentual de mulheres que se casam antes dos 20 anos de idade, quando se comparam mulheres que casaram recentemente (de 25-29 anos de idade) com mulheres que se casaram há mais tempo (de 40-44 anos de idade). A idade mediana na primeira união, apresentada na últ ima coluna da tabela 2.2, é a ídade exata na qual metade das mulheres se casam. A idade mediana da mulher bra- sileira ao se casar é de 21,2 anos. A constiincia da idade mediana observada em cada coorte, mostra a estabil idade da idade na primeira união, ao longo do tempo. A tabela 2.3 mostra a idade mediana na primeira união, segundo a região, local de residéncia e grau de instrução da mulher. Comparando uma mesma coorte, pode- se observar diferenças de idade mediana na primeira união de acordo com as caracterís- ticas da mulher. Regionalmente, observa-se uma variação da idade ao casar. Para as mu- lheres de 25-29 anos de idade, a idade mediana na primeira união é de quase um ano a mais no Rio de Janeiro e em São Paulo, quando comparada com as outras regiões do País. A idade mais baixa na primeira união é encontrada nas áreas urbanas do Norte- Centro-Oeste. As mulheres das áreas rurais do País se casam mais cedo que as das áreas urbaoas (20,0 e 21,6 anos, respectivamente). O grau de instrução também exerce uma influencia na idade da primeira uníão. Mulheres com uma ínstrução maior tendem a postergar o casamento. A idade mediana na primeira união de mulheres que não fre- qüentavam escolas 6 de 19 anos; para aquelas com instrução menor ou igual ao Primá- rio completo é de quase 20 anos; e p~ra as com nlvel de instrução maior que o Primá- rio é de quase 23 anos Quando se compara a idade mediana na primeira união para coortes de idades su- cessivas, constata-se que em alguns subgrupos houve modificações nos últ imos tempos. Em São Paulo, no Sul e nas áreas urbanas do Norte-Centro-Oeste, a idade ao casar au- mentou de aproximadamente um ano. O oposto ocorreu no Rio de Janeiro e no Cen- tro-Leste, onde a idade na primeira união declinou. Não foi observada nenhuma mu- dança sistemática ao longo dos anos, segundo o local de residência e o ofvel de ínstru- ção. 16 GrQfico 2 Idade Mediana na primeira união Mulheres de 25-29 anos de idade PNSMIPF - Brasil, 1986 O Z H w D- Z W o o ~ ~ ~ = o 6 = 6 O a ~ Z z m ,,', i - O Z 22,7 19,0 19,6 19,7 j J z ~ w O O O Z ~ U O W o V A 17 2.4. EXPOSIÇÃO à CONCEPÇÃO Os programas de planejamento familiar podem ser melhor orientados quando se tem um conhecimento da população exposta à concepção. Na PNSMIPF, mais do que nas pesquisas anteriores, foi feito um esforço no sentido de se obterem maiores in- formações sobre a exposição à concepção. Consideram-se como mulheres expostas à concepção aquelas que estavam ovulan- do (determinado pela menstruação nas últimas seis semanas), que eram sexualmente ativas nas últimas quatro semanas e férteis. As mulheres são consideradas férteis se nos últimos 5 anos casaram-se ou tiveram um filho vivo ou usaram algum método anticon- cepcionai. Todas as mulheres solteiras que nunca tiveram um filho vivo, mas que ha- viam menstruado nas últimas seis semanas e eram sexualmente atiras, são também eon- sideradas expostas. Mulheres expostas à concepção incluem, pois, aquelas que estão usando a anticoncepção e também as mulheres presumivelmente fárteis que não estão usando métodos anticoncepcionais por uma razão ou outra: algumas querendo engravi- dar, nutras talvez por não gostarem dos métodos disponlveis e algumas ngç-ínotivadas suficientemente. As mulheres que não estão expostas à concepção estão sob determina- das condições que podem ser temporárias ou permanentes, inclusive o fato de estafem grávidas. A tabela 2.4 mostra a porcentagem de mulheres expostas à concepção, por esta- do civil e ídade. A proporção de mulheres expostas á concepção entre rodas as mulhe- res 6 de somente 46,0%. Entre as mulheres atualmente easadas ou em união, 72,0% es- tão expostas e para aquelas que não estão uoidas esta porcentagem ¿ bem mais baixa: 23,0% das mulheres separadas, viúvas ou divorciadas e somente 6,0% das mulheres que nunca estiveram unidas. Isto porque estes dois grupos são constituidos, na sua maioria, por mulheres que não são sexualmente atiras. As condições de não-exposição à concepção para as mulheres atualmente em união, por grupo etário, são apresentadas na tabela 2.5. Classificaram-s¢ quatro tipos distintos de condiç~es para a não-exposição, mas, por não serem as categorias mutua- mente excludentes (uma mulher poderia ser classificada tanto na categoria de subfértil quanto na de sexualmente inativa, nas últimas quatro semanas), optou-se pela classifi- cação hierárquica. Primeiramente, selecionaram-se mulheres que estavam grávidas ou em amenorréia ~ pós-parto e que, posteriormente, poderão tornar-se futuras usuárias da anticoncepção, passando para a categoria expostas à concepção. A segunda seleção foi das mulheres presumivelmente subférteis ou inférteis, pois são as que não usaram nenhum anticon- cepcional nos últimos 5 anos e não tiveram nenhum parto neste perlodo. Esta é prova- velmente uma estimativa cautelosa da verdadeira preval6ncia da infertilidade, porque algumas mulheres que são inférteis poderiam ter estado expostas à concepção por um período inferior a cinco anos, sendo, portanto, excluídas desta estimativa. A tabela 2.5 mostra que 17% das mulheres atualmente casadas esíão grávidas ou em amenorréia pós-parto (10% estão grávidas) e 5% são classificadas como subférteis. Como esperado, a proporção de mulheres grávidas ou em amenorréia decresce com a idade, enquanto a proporção de subférteis aumenta. A terceira categoria de mulheres não-expostas à concepção é constitufda pelas mulheres que não tiveram relações sexuais nas últimas quatro semanas. Este grupo cor- responde a 5% das mulheres atuaimente casadas ou em união, percentual este que eres- 18 2% Sem menst ruar nas ú l t imas 6 semanas 5% Sem vida sexual nas ú l t imas 4 semanss 17% Gr~vida/ Amenorréia f / 5% Subfér t i l Gr~ífico 3 Condição quanto à exposição à concepção Mulheres em união de 15-44 anos de idade PNSMIPF - Brasil, 1986 ce com a idade. Este percentual seria maior, caso tivéssemos começado a hierarquiza- ção por esta categoria, jã que algumas grávidas, mulheres no pós-parto e subférteis não tiveram relações sexuais neste período. As mulheres casadas incluídas nesta categoria são provavelmente aquelas mulheres cujos maridos estão temporariamente viajando ou doentes. Presumivelmente, algumas dessas mulheres estarão expostas à concepção, em alguma época no futuro. A outra categoria de n~o-expostas é constituída por mulheres que nio menstrua- ram nas últimas 6 semanas e que não foram classificadas em nenhuma das trés catego- rias anteriores. Elas perfazem 2% das mulheres atualmente casadas ou em união. Os 72% das mulheres expostas à concepção serão examinados em detalhes neste estudo. 19 Gráfico 4 Duração média da amamentação e insuscetibilidade pós-parto PNSMIPF - Brasil, 1986 [] AMAMENTAÇÃO • INSUSCETIBILIDADE POS-PARTO ~0 W LO W O O w - - ~ m W w m ,,~ ._1 Q ¿u ~ I-- Z O (~ Z tu 2 o tu < O ~ _J .d j tu (c z O O O ~- "0 (g z O tu g g _o o, ¢ ¢ ~IZ _ - - _ O ~ ~ V A 2.5. INFERTILIDADE POS-PARTO O periodo de infertilidade pós-parto diminui apreciavelmente a possibilidade de engravidar. Este período pode ser prolongado atrav6s da pr~.tica da amamentação, que 20 aumenta a duração da amenorréia pús-parto, retardando o retorno da ovulação, e pela prática da abstinéncia sexual pós-parto, que retarda o retorno da atividáde sexual após o nascimento. Na PNSMIPF, perguntou-se a todas as mulheres que tiveram pelo menos um filho após 19 de janeiro de 1981, se na época da entrevista estavam amamentando, se a menstruação já havia voltado e se elas já haviam retomado as relações sexuais. Essas in- formações, podem ser usadas para se estimar a duração da amamentação, da amenor- rúia e da abstinência sexual pús-parto e a insuscetibilidade pús.parto para os nascimen- tos mais reeentes. A insuscetibilidade pús-parto é o impacto conjunto da amenorréia e da abstinência sexual. ~ definida como o tempo entre o nascimento e o retomo da menstruação e da atividade sexual. Os resultados nas tabelas 2.6 e 2.7 são estimativas da condição atual da amamen- tação, amenorréia e abstinência, baseadas na situação atual da mãe e da criança no mo- mento da entrevista, ao invés da duração do aleitamento, amenorréia e abstinência re- portadas. A experiência demonstra que perguntando-se a respeito da duração as respos- tas apresentam uma considerável preferência por 3,6 ou' 12 meses. As tabulações basea- das na condição atual são, de uma maneira geral, mais confiáveis. As infonnaçúes sobre amamentação, amenorréia e abstinência pós-parto relativas a todos os nascimentos que ocorreram nos últimos 36 meses estão na tabela 2.6. Se a mulher neste periodo teve mais de um fílho, assume-se que ela não esteja mais amamentando o filho anterior e, obviamente, a ovulação recomeçou e foi retomada a atividade sexual. A segunda coluna da tabela 2.6 mostra o número de nascimentos a cada duração. Na terceira coluna está a proporção de crianças naseidas que ainda são amamentadas (*) a cada duração. A proporção de nascimentos relacionados às mulheres que estão em amenorréia, em abstinência pós-parto e em amenorréia e/ou abstinência (insuscetibi- lidade) pós-parto é mostrada na quarta, quinta e sexta colunas da tabela. Essas colunas foram construídas a partir da experiência de mulheres que tiveram nascimentos em períodos sucessivos no passado e são análogas à coluna lx em uma tá- bua de mortalidade. A duração mediana da amamentação, abstinência e insuscetibilidade pós-parto estão na penúltima linha da tabela. A duração mediana é aquela em que 50,0% das mu- lheres jã deixaram de amamentar seus filhos e voltaram a menstruar e a ter relações se- xuais. No caso da insuscetibilidade, a duração mediana é aquela em que em 50,0% das mulheres houve o retorno da menstruação e das relações sexuais. Os resultados da tabela 2.6 mostram que a maioria das mulheres, 83%, amamen- tam seus filhos durante o primeíro mis de vida. E~/tretanto, a proporção que segue amamentando declina rapidamente. Mais da metade das mulheres deixam de amamen- tar 6 meses após o parto (a duração mediana da amamentação é de 5,4 meses) e somen- te 17% das mulheres amamentam por mais de um ano. A duração mediana da amenorréia é de menos de tr~s meses. Esta duração é ligeí- ramente superior à duração da amenorréia na ausúncia da amamentação. Os períodos curtos de amenorrúia podem ser resultados não somente de uma curta duração da ama- mentação, mas também de um desmame parcial precoce. Na PNSMIPF coletaram-se in- (*) A amamentação nesta análíse inclui a amamentação total ou parcial. 21 fomlações sobre o tipo de amamentação total ou parcial - , mas uma análise mais aprofundada desses dados não será objeto deste estudo. No Brasil, as mulheres reassumem sua vida sexual logo após o parto. A duração mediana da abstinéncia sexual pós-parto é de somente 1,5 mes. O efeito conjunto do período da amenorrúia e da abstinencia é de 2,5 meses (du- ração mediana da insuscetibilidade pós-parto), período em que, depois do último nas- cimento, metade das mulhers já voltaram a menstruar e a atividade sexual já foi reto- mada, ficando estas mulheres novamente propensas a uma gravidez. Além disto, os re- sultados mostram que o período de infertilidade pós-parto tem uma maior influencia da duração da amenorréia pós-parto e da amamentação do que da prática de uma abs- tinúncia sexual prolongada. A duração média da amamentação, amenorréia, abstinéncia e insuseetibilidade pós-parto, segundo a região, local de residéncia e grau de instrução é apresentada na ta- bela 2.7. Essas estimativas foram calculadas usando-se o método de prevaléncia/inci- déncia, técnica muito utilizada em Epidemiologia e bastante semelhante à média de uma tábua de mortalidade. No método prevalúneia/incidéncia a duração média de uma doença ¿ a preval6ncia dividida pela incidéncia. O fenõmeno neste caso é a amamenta- ção (ou amenorréía ou abst!núncia ou insuscetibilidade). A prevaléncia é o número to- tal de crianças que estavam sendo amamentadas (ou mulheres em amenorréía ou as que ainda se abstém de relações sexuais) no momento da pesquisa. A incid6ncia é o número médio de nascimentos por mús baseado no número de nascímentos reportados como tendo ocorrido nos 36 meses anteriores à pesquisa. Observa-se uma diferença entre as duraç6es média e mediana, apresentando esta última valores menores. A duração média é aumentada em conseqü6ncia de longos pe- ríodos de amamentação, amenorrúia e abstin6ncia pós-parto de algumas mulheres. De- vido ao insuficiente número de casos em algumas categorias, torna-se impossível apre- sentar a mediana para os subgrupos, sendo assim apresentados os valores relativos das medias das diversas categorias que são de interesse para se fazer uma comparação. Na Região Nordeste, a duração média da amamentação é menor, enquanto que a maior duração é encontrada nas Regiões Centro-Leste e Norte-Centro-Oeste. As mulhe- res das áreas urbanas do Pais, e com um nlvel de instrução maior ou igual ao Primário completo, amamentam menos tempo seus filhos, em relação às mulheres das íu'eas ru- rais e com um nivel de instrução menor. Mulheres com menos de 30 anos de idade tam- bém amamentam metaos tempo seus filhos, em relação às mulheres mais velhas. Preocupados com o declínio das taxas de aleitamento que vinha ocorrendo o Mi- nistério da Saúde, com o apoio do Ministério da Previdéncia Social, iniciou em março de 1981 uma campanha nacional visando sensibilizar, reinformar e, conseqüentemente, reavivar a prática do aleitamento materno no Brasil. Comparando a duração média da amamentação baseada nos dados da PNSMIPF com dados de estudos feitos anterior- mente, a nível estadual ou local, observa-se que houve um aumento na duração da ama- mentação (1). Inegavelmente, uma maior duração da amamentação está contribuindo para um aumento do bem-estar das crianças. No entanto, pode-se considerar que seu efeito so- bre a fertilidade e a fecundidade é ainda pequeno. No Brasil, a amamentação e a absti- (1) 22 Anderson, J. J. Differentials in Breastfeeding and Post-Partum Amenorrhea ín Northeastern Brazil. U. S. Department of Health and Human Services, Public Health Servíce, Centers for Dísease Control, 1982, Doc. n ° 1205 g. a~ncia sexual são responsáveis somente por um pequeno aumento do período de infer- tilidade pós-parto. A duração média do período de insuscetibilidade pós-parto é de 5,6 meses. Na auséncia do uso da anticoncepção este breve periodo de insuscetibilidade contribuiria somente com um curto intervalo entre os nascimentos. A duração da insuscetibilidade pés-parto varia pouco entre os diversos subgrupos, com exceção das Regiões Centro- Leste e Norte-Centro-Oeste. Uma maior média da amamentação entre estas mulheres (13,2 e 12,8 meses, respectivamente), assim como um maior tempo de abstin6ncia pós- parto entre as mulheres da Região Norte-Centro-Oeste estende o período de insusceti- bilidade p6s-parto de 1,5 para 2,5 meses, dando uma maior proteção contra uma outra gravidez imediatamente após o último nascimento. De fato, pode-se esperar uma alta fecundidade se o período de infertilidade pós- parto ¢ muito curto. No entanto, estes perlodos de infertilidade pós-parto podem Ser compensados com o uso da anticoncepção. Este tipo de consideração é particularmen- te relevante para as mulheres sem nenhuma instrução, das áreas rurais e da Região Nor- deste, que tem os menores períodos de infertilidade pós-parto e, geralmente, encon- tram maiores obstáculos para a adoção da anticoncepção, como será discutido poste- riormente neste estudo. 3. Fecundidade 3.1. INTRODUÇÃO As estimativas dos niveis, diferenciais e tendéncias da fecundidade consistem em um dos principais objetivos da PNSMIPF. Ao lado do interesse demográfico a respeito dos dados da fecundidade, o conhecimento do padrão reprodutivo das mulheres brasileiras é fundamental para a avaliação do efeito do planejamento familiar na assis- téncia aos casais relativa ao controle do número de filhos e à época propícia aos nasci- mentos. Dois tipos de dados sobre fecundidade são coletados na PNSMIPF. Primeiramen- te, as entrevistadas são questionadas sobre o número total de filhos nascidos vivos. O número total de crianças nascidas é determinado através de perguntas separadas sobre o número de filhos e filhas vivendo com a entrevistada, vivendo em outra localização e filhos e filhas que já morreram. A experiência demonstrou que esta seqüéncia de ques- tionamento, com o objetivo de diminuir os erros de memória da entrevistada, produz informaçSes bastante confiáveis nas diversas faixas etárias, com exceção talvez das mu- lheres mais velhas. Os dados sobre filhos nascidos vivos refletem as tend6ncias da fe- cundidade nos filtimos vinte e cinco anos, assim como fornecem um ponto de referén- cia para a análise da fecundidade atual. As questões sobre filhos nascidos vivos também fornecem subsidios para o histórico de nascimentos, produzindo dados para serem comparados e checados, na hora da entrevista, com o número de eventos reportados. O segundo tipo de informação sobre fecundidade é obtido através da história completa de todos os nascimentos das mulheres entrevistadas. O histórico dos nasci- mentos inclui informações sobre sexo, data de nascimento, condição de sobrevivéncia e idade na Cpoca da entrevista, idade ao falecer - para as crianças que morreram - e se 23 a~ncia sexual são responsáveis somente por um pequeno aumento do período de infer- tilidade pós-parto. A duração média do período de insuscetibilidade pós-parto é de 5,6 meses. Na auséncia do uso da anticoncepção este breve periodo de insuscetibilidade contribuiria somente com um curto intervalo entre os nascimentos. A duração da insuscetibilidade pés-parto varia pouco entre os diversos subgrupos, com exceção das Regiões Centro- Leste e Norte-Centro-Oeste. Uma maior média da amamentação entre estas mulheres (13,2 e 12,8 meses, respectivamente), assim como um maior tempo de abstin6ncia pós- parto entre as mulheres da Região Norte-Centro-Oeste estende o período de insusceti- bilidade p6s-parto de 1,5 para 2,5 meses, dando uma maior proteção contra uma outra gravidez imediatamente após o último nascimento. De fato, pode-se esperar uma alta fecundidade se o período de infertilidade pós- parto ¢ muito curto. No entanto, estes perlodos de infertilidade pós-parto podem Ser compensados com o uso da anticoncepção. Este tipo de consideração é particularmen- te relevante para as mulheres sem nenhuma instrução, das áreas rurais e da Região Nor- deste, que tem os menores períodos de infertilidade pós-parto e, geralmente, encon- tram maiores obstáculos para a adoção da anticoncepção, como será discutido poste- riormente neste estudo. 3. Fecundidade 3.1. INTRODUÇÃO As estimativas dos niveis, diferenciais e tendéncias da fecundidade consistem em um dos principais objetivos da PNSMIPF. Ao lado do interesse demográfico a respeito dos dados da fecundidade, o conhecimento do padrão reprodutivo das mulheres brasileiras é fundamental para a avaliação do efeito do planejamento familiar na assis- téncia aos casais relativa ao controle do número de filhos e à época propícia aos nasci- mentos. Dois tipos de dados sobre fecundidade são coletados na PNSMIPF. Primeiramen- te, as entrevistadas são questionadas sobre o número total de filhos nascidos vivos. O número total de crianças nascidas é determinado através de perguntas separadas sobre o número de filhos e filhas vivendo com a entrevistada, vivendo em outra localização e filhos e filhas que já morreram. A experiência demonstrou que esta seqüéncia de ques- tionamento, com o objetivo de diminuir os erros de memória da entrevistada, produz informaçSes bastante confiáveis nas diversas faixas etárias, com exceção talvez das mu- lheres mais velhas. Os dados sobre filhos nascidos vivos refletem as tend6ncias da fe- cundidade nos filtimos vinte e cinco anos, assim como fornecem um ponto de referén- cia para a análise da fecundidade atual. As questões sobre filhos nascidos vivos também fornecem subsidios para o histórico de nascimentos, produzindo dados para serem comparados e checados, na hora da entrevista, com o número de eventos reportados. O segundo tipo de informação sobre fecundidade é obtido através da história completa de todos os nascimentos das mulheres entrevistadas. O histórico dos nasci- mentos inclui informações sobre sexo, data de nascimento, condição de sobrevivéncia e idade na Cpoca da entrevista, idade ao falecer - para as crianças que morreram - e se 23 os sobreviventes vivem ou não com a entrevistada. Estes dados s[o uti l izados para calcular as medidas de fecundidade para períodos mais recentes e, também, no passado. São também fontes para as estimativas diretas de mortal idade infantil, apresentadas no ca- pítulo 8. 3.2. FECUNDIDADE ATUAL Esta análise da fecundidade inicia-se com a apresentação das taxas de fecundida- de total a partir de 1980 (tabela 3.1). A taxa de fecundidade total (TFT)cons is te no número médio de fi lhos que uma mulher pode ter até o final de sua vida reprodutiva, caso sejam mantidas as atuais taxas específicas de fecundidade. A estimativa da fecun- didade atual no Brasil, baseada nos nascimentos de 1983-1986 e centrada em 1984, é de 3,5 filhos por mulher. Devemos ressaltar que esta TFT é comparável com as taxas encontradas na PNAD de 1984 (1). t~ importante observar as variações regionais e sócio-econõmicas das taxas de fe- cundidade no Brasil. As mulheres das áreas rurais (TFT = 5,0) tém em média dois fi- lhos a mais que as mulheres das áreas urbanas. A fecundidade é mais alta no Nordeste (5,2) e mais baixa no Rio de Janeiro (2,6). A fecundidade em São Paulo e no Sul é, também, relativamente baixa (2,9 e 2,8, respectivamente). Mulheres da Região Centro- Leste podem esperar ter em média um pouco mais que 3 fi lhos (3,1), enquanto que as mulheres da área urbana do Norte-Centro-Oeste tém em média 3,6 filhos. Existe também um significativo diferencial de fecundidade, segundo o grau de instrução da mulher. O número de filhos decresce progressivamente, conforme o au- mento da instrução. Mulheres que possuem mais do que o Primário completo, t~m em média 2,5 filhos, enquanto que mulheres sem nenhuma instrução túm quatro filhos adicionais, perfazendo um total de 6,5 filhos. Comparando as taxas de fecundidade atuai com as taxas para os tr~s anos ante- riores, observa-se um declínio da fecundidade nos últ imos tempos (*). No total, a fe- cundidade decresceu de 4,3 para 3,5 filhos por mulher, representando um declínio de 18% em um período de 3 anos. A fecundidade declinou em todos os subgrupos da população brasileira, mas em termos absolutos o maior declinio ocorreu entre os grupos que apresentavam uma fe- cundidade mais alta: mulheres das áreas rurais e mulheres da Região Nordeste, onde a taxa de fecundídade total decresceu mais de um fi lho por mulher nos últ imos 3 anos. (1) Oliveira, LA.P.; Silva, N.L.P. "Tendências da fecundídade nos primeiros anos da década de 80". Anaís do V Encontro Nacional de Estudos Populacíonais, vol. 1, São Paulo, 1986, pp. 213. í*) 24 As mulheres mais velhas íncluídas na pesquísa tinham 44 anos de ídade na época da entrevís- ta. Para o período de 1980-1982 estas mulheres tínham 41 anos de idade. Em conseq~~ncia disto, n~o é possível calcular a taxa específica de fecundidade, segundo a idade da mulher, da maneira usual (nascimentos/mulher anos de exposição), para o grupo etírío 40-44 anos, em 1980-1982. Assumiu-se que o padrão de fecundidade para mulheres de 40-44 anos entre estes dois períodos era o mesmo que para mulheres de 35-39 anos. A taxa específica de fecundidade para mulheres de 40-44 anos para o período de 1980-1982 foi calculada ajustando-se a taxa específica de fecundidade das mulheres de 40-44 anos, em 1983-1986, pela razão entre a taxa específica de fecundidade do grupo etárío 35-39 anos, em 1980- 1982, e a taxa específica de fecundidade de mulheres 35-39 anos, em 1983-1986. Gráfico 5 Taxa de fecundidade total (TFT) 1983-1986 Mulheres de 15-44 anos de idade PNSMIPF - Brasil, 1986 TFT 7 ¿ 5 4 3 2 l II O Z m uJ w ~ '~ "-J ~ O ~- 6 ~ 6 Z Z o ~ ~, O Z ~E3 03 O LN i -J uJ = 8 8 ~ ° O O O 0_ i~ 0_ V A 2.5 3.3. TENDI~NCIA DA TAXA DE FECUNDIDADE A tabela a seguir mostra a tend6ncia da fecundidade no Pais e nas regíões nos úl- tímos 30 anos. As taxas de fecundidade de 1950 a 1980 são estimativas baseadas nos Censos Demográficos e na PNAD. Para o período de 1983-1986, mostrado na última coluna da tabela, as taxas de fecundidade são baseadas na PNSMIPF. TENDÊNCIA DA FECUNDIDADE BRASIL, 1950-1986 Taxa de Fecundidade Total (TFT) 1950 1970 1976 1980 1983-86 BRASIL 6,3 5,8 4,4 4,3 3,5 LOCAL DE RESIDI~NCIA Urbano 4,7 4,6 3,6 3,6 3,0 Rural 7,7 7,7 6,4 6,4 5,0 REGIÃO Rio de Janeiro 4,4 4,3 3,9 2,9 2,6 São Paulo 4,5 4,0 3,2 3,2 2,9 Sul 6,0 5,5 4,2 3,6 2,8 Minas Geraís/Espírito Santo 6,9 6,3 4,5 4,3 3,1 I'l Nordeste 7,5 7,6 6,3 6,1 5,2 Norte-Centro-Oeste 7,1 7,1 5,8 3,61 «') (") Inclui o Distrito Federal, Somente áreas urbanas. FONTES: 1950, 1970, 1976 e 1980 dados do Censo Demográfico e da PNAD. 1983-1986 dados da PNSMIPI. Uma outra maneira de se observar as tend6ucias da fecundidade consiste em comparar a taxa de fecundidade total (TFT) para o periodo mais recente e o número médio de filhos nascidos vivos de mulheres de 40.44 anos (tabela 3.1 ). Mulheres de 40- 44 anos, geralmente, já completaram sua vida reprodutiva, e o número de filhos nasci- dos dessas mulheres é uma medida do nível da fecundidade que prevaleceu no passado. Estas duas medidas de fecundidade mostram um grande declínio na fecundidade do Brasil nus últimos trinta anos. Para o Pais como um todo, a taxa de fecundidade total teve um declínio de 44%. A comparação com as taxas de fecundidade atuais mostra que as mulheres atualmente em idade reprodutiva estão tendo pelo menos um filho a menos que as mulheres em idade reprodutiva de 10-15 anos anteriores à pesquisa. Em alguns subgrupos da população o declínio da fecundidade aparece como uma tend6ncia estável. Nas áreas urbanas e em todas as regiões do País, exceto no Nordeste, observa-se um constante declínio nas taxas de fecundidade. O declínio da fecundidade parece ser um fenÕmeno mais recente nas áreas rurais e na Região Nordeste. Em rela- ção à instrução da mulher, torna-se difícil tirar conclusões sobre a tend6ncia da fecun- didade entre os diversos grupos de instrução. Recentemente, houve uma melhoria na 26 Gr~ífico 6 Taxa de fecundidade por grupos de idade Mulheres de 15-44 anos de idade PNSMIPF - Brasil, 1986 LO @@@" W W I .J 2@@- 03 t~ 2110- t~ I@B- O O- CO O I@0" Z W I--4 ti t J3 Z 1@-19 111-14 ANOS ANTERIORES À PESQUISA - - 11--4 5 -9 Im-14 -e- I@-19 15-1g 2@-24 2f i -29 311-34 @5-39 411-44 IDADE NA ~POCA DO NASCIMENTO cobertura do sistema educacional do País, resultando em uma considerável mudança na composição dos grupos educacionals. 3.4. PADRÕES DA TAXA ESPECI'FICA DE FECUNDIDADE A taxa específica de fecundidade, segundo a idade da mulher, ¿ a razão entre os nascimentos em um grupo de 5 anos de idade em um intervalo determinado de tempo e o número total de mulheres - anos passados neste grupo et¿rio neste intervalo de tem- * po. Essa proporção é computada por 1.000 mulheres-anos de exposição. As taxas s~ro 27 multiplicadas por 5 (sendo cinco o número de idades em cada grupo etário) e somadas para se obter a taxa de fecundidade total (TFT). Como pode ser visto na primeira coluna da tabela 3.2, a atual taxa específica de fecundidade é maior para mulheres de 20-24 anos de idade e ligeiramente inferior para mulheres de 25-29 anos, e a partir dai, declina mais abruptamente, sendo este padrão de fecundidade indicativo de um apreciável grau de controle de fecundidade, que cres- ce com a idade da mulher. 3.5. TENDI~NCIA DA TAXA ESPECI'FICA DE FECUNDIDADE Os dados do histórico de nascimentos são utilizados para computar as taxas es- pecificas de fecundidade para diferentes períodos, e permitem analisar a tendencia da fecundidade por idade. Quanto mais se recua no tempo, mais incompleta fica a relação das taxas específicas de fecundidade, porque na pesquisa foram incluídas mulheres so- mente at~ 44 anos de ídade. Por exemplo, é impossivel obter diretamente a estimativa da fecundidade, para mulheres do grupo etário de 4044 anos, para um período de tempo maior que 5 anos precedente à pesquisa. Um resultado interessante mostrado na tabela 3.2 é que o padrão das taxas es- pecíficas de fecundidade modificou-se nos últimos 20 anos. Mais de 10 anos atrás, o grupo constituido por mulheres de 25-29 anos apresentava a mais alta taxa de fecundi- dade. Essa situação modificou-se e atualmente a maior taxa de fecundidade é observa- da em mulheres pertencentes ao grupo etário de 20-24 anos. Além disso, o declínio nas taxas específicas por idade é mais pronunciado em mulheres mais velhas. Embora a fecundidade tenha declinado consideravelmente entre mulheres acima de 20 anos de idade, o tipo de mudança observado no padrão das taxas específicas su- gere que um aumento no uso de anticoncepcionais, no mesmo período, concentrou-se em mulheres com mais de 25 anos de idade. 1~ importante notar que não houve nenhum declínio da fecundidade entre as mu- lheres mais jovens (15-19 anos de ídade). De acordo com as taxas atuais, duas em cada 5 mulheres nesta faixa etária deverá ter um f'dho ao chegar à idade de 19 anos. Propor- cionalmente, a contribuiçffo da fecundidade do grupo de 15-19 anos para a ta~a de fe- cundidade total, aumentou. Torna-se claro que a fecundidade das mulheres mais jovens dera ser um fator importante no desenvolvimento de políticas e programas de planeja- mento familiar. A atividade sexual e a utilização de métodos anticoncepcionais entre essas mulheres (e também para mulheres de 20-24 anos de idade) será discutida no capítulo 7. 3.6. FECUNDIDADE ACUMULADA O número de filhos nascidos vivos, ou a paridade atual, é uma medida de fecun- didade que não faz referencia ao tempo da fecundidade das mulheres individualmente, mas representa a fecundidade acumulada nos últimos 30 anos. A tabela 3.3 mostra a distribuição das mulheres por idade atual e paridade. No quadro superior estão todas as mulheres e o inferior é restrito às mulheres atualmente casadas ou em união. Para rodas as mulheres, o número médio de filhos nascidos vivos é 2. Quase 40% das mulheres não tém filhos e 30% tém entre 1 e 2 filhos, 18% tém 3 ou 4 f'dhos e 12% tém mais de 4 filhos. O número médio de filhos nascidos vivos para mulheres atual- mente unidas é de 3,1. Menos de 10% de mulheres em união não tem filhos, 43% tem de 1 a 2 f'dhos, 28% tém de 3 a 4 filhos e mais de 20% tem mais do que 4 filhos. 211 A proporção de mulheres sem filhos entre mulheres de 40-44 anos 6 de 9%, quando se consideram rodas as mulheres, e de 5%, entre mulheres atualmente em união. Esta última porcentagem indica um significativo grau de lhfertilidade primária, que geralmente 6 em torno de 3 a 5 por cento. A proporção de mulheres que reporta- ram que não tinham filhos 6 maior entre mulheres atualmente easadas ou em união de 40-44 anos de idade do que nos grupos de 30-34 e 35-39 anos. Isto, talvez, reflita uma omissão de nascimentos reportados nos grupos de mulheres mais velhas, sendo na rea- lidade o n[vel de infertilidade primária um pouco mais baixo. A comparação da paridade de todas as mulheres com a paridade das mulheres atualmente em união, mostra o efeito do casamento na fecundidade. Nos grupos etá- rios mais jovens a diferença é relativamente grande, já que a maioria das mulheres nes- tas faixas etárias são solteiras e, como foi discutido no capítulo anterior, não estão ex- postas à concepção. A diferença diminui com o aumento da idade e à medida que as mulheres se casam. Esta diferença apresentada entre as mulheres com mais idade, refle- te o efeito de uma pequena proporção de mulheres mais velhas que nunca se casaram e o efeito da dissolução do casamento na fecundidade. Um outro aspecto do possivel efeito do casamento na fecundidade 6 a idade da mulher ao casar. Como pode ser visto na tabela 3.4, a idade ao casar tem um significati- vo efeito na fecundidade completa. Mulheres que se casaram antes de 15 anos t6m em m6dia 4,5 filhos, em contraste com mulheres que se casaram depois dos 20 anos de ida- de, cuja m6dia é de 3 filhos. Na faixa de casamentos de curta duração (0-4 e de 5-9 anos) nao hã diferença na fecundidade por idade ao casar. Isto indica que a re- produção inicia-se logo após o casamento, independentemente da idade da mulher ao casar. Para casamentos de mais longa duração (10 anos ou mais) o número médio de fi- lhos nascidos vivos começa a diminuir à medida que a idade ao casar aumenta. Uma fe- cundidade mais baixa resulta tanto da diminuição da fertilidade, já que mulheres que se unem mais velhas t6m uma fertilidade natural mais baixa, como tamb6m da maior utilização de anticoncepcionais, se as mulheres que se casam mais tarde forem mais propensas a controtar sua fecundidade. 3.7. IDADE NA ÉPOCA DO PRIMEIRO NASCIMENTO No Brasil, a idade da mulher na época do primeiro nascimento encontra-se forte- mente associada à idade ao casar-se: a idade mediana ao casaT-se á de 21,2 anos e a ida- de mediana no primeiro nascimento é de 22,4 anos (tabela 3.5). Como foi sugerido no capitulo anterior, embora a direção da relação não seja sempre clara, a primeira união e o nascimento do primeiro filho são fatores fortemente correlaeionados. Uma compa- ração de coortes na tabela 3.5 mostra que, para todas as mulheres da amostra, não hou- ve modifcação na idade da mulher na 6poca do primeiro nascimento nos últimos 20 anos. Estes resultados são consistentes com os diseutidos no eapltulo 2, onde eonstata- se que não foram encontradas modifieações na idade ao casar nos anos mais reeentes. A idade mediana no primeiro nascimento, segundo local de residencia, região e grau de instrução da mulher, é mostrada na tabela 3.6. Diferenças entre os subgrupos podem ser encontradas comparando-se as idades dentro de uma mesma coorte nos di- versos subgrupos. As tendências ao longo do tempo podem ser vistas comparando-as as diferentes coortes de idade com alguma característica especifiea. 2g Mais uma vez, verifica-se que a idade da mulher na época do primeiro nascimen- to encontra-se fortemente associada com a idade ao casar-se. Com exceção de São Pau- lo, a idade no primeiro nascimento é em geral 2 anos ap6s a idade ao easar-se. As mulheres atualmente com 25-29 anos de idade, das áreas urbanas, no Rio de Janeiro e em São Paulo, e mulheres com instrução maior que o Primário completo, iniciam a re- produção 1 a 3 anos mais tarde que mulheres das áreas rurais, mulheres das Regiões Centro-Leste, Nordeste e do Norte-Centro-Oeste, e mulheres com grau de instrução mais baixo. Uma comparação entre a idade mediana da mulher na época do nascimento, em diferentes coortes de idade, indica que alguns subgrupos experimentaram uma mudan- ça na idade no primeiro nascimento. Na Região Sul e nas áreas urbanas do Norte-Cen- tro-Oeste a idade no primeiro nascimento aumentou aproximadamente um ano. O oposto ocorreu no Centro-Leste, Nordeste e, em menor proporção, nas áreas rurais em geral, onde a idade da mulher na época do primeiro nascimento diminuiu. A idade no primeiro nascimento declinou entre mulheres com alguma instrução, mas não houve mudanças em relação à idade no primeiro nascimento entre os níveis de instrução mais baíxos e os mais altos. 4. Anticoncepção 4.1. INTRODUÇÃO A prevaléncia do uso de métodos anticoncepcionais constitui um dos mais im- portantes determinantes próximos da fecundidade. No Brasil, devido à evidéncia de um recente decllhio na fecundidade, ele adquire um papel de particular signific~eia. A PNSMIPF é o primeiro levantamento feito a nlvel nacíonal no qual coletaram-se dados a respeito da anticoncepção. Neste capítulo, ser,~ discutida e analisada a prãtica contraceptiva adotada pelas mulheres em idade fértil, que inclui o conhecimento de métodos anticoncepcionals, o conhecimento e a utilização das fontes de obtenção, o uso de métodos no passado e o uso atual. Também são considerados aqui aspectos relacionados à adução da contracepção, como as razões pessoais para o não-uso de métodos e a intenção de uso no futuro para o grupo de mulheres que não estão usando métodos anticoncepcionais. 4.2. CONHECIMENTO DE M~TODOS O conhecímento de métodos anticoncepcionais pode ser visto como uma condi- ção para o uso da anticoncepção. As perguntas a respeito do conhecimento de anticon- cepcionais se referem a terem ouvido falar de algum método especlfico e não ao conhe- cimento de como usá-los. Na PNSMIPF a entrevistadora indaga quais são os métodos de planejamentn fa- ri'filiar que a entrevistada conhece, sem citfi-los. Estas respostas são anotadas e classifi- cadas como conhecimento do método "sem ajuda". Em seguida, todos os métodos não citados espontaneamente pela entrevistada são enumerados pela entrevistadora e as res- postas são classificadas sob o desiguativo de conhecimento "com ajuda". Evita-se des- 30 Mais uma vez, verifica-se que a idade da mulher na época do primeiro nascimen- to encontra-se fortemente associada com a idade ao casar-se. Com exceção de São Pau- lo, a idade no primeiro nascimento é em geral 2 anos ap6s a idade ao easar-se. As mulheres atualmente com 25-29 anos de idade, das áreas urbanas, no Rio de Janeiro e em São Paulo, e mulheres com instrução maior que o Primário completo, iniciam a re- produção 1 a 3 anos mais tarde que mulheres das áreas rurais, mulheres das Regiões Centro-Leste, Nordeste e do Norte-Centro-Oeste, e mulheres com grau de instrução mais baixo. Uma comparação entre a idade mediana da mulher na época do nascimento, em diferentes coortes de idade, indica que alguns subgrupos experimentaram uma mudan- ça na idade no primeiro nascimento. Na Região Sul e nas áreas urbanas do Norte-Cen- tro-Oeste a idade no primeiro nascimento aumentou aproximadamente um ano. O oposto ocorreu no Centro-Leste, Nordeste e, em menor proporção, nas áreas rurais em geral, onde a idade da mulher na época do primeiro nascimento diminuiu. A idade no primeiro nascimento declinou entre mulheres com alguma instrução, mas não houve mudanças em relação à idade no primeiro nascimento entre os níveis de instrução mais baíxos e os mais altos. 4. Anticoncepção 4.1. INTRODUÇÃO A prevaléncia do uso de métodos anticoncepcionais constitui um dos mais im- portantes determinantes próximos da fecundidade. No Brasil, devido à evidéncia de um recente decllhio na fecundidade, ele adquire um papel de particular signific~eia. A PNSMIPF é o primeiro levantamento feito a nlvel nacíonal no qual coletaram-se dados a respeito da anticoncepção. Neste capítulo, ser,~ discutida e analisada a prãtica contraceptiva adotada pelas mulheres em idade fértil, que inclui o conhecimento de métodos anticoncepcionals, o conhecimento e a utilização das fontes de obtenção, o uso de métodos no passado e o uso atual. Também são considerados aqui aspectos relacionados à adução da contracepção, como as razões pessoais para o não-uso de métodos e a intenção de uso no futuro para o grupo de mulheres que não estão usando métodos anticoncepcionais. 4.2. CONHECIMENTO DE M~TODOS O conhecímento de métodos anticoncepcionais pode ser visto como uma condi- ção para o uso da anticoncepção. As perguntas a respeito do conhecimento de anticon- cepcionais se referem a terem ouvido falar de algum método especlfico e não ao conhe- cimento de como usá-los. Na PNSMIPF a entrevistadora indaga quais são os métodos de planejamentn fa- ri'filiar que a entrevistada conhece, sem citfi-los. Estas respostas são anotadas e classifi- cadas como conhecimento do método "sem ajuda". Em seguida, todos os métodos não citados espontaneamente pela entrevistada são enumerados pela entrevistadora e as res- postas são classificadas sob o desiguativo de conhecimento "com ajuda". Evita-se des- 30 ta forma a subestimação do conhecimento de métodos, em caso de somente perguntas abertas, sem citá-los. Na análise que se segue sobre o conhecimento de métodos combi- naram-se as respostas dadas "sem ajuda" e "com ajuda". Noventa e nove por cento das mulheres declararam conhecer pelo menos algum método anticoncepcional. Os resultados na tabela 4.1 índícam que o conhecimento de métodos anticoncepcionais no País é universal e não apresenta uma variação significati- va com a idade da mulher. Não foram observadas também diferenças marcantes em re- lação ao conhecimento de métodos, quando se consideram todas as mulheres ou so- mente as casadas ou em união. Os métodos mais conhecidos são a pllula e a esterilização feminina, sobre os quais 98% e 92% das mulheres, respectivamente, já haviam ouvido falar. Estes dois mé- todos, como veremos a seguir, são igualmente os métodos mais usados. Em seguida vem o condon, o ritmo/tabela, o DIU e o coito interrompido, métodos conhecidos por mais de 60,0% das mulheres. 4.3. CONHECIMENTO DAS FONTES DE OBTENÇÃO Na PNSM1PF perguntou-se às mulheres que conheciam algum método anticon- cepcional se sabiam onde obter tal método ou ínformação sobre ele. I~ importante sa- lientar que determinadas fontes mencionadas pelas mulheres não implica necessaria- mente em que o método em questão esteja disponível no local da fonte citada. A porcen- tagem que menciona alguma fonte varia de 62% no caso do DIU a 93% para a pílula, que é o método mais conhecido (tabela 4.2). A rede particular, composta de médicos, clínicas e hospitais particulares, predo- mina como fonte de obtenção para os métodos clinicos, como o DIU, a esterilização feminina e a masculina. A farmácia foi o local mais apontado para métodos que reque- rem um suprimento periódico, como é o caso da pílula, do condon, das injeções e dos métodos vaginais. Para os demais métodos, como no caso do diafragma, as fontes re- portadas pelas mulheres que conhecem o método foram a rede particular e a farmácia. Para os métodos de abstinencia periódica (ritmo/tabela e Billings) as principais fontes de informação sobre estes métodos foram reportadas como sendo os amigos/parentes e médico/hospital/clínica particular. As instituições governamentais, incluindo Secreta- ria Estadual de Saúde e Previdencia Social são pouco representativas no conhecimento das mulheres de fontes de obtenção de métodos reversíveis. Entretanto, a Previd¢n- cia Social foi a segunda mais importante fonte identificada para a possível obtenção da esterilízação feminina. Observa-se que entre as mulheres que conhecem métodos existe uma proporção sígnificativa que não sabe a fonte de obtenção de alguns, como é o caso do DIU e do diafragma, em que mais de um-terço não sabe onde recorrer para obter tais métodos. Dos dois métodos mais conhecidos - a pflula e a esterilização feminina - 7% e 13%, respectivamente, declararam não conhecer a fonte de obtenção. 4.4. USO DE MI~TODOS ANTICONCEPCIONAIS NO PASSADO Para cada método anticoneepcíonal reportado como conhecido, perguntou-se às mulheres entrevistadas se já o haviam usado alguma vez. Esta informação est~í na tabela 4.3 em detalhes, para todas as mulheres e para as mulheres que se encontram atualmen- te casadas ou em união. Em termos gerais, verifica-se que existe uma porcentagem sig- 31 nificativa de mulheres que usam ou já usaram algum método: 60%, quando se conside- ram rodas as mulheres, e 86% das mulheres atualmente casadas ou em união. Observa- se que, na faixa etária de 15-19 anos do grupo de todas as mulheres, apenas 12% decla- raram que já haviam usado algum método, enquanto que a porcentagem para as mulhe- res casadas nesta mesma faixa etária é bem mais alta (72%), levando a concluir que o uso de anticoncepcionais no passado entre mulheres que não estão unidas, especial- mente as mais jovens, não é alto. Entre o grupo de mulheres atualmente casadas ou em união, a experiéncia com algum método anticoncepcional é grande, ressaltando-se o grupo etário de 30-34 anos de idade, onde 92% das mulheres usam ou já usaram algum método. De certa forma, isto evidencia um espaçamento entre os nascimentos e tam- bém uma prática de limitar o número de filhos. Entre as mulheres atualmente casadas ou em união, a pflulaé, sem dúvida, o mé- todo que já foi mais usado, vindo após o coito interrompido, a esterilização feminina, o condon, o ritmo/tabela, mas com prevaléncias de uso no passado bem menor que a p[lula. A porcentagem de mulheres casadas que já usaram alguma vez a pílula, que é um método reversivel, varia pouco com a idade, aumentando até os 25-29 anos e depois di- minuindo nos grupos etários constituídos por mulheres mais velhas. Já a porcentagem de mulheres que recorreram à esterilização, um método irreversível, varia notadamente com a idade, existindo uma maior prevalência entre mulheres com mais de 30 anos de idade. Com relação ao coito interrompido, condon e ritmo/tabela, a porcentagem de mulheres casadas que já usaram alguma vez estes métodos aumenta com a idade, atin- gindo um máximo no grupo etário de 30-34 anos e decrescendo um pouco nos demais grupos. Em geral, observa-se que no passado mulheres mais velhas contaram mais com m~todos considerados menos efetivos, talvez pela falta de conhecimento ou dificulda- de de acesso aos métodos mais eficazes. 4.5. USO PELA PRIMEIRA VEZ DE MI~TODOS ANTICONCEPCIONAIS A tabela 4.4 mostra a porcentagem de mulheres por número de filhos vivos quan- do usaram pela primeira vez algum método anticoncepcional, segundo a idade atual. Esta tabela permite importantes considerações a respeito da mudança de comportamen- to no que diz respeito ao uso de métodos anticoncepcionais. O grupo etário 15-19 anos foi exclutdo das análises porque somente 12% das mulheres pertencentes a este grupo já haviam tido alguma experiéncia com o uso de anticoncepcionais e, além disto, é um grupo que está iniciando a vida reprodutiva. A análise torna-se mais consistente focali- zando-se o grupo de mulheres mais velhas, que t~m uma maior experiEncia com o uso de anticoncepcionais e um número maior de filhos. Nota-se que quanto maior o con- trole da fecundidade, menor a paridade. Aproximadamente, metade das mulheres per- tencentes às faixas etárias de 20-24 e 25-29 anos começaram a usar algum método quando ainda não tinham filhos. Oitenta por cento das mulheres pertencentes as faixas etárias 20-24 e 25-29 anos já haviam feito uso de algum método anticoncepcional depois do nascimento do segun- do filho, porcentagem que decresce para as demais coortes: somente metade das mu- lheres atualmente com 40-44 anos de ídade já haviam usado algum método quando ti- nham dois filhos. O uso de métodos anticoncepcionais entre mulheres mais jovens ex- plica, de certa maneira, a redução nas taxas de fecundidade, pois este uso mais cedo é uma evid~ncia de que as mulheres est~o controlando mais o número de filhos e o espa- çamento dos nascimentos. 32 4.6. USO ATUAL DE MI~TODOS Quarenta etres por cento de todas as mulheres da amostra (ou seus parceiros) es- taram usando algum método anticoncepcional na época da pesquisa, porcentagem esta que aumenta para 66% quando se considera o grupo de mulheres casadas ou unidas. Es- ta prevalência de uso de anticoncepcionais no País 6 alta, comparável à dos palses que já atingiram nlveis baixos de fecundidade. Na tabela 4.5 estão dois aspectos que merecem ser comentados. O primeiro é a taxa de preval%ncia ou a porcentagem de rodas as mulheres da amostra e das mulheres atualmente casadas ou em união usando algum método anticoncepcional, por grupos Gr~ífico 7 Uso atual de anticoncepção Mulheres em união de 15-44 anos de idade PNSMIPF - Brasil, 1986 27% Esterilização Feminina / 34% Não usando-'- 5% Outro~ métodos/ 4% Abstinencia periódica 5% Coito Interrompido % _ lu la 33 de idade. O outro é a distribuição das usuárias, segundo o método usado, também por idade. Para efeitos da análise, será considerado o grupo constituído por mulheres atuab mente casadas ou em união. Os dados apresentados para todas as mulheres são, pro- vavelmente, menos representativos, já que neste grupo estão as mulheres que nunca es- tiveram em união ou não tém vida sexual ativa. Para estas mulheres, o significado de uso a-mal pode ser dificil, já que na maioria das vezes, quando há a atividade sexual, ela é esporádica e limitada, não levando a um uso sistemático da anticoncepção. Para as mulheres a-malmente casadas ou em união, a esterilização feminina é õ método mais difundido: mais de um-quarto das mulheres em idade fértil foram esterili- zadas, o que representa 40% das usuárias atuais de anticoncepcionais. A pílula é o se- gundo método mais usado; 25% das mulheres a utilizam, porcentagem que corresponde a 38% de todas as atuais usuárias da antieoncepção. Os demais métodos são usadospor apenas 22% dos casais que praticam o planejamento familiar. Esta baixa prevaléncia pode ser resultado de uma falta de difusl'o e oferta destes métodos. Observa-se que o DIU e o diafragma são muito pouco usados, e seriam alternativaS válidaS, já que são considerados métodos eficazes e reversíveis. A preval6ncia do uso atual de anticoncepcionais, de acordo com o grupo etário, apresenta a forma de U invertida. Uma maior porcentagem de uso de métodos anticon- cepcionais é encontrada na faixa etária de 30-34 anos (74%) e porcentagens menores são observadas em mulheres que estão começando suas vidas reprodutivas ou em mu- lheres mais velhas, das quais multas já não são férteis, necessitando controlar menos a natalidade. O tipo de método anticoncepcional usado varia naturalmente com a idade da mulher. Assim, em mulheres mais jovens há uma predominãncia de uso de métodos reverslveis, ao passo que, a partir de uma certa idade, muitas optam por um método ir- reverslvel, no caso, a esterilização feminina. A pgula é o método mais usado até a idade dos 29 anos, caindo na faixa etária de 30-34 anos, na qual a esterilização passa a ser o método escoIhido por mais de um-terço dos casais. A tabela 4.6 apresenta a porcentagem de mulheres a-malmente casadas ou em união usando algum método anticoncepcional, segundo o local de residéncia, região, grau de instrução e paridade, por método usado. RESIDI~NCIA i Quanto ao local de residéncia existe, como era de se esperar, uma maior porcenta- gero de mulheres nas ~eas urbanas usando atualmente algum método anticon- cepcional (69%), em comparação com as áreas rurais (57%). Esta diferença é devida, principalmente, a uma maior prevaléncia da esterilização feminina nas áreas urbanas, onde é o principal método, usado por 30% das mulheres casadas ou em união. Já nas áreas rurais, o método mais usado é a pflula (25%). Este predomínio da esterilização fe- mina nas áreas urbanas do País é decorréncia de uma maior acessibilidade aos serviços hospitalares concentrados nestas áreas. O coito interrompido, que é um método mais tradicional, aparece como terceiro método mais usado, embora com uma prevaléncia de uso bastante inferior à esterilização e à pilula. Este método 6 mais usado nas áreas rurais (8,0%) do que nas áreas urbanas (4%). 34 Gráfico 8 Uso atual da anticoncepção, por residência, região e instrução Mulheres em união de 15-44 anos de idade PNSMIPF - Brasil, 1986 O13"1d~O00I blyMl~d "< O/]ldMOO OI~I~RIHd Ol3"ldtN OO OIUVWtHd ~- VINf'IHN3N z _z o D O o" I~B I I 3£S•O-OalN33 ~IIaON 31saQaoN :1.L$31 -OH J_N~IO O3?íVd OyS OHI3NVí" 30 OtH I IE | I I I II II I I OSFI 30 V lON~IVA~Hd 1vaNH 'ONVgHO REGIÕES A preval6neia de 66%, encontrada para o País, resulta de uma variação de uso' de anticoncepeionais entre as seis regiões, que vai desde a elevada porcentagem de 74% en- contrada na Região Sul, até os 53%, no Nordeste. Resultados da PNSMIPF mostram que o m6todo mais usado em todas as regiões, excluindo o Sul, é a esterilização feminina, atingindo uma maior preval6ncia de uso no 35 Norte-Centro-Oeste, onde 42,0% das mulheres da região, unidas e em ídade fertil, re- correram a este método para finalizar a vida reprodutiva. Na Região Sul, o método de maior difusão é a p[lula, utí l izada por 41% das mu- lheres unidas. Este método vem como o segundo mais usado nas demais regiões do Pais. apresentando uma maior prevalbncia no Rio de Janeiro (26%) e menor na Regíão Norte-Centro-Oeste (12,4%). Em terceíro e quarto lugares, mas com uma preval6ncia de uso mais baixa que a pflula e esterilízação feminína, alteruam-se dois tipos de métodos: a abstin6ncia períó- dica (Bi[lings, r i tmo/tabela)e o coito interrompido. A abstínencia periódica é mais usa- da no Rio de Janeiro. Centro-Leste. Nordeste e Norte-Centro-Oeste, enquanto que o coito interrompido apresenta uma porcentagem mais alta de usuárías na Região Sul e em São Paulo. Tr6s das seís regiões da PNSMIPF havíam sido pesquísadas anteriormente, o que permite comparações da preval¿ncia de uso de anticoncepcionais, como mostra a tabe- la que se segue: COMPARAÇÃO DA PREVALI~NCIA DE USO DE ANTICONCEPCIONAIS EM TRIOS REGIÕE8 DO PAIS (%) São Paulo Nordeste Sul 1978 1986 1980 (*) 1986 1981 1986 USO TOTAL 37 53 Esterilização Pflula Coíto mterrompido Outros m~todos ~*) Os dadosdaRe 66 74 15 32 28 24 7 7 16 11 14 25 13 17 4 4 6 7 66 74 15 18 33 41 9 8 10 7 ão Nordeste, em 1980, são baseados em quatro Estados: Rio Grande do Norte. Para/ba, Pernambuco e Bahía. Fontes: Contraceptive Use and l.'er tilíty Leveis in São Paulo State, Brazil, M Nakamura et ai,. 1980 PSMIPF, Regíão Nordeste, BEMFAM, 1980. PSMIPF. Região Sul, BEMFAM, 1982. A comparação dos dados obtidos pela PNSMIPF com os dados das Pesquisas Es- taduais de Saúde Materno-lnfantil e Planejamento Familiar feitas anteriormente permite dizer que a maior porcentagem de aumento no uso de anticoncepcíonais foi no Nordeste, mesmo sendo a região onde se encontra a mais baixa preval¿ncia de uso. A esterilização teve um aumento nas tr6s regiões, sendo que, em São Paulo, foí de mais de 100%, Este método é o principal responsável pelo aumento da preval6ncia de uso de anticoncepcionais. Outras variáveis que se relacionam fortemente ao uso de anticoncepcionais são: nível de instrução e paridade. 3õ ~STRUÇÃO A prevalência de uso de métodos anticoncepcionais apresenta uma relação positi- va com a escolaridade da mulher. Quanto maior é o nível de instrução, maior é a preval¿neia de uso, chegando a 73% em mulheres com instrução superior ao Primário, comparada com somente 47% para aquelas que declararam não terem freqüentado escolas, Com respeito ao tipo de método usado, existe esta relação positiva entre o uso da pflula e a escolaridade da mulher, relação esta que não se observa com a esteriliza- ção. Nota-se uma maior prevalência do uso de métodos de abstinência periódica entre mulheres com um grau de instrução mais elevado. O uso destes métodos implica no melhor conhecimento das mulheres sobre o próprio corpo, razão esta que talvez expli- que um baixo uso entre as mulheres com menos instrução (ver tabela 4.9). Na categoria "outros métodos" estão incluídos o DIU e os métodos femininos de barreira (diafragma, gel¿ias, esponjas, etc.), que são pouco usados, t~m pouca difusão e apresentam um alto custo no Brasil. Estes motivos podem explicar a baixa porcenta- gem de mulheres que os utilizam. Nota-se, entretanto, uma maior prevalência destes métodos entre mulheres com ntvel de instrução mais alto, o que certamente está rela- cionado a uma condição sócio-econbmica mais favorável para a difusão e obtenção de tais métodos. PARIDADE De modo gerai, o uso de anticoncepcional aumenta rapidamente com a paridade da mulher. Existe uma porcentagem relativamente alta de mulheres sem filhos que es- tão usando algum método para evitar a gravidez (39%). Mais da metade das mulheres com um filho usam algum método (60%), o que denota uma tendência à contraeepção para espaçar os nascimentos. O uso da anticoncepção atinge uma poreentagem m~íxima em mulheres com tr~s fdhos (77%), vindo a decrescer quando a mulher tem quatro ou mais filhos. Este fato pode estar relacionado em função da idade da mulher e, cons¢- qüentemente, da probabilidade de engravidar. Também pode-se argumentar que mulhe- res que já t~m quatro ou mais filhos estão mais inclinadas a terem uma famflia maior. Com relação ao tipo de método usado, nota-se uma tendência à escolha da esteri- lização como um método definitivo para limitar o número de filhos em dois ou tr~s. 4.7. FONTE DE OBTENÇÃO OU DE INFORMAÇÃO DO MI~TODO USADO ATUALMENTE Perguntou-se a rodas as mulheres que estavam usando algum método antieoncep- cional na época da pesquisa, a fonte de obtenção ou informação do método. Os resul- tados aparecem na tabela 4.7, separadamente por método. A farmácia é a grande responsável como fonte de obtenção para a pílula (93%), o condon (99%) e outros métodos que requerem um suprimento periódico, como os mé- todos vaginais e injeção (90%). A esterilização feminina tem suas fontes de obtenção mais diversificadas: 45% das mulheres que foram esterilizadas reportaram que fizeram a operação em institui- ções da Previdéncia Social, sendo o lnamps responsável por 43% e a Previd6ncia Esta- 37 Gráfico 9 Fonte de obtenção da pílula e da esterilização feminina das usuárias atuais PNSMIPF - Brasil, 1986 P~LULA Z% 3% //~~~ ~~~ 93% ESTERILIZAÇÃO FEMININA z% io% 45% O HOSPITAL DO GOVERNO [] SECRETARIA ESTADUAL I PREVIDÊNCIA SOCIAL æ M~DICO/CL~NICA PARTICULAR [] FARMACIA I OUTROS 3@ dual/Municipal, por 2%. Isto não significa que estas instituições tenham um programa que contemple a esterilização. Esse procedimento cirúrgico pratícado por médicos liga- dos a estas instituições está associado, na sua maioria, a outras intervenções cirúrgicas, como cesária. A rede particular vem em segundo lugar, sendo responsável por 42% das esterilizações; logo após, os hospitaís do Governo, com 10%. Os demais métodos clinicos, como o DIU e o diafragma, e a esterilização masculi- na, são obtídos princípalmente através da rede privada, constituída por médicos, clíní- cas e hospitais particulares (69%), vindo em segundo lugar os hospitais do Governo (12%) e logo após as instituiçGes privadas, responsiiveis por 8%. Para as usuárias dos métodos de abstinéncia peri6dica, que inclui o ritmo/tabela e o Billíngs, os amigos e parentes foram citados como a principal fonte fornecedora de informaçOes sobre tais métodos (50%). Os médicos, clinícas e hospitaís particulares fo- ram também apontados por quase um-quarto das mulheres usuárias da abstinéncia pe- riódica como responsáveis pela informacão sobre estes métodos. A tabela 4.8 mostra a fonte de obtenção para os dois métodos mais usados - a pí- lula e a esterilização femínina - , segundo as regiões. Em rodas as rcgiões do Pais, a pflula é obtida princípalmente na farmácia. T¿ importante salientar que o papel repre- sentado pelas Secretarias Estaduais de Saúde como fonte de serviços de planejamento familiar, com pouca representatividade para o total do Pais, adquire especíal importfin- cia na Região Nordeste. Quinze por cento das mulheres do Nordeste citaram a Secre- taria de Saúde como local de obtenção da pflula. Grande parte das Secretarias Estaduais de Saúde desta região oferecem serviços de planejamento familiar em seus postos de saúde, com o apoio recebido através do convénio com a BEMFAM A fonte de obtenção para a esterílização feminina nas regiões do Pais, com exce- ção do Nordeste, alternam-se principalmente entre o setor particular (médicos, cllhicas e hospítais)~e.'a Previdéncia Socíal. No Rio de Janeio, na Região Sul, no Centro-Leste e no Norte-Centro-Oeste, o setor particular é o mais representativo, seguido pela Previ- déncia Social, a mais importante fonte de obtenção da esterilização feminina em São Paulo. Já no Nordeste, as mulheres reportaram trés lugares de importãncia onde foram esterilizadas: Previdência Social (41%), hospital do Governo (30%), e médico/clínica/ hospital particular (28%). 4.8. CONHECIMENTO DO PERI'ODO FI~RTIL Na PNSMIPF, perguntou-se às entrevistadas qual seria a época do ciclo ovulatório mais propícia à concepção. Em gerai, considera-se como cicio normal o de 28 dias, com a ovulação ocorrendo no meio do cicio e antecedendo a menstrução seguinte em cerca de duas semanas. Existem mulheres que tém ciclos variados de 35 dias, 32, 26, 25 etc. Nestes ca- sos, o período fértil ocorre em épocas diferentes. Tomando-se como referencia o cicio de 28 dias, a resposta mais plausível do período mais propício para engravidar seria na segunda semana depois da menstruação.Também podem-se considerar plansíveis res- postas dadas como "logo depois da menstruação" ou "em qualquer tempo", devido a esta variação quanto ao número de dias do ciclo ovulatório. A tabela 4.9 mostra a porcentagem de rodas as mulheres e das mulheres que usam ou j¿ fizeram uso alguma vez do método de abstinéncia periódica, segundo o co- nhecimento do período fértil, por grau de instrução. 3g Metade das mulheres que usam ou jã usaram métodos de abstinéncia peri6dica (tabela/ritmo e Billings) responderam que a época mais fácil para a concepção é na se- gunda semana depois da menstruação e 30% declararam como sendo logo depois do final da menstruação. Como era de se esperar, estas mulheres, quando comparadas com todas as mulheres da amostra, apresentam um melhor conhecimento sobre o ciclo menstrual, já que a eficácia dos métodos de abstinencia peri6dica se baseia, em grande parte, neste conhecimento. A instrução da mulher exerce uma influencia significativa no conhecimento do período fértil: 61% das mulheres que usam ou já usaram a abstinencia periódica e tém escolaridade superior ao Primário, responderam como sendo a segunda semana depois da menstruação a época mais fácil para engravidar, ao passo que, entre as mulheres sem instrução, somente 26% deram esta resposta. Observa-se também uma maior propor- ção de mulheres sem nenhuma instrução que responderam não saber a época do perío- do fértil, em comparação com as que tém instrução superior ao Primário (14% e 3%, respectivamente). 4.9. MULHERES NÃO-USUARIAS DA ANTICONCEPÇÃO E RAZÕES PARA O NÃO-USO DE MI~TODOS A tabela 4.10 mostra a distribuição percentual das mulheres segundo o uso de métodos anticoncepcionais e a condição quanto à exposição à concepção. Mais da me- tade das mulheres enírevistadas que não estavam usando método anticoncepcional na época da entrevista, não haviam tido relação sexual nas últimas quatro semanas. Quan- do se consideram somente as mulheres casadas ou em união esta porcentagem ¿ bem menor: 34% não esavam usando anticoncepcional, e a principal razão foi que, na época da pesquisa, ou estavam grávidas ou em amenorréia pós-parto. Existem no País um total de 8% de mulheres não-usuárias da anticoncepção ex- postas à concepção (ver capítulo 2, para definição e detalhes). Segundo mostra a tabe- la 4.11, uma maior porcentagem de mulheres expostas à concepção estão casadas ou em união (12%), e isto varia de acordo com as regiões e o grau de instrução, existindo uma maior porcentagem delas na Região Nordeste (16%) e entre mulheres sem nenhu- ma instrução (17%). Nas tabelas 4.12 e 4.13 a tabulação foi restringida ao grupo de mulheres atual- mente casadas ou em união e expostas à concepção. As razões declaradas para o não- uso da anticoncepção, segundo a idade atual, são mostradas na tabela 4.12. Mais de um-quarto das mulheres (28%) declararam que não estavam usando nenhum método na época da pesquisa porque desejaram engravidar. (As estimativas sobre mulheres ne- cessitadas de serviços de planejamento familiar estão no capítulo 5.) As outras principais razões para o não-uso foram: medo de efeitos colaterais (18%), não querem ou não gostam (15%), acham que não podem ficar grávídas (13%). Os motivos alegados pelas mulheres que não podem ficar grávidas são: menopausa; ope- rou por razões médicas e não pode mais ter filhos; há trés ou maís anos está tentando ficar grávida e não consegue. Uma porcentagem pequena de mulheres deram como ra- zão para o não-uso motivos de cunho religioso, financeiro ou ímpedimento do marido. Quando se examina a razão para o não-uso da anticoncepção, segundo a idade atual da mulher, observa-se que o principal motivo para aquelas com menos de 30 anos de idade é que querem engravidar (40%). Para as mulheres com 30 ou mais anos de ída- de, "não quer/não gosta" foi o principal motivo alegado (22%). 40 4.10. INTENÇÕES DE USO NO FUTURO Para finalizar este capitulo, serão analisadas as intenções das mulheres de usarem algum método anticoncepcional no futuro e, em caso afirmativo, qual seria o método preferido. A tabela 4.13 apresenta os resultados sobre as intenções de uso do anticoncepcie- nais, segundo a condição quanto à exposição à concepção. Mais da metade das mulhe- res (58%), ngo.usuárias de métodos anticoncepcionais e independentemente da condi- ção quanto à exposição a concepção, pensam em fazer uso de algum método. Mais de trés-quartos das mulheres que estavam gravidas ou em amenorréia na época da pesquisa declararam que pretendem usar algum método: 65% nos próximos doze meses e 12%, no futuro. 1~ importante salientar que estas mulheres que estio grávidas ou em amenorreia pós-parto podem vir a ser usu¿rias potenciais de métodos anticoncepeionais, jã que es- tão em constante contato com o sistema médico-hospitalar e despertaram o interesse em usá-los. Do grupo de mulheres que estão expostas à concepção, menos de 60% preten- dera usar algum método anticoncepeional, sendo que 30%, nos próximos doze meses, e 26% no futuro, Mais de um-terço das mulheres atualmente casadas ou em união que estão inten- cionadas em usar algum método, responderam que optariam pela esterilização femini- na. Entre os métodos reveraiveis, a pilula é o que apresenta uma maior demanda. ~ in- teressante observar que para as injeções existe uma demanda maior que o atual uso des- te método. Existe uma maior necessidade de uso imediato de métodos - 72% das mu- « lheres que desejam usar algum método pretendem usar nos pr6ximos doze meses (tabe- la 4.14). 5. InterKão de engravidar e p~j3~~amento da gravidez 5.1. INTRODUÇÃO Este capítulo analisa a intenção atual de engravidar e o planejamento da gravidez das mulheres brasileiras em idade reprodutiva. Um dos objetivos do planejamento fami- liar 6 oferecer aos casais a possibilidade de decidir o número de filhos que terão e o es- paçamento dos nascimentos. Torna-se de extremo interesse para os programas de pla- nejamento familiar a obtenção de informações sobre o número de filhos desejados, o espaçamento esperado entre os nascimentos, a proporção de mulheres que não desejam mais engravidar e o planejamento da última gravidez, para se estabelecerem políticas e diretrizes. Dados sobre a proporção de mulheres que não desejam mais filhos e daquelas que querem mais filhos, e o intervalo de tempo que pretendem esperar até apr•xima gravidez, permitem que se faça uma estimativa do interesse em limitar e espaçar os nas- cimentos. A intenção de engravidar e o uso de antieoncepcionals podem ser combina- 41 4.10. INTENÇÕES DE USO NO FUTURO Para finalizar este capitulo, serão analisadas as intenções das mulheres de usarem algum método anticoncepcional no futuro e, em caso afirmativo, qual seria o método preferido. A tabela 4.13 apresenta os resultados sobre as intenções de uso do anticoncepcie- nais, segundo a condição quanto à exposição à concepção. Mais da metade das mulhe- res (58%), ngo.usuárias de métodos anticoncepcionais e independentemente da condi- ção quanto à exposição a concepção, pensam em fazer uso de algum método. Mais de trés-quartos das mulheres que estavam gravidas ou em amenorréia na época da pesquisa declararam que pretendem usar algum método: 65% nos próximos doze meses e 12%, no futuro. 1~ importante salientar que estas mulheres que estio grávidas ou em amenorreia pós-parto podem vir a ser usu¿rias potenciais de métodos anticoncepeionais, jã que es- tão em constante contato com o sistema médico-hospitalar e despertaram o interesse em usá-los. Do grupo de mulheres que estão expostas à concepção, menos de 60% preten- dera usar algum método anticoncepeional, sendo que 30%, nos próximos doze meses, e 26% no futuro, Mais de um-terço das mulheres atualmente casadas ou em união que estão inten- cionadas em usar algum método, responderam que optariam pela esterilização femini- na. Entre os métodos reveraiveis, a pilula é o que apresenta uma maior demanda. ~ in- teressante observar que para as injeções existe uma demanda maior que o atual uso des- te método. Existe uma maior necessidade de uso imediato de métodos - 72% das mu- « lheres que desejam usar algum método pretendem usar nos pr6ximos doze meses (tabe- la 4.14). 5. InterKão de engravidar e p~j3~~amento da gravidez 5.1. INTRODUÇÃO Este capítulo analisa a intenção atual de engravidar e o planejamento da gravidez das mulheres brasileiras em idade reprodutiva. Um dos objetivos do planejamento fami- liar 6 oferecer aos casais a possibilidade de decidir o número de filhos que terão e o es- paçamento dos nascimentos. Torna-se de extremo interesse para os programas de pla- nejamento familiar a obtenção de informações sobre o número de filhos desejados, o espaçamento esperado entre os nascimentos, a proporção de mulheres que não desejam mais engravidar e o planejamento da última gravidez, para se estabelecerem políticas e diretrizes. Dados sobre a proporção de mulheres que não desejam mais filhos e daquelas que querem mais filhos, e o intervalo de tempo que pretendem esperar até apr•xima gravidez, permitem que se faça uma estimativa do interesse em limitar e espaçar os nas- cimentos. A intenção de engravidar e o uso de antieoncepcionals podem ser combina- 41 dos para se estimar as necessidades não-satisfeitas em termos de planejamento familiar. Finalmente, dados sobre o tamanho ideal da familia, bem como a proporção de nasci- mentos não-planejados ocorrídos num passado recente, sugerem qual deveria ser o nível de fecundidade se todas as mulheres tivessem somente o número de filhos desejados. A diferença entre a fecundidade "desejada" e a fecundidade "atuM" representa o espaço de atuação dos programas de planejamento familiar. 5.2. DESEJO DE LIMITAR OS NASCIMENTOS Na secção do questíonário sobre a intenção de engravidar foi perguntado, a todas as mulheres em união e que não tinham sido esterilizadas, se elas desejavam ou não ter outros filhos. Às mulheres que se encontravam grávidas na época da entrevista, foí per- guntado se após a atual gravidez desejariam ou não ter mais filhos. A confirmação da resposta foi feita atrav6s de uma segunda questão. Para as análises deste estudo, todas as mulheres que responderam que desejavam ter outro filho e rodas as que responderam que estavam indecisas, por6m, mais inclina- das a terem outra gravidez, foram classificadas na categoria que desejaram um outro filho. O mesmo procedimento foi aplicado para as mulheres que não deseiavam ter mais filhos: inclui mulheres que responderam que não querem mais filhos e as que es- tão indecisas, porém mais inclinadas a não terem maís nenhum outro filho. Somente as mulheres que responderam com dúvída ás duas perguntas é que foram classificadas na categoria de indecisas. A tabela 5.1 mostra a distribuição perceutual das mulheres atualmente em união, segundo o desejo de terem mais filhos, classificadas pelo número de filhos vivos (in- cluindo qualquer gravidez em curso). As mulheres esterilizadas aparecem em uma cate- goria especial. Embora a pergunta sobre o desejo de ter mais filhos não haver sido colo- cada para as mulheres esterilizadas, é razoável assumir que a maioria das mulheres este- rilizadas não querem mais filhos. Sessenta e quatro por cento das mulheres em união não querem ter mais filhos, ou já foram esterilizadas. Como é de se esperar, a porcentagem de mulheres que não querem mais f'dhos aumenta com o tamanho da famflia. Esta porcentagem é de menos de 12% para as mulheres sem filhos, 24% para aquelas com um filho, mais de 67% para as mulheres com dois fihos e 85% para aquelas com tr6s filhos. As respostas das mulhe- res sem nenhum filho ou com um devem ser analisadas com cautela, f~ possível, nesses casos, que a resposta refira-se a um futuro imediato, e não seja uma prefer6ncia definiti- va. Observa-se que existe uma porcentagem significativa de mulheres com dois ou tr6s filhos que não querem mais nenhum filho. Este fato vem demonstrar uma mudança no tamanho médio da famflia brasileira que, num passado recente, era de quatro ou cinco filhos. A proporção de mulheres no País que não desejam mais filhos é maior que 50% em todos os subgrupos apresentados na tabela 5.2. As proporções mais elevadas são re- gistradas entre mulheres do Rio de Janeiro, do Nordeste, do Norte-Centro-Oeste e en- tre as mulheres com niveis mais baixos de instrução. Esta alta proporção no Rio de Ja- neiro justifica-se pela forte prefer6ncia por famfliaa pequenas nesta regi~o, onde 83% das mulheres que t6m dois filhos não desejam mais nenhum outro. No Nordeste e entre as mulheres com instrução mais baixa, uma grande proporção que não quer mais filhos formada por mulheres com uma alta paridade e que desejam terminar o processo de 42 gravidez em curso,é apresentadanatabela 5.5. A distribuição das respostas para a amos- tra, na última coluna da tabela, mostra que muito poucas mulheres (aproximadamente 10%) querem menos de dois filhos e somente 20% querem mais de tr6s. A resposta mo- dai é de dois filhos, com uma freqü¿ncia de 40%, sendo o número médio ideal de 2,8 filhos. Para mulheres atualmente com dois ou tr~s filhos, existe uma forte correlação entre o número atual de filhos e o número ideal. Este resultado é consistente com os dados discutidos anteriormente neste capítulo, de que a maioria das mulheres não dese- jam outro filho depois de terem dois ou trús. A correlação entre o número de filhos de- sejados e o número atual diminui entre mulheres com mais de trús filhos. Metade das mulheres que túm quatro filhos, dois-terços das que tém cinco e tr6s-quartos das que túm seis ou mais filhos, declararam que queriam ter menos filhos. A tabela 5.6 apresenta o número médio ideal de filhos, de acordo com a idade atual da mulher, por região, local de residéncia e grau de instrução. O número médio ideal de filhos é maior para as mulheres com mais idade. Enquanto as mais velhas ex- pressam um número ideal de filhos que situa-se entre trús e quatro filhos, para as mais jovens o número ideal é de dois e tr~s filhos. Quanto ao local de resid6ncia, região e instrução da mulher, existe pouca variação no número ideal de filhos. Com exceção do Rio de Janeiro, onde o número médio ideal é maís baíxo, nas demais regiões este nú- mero é trús ou ligeiramente inferior. Já as mulheres das áreas rurais e aquelas com me- nos instrução expressaram uma preferência, em média, ligeiramente superior a tr6s fi- lhos. 1~ conveniente tomar como referência as respostas dadas por mulheres pertencen- tes ao grupo etário de 20-24 anos, já que suas respostas túm uma menor possibilidade de serem influenciadas pela racionalização da fecundidade passada. Comparando este grupo de idade segundo as diversas características observa-se que a variação em relação ao número ideal de filhos é muito pequena. Um resultado particularmente interessante é observado no Rio de Janeiro, onde o número médio ideal de filhos é 2,1. Para se ob- ter este número médio de 2,1 filhos, um grande número de mulheres expressaram a prefer6ncia por apenas um filho. A preferúncia por um tamanho ideal de família, cons- titulda de 2 ou 3 filhos nas diversas categorias apresentadas, é um fator que certamente contribuiu para o grande declínio da fecundidade ocorrída nos últimos tempos, e sugere que os níveis podem ainda continuar caindo nas áreas em que as taxas de fecundidade s~o superiores a trús filhos por mulher. 5.6. PLANEJAMENTO DA ÚLTIMA GRAVIDEZ Nesta seção, complementamos a análise da preferúncia das mulheres.quanto ao número e ao espaçamento dos filhos, utilizando dados sobre o planejamento dos nasci- mentos em um passado recente. Na PNSM1PF foram colocadas duas séries de questões sobre o planejamento dos nascimentos mais recentes. A primeíra séríe segue o formato utilizado nas pesquisas anteriores da BEMFAM Esta série de questões refere-se à últi- ma gravidez da entrevistada, incluindo também gravidez em curso, índependentemente da época em que esta tenha ocorrido. Questiona, ainda, se, na última vez em que a mulher engravidou, ela desejou esta gravidez. Em caso de resposta negatíva, a mulher era indagada se não desejava mais engravidar ou se somente gostaria de ter esperado mais tempo antes de ter outro (ou o primeiro) filho. 47 A segunda série de questões foi a originalmente proposta pelo questionário-mo- delo utilizado nas Pesquisas Demogrãficas e de Saúde (DHS). Foram feitas perguntas sobre todos os nascimentos ocorridos a partir de 19 de janeiro de 1981, bem como so- bre a gravidez em curso. Não se coletou nenhuma informação sobre gravidezes passadas que não terminaram com o nascimento de um filho vivo, além daquelas em curso. Es- sas perguntas indagaram sobre uma época anterior à gravidez: " - Antes de ficar grávi- das de (nome da criança em questão), a senhora queria ter mais filhos ou não?". Caso a resposta fosse afirmativa, perguntava-se: " - A senhora desejava mais outro filho nesta época ou queria esperar mais tempo?". Essas perguntas foram inseridas em um quadro contendo questões sobre o uso de anticoncepcionais no intervalo entre nasci- mentos e o planejamento familiar do nascimento referido. Essas duas séries de questões apresentaram estimativas diferentes sobre os nasci- mentos não-planejados e os não-previstos, sendo que a estimativa de nascimentos não- planejados obtida com a primeira série de questões, foi consideraveimente inferior. Essa diferença pode ter ocorrido, dada a forma diversa como foram redigidas as per- guntas: por um fluxo e uma localização diferentes no questionário. Análises futuras po- derão comparar as respostas das duas séries de questôes sobre o planejamento da grävi- dez com outros dados da entrevistada, visando identificar as estimativas mais confiáveis sobre os nascimentos não-previstos e os não-desejados. Neste estudo, as análises foram baseadas nos valores obtidos da prímeira série de questões (sobre a última gravidez). Essa escolha é justificada pelo fato de que entre as duas estimativas esta apresenta valo- res mais consistentes com as proporções de mulheres em que o número ideal de filhos 6 menor que o número atual e, além disto, estes valores são mais baixos. Optou-se por, apresentar uma estimativa mais cautelosa dos nascimentos não-planejados, ao invés de, se correr o risco de sobrestimá-los. Além disto, os resultados podem ser çomparados com as pesquisas anteriores feitas pela BEMFAM. A tabela 5.7 mostra o planejamento do último filho nascido vivo para os nasci- mentos ocorridos nos últimos 12 meses precedentes à pesquisa, de acordo com a pari. dade. O período é restrito aos nascimentos dos últimos 12 meses para apreender-se a experiéncia mais recente. Os resultados mostram que um pouco mais da metade dos nascimentos ocorridos no ano anterior à pesquisa, foram desejados, um.quarto de- les foram desejados mas não-previstos e 20%, não-desejados. Examinando-se o planejamento da última gravidez, segundo a paridade da mu- lher, observa-se que a maioria dos primeiros e segundos nascimentos e a metade dos terceiros nascimentos foram desejados na época em que ocorreram. No entanto, so- mente pouco mais de um-terço dos nascimentos do quarto filho em diante foram dese- jados na época. A proporção de nascimentos não-desejados aumenta rapidamente com a paridade da mulher. Enquanto somente 3% dos primeiros nascimentos não foram realmente desejados, 11%, 21% e 43% dos segundos, terceiros e quartos ou mais nasci- mentos, respectivamente, não foram desejados. A proporção de nascimentos não-desejados varia também segundo as característi- cas das mulheres (ver tabela 5.8). Verífica-se uma maior proporção destes nascimentos não-desejados ocorrendo nas áreas rurais, no Nordeste e entre mulheres com nível de instrução mais baixo. Este fato não é surpreendente,na medida em que as mulheres das ãreas rUrais, do Nordeste e com menos instrução expressaram um tamanho ideal de fa- mflía similares aos valores obtidos para o País como um todo, tendo, no entanto, uma prevaléncia de uso de anticoncepcionais bastante inferior. 48 Finalmente, se assumirmos que a proporção de nascimentos nâo-desejados foi constante no período de 1983-1986, podemos obter a taxa de fecundidade total não- desejada, que, subtraida da taxa de fecundidade total (TFT), nos daria a taxa de fecun- didade total na qual todos os nascimentos não-desejados foram evitados. No total, esta taxa teria uma redução de 20% e a TFT seria equivalente a 2,8 filhos por mulher. Hipo- teticamente, no Nordeste a TFT desejada seria de 3,8 filhos, comparada com a atual TFT de 5,2. Nas áreas rurais esta taxa seria de 3,7 filhos, comparada com a atual TFT de 5,0. Embora estas taxas sejam hipotéticas, elas podem ser uma útil ilustração do im- pacto que a difusão do planejamento familiar pode ter no Brasil. 6. Prática e demondo de serviços de esteriliza¢ão Como foi visto anteriormente, a esterilizaçgo feminina é o método mais usado no Brasil: 27% das mulheres casadas ou em união e em idade fértil recorreram à anticon- 'cepção cirúrgica como uma maneíra de controlar a natalidade. A esterilização é mais praticada nas áreas urbanas do Pais e aumenta com a idade da mulher, chegando a 42% a sua prevalencia entre mulheres de 35 a 39 anos de idade. Neste capítulo estão alguns dados adicionais sobre a esterilização, incluindo algumas caracteristicas da mulher na ~poca em que foi feita a cirurgia (idade, número de filhos, duração do casamento etc.). Para as mulheres que declararam que não querem mais filhos, serão vistas as razões do desinteresse pelo m~todo cirúrgico, e, também, para aquelas que n~o querem mais fi- lhos, mas que estão interessadas na esterilização e sabem onde obter o método, serão discutidas as razões por não terem ainda se submetido à cirurgia. A tabela 6.1 apresenta o perfil demogrãfico das mulheres atualmente de 15-44 anos de idade e esterilizadas. Em aproximadamente dois-terços delas (65%) a esteriliza- ção foi feita nos últimos cinco anos anteriores à pesquisa. Na Região Nordeste, esta porcentagem chega a 76%.A idade mediana das mulheres na época da esterilização é de 31,4 anos, variando de 28,1 na Região Norte-Centro-Oeste a 32,4 na Região Sul. Em relação ao número de filhos quando fizeram a cirurgia, 27% das mulheres tinham dois ou menos filhos, 33% tinham trés filhos e 4(~o tinham quatro ou mais filhos. Na Re- gião Nordeste, 56% das mulheres tinham quatro ou mais filhos quando se submeteram à esterilização. Em relação à duração do casamento, um-terço das esterilizações ocorre- raro no período em que as mulheres tinham de 5 a 9 anos de casadas, e 29% ocorreram no período de 10 a 14 anos de casadas, Do total de 27% de mulheres' que foram esterilizadas no Pais, 72% foram opera- das durante o parto do último filho, sendo que em 64% das mulheres a cirurgia foi fei- ta juntamente com uma cesariana e 8% enquanto estavam internadas, após o parto va- glhal. Apenas 28% das esterilizações foram de intervalo, ou seja, desvlhculadas do par- to (tabela 6.2). Na tabela 6.3 está a porcentagem de mulheres férteis (*), atualmente casadas ou em união, que não querem mais filhos. Esta tabela é similar à 5.2, descrita anterior- (* ) Mulheres férteis são aquelas não-esterilizadas, que tiveram um nascimento ou fizeram uso da antieoncepção nos últimos 5 anos e mem~uaram nas 6 semanas anteriores à entrevista. 49 Gráfico 12 Idade e paridade na época da esterilização Mulheres esterilizadas PNSMIPF - Brasil, 1986 19% 4% IDADE NA ~POCA DA ESTERILIZAçãO [] ~-~ 1 6% [] ~-~ PARIDADE NA ~POCA DA ESTERILIZAÇÃO [] e-t D= 40% 4% m3 23% / 38% 33% 50 ]procriação. Na Região Norte-Centro-Oeste, a maioria das mulheres que não desejam mais filhos já fizeram esterlhzação. A porcentagem de mulheres que não querem mais filhos aumenta mais significa- tivamente com a paridade entre as mulheres do Rio de Janeiro, São Paulo, Regíão Sul e mulheres das áreas urbanas e com nivel de instrução maior do que o Primário com- pleto. Entre estes subgrupos, a proporção de mulheres com tr6s flhos e que não dese- jam mais filhos está por volta de 90%. Os resultados para a Região Norte-Centro-Oeste e para a categoria sem nenhuma ínstrução, para mulheres com paridade 0-1 filho, em comparação com as outras regiões e niveis de instrução, podem estar afetados pelo pe- queno número de mulheres nestas categorias. 5.3. INTERVALO ENTRE OS NASCIMENTOS Os programas de planejamento familiar propiciam o acesso ao uso da anticoncep- ção tanto para limitar o número de filhos, quanto para o espaçamento entre nasci- mentos. O espaçamento entre os nascimentos não somente contribui para reduzir a fe- cundidade. Evidéncias recentes mostráJrt que um intervalo maior entre os nascimen- tos aumenta o bem-estar das crianças. Por essas razões, a PNSMIPF indagou às mulhe- res que desejaram um outro filho por quanto tempo gostariam de esperar para terem o próximo. Os resultados aparecem na tabela 5.3, classificados pelo número de filhos vá- vos (incluindo qualquer gravidez em curso). Esses resultados, no entanto, não devem ser interpretados literalmente, como o intervalo preferido entre os partos, uma vez que o ponto de partida para a medição do intervalo é a entrevista, e não o parto anterior. Em geral, as mulheres expressam uma prefer6ncia por esperarem algum tempo antes do próximo parto. Mais de 50% das en- trevistadas querem esperar pelo menos dois anos (a partir da época da entrevista), antes do próxímo nascimento. A única exceção encontrada ¿ entre as mulheres sem filhos. Dois-terços dessas mulheres gostariam de ter o seu prímeiro filho o mais brevemente possível. Entre as mulheres que já haviam tido o primeiro filho (ou estavam grávidas do primeiro filho na época da entrevista), mais de 60% preferiam esperar pelo menos dois anos antes de terem o próxímo filho. 5.4. INTENÇÃO DE ENGRAVIDAR, PLANEJAMENTO DA GRAVIDEZ E USO DA ANTICONÇEPÇÃO Nesta seção serão examinados novamente os dados sobre o uso da antíconcepção em relação à intenção de engravidar e o planejamento da gravidez entre as mulheres brasileiras. A necessídade de serviços de planejamento familiar pode ser medida combi- nando-se informações sobre a proporção de mulheres expostas ~ gravidez, a intenção de engravidar e o não-uso da anticoncepção. A proporção de mulheres atualmente em união, classificadas segundo a intenção de engravidar, que estão expostas à concepção e não estão usando métodos anticon- cepcionais, segundo local de resídúncia, regíão e grau de instrução, 6 mostrada na tabe- la 5.4. A proporção de mulheres não-usuárias da anticoncepção diminui claramente à medida que aumenta a motivação. As mulheres mais motivadas são aquelas que não querem ter mais filhos. Somente 7% das mulheres atua]mente em união, que não que- rem mais filhos e estão expostas h concepção não estão usando a anticoncepção. Entre- 43 Gr,4fico 10 Desejo de limitar ou espaçar nascimentos Mulheres em união de 15-44 anos de idade PNSMfPF - Brasil, 1986 % MULHERES 1 2 @ NÚMERO DE FILHOS VIVOS 4" ~ESPAÇAR NASCIMENTO []N~O QUER MAIS FILHOS • ESTERILIZADAS tanto, esta percentagem varia segundo a instrução da mulher. Entre 11-12% das mulhe- res do Nordeste, das áreas rurais e com instrução menor que o Primário completo, es- tão expostas a uma gravidez não-desejada. Observam-se, ainda, entre as mulheres que querem postergar o próximo nasci- mento, grandes diferenças entre as diversas categorias. No Rio de Janeiro, em São Paulo e na Região Sul, nas áreas urbanas e entre mulheres com instrução maior que o Primá- rio completo, menos de 10% das mulheres que querem espaçar o próximo nascimento não estavam usando nenhum método anticoncepcional na época da entrevista. Para a Região Nordeste esta percentagem é de 17%; 19% para o Norte-Centro-Oeste e 28% pa- ra mulheres sem nenhuma instrução. Uma maior percentagem de mulheres (40%) que se encontram expostas à con- cepção e não estão usando anticoncepcionais, é constituída por mulheres que desejam engravidar logo. O outro grupo de mulheres apresentado na tabela é constituído por aquelas que estão indecisas quanto a terem um outro filho. A proporçffo de mu- lheres desta categoria que não estão usando a anticoncepção varia, consideravel- mente, entre os diversos grupos, sendo encontrada, no entanto, uma alta percentagem de mulheres não-usuárias da anticoncepção entre aquelas que tém uma maior fecundi- dad e. Pode;se considerar este grupo de mulheres como temporaríamente necessitando de métodos de planejamento familiar, para que possam planejar a época mais propícia paia o nascimento e evitar gravidezes indesejadas. As mulheres expostas à concepção e que desejam espaçar o próximo nascimento, ou que não querem mais filhos e que não estão usando métodos anticoncepcionais, são consideradas como necessitadas de serviços de planejamento familiar. A percentagem de mulheres atualmente em união e que estão necessitadas de serviços de planejamento familiar está na última coluna da tabela 5.4. Atualmente, no Brasil, existem 8% destas mulheres, sendo que uma maior proporção delas se encontram no Nordeste, nas áreas rurais e entre aquelas com um nível de instrução mais baixo. Esta estimativa da percen- tagem de mulheres neeessitadas de serviços de planejamento familiar, aplicada à população de mulheres em idade fértil da PNAD/1985, equivale a 1.400.000 mulheres, sendo que quase a metade delas (600.000) eneontram-se no Nordeste. 5.5. NOMERO IDEAL DE FILHOS Na PNSMIPF perguntou-se ãs mulheres entrevistadas sua opinião a respeito do número ideal de filhos. Este tipo de informação é útil, no sentido de explicar a ten- dúncia recente da fecundidade, porque a mesma favorece uma certa compreensa'o a respeito da fecundidade atual das mulheres brasileiras. Perguntou-se ás entrevistadas: " - Se a senhora pudesse voltar atrás, ao tempo em que ngo tinha nenhum filho, e pudesse escolher exatamente o número de filhos para ter por toda a sua vida, que número seria este?". Para as entrevistadas sem filhos, perguntou-se: " - Se a senhora pudesse esco- lher exatamente o número de filhos que teria em toda a sua vida, quantos teria?". A pergunta foi etaborada para se obterem respostas que não dependessem da situação atual da mulher. Como é muito dificil evitar qualquer racionalização da entrevistada sobre os filhos que elas tém atualmente, tabularam-se os dados pelo número atual de fi- lhos e pela idade, um substituto razoável para o estágio de formação da família. A distribuição percentual de todas as mulheres (independentemente do estado ci- vil), segundo o número ideal de filhos e por número de filhos, ineluindo-se qualquer 45 ~ TFT • Ng IDEAL DE F ILHOS 7 ' 6 t~d kn 712 _1 H (~ r~~ O. 1 ~ C~ I[~J OL @ OW W I~ IOW O J ~~E O~ ~H 00~ Cq W O ~ W Od E~ i~_i~Z O_ W__ I Q ZWI~ I~r3 C i i LO ~2 OC) OO OO ~1- - H I - - H I - - ~ W (~W ~ W 32 ~(:~ ,.-I ~~C--I «0E.J Z ~-O_ ~--0_ ~-O_ Z O~.C) O~O 0EO O_(_l O_ ( J O - ( J v A 0- - - O ~f~_~o v ,--I oo~3 13. ,-h O Gráfico 14 Experiência sexual pré-marital Mulheres de 15-24 anos de idade. PNSMIPF - Brasil, 1986 c~ :, J CL~ ~~ 26 « Q_ ct Ld X C: tU ~- Ld t~ C~~D 15" r~ UlCtd X 3_ Ld 5 . O m z < D D 27 28 28 54 O O .-I tu tu w < O z ~ ~ ã = O o 6 = 6 z O O ~ Z O tO Z Z O _ o ~ 0 Œ O Z v O O F- F- . . J O O O O O O ¿ - ~ . A 55 Gráf i co 15 Uso de anticoncepcional na primeira relação sexual prê-marital Mulheres de 15--24 anos de idade com experiência sexual pré-marital PNSMIPF - Brasil, 1986 25 20 1@ % USOU O (15 15-17 IDADE NA PRIMEIRA RELAÇÃO I 0 -19 20~24 SEXUAL PR~-MARITAL 56 Como foi mencionado anteriormente, há atualmente uma grande preocupação em relação a alta fecundidade e gestações não-desejadas entre as populações jovem, adulta e de adolescentes na América Latina. Como reação a esta preocupação, foram implementados muitos programas de planejamento familiar dirigidos a esses grupos de idade em áreas urbanas. No Brasil, muito poucos homens e somente 15% das mulheres estão em união com idades entre 15 e 19 anos. A PNSMIPF fornece os primeiros dados representativos sobre este grupo etário no Brasil, para que se possa planejar e avaliar melhor os programas para jovens adultos. Por exemplo, o fato de somente 41% dos jo- vens e adultos não-unidos e com experiência sexual serem sexualmente ativos, ajuda a explicar as porcentagens baixas de continuação encontradas nos programas dirigidos a adolescentes e jovens adultos (10). Uma baixa freqüência da atividade sexual é relatada pela maioria das jovens se- xualmente ativas. Esta baixa freqüência e a aparente natureza esporádica da atividade sexual entre jovens, podem contribuir para uma prática não-sistemática da prevenção da gravidez. Há disponibilidade de dados atuais representativos sobre jovens adultos, em ou- tros quatro palses da América Latina, para uma comparação com nossos dados (11). As pesquisas feitas no Panamá e na Costa Rica usaram módulos similares aos usados no Brasil (12, 13). Como é mostrado na tabela 7.13, as experi~ncias sexuais prú-maritais entre mulheres de idade entre 15 e 19 e 20 e 24 anos são, na verdade, bem similares às das cidades do México e da Guatemala, às da Costa Rica e às do Panamá, se compara- das com o Brasil. Entre 12% e 18% das jovens de 15 e 19 anos declararam ter tido rela- ç~íes sexuais pré-maritais, comparadas aos 14% no Brasil. Em relação às mulheres de 20 a 24 anos, os números oscilam de 35% na Cidade da Guatemala a 41% na Costa Rica, comparados com os 36% no Brasil. Para o País, estima-se que 34% dos primeiros nascimentos das mulheres de 15-24 anos alguma vez em união, foram concebidos pré-maritalmente. Esta porcentagem em outros palses da América Latina varia de 28% a 42%. Entretanto, enquanto 22% das jovens na Cidade do México fizeram uso de con- traceptivos na primeira relação sexual pré-marital, somente 15% e 11% declararam fa- z~-lo na Costa Rica, Brasil, Panamá e Cidade da Guatemala. Uma proporção maior de mulheres na Costa Rica, Brasil, Cidade da Guatemala e no Panamá usam a pílula, em relação ~ts jovens na Cidade do México, onde a tabela é o método predominante na primeira relação sexual pré-marital. De qualquer forma, somente 26% das jovens na Cidade do M~xico identificaram corretamente o período fértil do ciclo menstrual. De 23% a 41% das mulheres não-unidas e com experiência sexual, declararam que eram ativas no momento. O uso de anticoncepcionais entre as mulheres sexualmente ativas é mais baixo no Brasil. REFERI~NCIAS (I) Darabi, K.; phi}liber, G.S. e Rosenfield, A. "A Perspective on Adolescent Fertility in Develo- ping Countrles". Studies in Family Planning, I0 (10): 300, 1979. (2) Edmunds, M.; Paxman, J.M. Early Pregnancy and Chfldbearing in Guateraala, Brazil, Nigeria and Indonesia: Addressing the Consequentes. Pathpaper no. 11, Pathfinder Fund, Boston, Massachussets, 1984. (3) Morris, L. 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Encuesta sobre lnformación Sext~al y Reproductiva de Jovenes en Dos Delegaciones de Ciudad de México - Informe de Resultados. Centro de Orientación de Adolescentes y Academia Mexicana de Investigacíones en Demografia Médica, México, D.F., 1987. (9) Assoçiacíón Guatemalteea de Educación Sexual. Encuesta sobre lnformacion Sexual y Re- productiva de Jovenes: Departamento de Guatemala Arcas Urbanas, 1987. Reporte Preli- minar. Ciudad de Guatemala, 1987. (I0) Chaves, N.; Veiasco, A.M.; Morris, L.; Reynosa, L.; Aguílaf, J. Estudio Prospectívo dei Uso de Metodos Antíconceptivos Locales en Adolescentes, en Memorias dei Primer Congreso Me- xicano de Psicologia Social, Trinidad, Tlaxcala, México, pp. 248-250, 1986. (11) Morrís, L. "Sexual Experience and Use of Contraception among Young Adults in Latin Ame- rica". Apresentado no Annual Meeting of the U.S. - Mexico Border Health Associatinn, San Diego, CA., 1987. (12) Ministerio de Salud, 1986. Encuesta Nacional de Salud Materno - Infantil y Planífícacíón Familíax, Panama, 1984 (Informação não publicada). (13) Associación Demográfica Costarricense, 1987. Encuesta de Salud y Planificación FamiliaL 1986. San Jose, Costa Rica, 1987. 58 mente, sendo que na tabela 6.3 foram excluídas as mulheres esterilizadas (ou aquelas cujos maridos fizeram vasectomia) e mulheres inférteis. Ao todo, um pouco mais de 50% declararam não desejar mais filhos, sendo este percentual mais alto no Nordeste (60%). De acordo com o grau de instrução, quanto menor a instrução da mulher, maior a porcentagem das que não querem mais filhos. Foi visto anteriormente que quanto maís baixo o grau de instrução da mulher, maior é a sua fecundidade, e maior é a probabilidade de gravidez não-desejada. Conse- qüentemente, a porcentagem de mulheres que não desejam mais filhos é maior entre estas mulheres de instrução mais baixa. Como 6 esperado, o percentual de mulheres que não desejam mais filhos aumenta com o tamanho da prole. Mais da metade das mulheres com dois filhos declararam que não querem mais nenhum. Esta cifra chega a 83% para mulheres com quatro ou mais filhos. A rodas as mulheres que não desejam mais filhos foi perguntado se estavam inte- ressadas na esterilização. Os resultados, segundo o local de residéncia, região, número de filhos, grau de instrução, idade e uso atual de anticoncepcionais estão na tabela 6.4. No total, 55% responderam afirmativamente. ' Foi ainda perguntado às mulheres que estavam interessadas na esterilização por que não tinham feito a cirurgia ar~ o momento (tabela 6.5). A principal razão aponta- da foi o custo elevado para se fazer a esterilização (32%), 15% disseram que a recusa do médico ou barreiras institucionais tinham impedido a realização da cirurgia, 12% decla- raram que tinham medo da cirurgia ou de algum efeito colateral que esta poderia tra- zer. Onze por cento das mulheres disseram que túm intenção de serem esterílizadas após o parto. É importante salientar que, mesmo não querendo mais filhos, estas mu- lheres acreditam que a única maneira vi~tvel para conseguirem fazer a esterilização seria tendo um outro filho, e assim a cirurgia seria pós-parto, o qual, provavelmente, seria através de uma cesariana. Outras razões declaradas foram: esperando que as críanças cresçam (10%), falta de disponibilidade (7%), marido se opõe (6%), motivos relaciona- dos à saúde (4%) etc. A tabela 6.6 analisa estas mesmas razões segundo, o grau de instrução da mulher. Observa-se que não há diferenças muito significativas a registrar. O custo elevado da es- terilização continua sendo o principal motivo alegado pelas mulheres que não querem mais filhos e estão interessadas na esterilização, para não terem sido submetidas à cirurgia. Uma porcentagem significativa (20%) de mulheres sem nenhuma instrução tem medo da cirurgia e dos efeitos colaterais, motivos estes que não são muito signifi- cativos para as mulheres com alguma instrução. A todas as mulheres que responderam não desejar mais filhos e não estar interes- sadas na anticoncepç~io cirúrgica, foi perguntada a razão desta falta de interesse. Um pouco mais de 50% mencionaram medo da cirurgia ou dos efeitos colaterais. Esta razão foi mais imporante nas áreas rurais do País, em São Paulo e nas Regiões Nordeste e Norte-Centro-Oeste. "Não quer/não gosta" e a "preferúncia por métodos reversiveis" foram outras razões importantes declaradas, principalmente, no Sul e Centro-Leste. (Tabela 6.7). O potencíal para futuras esterilizações consiste das mulheres que não querem mais filhos. Multas delas, apesar de já estarem satisfeitas com o atual número de filhos, não recorrerão à esterilização como um método anticoncepcional, principalmente, devido ao medo da operação ou a barreiras institucionais (custo ou recusa do médico). Se es- ses obstáculos forem reduzidos, e se não ocorrerem mudanças no sentido de divulgar e melhorar o acesso a outros métodos anticoncepcionais, talvez, um maior número de • mulheres venham a usar a anticoneepção cirúrgica para controlar a natalidade. 51 Grltfico 13 Mulheres interessadas na esterilização Mulheres férteis, atualmente em união, de 15-44 anos de idade, que não querem mais filhos PNSMIPF - Brasil, 1986 % W ,:~ kd ~ W [J ] L ~1 ~¿J ~J L3 C~ C~ GRUPO ETÂRIO PARIDADE @2 Z F~. periênc'm sexual.e uso cle ~~e e~~~ona's enn'e 15-24anos de idade Atualmente, tem havido um grande interesse pela fecundidade de adolescentes na América Latina, principalmente, no que concerne à iniciação precoce da reprodu- ção, à gravidez não-planejada e à taxa relativamente alta de concepções pré-maritais, entre mulheres que entraram recentemente em uma união (1, 3). Entretanto, na Aro¿- rica Latina, são bastante raras as pesquisas com amostragem representativa da popula- ção, visando a documentação da atitude dos jovens em relação a educação e atividade sexual, história da experiéncia sexual e uso da anticoncepção. A maioria das pesquisas sobre adolescentes limita-se a estudos de casos feitos em escolas, clínicas ou hospitais (4, 7), não sendo representativas da população como um todo. No questionário da PNSMIPF foi incluído um módulo específico para as mulhe- res de 15-24 anos, visando a obtenção de informações sobre experiéncias sexuais pré- maritais e uso de anticoncepcionais na primeira experiéncia sexual. Este módulo foi composto por nove perguntas, que seguiram o modelo da Pesquisa de Saúde Reprodu- tiva do Jovem Adulto, feita na Cidade do México, em 1985, e na Cidade da Gua- temala, em 1968 (8,9). Na PNSMIPF foram entrevistadas 2.486 mulheres entre 15 e 24 anos de idade. Muito poucas adolescentes encontravam-se casadas (14%), e mesmo entre as mulheres de 20 a 24 anos, 44% delas, ainda não havíam sido casadas ou vivido em união consen- suai. Dois-terços (66%) das mulheres entre 15 e 19 anos tinham um grau de instrução maior que o Primário (tabela 7.1). Como foi visto no capítulo sobre fecundidade, não foi observado declínio na fe- cundidade de mulheres de 15-19 anos de idade. Grande parte dos nascimentos ocorri- dos entre mulheres adolescentes foram não-planejados ou resultados de uma concepção pré-marital, levando, talvez, a casamentos prematuros. As tabelas 7.2 e 7.3 mostram as porcentagens dos nascimentos não-planejados e concepções pré-maritais reportadas pelas jovens de 15-24 anos de idade entrevistadas na pesquisa. Das mulheres atualmente casadas, 37% relataram que o último nascimento não havia sido planejado. No entanto, esta porcentagem quase dobra, do primeiro para o segundo nascimento - 26,9% e 44,0%, respectivamente (tabela 7.2). Entre as mulhe- res que nunca estiveram casadas, 65% declararam que a gravidez não foi planejada sen- do esta porcentagem de 66% para mulheres que tiveram somente um filho ou uma gravi- dez. Na tabela 7.3 estã estimada a porcentagem dos primeiros filhos concebidos pré- maritalmente por mulheres que estiveram em união alguma vez. Para se obterem tais estimativas, foram comparadas a data do nascímento do primeiro filho com a data da primeira união. Estima-se que, para mulheres que estiveram alguma vez em união, 34% das concepções ocorreram antes de se formalizar o casamento ou união. Anaiisando-se a porcentagem de concepções pré-maritais, segundo a idade da mulher na época da 53 união, verifica-se que quanto maior a idade, maior a ocorrência destas concepções e maior a porcentagem de nascimentos ocorridos antes da união. A tabela 7.4 mostra a percentagem de mulheres de 15-24 anos de idade que re- portaram a primeira experiéneia sexual como sendo pré-marital. No País, 24% das mu- lheres atualmente entre 15-24 anos de idade declararam que tiveram a primeira expe- riéncia sexual fora do casamento ou união, sendo esta percentagem de 14% para as mu- lheres de 15-19 anos e 36% para as de 20-24 anos de idade. A percentagem de mulhe- res que reportaram experiéncia sexual pré-marital 6 mais elevada nas áreas urbanas do País e em algumas regiões: São Paulo, Sul e Norte-Centro-Oeste. A Região Centro-Les- te, onde a população do Estado de Minas Gerais tem um grande peso, é a região mais conservadora e tradicional do Pais, na qual uma menor percentagem de mulheres re- portaram terem fido experiéncia sexual pré-marital. Entre o nivel de instrução e a ex- periéncia sexual pré-marital, existe uma relação inversa. Observa-se que, entre mulhe- res com um nivel de instrução mais elevado, a percentagem das que reportaram expe- riência sexual pré-marital é menor, independentemente do grupo etário a que perten- cem. A idade em que as jovens tiveram a primeira relação sexual pré-marital 6 mostra- da na tabela 7.5. Cerca de 17% das mulheres que tiveram relações pr~-maritais, tiveram a primeira relaçáo com menos de 15 anos de idade. A idade média da primeira relação pré-marital para estas jovens de 15-24 anos com experiência sexual, é de 16,6 anos. Quase todas as mulheres (96%) declararam que o parceiro nesta primeira experiéncia foi o namorado ou o noivo (tabela 7.6). A proporção de mulheres que declararam o noivo como parceiro aumenta com a idade em que ocorreu a primeira relação sexual. O uso de métodos anticoncepcionais na primeira relação sexual pr¿-marital é pouco freqüente, corno mostra a tabela 7.7 : semente 15% das jovens o usaram na pri- meira relação sexual pr6-marital. Observa-se que a prevalencia do uso de m(~todos anti- concepcionais aumenta à medida que a primeira experiência ocorreu em idade mais avançada. O método mais usado foi a pflula, independentemente da idade em que ocor- reu a experí6ncia sexual (44%). Outros d9is métodos que também tiveram significáncia foram o coito interrompido e o ritmo/tabela (tabela 7.8). Uma grande percentagem das mulheres não-usuárias de anticoncepcionais na primeira relação reportaram que não esperavam ter relaçSes naquele momento (41%) e, conseqüentemente, não estavam preparadas para usarem a anticoncepção (tabela 7.9). A falta de conhecimento sobre os antíeoncepcionais foi também uma importante razão apontada pelas jovens que não usaram nenhum método (29%), especialmente para aquelas com menos de 18 anos de idade na época da primeira relação sexual. Outras razões, como "achava que não podia ficar grávida" (8%), "não quis/não gostava" (6%)e "desejava engravidar" (6%) foram motivos alegados para o não-uso da antíconcepção. Quarenta e um por cento das mulheres não-unidas e que haviam tido experiéneia sexual, eram sexualmente ativas (perguntou-se às mulheres se haviam tido relações se- xuais no último més). Destas mulheres sexualmente ativas, 52% declararam usar um m6todo anticoncepcional para evitar a gravidez. Podemos observar que o uso de anti- concepcionaís aumenta consideravelmente a partir da primeira relação sexual pré-mari- tal até à atividade sexual atual. A maior parte das usuárias de métodos anticoncepcio- nais usam a pflula, comprada nas farmácias (tabela 7.11). Metade das mulheres não-uni- das e sexualmente atiras relataram semente uma ou duas relações sexuais durante o més precedente à entrevista (tabela 7.12). 54 8. Mortalidade e saúde materno .infantil 8.1. INTRODUÇÃO Neste capítulo serão feitas algumas aniílises referentes à mortalidade em crianças menores de 5 anos de idade e a alguns indicadores de saúde materno-infantil, que são temas de total relev.~ncia para o estudo da dinfimica populacionai e para o desenvolvi- mento de políticas de saúde e planejamento familiar. Na primeira parte, estão as estimativas dos níveis e tendéncias da mortalidade infantil para os quinze anos anteriores à pesquisa, incluindo alguns diferenciais sócio- econ6micos e demogrfificos. A utilização destes diferenciais é particularmente relevan- te, à medída que eles permitem identificar os setores da populaça'o expostos a u:,'t alto risco de mortalidade. A mortalidade infantil constitui-se num excelente indicador do nível de saúde, refletindo, também, as condições de vida de urna população como um todo. A an~ilise de saúde materno-infantil consiste de trés indicadores-chaves: o tipo de atenção recebida durante a gravidez e durante o parto, o nível de vacinação prim~íria recebida por menores de 5 anos de idade, e a incidéneia e o tratamento da diarréia in- fantil, que constitui um importante problema de saúde pública. 8.2. NÍVEIS E TENDI~NCIAS DA MORTALIDADE EM CRIANÇAS MENORES DE CINCO ANOS DE IDADE A evolução da mortalidade infantil no mundo, principalmente nos países do Ter- ceiro Mundo, vem sofrendo uma tendéncia declinante nas tiltimas décadas. Entretanto, apesar de consideráveis progressos, a mortalidade em crianças menores de 5 anos de idade, especialmente em menores de 1 ano, continua em muitas regiées apresentando altos níveis, refletiudo baixas condições de saúde nestas áreas. No Brasil, houve uma redução de aproximadamente 46% da mortalidade infan- til, nos últimos 40 anos, como mostra a tabela a seguir, passando de 163 por mil em 1940 para 88 por mil em 1980. PROBABILIDADE DE MORTE ANTES DE COMPLETAR O PRIMEIRO ANO DE VIDA (1 q 0) - BRASIL 1940-1980 ANO l q 0 (por mil) 1940 1950 1960 1970 1973 1977 1980 163,4 146,4 121,1 113,8 109,8 (*) 96,3 (*) 87,9 Fonte:lBGE, Censos demográfícos e PNAD - estimativas feitas pelo Departamento de Estudos de População. Perfil estatístico de críanças e mães no Brasil, IBGE, 1986. (*) Exclui a população rural da Região Norte e dos Estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás. 5g Apesar da redução, a mortalidade infantil no Pais se encontra acima da média ' observada para a América Latina, que era de 71 por mil, em 1980. Segundo estimativas das Nações Unidas, um número pequeno de países latino-americanos tem mortalidade infantil superior à do Brasil, e entre eles estariam Halti (121 por mil), Honduras (95 por mil) e Bolívia (138 por mil). Embora o Brasil seja considerado a oitava economia do mundo, apresenta níveis de mortalidade bastante superiores aos de países com ren- da média per capita mais baixa, levando v~.rios estudos a concluir que as reduções obti- das na taxa de mortalidade nas últimas décadas resultaram«mais do controle das doen- t " , . ças endémicas, da melhoria na ásea sanit~íria e dos avanços nas á.reas farmacologtca e de quimioterapia do que propriamente do desenvolvimento econ6mico. METODOLOGIA Na parte específica do questíonário da PNSMIPF sobre a história completa dos nascimentos, coletaram-se informações para todas as crianças que nasceram vivas, inde- pendentemente do fato de estarem vivas ou mortas na época da pesquisa. Em caso de a criança ter morrido, coletou-se, ainda, a idade que tinha ao morrer. Com estes dados, é possível estimar diretamente a mortalidade infantil. Usando a história completa dos nascimentos, também é possível fazer uma amilise da variação das taxas de mortalida- de ínfantil ao longo dos anos. QUALIDADE DOS DADOS A qualidade dos dados coletados para se estimar a mortalidade em crianças pode ser afetada por tr6s típos de erros: omissão de eventos, erros ao informar a idade da criança ao morrer e data de nascimento da criança fornecida erroneamente. O mais sé- río destes erros é a omissão de eventos, principalmente a omissão de crianças da hist6- ria de nascimentos que morreram logo ap6s o nascimento. Em relação à informaç~o so- bre a idade da criança ao morrer, existe uma certa tendência ao arredondamento da idade para 12 meses ou 1 ano exatos, fazendo com que a mortalidade para crianças menores de 1 ano ( lq0) seja subestimada. O terceiro tipo de erro, a data de nascímen- to da criança fornecida erroneamente, apresenta pouca possibílidade de causar erros nos c~ílculos da mortalidade, principalmente, quando as taxas são computadas para períodos relativamente grandes. A plausibilidade dos dados é investigada aqui verificando-se o padrão dos dados da idade ao morrer. I~ importante ressaltar que nesta checagem de consistência interna dos dados pode-se detectar erros brutos, mas não se pode estabelecer a qualídade do conjunto dos dados. Na PNSMIPF a informação sobre a idade da criança ao morrer foí coletada em dias para as mortes ocorridas de críanças com menos de doís meses de idade; em me- ses - para as mortes que ocorreram de crianças com menos de dois anos de idade; e em anos - para as mortes ocorridas de crianças com dois ou mais anos de idade. A possi- bilidade de omissão de informação sobre crianças que morreram é investigada a partir da razão do número de mortes informadas na primeira semana de vida pelo número de mortes no primeiro ano de vida (mortalidade infantil). Para checar os erros referentes à idade da criança ao morrer, usou-se a distribuíção das mortes reportadas entre as idades de 6 e 18 meses. 60 A tabela a seguir mostra o número de crianças que morreram, segundo a idade ao morrer, por época de nascimento e sexo. N ° DE CRIANÇAS, SEGUNDO A IDADE AO MORRER, POR I~POCA DE NASCIMENTO E SEXO PNSMIPI~ - Brasil, 1986 Idade da 1981-86 1976-80 1971-75 t;rlança ' ao Morrei Total Meninos Menina,, Total Meninos Meninas Total ~lenino: Meninas 0-7 dias 100 55 45 84 54 30 85 48 37 0-30 dias 153 85 68 149 90 59 140 84 56 0-11 meses 296 166 130 307 188 119 237 139 108 0-7 dias/ 0-11 meses 0,34 0,33 0,35 0,27 0,29 0,25 0,34 0,35 0,34 N ° DE MORTES 6 meses ~.3 7 meses tO 8 meses 2 9 meses 8 10 meses 5 11 meses 4 12 meses 0 13 meses 2 14 meses I 15 meses 2 16 meses 0 17 meses 1 18 meses 5 15 14 6 9 8 2 4 0 1 0 3 Em geral, os resultados indicam que a omissão dos eventos não constitui um pro- blema para os dados coletados. No primeiro ano de vida, existe uma maior concentra- ção de mortes que ocorrem na primeira semana de vida. As mortes que ocorrem nesta primeira semana representam, aproximadamente, 60% da mortalidade neonatal e, apro- ximadamente, 30% das mortes que ocorrem no primeiro ano de vida. Como pode ser visto na tabela, para o período de 1976-80, a mortalidade na primeira semana de vida representa 27% das mortes ocorridas no primeiro ano de vida, sugerindo uma pequena omissão de informações sobre as crianças que morreram neste pertodo. A segunda parte da tabela mostra o número de mortes por idade ao morrer de 6 a 18 meses. Nota-se que para os períodos de 1981-86 e 1971-75 existe um excesso de mortes infcrmadas como tendo ocorrido aos 12 meses de idade, em detrimento dos eventos imediatamente anteriores ou posteríores a 12 meses. Entretanto, isto n~o che- ga a afetar o cálculo das taxas de mortalidade de crianças, porque o número de eventos é pequeno. 61 METODO DE CALCULO Neste estudo, as probabilídades de morte são apresentadas para crianças menores de 12 meses ( lq0) , crianças entre 1 e 5 anos (4q l ) e menores de 5 anos (5q0). As probabilidades de morte podem ser calculadas de duas maneiras: a taxa de mortalidade considerando um período específico ou a taxa de mortalídade conside- rando um coorte específico. Será usada aqui a medida do período. Em geral, os cálculos das taxas para o período refletem melhor as mudanças que ocorrem ao longo do tempo e que, porventura, afetam a mortalidade. São, também, mais úteis para as análíses de- mográficas e para a avaliação dos programas de Saúde. Uma outra vantagem é que a análíse do período permite o cálculo das taxas para todos os intervalos de idade do período imediatamente após a pesquisa, o que não ocorre quando se usa a medida de coorte. Uma descrição completa da metodologia para calcular a probabilidade de morte pode ser encontrada em Rutstein (1). Sumariamente, o processo envolve o cálculo das probabilidades de morte num período específico para os quatro intervalos (0-1, 1-2, 3-5 e 6-11 nseses) e para as quatro idades ( I , 2, 3 e 4 anos). As probabílidades de morte ( lq0 , 4q l e 5q0) são calculadas do seguinte modo: lq0 - I [(1-ql) ( l -q2) ( l -q3) (l-q4)] 4q l - 1 [(l-q5) (1-qó) ( l -q7) (l-q8)] 5q0- 1 [ ( l - lq0) ( l -4q l ) ] onde qi é a probabílidade de morte no intervalo de idade i num período determinado, e i -- 1 até 8 (é relacionado aos intervalos de idade 0-'1, 1-2, 3-5 e 6-11 meses, e 1 ,2 , 3 e 4 anos). A tabela 8.1 apresenta probabilidades de morte no primeiro ano de vida ( lqO)e nos quatro anos de idade seguintes para as crianças que sobreviveram ao primeiro ano (4q l ) , e a probabilidade de morte acumulada do nascimento até os cinco anos de idade (5q0) para o Brasil, segundo o local de resid6ncia e o sexo da criança. Observa-se no País, nos últimos quinze anos, um declínio da mortalidade entre crianças menores de 5 anos de idade. Houve uma redução de 30% da mortalidade deste grupo, passando de 122 por míl em 1971/75 para 86 por mil em 1981/86. Os ganhos foram maís acentuados para crianças que sobreviveram ao primeiro ano de vida (4q l), havendo uma redução de 56% na mortalidade desta faixa etária, passando de 25 por mil em 1971/75 para 11 por míl em 1981/86. Para crianças com menos de um ano de idade, os ganhos foram mais modestos. Houve uma redução de 24% na taxa de mor- talidade infantil (1 q0), passando de 100 por mil para 76 por mil neste mesmo período. Nos primeiros anos da década de 70 observa-se uma pequena diferença da morta- lidade em crianças com menos de 5 anos, segundo o local de residência urbanoou ru- ral. A partir daí, nota-se que houve uma melhoria na taxa de mortalidade nas regiões urbanas, fato que não ocorreu nas áreas rurais, aumentando em grande proporçffo o di- ferencial da mortalidade segundo o local de residência. Crianças que vivem nas áreas rurais do País estão expostas a uma probabilídade de morte 75% maior que as crianças das áreas urbanas. Em relação ao sexo da criança, como é habitual, a mortalidade apresenta-se mais alta em críanças do sexo masculino. Ao longo dos anos constata-se uma melhoria das 62 Gráfico 16 Mortalidade Infantil PNSMIPF - Brasil, 1986 NÚMERO DE MORTES POR 1.000 NASCIMENTOS ~] 1971-19"P5 ~] l~ l - l ' J e6 1@@. @@, @@. m" @ BRASIL URBANO RURAL 119 MENINOS MENINAS 63 taxas para ambos os sexos, melhoria esta que foi mais acentuada para os meninos, ape- sar de apresentar taxas mais altas em relação às crianças do sexo oposto. 8.3. MORTALIDADE INFANTIL SEGUNDO DIFERENCIAIS SÕCIO-ECONÕM1COS Nas tabelas 8.2 e 8.3 as taxas de mortalidade referem-se aos últimos dez anos (período de 1976-86). Foi necessário fazer esta agregação para se obter um maior nú- mero de casos nos diversos subgrupos analisados. Observa-se que existe uma grande varíação inter-regional na mortalidade em crianças menores de 5 anos de idade. A Região Nordeste apresenta os maiores índices de mortalidade do País, sendo a mortalidade em crianças com menos de 1 ano de idade ( lq0) , 65% superior à média nacional. O Sul é a região do País, juntamente com o Rio de Janeiro, onde os níveis de mortalidade são os mais baixos, apresentando um enorme contraste quando compara- dos aos da Região Nordeste. De cada 1.000 crianças que nascem no Nordeste, 142 morrem antes de completar o primeiro aniversário, ao passo que na Região Sul esta proporção é de 44 crianças em 1.000 e 46 em 1.000, no Rio de Janeiro. São Paulo, apesar de ser a área industrial mais desenvolvida do País, apresenta a segunda maior taxa de mortalidade, logo ap6s o Nordeste. Pode-se especular que tais níveis de mortalidade são ínfluenciados pela heterogeneidade de sua população, consti- tuída em grande parte por imigrantes de outras regiões do País, que contribuem com diferentes padrões de mortalidade. Nos países subdesenvolvidos, os níveis da mortalidade, em geral, são mais favorá- veis nas áreas urbanas do que nas localidades rurais. Este fato deve-se em grande parte a uma maíor concentração de m~dicos, serviços públicos de saúde e uma maior difusão de novos m~todos e tecnologias ligados ao combate das enfermidades. No Brasil, as taxas de mortalidade infantil, segundo o local de residência, confir- mam mais uma vez a sítuação desfavorecida das áreas rurais, nas quais a mortalidade em crianças menores de 5 anos de idade 6 38% mais alta que nas áreas urbanas. O grau de instrução da mulher constitui-se num bom indicador do nível súcio- econõmico da famflia, permitindo avaliar os diferenciais da mortalidade em distintas classes sociais. A instrução da mãe funciona como um elemento decisivo para uma per- cepção mais efetiva acerca da necessidade dos cuidados de higiene e alimentação para as crianças, bem como para recorrer aos serviços de saúde em geral, quando necessário. Resultados da PNSMIPF mostram que a variável "instruç~o da ma'e" influencia na mortalidade infantil de forma mareante. Os filhos de mulheres com um baixo grau de instrução estão expostos a uma mortalidade tr~s vezes maior que os fdhos de mu- lheres que t~m um grau de instrução mais alto. Esta diferença no níve! de mortalidade em relação à instrução persiste nas duas faixas etárias de mortalidade, em crianças com menos de 1 ano e em crianças de 1 a 5 anos de idade. 8.4. COMPARAÇÃO COM OUTRAS FONTES DE DADOS A tabela a seguir mostra estimativas da mortalidade infantil da PNSMIPF, da ~PNAD'- 1984 e do Censo Demográfico - 1980. PROBABILIDADE DE MORTE ANTES DE COMPLETAR O PRIMEIRO ANO DE VIDA (lq0), SEGUNDO O LOCAL DE RESlDI~NCIA E A REGIÃO. COMPARAÇÃO ENTRE A PNSMIPF - 1986, a PNAD - 1984, e o Censo - 1980. PER10DO DE REFERI~NCIA BRASIL LOCAL DE RESIDIeNCIA Urbano Rural REGIÃO Rio de Janeiro São Paulo Sul Centro-Leste Nordeste Norte-Centro-Oeste PNSMIPF 1986 1986-76 86 76 107 46 61 44 55 142 57 lq0 (por 1.000 crianças) PNAD* CENSO* 1984 J 1980 1979 ~, 1975 68 88 60 86 87 94 45 72 51 71 46 61 52** 69** 105 125 (*) Fonte: Simões, C. C. S. e Olíveira, L. A. P. (1986) "Consideraç6es sobre o recente declínío da mortalidade infantil no Brasil". Anais do V Encontro Nacional de Estudos Populacionais. São Paulo, 1986, vol. I, p. 438. (**) Exclui o Distrito Federal. Observa-se, de uma maneira geral, um mesmo padrão de mortalidade infantil: maior nas áreas rurais do Pais e na Região Nordeste; a Região Sul e o Rio de Janeiro apresentam níveis mais baixos quando comparadas as demais regiões. Em relação aos níveis da mortalidade infantil, nota-se uma diferença quando se comparam as estimativas da ;PNSMIPF, da PNAD e do Censo. Na PNAD as estimativas da mortalidade infantil são baseadas nos dados sobre o número de filhos tidos e dos filhos sobreviventes, e utilizam-se técnicas indiretas para a estimativa. A estimativa da mortalidade infantil encontrada na PNSMIPF para a Região Nordeste é bem mais alta que a encontrada pela PNAD e pelo Censo (142 por mil, 105 por mil e 125 por mil, respectivamente), influenciando na estimativa da mortalidade infantil para o País corno um todo. Este valor maior, encontrado pela PNSMIPF, pode ser o resultado de uma coleta de dados mais detalhada, atravús do uso da história completa de nascimentos. 8.5. MORTALIDADE INFANTIL SEGUNDO DIFERENCIAIS DEMOGRÃFICOS Estudos realizados em v~irios países mostram que certos padreies de matemidade são mais perigosos para a criança que outros. Entre os padrúes de maternidade que apresentam um maior risco para a criança, devem-se considerar a idade materna, os in- tervalos intergestacionais e a ordem de nascímento. Estas variáveis, apresentadas na ta- bela 8.3, são de especial interesse para os programas de planejamento familiar e de Saú- de materno-infantil, devido à influúncia que estés podem ter sobre aquelas. 65 Em relação à idade materna, as taxas de mortalidade infantil, geralmente, apre- sentam um gráfico em forma de U, seodo mais elevadas quando a mãe tem menos de 18 anos ou mais de 35 anos de idade. Os dados na tabela 8.3 mostram que o risco de morte no primeiro ano de vida é 25% mais alto para crianças cujas mães tinham menos de 20 anos de idade na época do nascimento. A mais baixa mortalidade infantil é en- contrada para crianças cujas mães tinham 20-24 anos na época do nascimento. Contra- riamente à expectativa, os dados não mostram uma mortalidade mais alta para crianças menores de 5 anos de idade cujas mães eram mais velhas na época do nascimento. Co- mo mostra a tabela 8.3, a taxa de mortalidade da categoria 30 ou mais anos está sendo influenciada pelo padrão de mortalidade das crianças do grupo de mulheres de 30-34 anos, que tem uma fecundidade mais alta e, provavelmente, uma mortalidade infantil mais baixa que o grupo constituído por mulheres com 35 ou mais anos de idade. I~ recomendável um intervalo de 2 a 3 anos entre os nascimentos para uma total recuperação fisiológica da mulher. Quanto menor é o intervalo entre os nascimentos, maiores são os riscos de mortalidade da mãe e da criança. De fato, nem mesmo uma boa instrução e cuidados médicos, a idade ófima de procriação e a baixa paridade con- seguem compensar a ameaça de um intervalo inferior a dois anos entre uma e outra gravidez. Os intervalos curtos entre nascimentos estão associados a uma maior incí- d6ncia de partos prematuros e de mortalidade perinatal (2). No Brasíl, os efeitos do intervalo entre os nascimentos influenciam de modo sig- nificativo as taxas de mortalidade entre crianças de 0 a 5 anos de idade. O risco de morrer até os 5 anos de idade, de uma criança precedente a um intervalo menor que 24 meses, é 2,8 vezes maior que quando o intervalo de nascimento é de mais de 48 me- ses. Observa-se que, em crianças que sobreviveram ao primeiro ano de vida, precedentes a um intervalo menor que 24 meses de idade, este risco é maior, sendo 4,6 vezes supe- rior a taxa de mortalidade, quando comparada àquela com intervalo de nascimento superior a 48 meses. O efeito de um intervalo preeedente curto sugere que crianças pr6ximas em idade competem pelos recursos da famflia e pelos cuidados da mãe, que terá, provavelmente, menor possibilidade de cuidar da criança adequadamente, se ela já tiver outras orianças pequenas. Observa-se que níveis de vida mais elevados e um me- lhor atendimento médico podem compensar, até certo ponto, os efeitos adversos dos nascimentos muito próximos (3). OS níveis de mortalidade são mais altos em crianças cujas mães já tiveram muitos filhos. Em geral, as taxas de mortalidade aumentam para crianças naseidas em quarto lugar e mais ainda em sétimo lugar ou posteriormente. Vários estudos sobre nutríção mostram que em famflias numerosas existe uma maior incidencia de desnutrição entre as crianças, e os filhos menores são os mais vulneráveis e afetados. Existe também uma correlação entre alta fecundidade e alta mortalidade. Mulheres que tem uma fecundida- de alta, em geral, são provenientes de uma classe sóeio-econ&imca mais baixa, onde a mortalidade em crianças menores de 5 anos de idade é também mais alta. No Brasil, entre crianças de 0 a 5 anos de idade, as taxas de mortalidade são mais baixas para os primeiros filhos, aumentando com a ordem dos nascimentos. O sétimo fílho e os ou- tros nascimentos posteríores tem um risco de morrer 2,8 vezes maior que o pr imo#ni- to. Esta situação se agrava, quando são consideradas somente as crianças entre 1 e 5 anos, para as quais este risco é cinco vezes mais alto. 66 8.6. FILHOS TIDOS E FILHOS SOBREVIVENTES Até o momento, as estimativas de mortalidade em crianças menores de 5 anos fo- ram basaadas nas informações diretas sobre mortalidade, coletadas na pesquisa através da história de nascimentos. Nos últimos tempos, tem havído um grande interesse no uso de estimativas indiretas da mortalidade baseada nos filhos fidos e nos filhos sobre- viventes segundo a idade da mãe. A informação necessária para esta estimativa encon- tra-se na tabela 8.4. 8.7. ASSISTI~NCIA PRI~-NATAL A PNSMIPF coletou informações sobre vários indicadores de saúde materno- infantil. Um dos objetivos destas informações é determinar e avalíar a utilização dos serviços relacionados à saúde materno-infantil. Nesta seção, serão analisadas as infor- mações coletadas a respeito da assisténcia pré-natal para nascimentos ocorrídos nos úl- timos cinco anos. De acordo com o conceito do Programa de Assisténcia Integral à Saúde da Mulher (PAISM), "uma cliente é considerada assistida durante o pré-natal quando comparece a um número de seis consultas no decorrer da gestação". Entretan- to, esta freqüência mínima de consultas exigidas não se cumpre (4). Perguntnu-se a todas as mulheres que tiveram um ou mais filhos a partir de lO de janeiro de 1981 se haviam ido pelo menos a uma consulta médica durante a gravi- dez. Conforme mostra a tabela 8.5, 74% dos nascimentos ocorridos no País, nos últi- mos cinco anos, tiveram um controle pré-natal, sendo que 44% dos pré-natais foram realizados pela Previdéncia Social, 32% em instituiçSes governamentais (hospí- tal ou matemidade do Governo, centro ou posto de saúde e LBA) e 23% nos con- sultórios particulares. A porcentagem de nascimentos que tiveram pré-natal varia enor- memente, quando se considera o local de residéncia, a região e o grau de instrução da mulher. Nas áreas urbanas, 86% dos nascimentos tiveram pelo menos um controle pré-na- tal, ao passo que nas áreas rurais somente a metade dos nascimentos ocorridos nos últi- mos cinco anos tiveram esse tipo de assisténcia. Nas fireas urbanas, a Previdéncia Social foi o local mais procurado para o pré-na- tal (46%) e nas áreas rurais, as instituições governamentais (49%). Em relação às regiões, São Paulo, Região Sul e Rio de Janeiro apresentam as mais altas porcentagens de nascimentos que tiveram controle pré-natal (92%, 86% e 85%, respectivamente). Na Região Nordeste, somente 55% dos nascimentos ocorridos nos últimos cinco anos tiveram controle pré-natal. A Previdéncia Social foi o local mais importante ?para o pré-natal no Rio de Janeiro, São Paulo, Região Sul e Centro-Leste, e asinstituiç¿Ses governamentais, para a Região Nordeste. No Norte-Centro-Oeste a Pre- vidência Social e as instituiçúes governamentais, praticamente, se igualam em termos de importfincia para este controle. O nível de instrução da mulher exerce uma influ~ncia grande em relação à por- centagem dos nascimentos que tiveram assistúncia pré-natal. Observa-se que, quanto maior o grau de instrução da mãe, maior a porcentagem dos nascimentos ocorridos nos últimos cinco anos que tiveram esta assistência. Entre as mulheres com um nível de instrução mais baixo, o principal local para o pré-natal são as insfituições governamen- tais, ao passo que para as mulheres com instrução mais elevada, a Previdéncia Social e - as insrituições privadas são os principais locais para a assistúncia pré-natal. ¼7 Gráfico 17 Assistência pré-natal e nascimentos ocorridos em hospitais Nascidos vivos nos últimos 5 anos. PNSMIPF - Brasil, 1986 [] ASSISTÊNCIA PR~-NATAL • NASCIMENTO5 OCORRIDOS EM HOSPITAIS O~ O~ O -~ ~ ~ . J W W W ~ W ~ W LO LO W ~ ~ Z 2 W W U O E~ W 68 8,8 VACINAÇ/~O ANTITETÆNICA A vacinação antitetinica durante a gravidez previne o tétano neonatal que, em muitos países, é a causa mais comum associada à mortalidade neonatal. No Brasil, a percentagem dos nascimentos ocorridos nos últimos cinco anos, cujas mães receberam vacina antitetãnica, sofre algumas variações de acordo com o local onde foi feito o controle pré-natal, sendo mais alta nas instituições governa- mentais (66%), seguidâs pela Previdéncia Social (42%) e pelos consultérios particulares (39%). Para 16,5% dos nascimentos que não tiveram um controle pré-natal, as ma'es re- ceberam vacina antitetfinica no período gestacional (tabela 8.6). õbserva-se que na Região Nordeste os níveis de vacinação antitetanica são os mais altos do País. Em aproximadamente dois-terços dos nascimentos ocorridos nos últimos cinco anos, cujas mães fizeram o pr~-natal, foi feita a vacinação antitetanica. 8.9. LOCAL DO PARTO E PARTOS POR CESARIANA Os resultados da tabela 8.7 mostram que 80% dos partos ocorridos no País nos últimos cinco anos foram realizados em hospitais, sendo o restante domiciliar. Nas áreas rurais, 36% dos partos foram domiciliares (31% com assistência de mé- dico, enfermeira ou parteira e 5% sem assistência), enquanto que nas áreas urbanas esta proporção foi de semente 7%. No Brasil, em geral, o parto domiciliar está associado a uma baixa freqüência de atendimento no pré-natal e a uma assisténcia inadequada no momento do nascimento, aumentando os riscos da mortalidade perinatal. Observa-se que a maior parte das mu- lheres que tiveram seus filhos fora do hospital estão nas áreas rurais, na Região Nor- deste e são mulheres com baixo nível de instrução. No Brasil, a Previdéncia Social é o principal local para nascimentos ocorridos nos últimos cinco anos. Quarenta e quatro por cento dos partos foram feitos através de convénios com o INAMPS ou com o Instituto de Previdéncia Estadual/Municipal, e re- presentam 53% dos nascimentos ocorridos nos hospitais. Observa-se, ainda, que a Previdéncia Social é o principal responsável pela maioria dos partos em rodas as regiões, exceto no Nordeste, onde os hospitais/matemidades do Governo são mais expressivos. O local do parto está associado com o grau de instrução da mulher. A medida que aumenta o nível de instruça.o da mulher, aumenta a impor- tãncia da Previdéncia Social e da rede particular de Saúde para os partos realizados nos últimos cinco anos, e como já foi mencionado anteriormente, diminui a proporção de partos domiciliares. A tabela 8.8 mostra a percentagem dos nascimentos ocorridos nos últimos cinco anos, eujos partos foram realizados através de uma operação cesariana. Os dados indi- cam que os índices de cesariana no Brasil são elevados: 32% dos partos ocorridos nos hospitais foram realizados através de cesariana. Nas áreas urbanas, esta percentagem é de 35%, enquanto que'naárea rural 6 de 20%. Ao analisar a prevaléncia da cesariana nas regiões, vedfica-se que no Nordeste o índice de cesarianas é bem abaixo da média nacional, 19%. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, o recurso à cesariana é bem mais comum, fazendo com que, de cada 100 par- tos, aproximadamente, 43 sejam feitos através de uma operação cesariana. Em relação à variável instrução, observa-se que a proporção de cesarianas aumen- ta juntamente com o grau de instrução da mulher. Para mulheres sem nenhuma instru- o9 ção, por exemplo, o percentual de cesárias é de 19%, enquanto que para aquelas com nível de instrução maior que o Prímário completo este perceníual chega a 43%. ~ im- portante lembrar que este alto índice de cesarianas está relacionado muítas vezes à es- terilização: a paciente é submetida a uma cesária com o objetivo de ser esterilizada na hora do parto. Entre outras razões comumente atríbuídas a este alto índíce de cesárias, pode-se citar uma maior conveni~ncía para a paciente e para o médico no sentido de que tudo pode ser preparado antecipadamente: dia e hora do parto. Isto ocorre, prin- cipalmente, entre mulheres que podem arcar com os custos de uma cesariana, as quais, em gerai, são mulheres com nível de instrução mais alto, do Río de Janeiro e de S~o Paulo. 8.10 NIVEIS DE VACINAÇÃO No questionário da PNSMIPF coletaram-se informações sobre cobertura de vaci- nação para crianças menores de 5 anos de idade que estavam vivas na época da pes- quísa. Perguntou-se às mulheres que tiveram filhos nascidos a partír de lq de janeiro de 1981 se seus filhos tinham o certificado de vacinas. Em caso afirmativo, a entrevis- tadora copiava as informações existentes a respeito das vacinas BCG, tríplice e contra pólio e sarampo, indicando, também no questionário, que estas informações eram pro- venientes do certificado. Em caso de a criança não ter o certificado de vacínas, a m~fe fornecia as informações. O Ministério da Saúde recomenda o seguinte esquema para a vacínação primá- ría completa: 3 doses de vacina antipólio, aplicando-se a primeira dose no segundo més de vida, com um íntervalo de dois meses entre cada uma das doses; 3 doses de vací" na tríplice, seguindo a mesma orientação dada para a antipólio; uma dose de BCG, a ser aplicada em qualquer época após o nascimento, e uma dose de vacina contra saram- po, depois do sexto més de vida (5). Na tabela 8.9 estão as informações sobre a cobertura de vacinação semente pa- ra as crianças de 1-59 meses de idade e que tinham o certíficado de vacinação, segundo a idade atual da criança. Esta é a população-base usada pela Organização Mundial de Saúde e pela Organização Pan-Americana de Saúde, para reportar os dados sobre vací- nação. De certa forma, os resultados da cobertura de vacinação apresentados nesta tabela podem estar s_obrestimados, já que estão sendo consideradas semente as crian- ças com certificado. Na primeira coluna da tabela 8.9, está a proporção de crianças que tinham certificado de vacina, e nas seguilates, a vorcentaaem de criancas uue foram vacinadas contra tuberculose (BCG), difteria-tétano-coqueluche (tríplice), poliomie- lite e sarampo. Dois-terços das crianças menores de 5 anos de idade tínham certificado de vaci- nas. Mais de 90% destas críauças com certificado receberam, pelo menos, uma dose da vacina tríplice, e mais de 96%, pelo menos, uma dose da vacina contra pólio. Verifica- se que o nível de vacinação completa para as crianças com certificado varia de 74% a 79% para rodas as doenças (BCG - 73,8%, tríplice 75,1%, pólio 79,2% e saram- po - 75,4%). Quase todas as crianças que foram vacinadas tomaram as vacinas du- rante o primeiro ano de vida, como é recomendado. A tabela 8.10 mostra as diferenças na cobertura de vacinação, segundo o local de resid6ncia, região e nível de instrução da mãe. Esta tabela é restrita ~.s crianças que, na época da pesquisa, tinham 12-23 meses de idade. Este é o grupo etário cuja propor- ção expressa melhor a cobertura de vacínação no Brasil. 70 Gráfico 18 Vacinação em crianças de 12 - 23 meses de idade. PNSMIPF - Brasil, 1986 [] UMA DOSE DUAS DOSE5 • VACINAÇÃO PRIMÁRIA COMPLETA % t.~ QQ ~Q g= 8 5 75 BCG TRÍPLICE PÓLIO SARAMPO 71 m No Brasil, trés-quartos das crianças com idade de 12 23 meses foram vacinadas corretamente. Não se observa uma diferença significativa da porcentagem de crianças que receberam, pelo menos, uma dose de determinada vacina, segundo o local de resi- déncia, região e nível de instrução da mãe. Esta diferença é maior em relação á vacina- ção completa. Crianças que moram nas ~íreas urbanas tém uma maior probabilidade de terem tido vacinação completa do que as que moram nas áreas rurais. A proporção de crianças do Nordeste e do Norte-Centro-Oeste, e crianças cujas maes tém um nível de instruçffo mais baixo e receberam, pelo menos, uma dose de alguma vacina, é simi- lar ás outras regiões e outros grupos educacionais, mas a proporção que recebeu vacina- ção completa é bem mais baixa. Nas tabelas 8.11 e 8.12 estão as informações sobre a cobertura de vacinação pa- ra todas as crianças cujas informações foram fornecidas pela mãe ou coletadas no cer- tificado de vacinação. Nestas tabelas estão as informações sobre a cobertura de vacinação fornecidas pela mãe (coluna A), segundo consta no certificado (coluna B) e para todas as crianças, independentemente se tinham ou não o certificado (coluna C). Na tabela 8.11 está a porcentagem de crianças de 1-59 meses de idade que foram vacinadas. A tabela 8.12 apresenta os resultados da cobertura de vacinação segundo os di- ferentes grupos da população, e é restrita a crianças de 12-23 meses. De acordo com os resultados baseados em todas as crianças (1-59 meses), 69% delas (20% + 49%) toma- ram a vacina BCG, 62% tomaram a tríplice, 68% foram vacinadas contra pólio e 70% contra sarampo. Comparadas com as porcentagens de crianças que tinham o certifica- do, estes resultados s~o bastante similares, principalmente, para BCG e sarampo, suge- rindo que as mães prestaram informações proporcionalmente quase nos mesmos níveis das encontradas em crianças com certificado de vacinação. Quando todas as crianças (com ou sem certificado) são incluídas nas análises da cobertura de vacinação, as diferenças entre os diversos grupos da população são maio- res que quando a anflise é restrita às crianças com certificado. Crianças pertencentes a grupos menos privilegiados que na'o foram vacinadas durante uma campanha, quando é fornecido o certificado, são menos propensas a serem vaeinadas que crianças per- tencentes a grupos mais privilegiados da população. 8.1 1. PREVALI~NCIA DA DIARRI~IA E TRATAMENTO RECEBIDO Em muitos países, quando se examina a causa-morte entre crianças menores de 5 anos de idade, a diarréia ¿ uma das principais responsáveis, apesar do fato de responder eficazmente a uma terapia de reidratação oral. A combinaça'o de uma alta incidência da doença com graves conseqü~ncias para crianças pequenas e a existéncia de um trata- mento eficaz e simples, faz da diarréia uma preocupação de grande prioridade para os serviços de saúde pública. No Brasil, a diarréia e tida como uma das principais causas de morte em crianças menores de 5 anos de idade (6). Nesta seção, será estudada a freqüência da diarréia nas últimas 24 horas e nas últimas duas semanas, informada pelas mães de crianças menores de 5 anos de idade, e o tipo de tratamento recebido por essas crianças. Na tabela 8.13 estai a porcentagem de crianças de 1-59 meses de idade que tive- ram diarréia nas últimas 24 horas e nas últimas duas semanas, segundo idade da crian- ça, sexo, local de residéncia, região e nível de instrução da mie. A interpretação dos dados sobre a diarréia requer cautela, porque a prevaléncia da doença pode estar sujei- 72 ta a variaç6es sazonais. As entrevistas da pesquisa foram realizadas entre maio e agosto de 1986, época do ano considerada de baixa prevaléncia da diarréia infantil. Os resultados na tabela 8.13 indicam que 17% das crianças de 1-59 meses de ida- de tiveram diarréia nas últimas duas semanas, sendo que em 45% das crianças, a diar- réia ocorreu nas últimas 24 horas. O percentual encontrado, de 17%, pode estar bastan- te subestimado, principalmente, pelo fato de que 45% dos casos de diarréia ocorreram em somente um dia de todo o período. No entanto, o padr~ío da doença, segundo ida- de da criança, local de residência, região e instrução da mãe é válido e de interesse. A prevaléncia da diarréia é mais acentuada entre os 6 e os 23 meses de idade, faixa etária em que ocorre uma mudança nos hábitos alimentares, passando a ser dada à criança a mesma alimentação dos adultos. I~, também, oeste período que a criança es- tá mais suscetível a contrair doenças, já que não possui mais imunização adquirida du- rante a fase de gestação e ainda não desenvolveu suas pr6pdas defesas. Em relação à incid6ncia da diarréia, não foi verificado nenhum diferencial de acordo com o sexo da criança. A prevalência da diarréia é maior nas áreas rurais do Pais, sendo, apmximadamente, 33% mais alta que nas áreas urbanas. Existe, também, uma grande diferença na porcentagem de crianças que tiveram diarréia nas duas últi- mas semanas em relação às regiões. Na Região Nordeste e no Norte-Centro-Oeste foram encontradas as mais altas porcentagens de crianças com diarréia - mais de 20% -, o que equívale ao dobro da porcentagem encontrada em São Paulo (11%), a menor do País. Com relação ao nível de instrução da ma-e, existe claramente uma relaç~'o inversa à prevalència da diarréia em crianças menores de 5 anos de idade. Observa-se que quanto maior o nível de instrução da mãe, menor a porcentagem de crianças que tiveram diar- réia nas últimas duas semanas. Este fato reflete, provavelmente, as melhores condiç6es de vida e, também, a maior capacidade para tomar precauç6es entre as mães com um nível de instrução mais elevado. A tabela 8.14 mostra a porcentagem de crianças menores de 5 anos de idade que tiveram diarréia nas últimas duas semanas, por tipo de tratamento reeebido, segundo idade e sexo da criança, local de residúncia, região e nível de instrução da ma'e. De acordo com o tipo de tratamento recebido, nota-se que 43% das crianças com diarréia nas últimas duas semanas usaram medicamentos específicos para a diarréia in- fantil (injeções, xaropes e comprimidos) distintos do soro, pacote reidratante ou solu- ção caseira de açúcar, água e sal, que são bastante eficazes. A proporção que recorre a estes medicamentos específicos é maior na área rural do que na urbana, e não apresen- ta variações sistemáticas com relação a idade e sexo da criança, nível de instrução da mãe, nem em relação à maior parte das regiões do País, execro São Paulo, onde a práti- ca mais comumente adotada é a terapia do pacote reidratante, e na Região Sul, onde os remédios caseiros são os mais difundidos. REFERÊNCIAS (1) Rutstein S. O. lnfant and Child Mortality. Leveis, Trends and D¢mographic Differentials. Revised edition. WFS Comparatíve Studies n9 43. Voorbug, Netherlands: lnternational Sta- tistical lnstitute. (2) "Effects of Childbearing on Maternal Health". Population Reports, série J, number 8, No- vember, 1975. (3) "Mães e crianças mais sadias através do Planejamento Familiar". Population Reports, série J, número 27, maio, 1985. 73 (4) Assístúncia Integral à Saúde da Mulher Material lnstrucional. Módulo 11, unidades 1,2.3 e 4. MS/SNPES/DINSAMI, 29 edição. 1987, p. 25. (5) Fundação Serviços dç Saúde Pública-SESP. Programa Nacíonal de lmurfização. Resultados observados em 1978. Boletim Epidemiológico 12 (23-24). Ministério da Saúde, 1979. (6) IBGE. Anuzirio Estatístíco do Brasíl. 1984. Río de Janeiro, 1985, p. 241. 9. Estudo ant ro~r ico da Região Nordesfe do Brasil Marly Cordeiro Baez Emflia Aureliano de A. Monteiro Unívcrsidadc I;cderal de Pcmambuco Centro de Cíçncías da Saúde Departamento de Nuirição 9.1. INTRODUÇÃO Em virtude da condição específica da desnutrição no Nordeste, considerou-se in- teressante e oportuno obter ínformações sobre a situação nutricional, inclusive, pela possibilidade de gerar uma metodología aplicável a outros países. Neste sentido, na Região Nordeste do Brasíl a Pesquisa Nacional sobre Sadd¢ Ma- terno-lnfantil e Planejamento Familiar foi complementada com um Estudo Antropo- métrico de Peso e Altura de Críanças de 0-59 Meses, ilibas das mulheres em idade fér- til, componentes da amostra da referída pesquisa. 9.2. OBJETIVOS E METODOLOGIA O estudo teve como objetívo avaliar o estado nutrícional das crianças, determi- nando a magnitude e distribuição da desnutrição entre os estratos urbano e rural. Obje- tívou, ainda, esclarecer a cronologia do comprometimento do crescimento e determi- nar possíveis inter-relações entre o estado nutricional e a[gumas variáveís levantadas na Pesquisa, A coleta de dados, efetuada segundo normas da OMS (6) esteve a cargo de cinco nutricioníslas, integradas a cada uma das equipes da Pesquisa, as quais receberam trei- namento específico. íncluindo prova de Estandardização Antropométrica (3) e pré- teste de campo. A supervisão de campo foi realízada por docentes do Departamento de Nutrição. Para a tomada de peso foram utilizadas balança "ITAC mudei 800, lnfant Weighing Scale' , com capacidade para 25 kg e sensibilidade de 100 g. As críanças fo- ram pesadas descalças e sem ou com o mínimo de roupa (calção ou calciilha). No que sc refere à estatura, usou-se o infantúmetro "Expandable Measure Board- Shorr Productions", com amplitude de 130 cru, e subdivísão de 0,1 cru. A idade da críança foi registrada em meses completos, de acordo com a aprese~» ração do regístro de tlascimento, solicitado no nlonlelltO da entrevísta. 74 Os dados foram coletados em formulário elaborado especificamente para o estu- do, e a informante-chave foi a mãe da criança. Na tabulação e análise dos resultados foram utilizados os indicadores peso/ida- de, pesn/altura e altura/idade, usando-se para seus cálculos, os padrões do NCHS. (7) A avaliação do estado nutricional das crianças foi expressa para cada um dos mencionados indicadores, em forma de múltiplos do desvio-padrão e de déficit (altura/ idade < 90%, peso/idade e paso/altura < 80%), ambos em relaç~o ao padrão de refe- réncia. Para fins de comparação com estudos anteriores, para a região Nordeste, foram expressos ainda de acordo com a Classificação de Gomez. (2) No que se refere aos múltiplos do desvio-padrão, em relação aos padr6es do NCHS, considerou-se desnutríção ou sobrepeso severo/moderado os valores ~<-2 DP e 9+ 2 DP, respectivamente, e desnutrição ou sobrepeso leve, os incluídos entre -1,99 e -1,00 e +1,00 e +1,99. O estado nutricional das crianças foi relacionado com as varíáveis intervalo de nascimento, educação da m~e e idade das crianças. 9.3. RESULTADOS Características da Amostra A amostra total para o estudo antropométrico constituiu-se de 1.162 crianças de 0-59 meses, dentre as quais foram excluídas 30 cujos dados se encontraram incom- pletos. Por conseguinte, as informações deste estudo se referem a um total de 1.132 crianças, 564 (49,8%) do sexo masculino e 568 (50,2%) do sexo feminino. Obse~vou-se que 48,6% da amostra residia na zona urbana e 51,4% na zona ru- ral. Considerando os dois primeiros grupos etários juntos (< 1 ano) a amostra esteve distribuída em proporç6es similares nas diferentes faixas (tabela 9.1). Estado Nutricional Relação Altura/Idade: a) Posição "Desvio-Padrão" (Gráfico 19). Na tabela 9.2 utilizando-se a distribuição em termos de dasvio-padr~o, observa- ram-se elevados percentuais de crianças com altura/idade ~<-2 DP em todas as variá- veis, as quais apresentaram valores, neste nível do desvio-padrão, na sua maioria 10 ve- zes superior ao da população-referência (2,3%). Mais da metade das crianças manifestaram desnutrição (57,4%). Considerando-se que o percentual esperado seria 15,9%, a desnutrição, em rodas as suas formas, foi 3,6 vezes maior entre as crianças estudadas. O.problema evidencinu-se mais grave na zona rural, onde o percentual de crianças dasnutridas atingiu 64,8%. Observou-se um diferencial, entre os sexos, favordvel às meninas, embora ambos os sexos tenham apreSentado percentuais de desnutrição acima de 50%. Em relação ~ distribuição por faixa etária, a prevaiSncia já se mostrava notada- mente 'qevada desde a mais tenra idade, em que se constatou nos menores de 6 meses 29% de desnutridos, dos quais 11% na forma severa/moderada. Embora o maíor percentuai de desnutridos tenha sido detectado no grupo de 12- 23 meses (67,7%), observou-se um aumento progressivo em relação as faixas etárias. Os percentuais registrados para todas as formas de desnutriça'o (severa/moderada 75 % 40- 30- 20- I0- . . . . . . Urbano ~ - Rura l Tota l Espemdo a~ a~- ~,~? "*" £ o_3 -, o. om~ .-'" o. N3~ O C3. o ~ 0o~m ~ ~¿~ ~ • =-0 m "0 m O Q. O e leve) foram semelhantes, exceto nos menores de 6 e na faixa de 6-11 meses. ~(~onfrontando-se estado nutricional com intervalo de nascimento, verificou-se que a prevalência de desnutrição severa/moderada no primeiro filho e em todos os intervalos foí 9 a 16 vezes maior que a fia população-refer(,'neia. O maior percentual de desnutrição foi evidenciado no intervalo abaixo de 2 anos (36,8%). A prevaléncia de desnutrição foi mais elevada nas crianças cujas mães não tive- ram nanbuma instrução ou apenas o Primário incompleto, em especial a forma severa/ moderada (41,1% e 33,5%, respectivamente). Contudo, o percentual de crianças des- nutridas eujas mães tinham melhor nível educaeional (~Prim,'trio completo) aínda po- de ser considerado elevado (15,8%). b) Altura/Idade < 90% da Mediana O déficit estatural (tabela 9.3) esteve presente em 16,2% das crianças, sendo que na zona rural sua preval6neia foi duas vezes superior ao da zona urbana (21,5% e 10,5%, respectivamente). Em relação à faixa et¿ria, observou-se que a partir dos 12 meses este déficit era mais aeentuado, tendo seu maior percentual no grupo de 36-47 meses (20,5%). O intervalo de nascimento < 2 anos (tabela 9.4), tanto na zona urbana como na rural, foi o que apreSentou maior preval6ncia de d~ficit estatural (respectivamente, 16,5% e 26,9%). Exceto quanto a este intervalo, a zona rural exibiu percentuais duas ou mais vezes acima da urbana, destacando-se o intervalo )4 anos, em que o diferen- cial urbano/rural foi mais acentuado. Na tabela 9.4, o déficit estatural foi relacionado também com a educação mater- na, constatando-se maior prevalência no grupo de crianças eujas mães não tiveram ne- nbuma instrução, seguindo-se o grupo das que tinham Prim~rio incompleto. Acima desses níveis de instrução, o déficit estatural apreSentou-se acentuadamente menor. Re~çãoPesoldade: a) Posiçio "Desvio-Padrão" Utilizando-se a distribuição em termos de desvio-padrão (tabela 9.5), foi obser- vado que a prevaléncia de desnutrição em todas as suas formas (40,5%) apresentou-se bem superior à da população-referéncia (15,9%), sendo relativamente mais elevada na forma severa/moderada, com prevalência (12,7%) 5 vezes maior que a esperada (2,3%). O problema apresentou.se mais grave na zona rural, em que apenas a desnutri- ção severa/moderada exibiu percentual (15,5%) similar ao esperado na população-te- fer6ncia, para todas as formas de desnutrição (15,9%). Os resultados obtidos para os menores de 6 meses estavam bem mais apro~lma- dos do padrão que os das outras faLxas et~trias. Nestas, o que mais se evidenciou foi a elevada prevalência de desnutrição no grupo de 12-23 meses (18,0%). O intervalo de nascimento abaixo de 2 anos concentrou a maior prevaléncia de desnutrição em suas várias formas (49,3%). Em relação à populaçgo«eferéncia a forma severa/moderada foi, proporcionalmente, a mais freqüente neste intervalo (17,6%), bem como nos demais. Chama a atenção a baixa prevalência de desnutrição nos casos em que a criança foi o primeiro filho. A maior percentagem de crianças desnutridas (54,7%) se situou no grupo de mães sem nenhuma instrução, saliantando-se que a desnutrição severa/moderada (20,5%) apresentou-se quaSe 10 vezes maior que a esperada (2,3%). 77 % 40- 30- 20- I0 - . . . . . . . . Urbono - - - - - - Rurol Toto l , F.~perodo ,~' I - . ç~,\ ooo~o~°° : - -o~ "~Z~ nO Co o o_ "t) r0 D) __.~, (D - - . ,~ Q ~ cri ;~ - (:D ~~~~ o 'o i ! 6 i t ~-2 -1 ~ 4-1 ;~+2 D.P. ~, o O risco relativo de desnutrição severa/moderada, entre crianças de mães sem ne- nhuma instrução, foi praticamente duas vezes maior que em mães com Prim~io com- pleto e quase quatro vezes mais elevado em relação àquelas de escolaridade acima do Primário. b) Peso/Idade <80% da Mediana No total da amostra, 16,1% das crianças (tabela 9.6) apresentaram baixo peso pa- ra a idade, sendo que na ~rea rural este percentual foi mais elevado (19,8%) que na urbana (12,2%). No que se refere à distribuição por faixa etária, a prevalência revelou-se mais e!evada (19,8%) no grupo de 12-23 meses, embora o problema já tenha sido evidencia- do entre os menores de 6 (9,0%), com uma distribuição crescente atd os 47 meses. Quando se relacionou baixo peso/intervalo de nascimento (tabela 9.7), verifica. ram-se percantuals mais elevados para a zona rural em relação à urbana. Vale observar que em ambas a maior preval¿ncia foi constatada no intervalo <" 2 anos (23,9% e 18,6%, respectivamente). Acima deste intervalo, a preval¿ncia foi-se reduzindo, de for- ma mais acantuada na zona urbana, sendo dignos de atenção os baixos percentuais de desnutrição aí encontrados, quando a criança foi o primeiro filho (6,1%), e quando o intervalo de nascimento foi ~ 4 anos (3,4%). Tanto na zona urbana como na rural, a preval~ncia mais elevada de baixo peso/ idade foi observada no grupo de crianças cujas mães não receberam nenhuma instru- ção (26,7% para a urbana e 25,8% para a rural). A medida que se elevou o nivel de instrução diminuiu o risco relativo de desnu- trição. Na zona urbana, observa.se uma baixa prevalência de desnutrição no grupo de crianças cujas mães tinham instrução acima do Primário completo (5,1%). c) Classificação de GOMEZ / " ' Segundo a Classificação de GOMEZ (tabela 9.8), 57,5% das crianças estudadas eram normais e 42,5% apresentaram desnutrição nos seus diferentes graus, assim dis- tribuídos: grau I - 35,3%; grau II - 6,5% e grau II1 - 0,7%. A preval¿ncia de desnutrição moderada (grau II) na zona rural (8,2%) atingiu quase o dobro da urbana (4,7%). J~í no caso da desnutrição grave (grau llI), observa- ram-se resultados idênticos em ambas as zonas (0,7%). No gráfico 21 foram comparados os resultados do estado nutricional das crianças deste estudo com os encontrados na pesquisa do ENDEF/1974-75 (4). Verifica-se que a prevalência dos graus moderado/grave (graus II e IIl) na zona urbana foi reduzida a 1/3, e na rural, a mais da metade. Deve-se ressalvar, contudo, que a amostra do presen- te trabalho não pode ser analisada com a mesma representatividade da do ENDEF. Rela~o Peso/Altura: a) Posiçao "Desvio-Padrão'" A tabela 9.9 expressa os percentuais de desnutrição na amostra, sempre inferio- res aos da população.referência. Ressalte.se que apenas 10 crianças deste estudo (0,9%) foram classificadas <-2 DP. No que se refere ao sobrepeso, a amostra total e por estrato urbano e rural apre- sentou percentuais inferiores ao esperado para a categoria leve e ligeiramente acima para a categoria severo/moderado. 79 % GO- ~0- ¢0 , 30, IO- ¢D O 1974 - leJT5 lg~G 1974 - 1975 19eS I URBANO ~ ~ RURAL I LEGENOA: NORMAL ~/#//X~ OE GRAU Z I 1J [1 D~ GRAU I 0¿ GRAU Œ N IBG[ /V IV lC[F - PERFIL [o'rAT~'STIO0 DE CRI~ÇA$ E M~Eg NO gr~AOIL : At;PECTOS ~UTR~CIONAI$, 1974-1970. RIO DE UAN[!RO» IBGE31902, P. I~1 ~ m E ('} m~ O ¢0 ,.~ 3~ "0 F," ~D __ ::3 • ~1 - - tO GP ( .nQ_ ~ .-~ ~," O i o z~ 0-0 O~ ~ E % 4O 30 . 20 . 10 . . . . Urbano - - - - - - Rura l Tota l "0 ~. m C f / j m 10 ¢o Espe rod0 w ò~ "~. ~.~ O Z ~ ., ffl o, '~~ wN e~ r~z~ ~ "T- g - o Q- -2 --'1 ~( + >_. 2 D.P. ~ Nas demais variáveis estudadas, observou-se uma predominfincia de percentuais de crianças com sobrepeso severo/moderado, acima ou iguais ao da população-refer6n- cia. Destacou-se o percentual de crianças de 6-11 meses (8,1%), sendo ainda este grupo et~io o que mostrou maior preval6ncia de sobrepeso em todas as suas formas (25,8%). b) Peso/Altura < 80%da Mediana Apenas 6 crianças deste estudo apresentaram peso/altura < 80% da mediana, em percentuais na sua maioría abaixo de 1% (tabelas 9.10 e 9.11 ). 9.4. CONCLUSÕES Os resultados aqui apresentados referem-se apenas ao estado nutricional das crianças menores de 5 anos, filhas das mulheres em idade fértil e incluídas na amostra da Pesquisa Nacional sobre Saúde Materno-Infantil e Planejamento Familiar. Não de- vem, em princípio, ser tomados como representativos para a Região Nordeste• Isto não invalida a comparação destes resultados com alguns trabalhos referentes ao Nordeste, como, por exemplo, a Pesquisa do ENDEF/1974-I 975 (4 e 5). - O déficit estatural revelou-se o problema mais relevante, seguido do d6ficit peso/idade, embora em menor magnitude• A zona rural apresentou maior pre- val6ncia que a urbana, e a faixa etária mais comprometida foi a de 12-23 me- ses. - A preval6ncia de desnutrição nas formas severa/moderada, segundo GOMEZ, comparando-se com os resultados da pesquisa do ENDEF, revelou-se bastante reduzida: 1/3 na zona urbana e pouco mais da metade na zona rural. - A maior preval6ncia de desnutrição foi observada no intervalo de nascimento <~ 2 anos e entre as crianças cujas mães ngo tinham nenhuma instrução. Veri- ficon-se uma correlação inversamente proporcional entre nível de instrução materna e risco relativo de desnutrição, ou seja, à elevação do primeiro cor- respondeu uma diminuiça'o do segundo. Salíenta-se que, neste caso, não se iso- lou o fator renda, o qual poderia oferecer maior esclarecimento, conforme ou- tros estudos realizados (1, 5, 8 e 9). REFERI~NCIAS 1. COI~LHO, H. de A. L. Estado nutricional e condiç6es s6cio.econ6micas. Recife, 1975, 62 p. (Tese de Mestrado). 2. GOMEZ, F. Desnuttlclon.Bolenn M~dico dei Hospital Infantil, México, 3 (4): 543-551, 1956 3. HARBICHT, Jean-Pierre. Estandarizaeión de métodos epidemiológicos cuantitativos sobre el terreno. Boletin de la Oficina San itaria Panamericana, Washington, 76 (5): 375-383, 1974. 4. IBGE. Perfil e#tatistico de criança# e metes no Brasil: c~pectos nutricionais, 1974-1975. Rio de Janeiro, 1982. p. 111. 5 . . . . . - - - . p. 144-145. 6. ORGANIZACR~N MUNDIAL DE LA SALUD. Medici6n dei cambio dei estado nutricional: di- reetrices paro evaluar el erecto nulricional de programas de alirnenta¢i6n #uplementaria de*. tinodo&agrupoa vulnerable#. Ginebra, 1983. p. 12-14. 7: . . . . . . . p. 67-105. 8., SAMPAIO, Y. & CO!fLHO, H. de A. L. Estado nutricional e condições sócio-econômicas: o pro- blema revisitado. Revista de Saúde Pública, Sgo Paulo, 12: 157-167, 1978. 9. VICTORA, C. G. et alii. Risk factors for malnuUition in Brazilian children: lhe role of social and environmental variables. Bulletin ofthe World Health Organization, 64 (2): 299-309, 1986. 82 Tabelas Tabela 1.1 Dados sobre a implementação da amostra e taxas de respostas obtidas na Pesquisa Nacional sobre Saúde Materno infantil e Planejamento Familiar, por região. PNSMIPF - Brasil, 1986 Seleção de Domic{lio Total R3 5P Sul Centro- NE Norte- Brasil Lesta C.-0." 0 COm m~~heres de 15-k5 anos 60,0 59,2 60,1 61,7 62,0 57,5 62,7 0 M sem mulheres de 15-ç5 anos 19,5 21,5 20,6 20,5 21,1 I?,3 18,9 I C ~eeocuDados 6,8 5,¿ 6,2 5,2 ?,6 7,5 7,7 inexistentes ~ 6,6 ¿,6 6*4 5,¿ ¿,B 9,6 5,1 L mo~adores ausentes 5,7 7,0 ¿,0 6,7 4,0 5,¿ 5,3 I 0 inacess{veis'w* 1,3 0,0 O,O 0,0 0,0 &,3 0,0 5 Recueeram resposta 1,0 2,6 2,6 0,5 0,5 0,¿ 0,3 Total 100,0 I00,0 I00,0 I00,0 I00,0 lOD,O I00,0 (Domicílios) (8.519) (I.133)(I,155)(1.162)(I.566) (2.607)(997) 5elec=o Individual Entrevistas completas 87,5 B¿,¿ 92,0 95,7 86,8 89,& 86,6 Entrevi•fadas ausente• 8,6 11,5 11,3 ~,6 6,6 7,E 13,2 Recusas 2,5 2,8 ~,7 1,3 2,3 2,2 1,3 Out¢o• I,¿ 1,2 2,0 0,5 1,5 I,~ 0,~ Teta1 I00,0 100,0 IO0,O 100,0 100,0 ]00,0 I00,0 (Totel de pose;velo entrevistadms) (6.733) (887) (938) (90¿) (1.159) (2.007)(838) • 5omento s rea l O~bBnBS *" Domic~l~os demolidos • endec~çoo inexistentes e** Problemas ~elacionedoe • chuvml • enchen%eo NOTAi Na=ta tobela • nas tabelas mubseqEentee, a exi0t~r=ciœ de nr¢edonde - mantos faz com que • soma do• •ubtota¢e elo d• IEO,Q, 85 Tabela 1.2 Distribuição percentual das mulheres de 15-44 anos, na PNSMIPF e na PNAD, segundo a idade atual e local de resid6ncia, por região. PNAD - Brasil, 1985 e PNSMIPF -Brasil, 1986 R E G I O E s aRASIç RJ SF ~U L C~NTRO-LEST~ PN6MIPF » P}JAO PNSMIPF PNAD PN6MIPF PNAD PMSMIPF PNAD PN~IPF PNAD NORpEOTE NORTZ-C.-~, PNSMIPF PNAD PN3MIPF PNAD IDADE 15-19 22,3 22,6 17,8 19,2 22,5 19,6 21,2 71,6 22,¿ 23,2 2~,3 26,1 23,6 25,¿ 20-24 19,8 20,6 19,2 19,6 20.4 20,2 20.7 20,6 16,9 21,¿ 19,9 20,9 22,8 20,3 25-29 17,7 18,1 19,2 19,2 17,8 19,0 18,0 16,5 19,9 18,0 17,7 16,6 13,1 17,9 30-3; 19,9 15,2 10,7 16,3 16,1 16,5 15,¿ 15,6 16,8 14,5 13,9 13,8 19,6 1~,7 35-39 13 , ; 12,9 13,2 13,8 12,7 13~9 13,9 13,0 1~,¿ 12,3 13,? 12,4 11,3 11,8 49-4¿ 10,9 10.6 I I .9 11,9 I0,¿ 10,9 11,3 10,7 11,6 iD,~ 10,5 10,1 9.6 9,9 TOTAL 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 LOCAL DE RESIDÊNCIA Urbano 75,6 ?6,? 95,2 93,5 80,2 92,5 63,¿ 68,5 95,? 76,0 61,~ 60,2 100,0 100,0 Rutml 24,¿ 23,3 ¿,8 6,5 11,8 7,5 36,6 31,5 2~,3 32,2 38,6 39,9 TOTAL 100,0 I00,0 100,0 100,0 100,0 I00,0 100,0 I00,0 100,0 I00,0 I00,0 100,0 100,0 100,0 ( * ) DadOs ponde~sdas Tabela 1.3 Distribuiçäo percentual das mulheres de 15-39 anos, na PNSMIPF e no Censo, segundo o estado civil, por idade atual. Censo Demográfico Brasileiro - 1980 e PNSMIPF - Brasil, 1986 E S T N D O C Z V ~ £ 5a l fe i re Casada U. Conserte. Sep . /D ivor . V iúva Tota l PNSMIPF CENSO PN5MIPF CENSO PNSMIPF CENSO PN5MIPF CENSO PN5MIPF CEN50 PNSMŒPF CENSO IDADE 15 - 19 85,2 83,2 8 ,8 12,? ¿ ,6 3,5 1,¿ 0 ,5 O,O Q,1 I00 ,0 lO0,D 20 - 2~ ¿3,5 G¿,5 ¿i,0 ¿5,2 i0,I 8,0 ~,3 2,0 0,6 0,3 100,0 IO0,O 25 - 29 20,7 23,5 60,5 63,5 11,3 9,1 6 ,8 5,2 0,7 0 ,7 100,0 100,0 50 - 39 8,6 13,3 71 ,8 70,5 10,~ 9,3 6 ,8 ~,5 2,¿ 2 ,5 100,0 100,0 Total 15 - 39 (*~ 38,0 ¿I,9 ¿7,0 ¿7,3 9,0 7,¿ ~,9 2,5 I,I 0,9 100,0 lO0,O (*) As comparaçõee forem feitas até 39 anos de idade porque no Censo,a partir de 30 anos, as tabulações são apresentadas em grupos e tár ios de 10 anos. Devido a i s to ,não fo i poss íve l comparar o ú l t imo grupo de idade da PN5MIPF,const i tu~do de mulheres de ¿0 - ¿¿ anos. ¢D ¢0 Tabela 1.4 Distribuição percentual das mulheres de 15-44 anos, na PNSMI PF E PNAD, segundo o grau de instrução, por idade. PNAD - Brasil, 1985 e PNSMIPF - Brasil, 1986 I N S T R U Ç ~ O Nenhum• e <Prim&rio >Primáçio Totel IDADE Prímário ~ompleto Completo CompleZo PN6MIPF PNAD PN5MIPF PNAD PN5MIPF PNAO PNSMIPF PNAD 15 - 19 17.9 26,7 I6.D 17.7 66.2 55.6 I00.0 I00,0 20 - 2~ 21.3 2&.O 17.i 17.0 61.6 59.0 I00.0 i00.0 25 - 29 25.D 27.7 18.0 20.7 57.0 51.6 100.0 lOO,O 3~ - 3& 36.7 35.2 19.0 19,¿ &&.~ ¿5.& lO0,O IOO,O 35 - 39 &2.8 ~3.5 22.6 19.8 3&.7 36.7 lO0.O lOO,O 40 - &¿ 51.0 51,2 18.2 20,0 30.8 2B.8 100.0 100.0 Bragil 29.8 32,& 18,I IB.9 52.1 ¿B.7 iO0.O I00.0 INSTRUÇÃO TOTAL N o 0£ ~ASOS Nenhuma < " " " Primário Primírio Ponde- Não - fados © C) I= M C;O" (b C Brasil 7,, 22,~ 18,I 52,] I00,0 N t DE CASOS Ponderados ~33 1.321 1.069 5.070 5.892 N~o-ponderBdo~ ~66 1.337 1.0}5 3.05& IDAD{ 15 - 19 2,? 15,2 16,D 66,2 100,0 1.313 20 - 2& 5,7 17,6 17,1 61,6 I00,0 1.166 25 . 29 6,7 16,~ 18,0 STçO 100,0 110¿~ 50 - 3¿ 8,8 27,9 19,0 &~,¿ 100,0 959 35 - 39 12,2 30,6 22,6 5&,7 lO0,D 788 ¿0 - ¿¿ 16 ,& 5¿ ,6 18,2 30,8 100,0 6&~ LOCAL DE RE5ID£NCIA U~bano 5,& 16,7 15,9 62,1 100,0 ¿.~57 Rural 13,6 ¿0,2 25,0 21,2 i00,0 I.&55 REGIÃO O~o de 3Bnelro 5,9 15,9 I~,7 67,6 iOO,O 617 Sâo PIulo 3,9 lç,l ~0,2 56,8 100,0 1.296 Sul 5,3 19,9 19,7 55,1 100,0 1.191 Centro-Leste 5,7 18,7 ~2,2 50,~ 100,0 916 Nordeste 12,1 }3,3 15,0 39,6 100,0 1.585 Norte-Centro-Oeste 7,9 18,2 15,0 59,0 100,0 337 5 1892 1.318 1.168 1.027 95L, 785 6»O ¿ .51¿ 1.378 7&9 769 B46 1.027 1.792 709 zoC 1~íl[ _~.4~ O.W (D, ::3 ~o (D ¢D ¿0 à Tabela 2.1 Distribuição percentual das mulheres de 15-44 anos, segundo o estado civil, por idade atuaL PNSMIPF - Brasil, 1986 IDADE ATUAL ESTADO C IV IL SOLTEIRA CASADA UNI~O VIOVA SEPARADA/ CONSENSUAL DIVORCIADA TOTAL 15 - 19 20 - 2~, 25 - 29 30 - 34 35 - 39 40 - ~/,, 85,2 8,8 4,6 0,0 1,4 IO0,O &3,9 41,0 iO,l 0,6 &,3 I00,0 20,7 60,5 11,3 0,7 6,8 100,0 10,3 71,& II,i 0,6 6,6 IOO,O 6,6 72,3 9,3 4,6 7,1 I00,0 ¿,6 7&,0 6,7 4,1 8,6 iDO,O 1.313 1.166 1.043 939 788 642 TOTAL 3~,¿ 49 ,9 9 ,0 1 ,¿ 5 ,3 lDO~O 5,892 Tabela 2.2 Distribuição percentual das mulheres de 25-44 anos, segundo a idade na primeira união e a idade mediana, por idade atual. PNSMIPF - Brasil, 1986 IDADE ATUAL IDADE NA PRIMEIRA UNI~O IDADE SOLTEIRAS <15 15-17 18-19 20-21 22-2& 25+ TOTAL N MEDIANA 25 - 29 20,7 3,8 18,1 17,3 17,8 15,2 7,1 lO0,D 1.0~3 21,1 30 - 3& 10,3 3,0 19,0 15,5 lg,& 20,3 1¿,5 I00,0 939 21,5 35 - 59 6,6 3,8 16,2 18,i 18,8 16,5 20,0 i00,0 788 21,2 ¿0 - ¿& &,6 3,9 20,8 18,B l&,6 16,0 21,3 100,0 6&2 20,8 TOTAL 11,5 3,6 18,& 16,7 17,9 17,1 l&,8 IDO,O 3.~13 21,2 Tabela 2.3 Idade mediana na primeira união das mulheres de 25-44 anos, segundo a idade atual, por local de residência, região e grau de instrução. PNSMIPF - Brasil, 1986 IOAD[ ATUAL 25-29 30-34 35-39 ~0-&4 LOCAL DE RESIDÊNCIA Urbsno 21,6 21,9 21,4 21,0 Rural 20,0 20,6 20,6 19,9 REOIAO Rio de Janeiro 21,8 22,2 23,~ 22,9 S~o PBulo 22,1 22,2 20,8 21,0 Sul 20,8 20,6 20,6 19,7 C¿ntru-Le~t~ 20,9 21,7 22,2 22,2 Nordeste 20,6 21,¿ 21,1 20,8 Norte-C~-Oeste 19,7 20,7 19,0 18,6 INSTRUçãO Nenhuma 19,0 19,8 19,8 19,0 <Primário Completo 19,6 20,0 20,3 20,0 Primário Completo 19,7 20,7 20,3 20,3 ~Primácio Completo 22,7 23,2 23,5 22,9 Brasi l 21,1 21,5 21,2 20, 8 92 Tabela 2.4 Porcentagem de mulheres de 15-44 anos, atualmente expostas à concepçäo (*), segundo o estado civil, por idade atual. PNSMIPF - Brasil, 1986 ESTADO CIVIL IDADE ATUALMENTE ALGUMA VEZ NUNCA EM IOTAL ATUAL EM UNIAO EM UNIAO (**) UNI~O 15-19 6&,O 9,~ 2,5 10,8 20-2& 63,3 28,7 7,3 37,0 25-29 73,3 32,6 IO,B 57,¿ 30-3~ 77,5 22,2 16,3 67,2 35-38 7~,i 22,2 8,5 63,7 ~0-44 71,6 14,8 11,6 61,6 TOTAL 72,0 23,0 5,5 ~5,B (*) Definiçao no capítulo 2. (**)Separadas, divorciadBs, viúvas e solteiras que j~ viveram alguma vez com um companheiro. @3 Tabela 2.5 Distribuição percentual das mulheres de 15-44 anos, atualmente em união, segundo a condição quanto à exposição à concepção, por idade atual. PNSMIPF - Brasil, 1986 CONDIÇAO QUANTO A EXPOSIçãO À CONCEPÇÃO IDADE ATUAL 15-19 20-26 25-29 30-36 35-39 ¿0 -6¿ TOTAL Grávida/Amenorréia 31,7 31,5 Subf~rtil 0,0 0,9 Sem vida sexual nas últimas 2,3 2,9 6 sem@RaB 5em menstruar nas últimas 2,D 1,5 6 semanas Expostas à concepção 66,0 63,3 Total i00,0 I00,0 N 175 597 18,6 13,9 iO,l 3,7 16,6 2,8 3,1 8,6 13,6 5,1 3,9 6,3 6,0 6,9 6,6 1,3 1,2 I,I 6,¿ 1,8 73,3 77,5 76,1 71,6 72,0 I00,0 i00,0 iOO,O i00,0 100,0 769 775 644 531 3.671 © ò O N° DE MESES DE5DE N~ DE NASCIDOS O NA5CIMENTO VIVOS POROENTAGEM Amamentação Amenorréia Abstinencia Insuscetibilidade C:. r~ Z ~ --'œ "nm, B _Q.m m.~ m3~5"o~~ O. .Q. , . O _ . œ o ~ CI. 3 ~ 5"-. co Ofo cD ¿n O-I 82 7-3 i13 4-5 124 6-7 122 B-9 107 iO-li 109 12-23 636 24-35 667 TOTAL 1.960 MEDiANA 83,3 90,3 82,4 96,8 65,5 ¿6,4 19,9 51,5 57,B 31,3 12,3 38,6 37,6 íO,7 2,9 21,8 3&,6 5,4 6,1 11,5 33,6 9,0 3,1 I1,6 16,8 3,8 2,5 6,2 6,9 0,3 2,1 2,3 24,9 ll,g 7,6 14,9 5,4 2,4 1,6 2,5 DURAÇ~0 M~OIA (MESES) N~ NASCI- Amamentaçao ~narré ia Abstinenc~a Insuscetibilidade DOS VIVO5 NO50LTI- MOS 36 ME SES (') <~0 8,5 ¿,1 3,g 5,5 1.290 30+ 10,~ ~,5 3,0 S,B 717 LOCAL DE RESIDÊNCIA Urbano B,B ~,2 3,3 5,8 1.31~ Rurml 9,9 ¿,3 2,¿ S,S 695 Rio de 3aneiro g,6 3,B 3,B 5,3 158 Sã~ Paulo ~.I 3.7 2.7 ¿.7 361 ~ul 9.7 &.2 3.6 5.7 325 Cen¢ro-Leste 13.~ 5.7 2.6 7.1 270 Nordeste 7.5 3.7 2.7 S.l 776 Norte-Centro-Oeste I2.B 6.6 &.3 B.1 117 INSTRLI~~O Nonhuma II.I 3.8 1.7 S.O 257 <Primário Co,Dleto 10.6 ~.8 3,0 6»I 630 Primário ~ompleto 9.i &.l 3,2 5.& 338 >Pr i~r io Completo 7.& ¿,0 3.3 5.~ 781 BRASIL 9,2 &,2 3,0 5,6 2.007 ¢D o~~~ ~'" O m m~' -.~ o ~ _~. to cNo (m) Nascimentos ocorridos no per~oe~ de 1-36 mese~ snter iores so mes da ent rev is te . Tabela 3.1 Taxa de fecundidade total (TFT) e número médio de filhos nascidos vivos, de mulheres de 40-44 anos, por local de residência, região e grau de instruçäo. PNSMIPF - Brasil, 1986 Taxa de Fecundidade Total Ng médio de f~ lhos vivos de 1953-1985(») 1980~582 0-~ anos mulheres de anteriores 40-44 anos é pesquise(H) Bras i l 3,53 ¿,29 3,71 ¿,67 Locsl da Residencie Urbeno 3,04 3,51 3,19 4,04 Rural 5,0& 6,43 5,36 6,&5 Regieo Rio de Janeiro 2,•3 2,71 2,57 3,11 Sæo Peulo 2,90 3,¿B 3,13 5,90 Sul 2,76 3,5e 3,0e ¿,56 Centro-Leste 3,13 3,78 3~22 4,OB Nordeste 5,23 6,¿8 5,¿7 6,3~ Norte-Centro-Oeste 3,5~ 4,0¿ 3,7¿ 5,22 Instruçéo Nenhume 6,¿5 6,95 6,70 6,85 '~Prim~rio Completo 5,D5 5,67 5,23 5,66 Primário Completo 3,1~ ¿,2¿ 3,~6 3,95 /~Pr lmerlo Completo 2,54 2,99 2,6¿ 2,BO (*) Inc lu i ep~oximedemente o l 6 primeiros meses de lgB6. (**) 60 mesee precedentea ~ data de cede entrev iste ind iv idua l , 97 Tabela 3.2 Taxa espec(fica de fecundidade, segundo a idade da mulher na (~poca do nascimento, para o período de 0-29 anos, anterior à pesquisa. PNSMIPF - Brasil, 1986 IDADE NA ~POCA TAXA ESPECÍFICA DE FECUNDIDADE DO NA5CIM£NTO - - (Anos enter io res ~ Pesquisa) 0-¿ 5-9 I0-19 15-19 20-2¿ 25-29 15-19 80,6 8D,9 86,2 76,6 97,7 69,5 20-2& 199,2 220,3 223,3 251,D 2A5,3 25-29 189,3 213,5 2A7,9 276,1 30-3¿ IAO,7 175,1 206,8 35-39 89,9 12&,9 AO-A4 43,3 98 Tabela 3.3 Distribuição percentual de todas as mulheres e mulheres atualmente em união, de 15-44 anos, segundo o número de filhos nascidos vivos, por idade atual. PNSMIPF - Brasil, 1986 Id ide Atual FILHOS NASCIDOS VIVOS 0 I 2 3 ¿ 5 6 7 8 5 10+ Total N O m~~ di O de N filhos nssci ~ dos vi VOS (D W) Totel 15-19 20-2¿ 25-29 30-3¿ 35-39 ¿D-¿¿ Todas as Mu]heres 38,1 l¿,B 15,3 ll,& 6,5 %,5 2,9 2,1 i,¿ i,i B9,5 8,2 1,7 0,6 0»1 0,0 0,0 O,O 0,0 O,O ¿9,1 25,7 17,0 5,2 1,4 l,O 0,3 0,2 0,0 0,0 2¿,0 23,0 22,7 15,1 6,9 &,O 2,¿ 1,0 0,¿ 0,3 12,¿ 13,0 23,2 i8,B 11,B 8,7 5,0 2,9 1,¿ 1,6 9,¿ 7,1 17,7 20,0 i¿,3 9,6 7,1 5,2 2,9 2,0 8,8 7,1 13,8 17,2 II,0 9,0 5,7 6,7 6,2 &,@ Mulheres stualment~ casadas ou em uni~o 1,9 i00,0 5.892 0,2 O,O i00,0 1.313 0,1 O,O I00,0 1.166 0,9 0,I I00,0 1.0¿'3 1,9 1,2 I00,0 939 3,0 &,7 i00,0 788 3,B g,7 100,0 6¿2 ¿,7 Total B,5 19 ,1 23 ,& 17 ,~ lO,D 7,D 4,¿ 3,3 2,1 1,7 2,9 iO0,0 3.¿71 3,1 15-19 36,2 4B,5 10,5 ¿,3 0,5 O,D D,O 0,0 0,0 0,0 O,O 100,0 175 O,B 20-2¿ 16,8 59,B 29,1 B,9 2,¿ 1,9 0,6 0,¿ 0,0 O,0 0,0 I00,0 597 1,5 25-29 7,2 2¿ ,8 28 ,7 19,6 9,0 5,2 3,1 1,3 0,6 D,5 0,1 100,0 7¿9 2,& 30-3¿ &,O 11,6 26,¿ 21,1 12,9 iD,l 5,7 3,¿ 1,7 l,g .1,2 100,0 775 3,3 35-55 5,6 5,1 15,5 22,0 15,9 9,8 7,9 5,7 2,S 2,5 5,5 100,0 6¿¿ &,2 *0-¿¿ ~,6 6,1 14,2 18,6 11,5 9,5 5,9 7,7 6,6 ¿,6 10,7 IOD,O 551 5,0 õ O Tabela 3.4 Número médio de filhos nascidos vivos de mulheres alguma vez em união, segundo a idade na primeira união, por tempo decorrido desde a primeira união. PNSMIPF - Brasil, 1986 TEMPO DECORRIDO DESDE A PRIMEI- IDADE NA PRIMEIRA UNIAO RA UNIAD . . . . /¿15 15-17 18-19 20-21 22-2& 25+ TOTAL N # TOTAL ~,5 3,7 3,1 2,8 2,6 2,1 3,1 3,867 0-8 1,0 1,0 1,1 i , I 0,9 i , i l i ] 911 5-9 2,3 2,8 2,3 2,3 2,8 2,2 2,3 956 ID-l¿ 8,5 3,6 3,¿ 3,1 3,1 2,8 3,3 888 15-19 8,9 5,1 8,3 8,1 8,1 3,0 8,3 603 20-24 6,2 6,2 5,0 5,0 8,9 5,5 ~ID 25-29 8,7 6,9 6,2 7,O 128 Tabela 3.5 Distribuição percentual das mulheres de 25-44 anos, segundo a idade na ~poca do primeiro nascimento e a idade mediana, por idade atual. PNSMIPF - Brasil, 1986 Idade atual Sem Idade na época do orimeiro nascimento filhos <15 15-17 I8-ig 20-21 22-24 25+ Total N Idade mediana 25-29 24,0 1,8 11,5 16,7 la,a 20,0 g,l i00,0 1.043 22,4 30-34 12,4 1,5 i0,7 14,7 16,5 23,7 20,5 i00,0 939 22,8 35-39 9,4 i,I ii,4 16,2 19,7 20,I 24,2 i00,0 7BB 22,4 40-46 8,8 2,1 12,4 16,5 17,6 16,¿ 26,1 100,0 642 22,2 õ BRASIL Local de Residência Urbano Rural Região Rio de Janeiro São Paulo Sul Centro-Leste Nordeste Norte-Centro-Deste Instrução Nenhuma <Primário Completo Primário Completo >Primário Completo Idade Atual 25-29 30-3~ 35-39 ~0-~6 22,¿ 22,8 22,ç 22,2 22,9 23,3 22,7 22,~ 21,0 21,6 22,0 21,6 23,8 23,2 2ç,6 23,8 23,2 23,B 22,2 23,0 22,6 21,9 2!,B 21,4 21,9 23,5 23,7 23,6 21,5 22,6 22,2 22,3 21,3 21,B 20,& 20, I 20,3 21,5 20,B 20,9 20,6 20,9 21,7 21,6 20,B 22,2 21,3 21,7 23,9 2~,7 25,0 2~,5 C%Q. CD ~jC~ Cri ~ ~B o~ Z~.O o ~oom O0 (~~ O ~ ~o CD c~ CD Tabela 4,1 Porcentagem de todas as mulheres e das mulheres atualmente em uniäo, de 15A4 anos, que conhecem métodos de planejamento familiar, segundo o método, por idade atual, PNSMIPF - Brasil, 1986 M C T O D O 5 IDADE % conhece % conhece P~lula Ester, Condon Rir=o/ DiU Coito Injeçces [st~r. M~~odos Diafrag=a Bi l l ings algum mé- l lgu~ m~- Fe~in~ Tac~la int~: M~~zu- v~~i - todo tod~ me - na rom:~ li~a nais ~ern@(*} óm To~as @S MUlheres 15-]9 97,2 97,2 95,5 81,B 5g,2 57,7 49,1 38,8 &2,5 37,5 19,3 23,7 17,3 20-2& 99,G 99,& 98,g 92,7 B~,7 76,0 63,6 60,7 5g,6 52,2 29,5 25,3 20,8 25-29 99,B 99,8 gg,5 95,7 BB,O ~-,2 73,[I 6g,5 6{l,2 (52,3 3B,6 2B,8 2%,¿~ 38-3~ gg,8 99,6 99,4 g6,7 89,0 80,4 72,0 72,0 58,4 60,3 38,7 25,7 20,7 35-39 99,8 99,B 99,B g6,2 B6,4 7B,O 68,1 6B,3 53,3 55,6 3B,6 22,4 17,4 &O-&~ 100,0 100,0 99,~ 95,g B3,3 ~5,0 66,1 68,6 47,8 53,8 ~6,B 22,2 iB,l To~ 99,2 99,1 gB,5 ~,2 80,0 7"3,9 6&,3 61,2 53,6 52,6 32,5 26,9 ]9,9 Mulh~£eS Casadas ou em Un ião 1519 100,0 100,0 9B,7 67,5 75,B 6~,8 49,9 58,6 &6,4 33,7 18,4 16,2 16,2 ~}-2& 99,g 99,9 99,4 93,1 85,g 75,3 63,8 69,4 6~,6 50,B 31,9 19,4 19,6 25-29 100,0 100,0 100,0 96,8 89,5 BI,3 71,9 72,7 63,0 62,9 6/3,1 26,4 23,B 30-3% 99,8 99,7 99,7 96,7 88,2 79,5 70,B 72,5 5~,6 59,0 38,6 23,8 19,4 ~5-38 99,8 99,8 gg,8 96,1 B6,2 77,0 66,4 69,5 53,3 55,1 37,0 2.1¿* 15,4 ~¿]-¿¿ i00,0 100,0 99,3 g6,1 8&,5 76,9 6&,9 69,6 ~8,8 53,B 36,5 ~0,7 17,2 Total 9g,9 99,g g9,6 95,4 86,5 77,2 67,1 70,3 57,5 55,9 36,1 22,3 19,1 O 1.313 1.166 I.Q43 939 768 642 5.Q~¿ 175 597 76g 775 644 531 3.¿71_ (') P{lu la , es ter i l i zação femin ina e mascu l in~, condon, DIU, in jeções , m~todos vag ina is e d ia f ragma. õ @= Tabela 4.2 Distribuição percentual das mulheres de 15-44 anos, que conhecem um método, segundo o local onde poderiam consegui-lo (método ou orientação), por método. PNSMIPF - Brasil, 1986 FONTE M ~ T O D O S Pílula Estar. Condon Ritmo/ DIU Injeções Estar. Mét. Diafragma Bii l ings Femin. Tabelm Ma$c. Vagin. Hospital do Governo 0,6 i i ,0 0,2 1,5 ~¢& 0,5 ¿,6 0,6 l.& S~cretari~ Estadual de Saúde 5,0 0,5 1,8 2,0 2,1 1,5 0,3 1,5 1,0 Pr~vid~ncia Social (*) I,~ 17,5 0,3 5,1 6,6 1,6 8,9 I , i 2,9 Médico/Cl~nica/ Hospital Particular 3,0 ¿5,0 O,B 2¿,6 36,¿ 9,9 51,9 7,~ 35,& F~rmécia 80,8 0,2 78,9 1,2 ?,7 68,1 0,3 68,3 21,7 Institui~ões Privada~ 1,0 0,~ O,& 0,3 2,1 0,i 0,2 0,6 i , i Amigos/Parentes 0,5 O,l 0,3 ¿3,0 0,3 0,¿ O,O 0,3 0,5 Outra 0,6 12,0 0,8 13,3 3,8 1,2 7,8 0,6 2,6 Não Sabe 7,I 13,¿ 16,5 9,0 37,5 16,6 26,1 19,6 33,5 Total lOO,O0 I00,00 i00,0 lOO,O lO0,O IOO,O IO0,O lO0,O I00,0 (**) 5.80~ 5.&35 &.711 ¿.353 3.7B6 9.157 3.101 1.91~ i.&67 D,9 2,1 6,8 32,7 1,2 0,~ 20,6 26,6 8,5 i00,0 i.I?i (*) Inclui INAMP5 e Institutos de Previdência Estadual e Municipal. (=') Número de mulheres Que conhecem um método. Tabela 4.3 Porcentagem de todas as mulheres e das mulheres atualmente em união de 15-44 anos, que usam ou já usaram algum método anticoncepcional, segundo o mdtodo, por idade atual. PNSMIPF - Brasil, 1986 % USAM OU J~ USARAM M ~ T O D O 5 IDADE AL~UM M~ M~TODO P~LULA COITO £5TER. CONDON RITMO/ MCTODO5 INDEÇOE5 DIU BILLING6 E5TER. DIAFRAGMA N TODO MODER- INTER FEMI- TABELA VAGINAIS MA5CU- NO (*) ROMP~ NA LINA DO Todas as Mulheres 15-19 12,5 Ii,0 10,3 3,0 O,l 2,1 2,3 0,¿ 0,6 0,2 0,2 0,0 0,i 1.313 20-24 52,8 &9,3 46,0 16,6 3,2 i0,7 9,& 2,3 3,0 i,i 1,4 0,0 0,0 1.155 25-29 75,7 72,8 67,3 23,9 14,g 22,4 16,4 5,8 3,2 2,7 2,6 0,5 0,8 1.0~3 30-34 85,4 81,3 71,5 27,6 32,0 25,0 26,9 6,3 2,2 2,4 1,4 i,i 0,5 940 35-39 Sl,O 70,2 66,3 27,3 37,6 23,2 20,5 5,8 1,5 2,4 O,B i,i 0,4 788 40-44 77,9 70,8 56,0 26,3 34,9 21 ,0 26,4 5,6 0,5 2,1 1,2 0,7 0,0 642 Total 59,6 56,2 &9,7 19,1 17,2 15,9 14,6 &,l 1,9 1,7" 1,2 0,5 0,3 5.892 Mulheres Casadas ou em Uniao 15-19 71,6 65,7 61,9 14,i 1,0 ii',7 16,7 2,5 4,1 1,0 1,3 O,O O,O 175 20-24 84,4 79,5 75,& 26",7 5,4 16,7 14,0 3,8 4,7 l,B 1,8 0,0 O,O 597 25-29 89,9 87,3 81,2 30,0 19,2 28,0 22,0 7,2 3,6 3,4 3,2 0,7 0,6 7RS 30-34 91,9 BO,O 77,3 31,3 36,6 28,0 22,7 7,1 2,4 2,6 1,4 1,4 0,3 775 35-39 85,2 82,5 69,4 28,8 41,6 23 ,3 21,3 5,6 1,4 2,3 0,5 1,4 0,4 644 40-44 81,I 73,2 57,2 26,7 36,4 21,4 2ç,2 6,3 0,6 1,8 1,4 0,8 O,O 531 Total 86,3 82,0 72,5 2B,5 26,9 23,4 21,0 6,0 2,Œ 2,4 1,7 D,B 0,3 3.&7i (*) P~lula, esterilização feminina e masculina, condon, DIU, injeçoes, métodos vaginais e di3fragma. Tabela 4.4 Distribuição percentual das mulheres de 20-44 anos, segundo o número de filhos vivos, quando usaram pela primeira vez algum método anticoncepcional, por idade atual. PNSMIPF - Brasil, 1986 N Q f i lhos na época do pr imeiro uso de métodos Idade Atual 0 I 2 3 ~ + Nunca Usaram Total (*) 20 - 2& ¿8,0 27,& 6,7 1,3 0,6 16,0 100,0 25 - 29 49,0 24,4 7,B 4,4 3,8 10,6 100,0 30 - 34 38,7 26,5 13,0 5,5 8,1 B,2 IDD,D 35 - 39 25,3 26,7 13,6 B,I 12,0 14,4 lO0,O ~0 - ¿¿ 17,6 21,3 10,8 8,7 22,0 19,7 i00,0 TDTAL 36,5 25,3 ID,4 5,6 8,9 13,3 100,D 654 827 B43 736 613 3.673 (*) Inclui rodas as mulheres que usam ou já usaram algum método. Tabela 4.5 Porcentagem de rodas as mulheres e das mulheres atualmente em união, de 15-44 anos, usando algum método anticoncepcional, e distribuição percentual, segundo o método, por idade atual. PNSMIPF - Brasil, 1986 M £ T O D O S IDADE % ATUALMENN E5TER. P~LULA COITO RITMO/ CONDON DIU E5TER. INJEÇ~EO M~TOOO5 BILLINO5 DIAFRAGMA % NAO TOTAL TE Ù5ANDO FEMIN_I INTE_R TABELA HASCU- VAGINAIS USANDO ALGUM MCTÇ NA ROMP~ tINA ATUAL- DO DO MENTE õ Todms as mulheres 15-19 7,? 0,1 6,2 0,6 0,3 0,2 0,! 0,0 0,2 0,0 0,1 0,0 92,3 100,0 1.313 2D-2& 33,2 3,2 22,8 2,5 1,9 0,6 0,5 0,0 1,3 "O,l 0,3 Ol O 56,8 I00,0 1.1~5 25--29 55,6 I¿,9 30,2 2,1 2,6 l,B 1,5 0,5 0,5 0,7 0,6 0,2 &~,6 ICO,O l.O&3 30--36 65,5 32,0 19,3 ¿,B 4,5 2,0 0,9 1,1 0,3 0,2 0,2 0,I 3/+,5 100,0 940 35-39 62,3 37,6 11,9 5,9 3,3 1,0 0,7 I,i 0,1 0,6 C,l 0,I 37,7 i00.0 768 ¿O-4& 60,2 3&,9 I0.0 5,7 6»4 I,i O,B 0,7 0,0 0,7 0,0 0,0 39,8 i00,0 642 Total 43,5 17,2 17,0 3.2 2»8 i,i 0,7 0.5 0,4 0,3 0,2 0,I 56,5 100,0 5.B92 Mulheres Casad@s ou em União 15-19 &~,6 1,0 ¿0,3 l,B 1,3 1,4 0,5 0,0 0,8 0,0 0,5 0,0 52,¿ 100,0 175 20-2¿ 56,I 5,¿ 37,0 4,7 3,2 0,9 0,7 0,0 l,g 0,0 0,3 0,0 45,9 100,0 597 25-29 67,9 19,2 35,9 2,7 2,9 2,3 l,g 0,7 0,5 1,0 0,9 0,0 32,1 iO0,O 769 30-3/* 73,B 36,6 21,9 5,3 4,9 2,3 0,9 l,& 0,3 0,2 0,0 O,0 26,2 100,0 775 35-39 68,9 41,6 13,0 7,2 3~2 1,3 0,5 i,¿ 0,i 0,4 0,1 0,1 31,1 I~0,0 64¿ ¿0-4& 66,5 38,¿ 11,2 6,& 6,9 1,3 0,6 O,B 0,0 0,8 0,0 0,0 33,5 100,0 531 ¥otal 65,8 26,9 25,2 5,0 ¿,0 1,7 1,0 0,8 0,6 0,5 0,3 O,O 36,2 100,0 3.471 ¢o Tabela 4.6 Pqrcentagem das mulheres atualmente em união, de 15-44 anos, usando algum método anticoncepcional, e distribuição percentual, segundo o m¿,todo, por local de residência, região, grau de instrução e pari(Jade. PNSMIPF - Brasil, 1986 M £ T g p O :i USANOO &LGL~q £57(R. PILUL4 COITO AG5T N. CONDON (ST(R. OUTROS ~ N~O U5ANOO TOTAL N M~TOD0 f£H]m~ ZMT[_R PERI~O, MASCU- ( * . ) M~TGDO NA ROHp~ ~A ( t ) LINA DO Brasi l 65.6 26.9 25.2 5.0 ¿.3 1.7 0,8 2.0 34.2 100.O 3.471 Lo¢•1 d, RIsid;ncie Urbano 69.3 30.1 25.1 3.6 ¿*? 1.9 1.1 2.5 Rurml 56.7 18.3 25.2 8.0 3.0 1.1 0.3 0.B Rggiæo Rio de 3•neiro 70.ç 33.0 25~5 2.9 5.4 1.B 0.2 2.0 São Plulo 7~.5 31.4 2~.3 6.? 3.3 3.1 2.¿ 2.2 5ul 74,4 18.3 k1.O 7.7 3.1 1.7 " 0,4 2.1 C•ntro-L••t• ¿],7 25,? 23.5 2,7 E.5 2»Q O,B 2.5 Nordemt• 52.9 24,6 17»3 k,3 ¿,5 0.5 O,Z 1.6 Nor t~-C~-Oest• 62~1 42.0 12.4 2.¿ 2.9 0.5 0.5 1.¿ Nenhum• &?.3 23.B 13»5 ¿.3 1,5 0~7 O,D 1.¿ P£imærio Completo 58.6 26.0 21.2 ?,0 2.5 1.1 0.0 0,9 Pr iOr i • Completo 69.9 29.5 26.2 6.1 4,4 1.7 O.5 1.5 ~ Pri~;r ia Camplato 73.3 26.9 30.3 2,7 6.1 2.¿ l .B 3.1 Pæridsd• O 39.1 0.2 25.5 k,2 5.2 2.1 0,4 1.5 1 ~9.5 3.4 ¿1.4 4.3 5.¿ 2.4 0.0 2.¿ 2 71.2 23.6 28»8 5.2 5.5 2.3 2.3 3.5 3 77.3 47,6 ~g.l k.1 3*2 0,9 Q.? 1.7 k* 63.3 39.4 13~9 6.1 2.7 1.O 0.2 0.5 3Q.? 10D.0 2.515 43.3 IOO.O 956 29.1 1OO.O 365 2E.• 1OO.Q 756 25.6 100,0 ?DO 36.3 100,0 $38 ¿?,1 100.0 913 37.9 100,0 199 52,7 100,0 34¿ 41,¿ 100,0 990 30.1 100.O 710 26,? 100,0 1.¿27 60~9 100,0 227 ¿0,• 100»0 ?11 25.6 10O.O 910 22,? IO0,O 658 36,Z lOO,O 965 (* ) Ritmo/taDelm • Bi) l ings. (Je) OIU, in~,Gõos.e~to~~ne vaGinei| • di•f:•9me. Tabela 4.7 Distribuição percentual das usuárias atuais de anticoncepcionais, segundo a fonte de obtenção de métodos ou de informação mais recente sobre métodos anticoncepcionais, por método. PNSMIPF - Brasil, 1986 Fonte de Obtenção P~lula Esterilização Condon Outros métodos Outros Abst~nencia Feminina clínicos (*) Métodos periódica (,*) (*°*) Hospital do Governo 0,¿ 9,9 0,0 II,B O,O 1,3 Secretaria Estadual de Saúde 2,8 0,i O,O 2,¿ Ç,O 0,8 Previdência Social <****) 0,3 ¿5,3 0,0 5,5 0,0 8,5 Médico/Clinica/ Hospital particulsr 1,3 ¿2,0 O,O 6B,9 O,O 2¿,6 Farmácia 92,7 0;0 98,S l , l 90,2 0,0 Instituições Priv~das 1,2 0,6 0,0 B,l 0,0 0,0 Ami•os/Parentes 0,3 0,0 i,¿ 0,0 2,0 ¿g,7 Outra o,g 2,0 O,O 1,2 3,8 15,1 Totai i00,0 iO0,O IO0,O I00,0 iO0,O I00,0 N 1.002 1.016 63 ?¿ ¿¿ 175 í C') (--) (.) ( . . . . ) DIU. esterilização masculin8 e diafragma. Métodos que requerem um suprimento periódico: métodos vaginais • injeç~es. Tabels/Ritmo e 8illings. Inclui INAMP5 e Institutos de Previdencia Esteduel e Municipal. Tabela 4.8 Distribuição percentual das usuárias atuais da p(lula e da esterilização feminina, segundo a fonte de obtenção do método, por região. PNSMIPF - Brasil, 1986 Fonte Rio de Janeiro p ~ G I O E S S~O PSUlO Sul CentrD- No~ste Norte Certeza- Leste Oeste Hm~ Hoe@ta! do Governo 0,7 0,0 0,0 0,0 2,0 0,0 Secretaria Estadu~l de S~úde 0,7 0,0 0,4 0,0 14,6 1,5 M~nc ia Social (*) 0,7 0,8 0,0 0,6 0,0 0,0 Mé4ico/Cl~nica/~pital PBrticular 0,7 3,2 0,8 0,6 1,0 1,5 ra~ícia 92,9 94,4 95,8 96,2 80,9 97,1 I1%gt ir ulq6es Pr irada S 4,3 0,0 0,8 1,3 1,5 0,0 Amigos/Parentes 0,0 0,8 0,0 0,6 0,0 0,0 ~Jtra 0,0 0,8 2,1 0,6 0,0 0,0 Total 100,0 100,0 I00,0 I00,0 I00,0 I00,0 N 116 211 325 142 176 32 ~m~um~u~nm~~ Hospital do Governo 5,7 0,0 2,9 3,6 29,8 8,1 Pr~videNcia Social (*) 38,6 58,5 44,7 40,5 41,2 40,1 M6dico/Cl {nica /Ho6pital Pa~t icular 49,4 59,5 49,5 52,4 27,7 50,2 InSt ituiç6es Privades 5,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Outre 1,3 2,0 2,9 3,6 l,q 1,5 Total 100,0 I00,0 i00,0 I00,0 I00,0 I00,0 N I~0 248 139 150 256 94 (*) Inclui INAMPS e Institutos de Previdência Estadual e ~nicip~l. 110 Tabela 4.9 Distribuição percentual de todas as mulheres e das que usam ou já usaram o método de abstinência periódica, segundo o conhecimento do per(odo fértil durante o ciclo ovulatório, por grau de instrução. PNSMIPF - Brasil, 1986 £¾oce msis f&cil I N S T R U Ç A O perm enorevidar Nenhum• <Primário Primár[o >Prim~rio Completo Completo Completo Tota l Toda@ es Mulheres Durante a menstruação ¿,3 3t5 3t2 2,¿ 2,9 Logo depois dB menstrueção 35)6 36,5 3¿,i 26,3 29,6 Segunda semana depois de menstruação 15,5 13,7 1B,2 36,2 26,3 POuco mntes do in ic io de menstruaçso g,l g,2 9,7 iO,g I0,2 Em qualquer tempo 11,5 13,0 l&.2 12,6 12,9 Outro 0,8 1,0 0,¿ 0,5 0,6 N~o sebe 23,2 23,2 20,2 13,0 17,¿ TOTAL 100,0 100,0 iO0,O I00,0 lOO,O N ¿33 1.321 1.069 3.070 5.892 Mulheres que us~m ou J~ Os~ram OuT~nte s menstrusçso 0,0 1,3 1,8 0,¿ 0,7 Logo depois de menstruação ¿3,6 ¿6,2 %5,5 22,8 30,6 Segunde semBnB depois da menstruDção 25,9 19,? 31,9 61,2 ¿9,3 POUCO entes do i.{cio d@ menstru@ção 11,6 ¿,6 5,¿ 5,0 5,3 Em quelquer tempo ¿,¿ 15,6 g.B 7,0 B,6 Outro O,O 0,7 0,6 O,l 0,2 Neo sebe l&,¿ ll,g ¿,g 3,¿ 5,2 TOTAL iO0,O lOO,O lOO,O I00,0 100.0 N 31 127 1¿5 586 B88 11t Tabela 4.10 Distribuição percentual de todas as mulheres e das mulheres atualmente em união, de 15J,4 anos, segundo o uso de m6todos anticoncepcionais e a condição quanto à exposição ¿ concepção. PNSMIPF - Brasil, 1986 TODA5 AS MULHERES MULHERES EM UNI~O Atu@lmente u~ando algum método anticoncepcional ~3,5 65,0 Não usando método anticoncepcJonal 56,5 3~,2 Gr~vide/smenorréia 9,6 1¿,6 Subfecunda ¿,2 5,1 Sem atividede sexuml 3~,2 1,6 Smm menstruação 0,7 1,1 Expostas à concepção ( ' ) 7,B 11,7 TOTAL 100,0 100,0 N 5.B92 3.¿71 (*) Fecunda, menstruando ou ovulBndo e sexualmente 8tiva (ver cap~ fu lo 2, peru maioreB detalhes). 112 Tabela 4.11 Porcentagem de mulheres de 15-44 anos, expostas à concepção (*) e que não estão usando mdtodo anticoncepcional, segundo o estado civil, por local de residência, região e grau de instrução. PNSMIPF - Brasil, 1986 ç@TAO0 GIVIç Atualmente Al9ume vez Nunca TOTAL @m UnlBO em unlao em uni~o Bresil 11,7 ¿,6 1,6 7,@ Local de Rosid~ncis UIbano 9,9 5,B 1,6 6,5 Rural 15,0 10,I i ,¿ 10,e Região Rio de JoneiIo B,ç 3,2 2,g 6,1 530 Paulo B,? g,B l ,B 6,2 Sul 9,¿ 3,6 I , I 6,~ Centro-Leste II,¿ 3,~ 0,3 7,0 Nordeete 15,7 3,6 1,B 9,9 Norte-Centro-Oe~te 13,1 ~,0 2,5 B,9 Instrução Nenhume 17,0 I0,I 0,0 I¿,5 <Primário Compluto 15,¿ 3,0 2,5 12,2 Primírio Completo e,e 6,7 1,5 6,7 ~Pr imár io Completo 8,~ 3,S 1,5 ¿,B (*) Ver definição no Capítulo 2. 113 Tabela 4.12 Distribuição percentual das mulheres atualmente em união, expostas à concepção e que não estão usando método anticoncepcional, segundo razões declaradas para o não-uso, por idade atual. PNSMIPF - Brasil, 1986 RAZ~ES IDADE AIUAL lodas as mulheres <30 30+ Deseja engrav idar ~D,¿ 15,5 27,9 Medo da e fe i tos co la tera i s 19,1 17,3 18,2 Não quer/não gosta 7,9 21,6 l&,B Não pode ficar grávida ( ') 8,3 17,5 12,9 Acessibilidade 4,0 5,0 ~,5 Condiçoes financeiras 2,& 2,8 2,6 Raz~es religiosas D,O 3,1 1,5 Medo da an•iconcepção 0,6 1,3 l,O Marido n~o permite 1,5 0,¿ 1,0 Outra 15,B 15,5 15,6 Tota l IDD,O iDD,O lOD,O N 203 20& ¿D7 (*) Declaraçao fe i ta pe la própr ia ent rev is tad8 (ver texto para d i scus ,ão). 114 Tabela 4.13 Distribuição percentual das mulheres atualmente em união e que não estão usando método anticoncepcional, segundo a intenção de uso, por condição quanto à concepção. PNSMIPF - Brasil, 1986 CONDIGNO OUANTO A CONC[PC~O Intenção de uso Grávide/ Subf~ Sem ativid~ Sem menso Çxpostas Amenor- cunda de sexuel truaçao a~conce~ s . Te lO Çeo Totsl Pretende usar nos próximos 12 meses 65,3 3,1 39,~ 22,5 30,3 ~1,5 Pretende usar no futuro 11,7 9,5 9,9 10,2 26,2 16,1 Indec isa qu~~ to 80 uso ~,¿ 0,3 B,5 ¿,¿ 3,8 3,8 Nao pretende usar 18,6 87,1 ç2,¿ 62,9 39,6 38,6 Total I00,0 IDD,O IO0,D lOOpO lO0,O IDO,D N 506 177 57 39 393(*) 1.172 (m) £xclui I¿ casos de usuárias de método, ineficazes (chás, ervas, etc.). 115 Tabela 4.14 Distribuição percentual das mulheres atualmente em união, que não estão usando método anticoncepcional, mas pretendem usar algum método no futuro, segundo o método preferido. PNSMIPF - Brasil, 1986 Método pre fer ido U6o nos pró - Ueu no fu turo Totml ximoB 12 mmeee Ester i l i zação 35,3 ¿3,6 37,6 P{lula 33,3 2~,~ 3O,B Ritmo/Tebelm 7,5 8,7 7,8 InJeçÕee ¿,2 l,g 3,6 Vasectomia D,7 3,~ i,¿ Outro 8,2 5,7 7,5 Nuo Sebe 10,9 12,3 11,3 Totnl lOOtO lOO,O ]00,0 N ¿B6 189 675 116 Tabela 5.1 Distribuiçäo percentual das mulheres atualmente casadas ou em uniäo, segundo o desejo de ter mais filhos, por número de filhos vivos (inclui mulheres atualmente grávidas) - PNSMIPF - Brasil, 1986 DESEJO DE TER N~ DE FILHOS VIVOS TOTAL MAIS FILHOS O i 2 3 4 5 6+ TœF outro f i lho 80,6 69,6 27,1 l l , l 9,8 6,3 3,9 30,6 Indecisa 5,2 5,4 ç,3 3,0 1,8 4,5 3,6 4,0 Não ter ma is 10,5 20,6 41,8 36,3 39,7 52,0 57,i 36,0 Esterilizad• l,O 3,4 26,0 48,3 ¿7,2 36,8 34,¿ 27,7 Não respondeu 2,8 0,9 0,9 1,3 1,5 0,4 0,9 i,i Total i00,0 i00,0 lO0,O I00,0 lOO,O IO0,O I00,0 i00,0 N 227 711 910 657 348 237 380 3.~71 Tabela 5.2 Porcentagem de mulheres atualmente casadas ou em união que não querem mais filhos (inclui mulheres esterilizadas), segundo local de residência, região e grau de instrução, por número de filhos vivos (inclui gravidez atual) - PNSMIPF - Brasil, 1986 N9 DE FILHOS VIVOS 0-i 2 3 4+ Total Local de ResidenciB Urbano 20,2 71,9 87,5 92,9 Rural 23,4 51,9 76,0 83,7 Região Rio de Janeiro 28,8 83,1 88,5 92,1 São PBulo 19,2 68,9 90,8 94,8 Sul 16,3 59,5 84,5 85,7 Centro-Leste 20,8 64,9 ~1,7 83,2 Nordeste 26,7 6&,8 76,8 89,8 Norte-Centro-Oeste 8,5 72,3 94,8 91,2 Instrução Nenhuma 38,4 60,7 74,5 85,5 <Primário Completo 24,5 66,0 77,5 89,~ Primário Completo 25,1 65,8 84,4 89,5 >Primário Completo 17,0 70,2 91,4 92,8 BRASIL 21,0 67,8 84,6 89,2 64,9 62,6 68,4 64,4 56,6 61,9 69,0 68,3 74,4 69,6 66,6 57,0 64,3 118 Tabela 5.3 Distribuiçäo percentual das mulheres atualmente casadas ou em união que desejam um outro filho, segundo o intervalo desejado para uma nova gravidez, por número de filhos vivos (inclui gravidez atual) - PNSMIPF - Brasil, 1986 N" DE FILHOS VIVOS INTERVALO TOTAL DESEJADO O i 2 3 4÷ <i ano 67,0 23,2 IB,B 14,4 26,2 29,5 I Bno 1B,4 16,D l&,6 22,3 15, i 16,3 2 anos 7,2 20,6 19,4 17,6 19,6 17,7 3 anos 3,5 13,6 l&,5 10,9 16,6 12,1 4 anos 1,2 9,6 11,7 9,B 0,8 8,i 5+ anos 1,2 14,6 16,1 21,3 12,6 13»0 Nao respondeu 1,4 2,5 4,9 3,7 ii,i 3,5 Total iO0,O 100,0 100,0 i00,0 i00,0 100,0 N 103 495 246 73 64 1.061 O NAO DESEJA DESEJA FILHO DESEJA FILHO INDECISA QUER ESPAÇAR FILHO APóS ] ANO DENTRO DE ] OU LIMITAR ANO BRASIL 7,D 10,5 ¿2,3 17,5 7,9 N 2.232 750 311 140 2.982 LOCAL DE RESID{NCIA Urbano 5,2 9, I ~2,0 17,2 6,1 Rural l l ,B 13,9 43,0 IB,O 12,¿ REGIAO Rio de Jane i ro ~,6 9 ,5 39 ,¿ * 5 ,7 5ão P~ulo ~,5 &,3 37 ,2 * ¿ ,5 Sul 6,5 8,7 32,7 O,O ?,2 Centro-Lest~ 5,6 10,3 ~3,2 7,ç G,7 Nordeste i i , i 16,7 57,8 27,0 12,& Norte-Centro-Oeste 5,6 18,7 51,3 2~,0 B,O INSTRUÇAO Nenh~m/ 12,2 28,5 51,5 29,g l~,g <Primário Completo ]2,1 I~,5 ~I,9 25,6 12,5 Primarão Completo &,O g,7 37,7 1g,5 5,~ >Primario Completo 2,7 6,g ¿3,6 6,7 ¿,i t,¢l CO "0 Œ X O Ni o N= O O u~ ¢~ 3 ~~.~ o~ I~ '¿~ .~ - -o~~ OqO~' (,Q ~~o ~' =.:~g 9. . '~ o (*) Menos de 20 Casos nao-ponderadoso N~ IDEAL DE FILHOS N 9 ATUAL DE FILHOS VIVO5 O i 2 3 4 5 TDTAL 6+ cz5~ O 3,1 3,4 4,0 4,4 6,4 3,6 4,2 1 6,6 12,3 " 4,2 ¿,B 6,0 6,9 3,7 2 4B,3 ¿6 ,5 45,3 18,0 26,1 30,1 27,1 40,0 3 27,9 26,6 29,1 ¿4,0 12,7 19,3 21,1 2B,0 4 8,9 6,0 9,6 13,4 26,3 B,6 10,3 10,3 5 2,¿ 3,1 3,9 B,O i i ,0 15,2 5,5 4,8 6+ 1,7 1,9 2,B 6,7 i0,¿ 13,4 24,6 5,2 Outras (*) 1,2 0,3 1,0 0,7 I , i 2,7 3,5 1,2 Totel i00,0 100,0 i00,0 i00,0 100,0 100,0 100,0 I00,0 N 2.162 948 1.001 725 381 259 416 5.892 Ng médio ideal 2,5 2,4 2,6 3,2 3,4 3,5 4,0 2,8 3,8 O O ~"0 (@ 6,7 ~p, C¿ • "n~ = D" ~< m ¿D C m Q. <- - .0 N ~ ~B (*) Respostas como: "Deus é quem sabe", "0 que Deus mandar", etc. » IDADE ATUAL 15-19 20-24 25-29 30-34 35-39 40-44 TOTAL Z 3 Local de Residência Urbano 2,5 2,5 2,5 2,8 3,0 3,3 Rural 2,? 2,8 3,0 3,3 3,¿ 5,8 Região Rio de 3aneiro 2,2 2,1 2,2 2,¿ 2,7 2,8 São Paulo 2,5 2,5 2,¿ 2,g 2,9 3,5" Sul 2,6 2,7 2,7 3,0 3,3 ¿,i Centro-Leste 2,6 2,6 3,0 3,2 3,1 3,? Nordeste 2,6 2,7 2,8 3,0 3,2 3,0 Norte-C.-Deste 2,6 2,5 2,7 3,1 3,6 ¿,2 Instrução Nenhuma 2,¿ 2,5 3,2 3,4 3,4 5,7 ~Primario Completo 2,4 2,7 3,i 3,2 3,5 5,6 Primário Completo 2,9 2,8 2,6 3,0 2,9 5,5 <Primário Completo 2,5 2,5 2,5 2,7 2,7 3,2 2,7 3 ,1 2,3 2,7 2,9 3,0 2,8 3,0 3,3 3,1 2,9 2,6 ¢D 3 ~'o Z O mog " - -N3 Ng~ ~I IC I O õ 0~ ¢¿ Brasil 2,5 2,6 2,7 2,9 3,1 3,5 2,B PLANEJAMENTO DO ~LTIMO FILHO NASCIDO VIVO PARIDADE TOTAL I 2 3 ¿+ Planejada * 72,1 57,0 ¿9,8 36,3 5~,2 Não-prevista ** 24,1 30,¿ 30,~ 17,6 2~,6 Não-desejada *** 3,4 i i ,0 19,9 ¿3,4 19,8 Desconhecida D,~ 1,5 O,O 2,8 l,ç Total i00,0 iO0,O lOO,O lOO,O lOO,O N 206 168 105 207 686 3~ ô~=o §~,~ ¡e . . ~ ~~ ~ O CO0~ O "o~o ~'oo . coo o "~~ ~ O O ¿J (*) (**) gravidez planejada: gestação plan~jada e ocorrida na época previs- ta. gravidez não-prevista: gestação desejada mas que deveria ocorrer em uma epoca futura. g[avidez não-desejada: gestagão que r~presenta um excesso em rela- çao ao numero totaI de filhos desejados. 4b Tabela 5.8 Distribuição percentual dos nascimentos ocorridos nos últimos 12 meses anteriores à data da entrevista, segundo o planejamento da gravidez, por local de residência, região e grau de instrução da mãe. PNSMIPF - Brasil, 1986 PLANEJADA NAO-PREVI5TA NAO-DESEJADA DESCONHECIDA TOTAL N BRASIL 5~,2 LOCAL DE RESIDÊNCIA Urbano 58,0 Rural 46,3 REGIAO Rio de Janeiro 70,3 São Paulo ~7,9 Sul 75,3 Centro-Leste ~9,0 Nordeste &B,7 Norte-Centro-Oeste ~ç,3 INSTRUÇÃO Nenhuma 39,~ Primário Completo ~7,0 Primário Completo 61,8 >Primário Completo 60,6 2ç,6 19,B 1,4 100,0 686 24,7 16,1 1,2 100,0 463 24,6 27,5 1,6 iBO,O 223 14,1 15,6 O,D 100,0 53 38,0 12,7 i,¿ 100,0 120 8,6 16,D O,O 1BO,O 109 31,7 19,2 0,0 100,0 93 23,0 25,7 2,7 IO0,O 265 35,0 19,6 1,0 100,0 &6 18,2 38,5 3,8 100,0 83 24,1 27,1 1,7 100,0 205 24,6 13,6 B,O lOO,O 107 26,8 11,6 0,9 iO0,O 291 Tabela 6.1 Perfil demográfico das mulheres esterilizadas, segundo a região, PNSMIPF - Brasil, 1986 TOTAL R3 5P R E G I ~ O SUL CENTRO- N£ NORTE-CENTRO- LESTE OESTE ANO DA E5TERILIZAÇAO 19B¿-1986 31,5 31,6 29,2 26,3 28,6 ¿1,2 25,9 1981-1983 33,3 32,3 36,7 31,1 3¿,5 36,3 2¿,9 1578-1980 19,1 19,6 20,¿ 21,¿ 16,7 15,2 25,9 1975-1977 9,0 8,9 6,8 11,6 12,5 6,6 11,7 ANTERIDR A 1975 7,1 7,6 6,8 11,6 7,7 2,8 11,7 TOTAL 100~0 iO0,O IO0,O lO0,O i00,0 100,0 I00,0 IDADE NA ~POCA DA E5TERILIZAÇ~O ~25 16,1 15,8 l& ,9 9,7 0,3 20,8 30,5 25-29 23,8 27,2 25,2 21,6 2¿,~ 19,0 31,0 30-3¿ 37,7 36,7 39,5 ¿7,6 ¿1,1 32,5 28,9 35-39 18,7 18,6 15,6 18,6 23,8 22,5 8,6 ¿0+ 3,7 1,9 5,¿ 2,9 2,¿ 5,2 1,0 TOTAL I00,0 lOO,O 100,0 I00,0 i00,0 I00,0 I00,0 IDADE MÇDIANA 31,¿ 31,0 91,6 32,¿ 32,1 31,6 28,1 DURAÇÃO DO CASAMENTO ~5 nos 16,8 26.0 15,0 12,6 13,1 15,6 23,9 5-5 œnos 5A,5 3¿,8 60,8 27,2 31,5 33,2 36,6 10-1¿ ~nos 29,2 26,0 27,9 36,9 3¿,5 25,3 27,¿ 15-19 anos 15,1 12,9 10,2 19,¿ 19,0 lg,O 8,6 20 + snos ¿,5 1,3 6,I 3,5 1,8 6,9 3,5 TOTAL 100,0 I00,0 100,0 100,0 lO0,O I00,0 IO0,O PARIDADE NA ~POCA DA ESTERILIZAÇÃO 0-1 3,g 2,5 ¿.1 5,5 3,0 4,2 3,0 2 22t7 ¿1,8 21,8 1~,6 20,2 17,3 29,¿ 3 33,1 31,6 60,I 37,9 36,9 25,5 29,¿ ¿+ ¿0,3 2¿,0 3¿,0 ¿1,8 39,9 55,0 38,1 TOTAL I00,0 lO0,O I00,0 I00,0 I00,0 lO0,O lOO,O N 1.016 130 2¿8 139 150 256 9¿ 125 ~POCA DA TOTAL R E 0 I ~ O ESTERILIZAÇÃO R3 5P SUL CENTRO- NE NORTE- LESTE SENTRO- OESTE m o TODOS ES NA5CIMENT05 NO MOMENTO DO PARTO Cesariana 63,B 65,8 71,~ 75,7 61,9 53,6 53.8 Vaginal 8,~ 3,2 6,8 0,0 11,3 i i ,8 18,3 AT~ ii MESES APóS O PARTO 9,7 i0,8 ç , l 7,8 8,3 15,6 12,2 12 + ME5E5 AP~5 0 PARTO 18,i 20,2 17,7 16,5 i8,ç 19,0 15,7 TOTAL iO0,O 100,0 I00,0 lOO,O 100,0 iO0,O lO0,O N 1.016 150 2¿B 139 150 256 96 50MENTE NASCIMENTOS OCORRIDOS EM HOSPITAIS NO MOMENTO DO PARTE Cesariana 72,1 75,9 80,5 95,¿ 72,8 57,1 60,2 Vaginal II,2 ~,8 8,0 O,O 15,0 15,8 27,7 AT~ ii MESES APóS O PARTO 9,~ 9,6 ç,6 2,3 5,ç 18,5 6,0 12 + MESES APóS O PARTO 7.5 9,6 6,9 2,3 8,7 8,7 6,D T0TAL 100,0 i00,0 i00,0 iOO,O 100,0 i00,0 I00,0 N 559 68 147 59 82 163 ~0 (::,3 §'g o o =o "~~r zo~ 107 ~ ~m Po x) 3 o Q. o Tabela 6.3 Porcentagem de mulheres de 15-44, férteis (*) atualmente em uniäo e que não querem mais filhos, segundo local de residência, região, grau de instrução, número de filhos vivos e uso atual de métodos anticoncepcionais PNSMIPF - Brasil, 1986 % N~O qUEREM MAI5 FILHOS N 52,8 2.257 51,9 1,530 56,5 707 55,5 217 ¿B,5 ¿¿B 523 "3¿2 612 95 BRA5IL LOCAL DE RESIDÊNCIA UFb•no Rural R£GI~O Rio de ~enei ro 58o PlUlO Sul ¿7,9 Cent~o-Leete 52,5 Nordeste 50,0 Norte-Centro-Oeste ~e,o INSTRUÇÃO Nenhume 6B,3 ~Prim~~io Completo 51,3 Primário Completo 55,9 ~Prim~rio Completo ¿1,5 N" DE FILHOS VIVOS 0-1 26,2 2 59,6 3 70,2 ¿+ 85,3 USO ATUAL DE M~TODOS ANTICONCEPCIONAIS Usando 51,6 Neo usando 5¿t6 223 650 6¿5 919 850 597 291 500 1.332 905 ( * / Mulheres f~rteis s~o aquelas n~o-esterilizodas, que tiveram um nascimento ou fizeram uso da anticoncepç¿[o nos (~ltimos 5 anos e rnenstruaram na~ 6 semanas anteriores à entreçista. 127 Tabela 6.4 Porcentagem de mulheres de 15-44 anos, férteis, atualmente em união, que não querem mais filhos e estão interessadas na esterilização, segundo idade, local de residência, região, grau de instrução, número de filhos vivos e uso atual de métodos anticoncepcionais. PNSMIPF - Brasil, 1986 % INTERESSADA N NA £5TERILIZAÇ~O BRASIL 55,3 1.180 IDADE 15-19 50,2 37 20-2& 59,4 18B 25-29 66,8 25Q 30-34 61,4 263 35-39 5~,8 23? ¿O-&¿ 31,2 205 LOCAL DE RESIDÊNCIA Urbano 56,8 794 Rural 52,3 386 REGIÃO Rio de 3~neiro 54,1 120 5~o Paulo 60,5 217 Su l ¿2,5 251 Centro-Leste 62,2 179 Nordeste 55,2 367 Norte-Centro-Oeste 53,5 ¿6 IN5TRUç~O Nenhuma &8,5 152 ~Pr imér io Completo 54,9 398 Primário Completo 56,8 2~9 >Pr imár io Completo 57,4 3Bl N « DE FILHOS VIVOS O-1 ¿7,5 2D6 2 56,0 35& 3 59,N 20¿ &+ 56,3 &16 USO ÆTUAt BE M~TODO5 ANTICONCEPOIONAIS Usando 53,2 6B7 N~O usando 5|,2 ¿ç3 128 Tabela 6.5 Distribuiçãe perceQtual das r@zões declaradas por não terem sido esterilizades, por mulheres férteis, atualmente casadas ou em união, que não querem mais filhos, estão interessadas na esterilização e sabem qnd~ ob~[ informações sobre este método, segu ndo local de residéncia e região. PNSMIPF - Brasil, 1986 RAZOES TOTAL RESIDÊNCIA R E G I A O Urbano Rura l R io de São Su l Cent ro - Nord~~ Nor te - 3~ne i ro Pau lo Les te te C, Oeste Custo mui to e levado 31,8 27,A A3,0 25,9 61,5 37,0 20,8 28,8 3~,0 Pecusa do médico/ S3rreiras institucionais I~,7 l?,l 8,¿ 6,9 23,0 II,0 15,6 13.1 13,2 Med~ de cirurgia/Efeitos colaterais 12,0 12,1 ii,8 17,2 g,2 8,2 9,¿ 16,9 11,3 I n t~nçao d~ realiz@r s esterilização pós-parto lO,B I010 12,7 12,1 10,8 9,6 16,7 7,5 11,3 Espirando que as crianças cresçam I0,I 11,8 5,6 12,1 3,1 16,& 16,7 6,2 11,5 r~lta de Ois~onib[li da~e 7,0 8,3 3,7 ]2,1 6,2 2»7 6,2 9,¿ 7,6 Marido nao permite 6,2 5,7 7,5 5,2 1,5 6»i 8,3 lD,O 7,6 Motivos de saúde 3,5 3,6 3,1 1,7 3,1 Be2 1,0 2,5 3,6 Outras razões &,O 3,9 ¿,i 6,9 1,5 2,7 5,2 5,6 0,0 TOTAL I00.0 i00,0 I00.0 lO0.O i00.0 I00.0 IO0.O I00,0 I00.0 N 508 356 162 ~8 I i0 98 86 I62 25 8 RAZ~E8 i N S T R U ç A o TOTAL NENHUMA <PRIMARIO PRIMARIO >PRIMARIO C0MPLETO COMPLETO - -COMPLETO m~- o ~cmR ~_~.~~ ~'9 -.õ" Custo muito elevado 31,8 33.,9 Recusa do médico/ Barreiras institu cianais I¿,7 15,2 Medo da cirurgia/ Efeitos colaterais 12,0 20,& Intenção de reali- zar a esteriliza- çao pós-perto i0,8 2,9 Esperando que as c~ianças cresçam 10,i 1,7 Falta de disponi bilidade 7,0 7,3 Marido não permite 6,2 14,8 Motivos de saúde 3,5 0,0 Outras razões ¿,0 3,7 TOTAL i00,0 iO0,O 508 &7 38,9 33,0 24,7 ID,8 13,6 18,¿ 12,6 g,3 11,2 g,l i~,I 12,2 9,6 ?,8 14,0 6,3 10,9 5,2 6,6 2,7 5,8 2,0 5,7 4,2 ~,i 2,9 &,3 i00,0 lO0,O i00,0 155 115 191 3 o to o - 'o t~ Qo • -~ Q. ~ o "o to ~m3m3m _ - -©o~=_- - o 3 m : : O . - - . ~ -m O. - m ~Om~.m ¿n ~ t-+ <'~ O m "~, oi 3 ,* O .-, (D (I} m ¢D Tabela 6.7 Distribuição percentual das razões declaradas por näo estafem interessadas na esterilização, por mulheres férteis de 15-44 anos atualmente casadas ou em união e que não querem reais filhos, segundo local de residência e região PNSMIPF - Brasil, 1986 RAZOES TOTAL A[SIO~NCIA R E G I ~ O Urbano Rural Aio de São 5ul C~Ttro- Nordes%e Norte-Centro- ~anairo P8ulo Leste Oeste Mede da c i ru rg ia /e fe i tos co la tera i s 50,7 ¿5,8 Não quer/não gosta 17,0 17,¿ Preferênc ia pO~ métOdOS r~ve~s lve ls l l ,O 13,6 Inf~rteis/~ubfecundas I0,¿ 10,7" Razias religiosas 2,B 1,5 Harido n~o permite 2,2 3,0 Mmrido ~Bi fazer vasectomia 1,2 1,9 Outras ~ez~es ¿,8 6,1 TOTAL I00,0 100,0 N 4¿0 282 59,4 16,2 6,2 10,0 5,0 5,5 0,6 7,7 0,0 0,0 2,5 7,7 100,0 100,0 15e ¿3 32,8 63,A A2,g 39,0 59,3 63,0 17,3 14,5 20,? 12,5 16,B 18,5 11,5 2,4 19,5 23,¿ ¿,2 3,7 17,3 7,3 12,2 7,8 9,6 11,1 0,0 0,0 6,2 4,2 0,0 2,¿ Z,¿ 0,0 1,2 0,0 2,¿ 0,0 6,2 0,0 0,0 7,¿ 2,¿ ¿ ,8 . ¿,8 3,7 100,0 100,0 I00,0 i00,0 100,0 69 111 57 1¿8 13(*) ~') Núme£o de cesos não-ponderados : 25. Tabela 7.1 Distribuição percentual das mulheres de 15-24 anos, segundo o estado civil e grau de instrução. PNSMIPF - Brasil, 1986 IDADE 15-19 20-24 Estado Civil I00,0 I00,0 Nunca em união 85,2 43,9 Alguma vez em união 1,4 ¿,9 União consensual 4,6 10,1 Casada 8,8 41,0 Instrução IOO,O IO0,O < Primário Completo 17,9 21,3 Primário Completo 15,9 17,1 >Primário Completo 66,2 61,6 N 1.313 1.166 132 Tabela 7.2 Porcentagem dos últimos nascimentos reportados por mulheres de 15-24 anos como não-planejados (*4 segundo a paridade, por estado civil PNSMIPF - Brasil, 1986 Nãe-planejada N PARIDADE Atua lmente em Nunca cru Atua lme~te em Nunca em unza@ un lao un ião un lao 1 (**) 26,9 66,3 347 91 2 ~¿,0 59,5 200 3+ 50,B 136 21 TOTAL 36,7 65, O 683 112 @ (*) Exclui t res casos dos quais ~e desconhecia o planejamento (**) Inc lu i gravidez a tua l . Tabela 7.3 Porcentagem dos primeiros nascimentos que foram concebidos pré-maritalmente, segundo a idade da primeira união. PNSMIPF - Brasil, 1986 IDADE DA PRIMEIRA UNI~O ~POCA DO NASCIMENTO Antes da Pr imeiros 7 meses união de união Total de concepções pré-maritais TOTAL 8,0 26,1 34,1 56A <15 0,0 iA,l 14,i A3 15-19 6,0 28,4 3&,& 412 20-24 I8,A 22,3 AO,7 109 Tabela 7.4 Porcentagem de mulheres de 15-24 anos de idade que reportaram a primeira experiência sexual pré-marital, por local de residência, região e grau de instrução. PNSMIPF - Brasil, 1986 IDADE ATUAç IOIAL N 15-19 20-2¿ BRA5IL 13,g 36,5 2&,5 2.A79 LOCAL DE RESIDÊNCIA Urbano 1~,7 38,3 26,0 I.BSg Rufe1 11,8 30,7 20,2 620 REGI~O RiO de JBneiro 13,6 56,1 25,¿ 228 F~o P~UIo ]5,1 61,5 27,5 556 5ul 16,2 39,8 2B,1 ç77 CemtFo-Leste 7,8 23,g ]5,0 560 Nordeste 1A,2 35,2 23,6 700 Norte-Cemtro-Oeste 17,7 5g,c 2B,C 157 IN5TRUÇAC Nenhuma 25,0 ¿1,9 5~,2 7g ~Primário Completo 27,5 &~,9 36,3 ¿05 Primário Completo 15,3 39,5 27,1 609 ~Primário Completo g,9 32,9 20,& ].5B7 135 Tabela 7.5 Distribuição percentual das mulheres de 15-24 anos de idade, com experiência sexual pré-marital, segundo as idades na primeira relação sexual prd-marital, por idade atual. PNSMIPF - Brasil, 1986 IDADE NA TOTAL IDADE ATUAL PRIMEIRA RELA~AO 15-19 20-2& 12 4,7 7,0 3,7 13 3,5 5,5 2,6 14 9,3 17,8 5,6 15 17,0 26,8 12,8 16 17,3 19,7 16,3 l? ]3,~ 13,0 13,5 18 12,0 7,8 13,8 19 9,2 1,5 12,6 20-24 12,1 0,0 17,2 Desconhecida 1,6 0,9 1,9 TOTAL lOO,O i00,0 i00,0 N 608 182 ¿26 ,136 Tabela 7.6 Distribuição percentual das mulheres de 15-24 anos de idade, com experi6ncia sexual pr6-marital, segundo o parceiro, por idade na primeira relação. PNSMIPF - Brasil, 1986 IDADE NA PRIMEIRA RELAÇÃO PARCEIRO Noivo Namorado Amigo Outro T0TAL N <15 7,6 8&,2 2,8 5,5 IOO,D 106 15-17 15,~ 82,8 1,2 0,7 i00,0 290 1B-ig 28,8 67,3 3,1 0,7 i00,0 129 20-24 35,7 60,7 1,8 1,8 i00,0 73 TOTAL (*) 1g,1 77,2 2,0 1,8 I00,0 608 (*) Inclui 8 casos em que a idade na primeira relaçao sexual pré-marital é ignorada e exclui 1 caso em que a entrevistada recusou-se a dizer quem foi o parceiro. Tabela 7.7 Porcentagem das mulheres de 15-24 anos de idade, com experiência sexual pré-marital, que usaram algum método anticoncepcional na primeira relação, segundo a idade na primeira relação. PNSMIPF - Brasil, 1986 IDADE NA PRIMEIRA % USO DE M~TODOS N RELAÇAO PR~-MARITAL < 15 6,0 ID6 15-17 13,2 290 18-19 2~,¿ 129 2D-2~ 20,1 73 TOTAL (*) i~,9 608 (*) Inblui 8 cssos cuja idBde na primeirs relaçao é ignorada. la@ Tabela 7.8 Distribuição percentual das mulheres de 15-24 anos de idade, que usaram algum método anticoncepcional na primeira relaçäo sexual pré-marital, segundo o método usado, por idade na primeira relação. PNSMIPF -- Brasil, 1986 M~TODO USADO IDAOE NA PRIMEIRA RELAÇÃO P~lu le Coito Ritmo/ Condon Rét, Outros PR~-~AAITAL InteÇ tobele va?~ romp~ n81s do TOTAL N ~18 42,1 2¿,2 26,8 5,7 0,0 1,1 lOO,O ¿5 10-2¿ ~5,9 27 ,0 10 ,¿ 2,0 3,T 3,0 190,0 ¿5 TOTAL (* ) 4¿,5 25,¿ 22,¿ 3,6 1,9 2,0 100,0 91 O (*) Inclui 1 caso cuJa id8de nm primeira relaçœo sexual pré-meri~al é ignorodo. ~_q RAZ~ES TOTAL IDADE NA PRIMEIRA RELAÇAO SEXUAL < 15 15-17 18-19 20-2ç Não esperava Cer relações Não conhecia métodos Achava que não podia engravidar Não quis/não gostava Desejava engravidar Ru~m para a s~úde Nã'o sebia onde obter Parceiro era contra o uso Outras razões TOTAL N &l,& 32,5 38,7 52,& 29,2 ¿0,2 32,7 18,8 B,O 6,0 7,¿ 7,2 6,2 6,¿ 5,5 7,1 6,1 7,B 5,2 6,2 &,3 1,9 ¿,6 5,8 l,D 0,5 l,& 0,0 0,6 C,O I,I 0,5 3,1 ~,6 3,5 1,9 IDO,O lOO,O iDD,O iOO,O &99(*) 95 2&& 95 o~ ~-m c X 12,¿ m_mc ¢~ ~ coz 15,8 70 , O 3 - - B,« Z =.~o- _~~. ~. ~ == -n-'e'~ 3 8 '~ O" 2,ç "= ~--0 ,', m _==.~=o~- ~0 ~ _~+. o. 1,5 O0 Õ o ~" o) - ~-o i o0 ,0 c _(2. 3 o .o c: °~~ 58 ~- - O. f0 .,0 Q- ¢D (*) • Exclui 6 mulheres que foram vio lentadas n~ pr imeira re lação sexual e 12 mulheres que nao responderam a questao, e inclui 6 mulheres ruja idade na pr imeira re lação sexual pré-mar i ta l é ignorada. Tabela 7.10 Porcentagem de mulheres de 15-24 anos de idade, não-unidas, com experiência sexual e que reportaram relações sexuais nas últimas quatro semanas, e porcentagem destas mulheres usando anticoncepcionais. PNSMIPF - Brasil, 1986 IDADE % SEXUALMENTE N % USANDO ANT~ N ATIVA CDNCEPCIONAI5 15-19 ~9,0 99 28,6 42 20-2~ 36,8 142 66,¿ 57 TOTAL 41,1 2~2 52,¿ 99 141 Tabela 7.11 Distribuição percentual das mulheres de 15-24 anos de idade não-unidas, com releções sexuais nas últimas quatro semanes e usando anticoncepcionai$, segundo o método anticoncepcional usado. PNSMIPF - Brasil, 1986 M~TODO % USANDO P~lule (*) 72,2 InJeçõe9 5,5 Ritmo/t•bela 6,0 Co i to Interrompido 5,2 Condon 3,3 Eo¢er i l i zaç;o 2,7 Mé~odos Vag[neis Z,5 D I U 1,7 TOTAL 100,0 N 52 (o) Fontes de obtençlo da p~lu la : 90,6~ - Farmácia ¿,9% - M~dico par t i cu la r ¿,5% - Setor públ ico 142 Tabela 7.12 Distr~uiç~o percentual das mulheres de 15-24 anos de idade, não-unidas com relações sexuais nas últimas quatro sernanas, segundo a freqü6ncia das relações por idade atua]. PNSMIPF - Brasil, 1986 IDADE FREQUÊNCIA DAS RELAÇOES 1 2 3 ~ 5+ TOTAL N 15-Ig 16,0 34,3 10,2 7,4 32,1 100,0 42 20-24 23,7 25,~ 13,7 13,4 23,8 I00,0 58 ¿ TOTAL 20,5 29,3 12,2 .10,9 2?,1 100,0 99 BRA5IL COSTA CID~D~ DA CIDADE DO PANAMA RICA GUAT£MALA M~XICO (1986) (1986) (1987) (1985) (1984) C) O 3 % de mulheres que reportaram corretamente o perzodo fert i l 22 * da mulheres com exper ienc ia sexual pré-marita l : 15-19 l& IB 20-24 36 ¿i Idade média na im relação 16,6 16,6 % de mulheres que usaram método ant iconcepciona) na im relação 15 M~TODO MAIS USADO P{lula % de mulheres não-unidas, sexua lmente a t ivas e com at iv idade sexual nas ú l t i mas quat ro semanas % de mulheres sexualmente ativas usando método ant iconcepcional 2~ 26 * 12 13 35 39 16 ,7 17 ,D 15 11 22 P{lula ** Ritmo/ a tabela Condon ¿1 26 ** 31 52 55 ** 75 l& 37 16,7 ii P{lula 23 60 ~ O @ @ m. - - »~, g- O ma ~r p~ ¢z @ (* ) Dado inex is tente . ( ** ) Menos de 25 casos . Tabela 8.1 Níveis e tendência da mortalidade em crianças menores de 5 anos de idade, segundo características selecionadas. PNSMIPF - Brasil, 1986 Probabi l idade de Morte (Dor l .OOO cr iencas} lgBl- lgB6 Ig76-IgBD igTl- lg75 Brasil Mortal idade infantil ( lq0) 76 Mortal idade entre I ano mté menores de 5 anos (4q l ) 11 Mortml idede em menores de 5 anos (SqO) 86 Urbano Mortalidade infenti l (iQO) 61 Moctal iOade entre 1 até menores de 5 anos (¿ql) B Mortal idade em menores de 5 anos C5qD) 69 Rura l Mor ta l idade infantil ( lq0) 106 Mortal idade entre i até menores de 5 anos (¿ql) 17 Mortal idade em menores de 5 anos (5qO) 121 Meninos Mortal idade infanzil (lqO} B2 Mortalidade ent re 1 até menore~ de 5 anos (¿q l ) B Morta l idade em menores de 5 anos (SqD) g0 Henin~~ Mortalidade infanti l ( lq0) 70 Mo~t=lidsde ent re 1 até menores de 5 8nos (~q l ) l¿ Mortalidade em menores de 5 anos (5qO) B2 99 lO0 17 25 115 122 95 102 19 22 112 121 10B g7 1¿ 31 « 121 125 « 119 112 21 27 138 136 79 B6 l¿ 2Z g2 10g Es t imat iva beseada em menos de 500 nmecimentoeo 145 r, O O tID Probabilidade de Morte (oor 1.000 crianças 1 lqO ¿ql ,SqO O Bras i l 86 1¿ 99 mo RESIDÊNCIA Z~~~ m O LOCAL DE Urbsno 76 13 8B ~ ~ ~- R~r,l 107 16 121 ~ ~ ~ | REGI~O I ~ - - m=3~ Rio de Janeiro ¿6 lD 56 N m São Paulo 61 1¿ 7¿ Cent ro -Les te 55 5 59 ~m Nordeste 1¿2 23 162 Nor te -Cent ro -Oeste 57 9 65 ~- IN5TRU~~O DA M~E <Primár io Completo 122 20 i¿0 Prlmarzo Completo 75 l l B5 O > Primário Completo 3B 6 ¿3 Tabela 8.3 Diferenciais demográficos da mortalidade em crianças menores de 5 anos de idade, 1976~6 - PNSMIPF - Brasil, 1986 Probabilidade de Morte (por l.OOO crianças) lqO ¿ql 5qO ,,4 BrasiI 86 i~ 99 Idade da mãe na época do nascimento 20 ano@ i03 12 114 20-2~ 77 14 90 25-29 88 12 99 30 anos 88 16 102 Intervalo precedente ao nascimento < 24 meses 136 23 156 24-47 59 i¿ 72 48 meses 52 5 56 Ordem de nascimento i 62 7 58 2-3 74 12 B& 4-6 i00 16 ii¿ 7+ 161 36 191 Tabela 8.4 Número médio de filhos nascidos, sobreviventes e que morreram, e proporção de filhos que morreram posteriormente, segundo idade atual da mãe. PNSMIPF - Brasil, 1986 Idade Atual Número médio de filhos Nascidos Sobre- Mortos v iventes Propotçao dos que morrersM ent~e os filhos nascidos 15-19 0,1351 0,12~6 0,0115 0,0851 20-2& 0,8926 0,8169 0,0757 O,DB&8 25-29 1,9026 1,7309 0,1717 D,0982 30-34 2,9534 2,6306 0,3228 0,1093 35-39 3,B235 3,3907 0,4328 0,1132 40-4~ 4,6575 4,0805 0,5770 0,1239 TnTAL 2,0337 1,8135 0,2202 D,1D83 Tabela 8.5 Distribuição percentual dos nascimentos ocorridos nos últimos 5 anos, segundo o local do pré-natal, por local de resid6ncia, região e grau de instrução. PNSMIPF - Brasil, 1986 % DOS NASCI- LOCAL DG PR~-NATAL TOTAL MENTO5 COM Previdencia Instituições Consultório Outro çONTROLE PR~ 5oc~al governamentais pa¢t icu la r NATAL BRASIL 7~,0 ¿&,l 31,7 tO~AL DE RESIDÊNCIA Urbano 85,6 &6,0 26,5 Rural 50,9 37,7 ¿9,2 RE~IAO Rio de 3aneiro 85,0 57,9 11,5 5ão Paulo 92,5 ¿3,9 25,3 Sul 86,~ 62,3 IB,7 Centro-Leste 7ç,O 51,5 18,3 Nordeste 55,1 25,5 5B,B Norte-Centro-Deste 73,9 3&,6 56,2 I~5TRU~~O Nenhuma &6,7 33,5 53,9 <Pr imár io Completo 62,¿ ¿2,? &?,B Primário Completo 78,2 ¿9,B 33,5 ,~Prim~rio Completo 91,7 ¿¿,7 17,8 22,6 1,5 I00,0 3.¿63 26,1 1,3 I00,0 2.307 ii,I 2,1 lOO,O 1.156 50~2 0,~ IO0,O 269 2g,• i,I i00.0 656 16,0 3,0 i00,0 566 28.7 I,¿ I00,0 ¿75 i¿,~ I,¿ lOO,O 1.297 28,5 0,6 ICO,O 199 lO,B 1,8 i00,0 ¿77 7,8 1,8 I00,0 1.08~ 15,~ i»3 i00,0 600 36,I I,¿ I00,0 1.501 Previdência 5ocial Local do Pré-natal Instituições Consultório governamentais particular ~B Sem as- m ~r¢D s i s ten- ~ 3 cia pré z} natal O ~ Ô õ<~ .RASlt «1. , 66 .1 39 .o 16 .6 ~~~ ~. =B LOCAL OE RCSZO~NClA ~~ -.~ ~ Urbano «0,9 67,7 38,1 16,2 ~~~ Ô « Ror,1 «5,8 63,3 ~6,fi 16,6 I ~ ~'R REGIÃO ~ ~'R'o Rio~ de 3aneiro l&,5 21,9 16,7 2,0 ~~ ~ ~~~.m Sao Paulo 37,3 70,3 23,~ O,O ~~~~ ~o ~ ~ Sul 26,5 57,¿ 27,6 12,3 ~~ ~ ~---0 Centro-Leste 6~,5 70,1 66,1 17,0 ~ O Nordeste 68,0 68,« 62,9 19,9 ~ ~~" Norte-Centro-Oeste ¿8,6 67,9 ~6,¿ 11,9 ~~z~ INSTRUÇÃO O m Neohuma 52,6 72,¿ 13,3 12,¿ ~~ <Primário Completo 38,6 67,1 50,9 18,9 " Primário Completo 36,5 59,~ ~8,6 16,& ~~. >Primário Completo ~¿,~ 66,1 37,~ 17,8 Tabela 83 Distribuição percentual dos nascimentos nos últimos 5 anos, segundo o local do parto, por local de resid6ncia, regiäo e grau de instruçâo. PNSMIPF - Brasil, 1986 LOCAL 00 PARTO Hosp i ta l / Previdência Hosp i ta l / • DOMICILIAR maternid£ Social = l{n ice c/assis%~~ a/aes iet~~ de do Oo- partieu- verno laz cia(*) t ia Outro Tota l N~mero de to~ BRASIL 17,6 ¿A,1 18,8 LOCAL DE RESIDÊNCIA Urbano 15,7 53,3 22,8 Rural 21,5 25,6 10,7 REGIÃO Rio de 3eneiro 12,9 59,9 26,0 São Paulo 2,5 65,3 25,2 Sul &,O 56,5 23,1 Centro-Leste ¿,7 56,1 2&,6 Nordeste 57,0 21,5 5,9 Norte-Centro-Oeste 16,0 35,2 26,3 IN5TRUçAO ~enhuma 31,9 26,2 6,¿ <Pr imár io Completo 21,9 37,1 8,I Primário Completo 17,3 50,9 16,3 >Pr imár io Completo g,o 53,A 33,¿ 1¿,1 2,5 3,0 100.O 3,¿63 5,7 1,3 1,2 100,0 2,307 30,8 ¿,8 6,7 i00,0 1.156 0,9 0 ,0 0 .3 100,0 265 0,8 1,0 h,9 lOO,O 656 6,¿ I,¿ 8,I lOO,O 566 9,¿ &,3 0,9 100,0 ¿75 28,0 5,& 1,2 100,0 1.297 17,9 2,9 1,7 i00,0 199 2R,5 A,6 2,R IUO,O &?7 2&,A ¿,9 5,5. 100,0 I.O£¿ 8,3 i,I 6,1 I00,0 600 2,8 0,2 i,2 100,0 1.302 ( • ) Pr incipalmente, com parteiras. Tabela 8.8 Porcentagem dos nascimentos ocorridos em hospitais nos últimos 5 anos, cujo parto foi por cesariana, segundo o local de residência, região e grau de instruçäo. PNSMIPF -- Brasil, 1986 % PARTOS POR CESARIANA TOTAL BRASIL 31,6 2.86¿ LOCAL DE RE5ID~NOIA Urbano 35,3 2.1¿0 Rura~ 20,5 72¿ REGIÃO Rio de Janeiro ¿3,2 267 S~o PauIo ¿3,2 636 Sul 29,3 511 Centro-Leste 3¿,¿ ¿10 Nordeste IB,6 88¿ Norte-Centro-Oeste 37,0 156 INSTRUÇÃO Nenhuma 19,1 317 <Primário Completo 20,2 75¿ Primário Completo 27,¿ 532 >Pr imário Completo ¿3,3 1.261 Tabela 8.9 Porcentagem de crianças 1-59 meses de idade que receberam vacinas BCG, tr(plice, contra sarampo e pólio, de acordo com o certificado de vacinação, segundo a idade. PNSMIPF - Brasil, 1986 % COM CERT~ BCG TRÍPLICE POLIO FICADD UMA DUAS TR~5 UMA DUAS TR{8 DOSE DOSES DOSES DOSE DOSES DOSES SARAMPO N IDADE I 5 meses 6 i i meses 12 23 meses 2& 35 meses 36 &7 me~es &8 59 meses BRASIL ¿6,9 59,5 69,7 21,3 1,3 88,3 26,8 1,9 1,9 292 70,6 71,1 89,3 80,2 50,5 97,5 83,2 56,1 27,5 315 7369 7&,6 95,8 87,5 79,8 98,2 92,8 83,6 83,6 578 70,6 73,& 92,2 B8,D 82,7 9¿,5 89,9 85,0 85,0 618 65,1 77,¿ 95,3 92,8 BS,B 85,& 95,ç 90,7 90,7 752 62,9 75,3 83,8 90,2 86,1 96,0 91,3 88,7 88,7 65& 65,2 73,8 92,2 8k,2 75,1 95,8 BB,8 79,2 78,~ 3.205 4~ Tabela 8.10 Porcentagem de crianças de 12-23 meSes de idade que receberam vacinas BCG, tríplice, contra sarampo e p61io, de acordo com o certificado de vacinação, segundo local de residência, região e grau de instrução da mãe. PNSMIPF - Brasil, 1986 % DOM CERTÆ BCG TRÍPLICE ç~LIO SARAMPO FICADO UMA DUAS TRçS UMA DUAS TR{S DOSE DOSES DO~ES DOSE DOSES DOSES LOCAL DE RESIDÊNCIA UrDano 76,3 81,6 97,8 92,& 86,¿ 99,1 96,1 89,8 87,5 389 Rural 60,9 58,9 91,2 76,3 6¿,8 96,7 87 ,B 72,2 7¿,8 189 REGIÃO Rio de Janeiro 6g,B 9C,6 91,9 86,5 81,1 94,6 89,2 BS,B 83,8 ~& São Paulo 62,6 96,5 96,6 94,9 93,0 100,O I80,0 98,2 96,8 116 Sul 76,9 &O,O 100,O 100,0 96,D 100,0 100,0 94,0 90,0 9B Centro -Leste 75,0 87,0 98,6 92,9 87,0 lO0,O 9&,2 85,5 BB,& 82 Nordeste 69,1 66,7 92,9 76,2 63,1 8B,B 89,7 75,8 70,6 215 Norte-Dentro-Oeste 68,6 77,1 9B,D 81,3 6&,6 95,8 83,3 6&,6 61,2 33 IN5TRUÇ~D Denhuma 65,0 59,3 87,3 66,3 52,9 99,0 85,¿ 63,8 75,5 75 <Prim&rio ~ompleto 69,9 71,3 93,8 BO,A 69,2 97,6 89,3 75,7 77,8 159 PIimírio Completo 78,I 77,8 98,9 92,1 85,8 I00,0 94,8 85,8 8&,7 108 >Primário Completo 77,5 79,& 97,9 95,& 90,8 99,3 97,8 9&,6 89,1 235 BRASIL 73,9 7A,6 99,8 67,5 78,8 89,0 93,6 DA,¿ 83,6 578 Tabela 8.11 Porcentagem de crianças de 1-59 meses de idade que receberam vacinas completas BCG, tríplice, contra sarampo e pólio, reportadas pela mãe e de acordo com o certificado de vecinaç¿o, segundo a idade da criança. PNSMIPF - Brasil, 1986 BCG TR~Pç!CE P~çIO 5~R8MRO (A) (B) (0) (A) (B) (C) (8) (B) (6) (A) (B) (0) N IDADE 1-5 meses 10,7 27,9 38,6 0,0 0,6 0,6 0,6 0,9 1,5 0,6 0,9 1,5 292 6-11 meses 11,5 50,2 61,7 &,5 35,7 ¿0,2 5,2 39,6 &&,8 5,2 19,5 28,7 315 12-23 meses 15,1 55,1 70,2 9,9 59,0 68,9 11,7 62,8 7&,l 17,6 61,8 79,¿ 576 2&-35 meses 21,9 51,9 73,B 12,0 5B ,& 70 ,& 16,7 61,B 78,5 23,B 60,0 B3,B 615 36-~7 meses 25,3 50,¿ 76,7 17,5 56,5 73,6 20,8 59,2 60,0 25,9 59,0 8¿,9 752 ~B-59 meses 25,1 ¿7,3 72,¿ 19,6 5¿,i 73,7 23,2 56,1 79,3 30,7 55,8 86,5 65¿ B~A5IL 20,i ¿8.6 68,9 12,6 ¿9,7 62,5 15,5 52,¿ 67,9 20,6 ¿9,9 70,5 3.205 m (A) - Porcenta~em de c~:anças de 1-59 meses de idade que ~~cebersm VaCinas completss t repo~tada pela mseo (B) - Porcentage~ de crianças de 1-5g meses de idade que receberam vacinas completas, segundo o certi f icado de vacinaçao, (C) - Porcenta9em de crianças ~e 1-5g meses de idade que tecebetsm vacinas completas (A+6), Tabela 8.12 Porcentagem de crianças de 12-23 meses de idade que receberam vacinas completas BCG, tríplice, contra sarampo e pólio, reportadas pela mãe e de acordo com o certificado de vacinação, segundo o local de residência, região e grau de instrução da mãe. PNSMIPF - Brasil, 1986 6CG TRÍPLICE POLIO 5ARA~P0 (A) (B) (6) (8) (B) (C) (A) (8) (C) (A) (8) (C) LOCAL DE 8[SIP~NCIA Urbano 15,9 62,2 78,1 11,7 65,9 77,6 13,¿ 68,5 81,5 18,8 66.8 8¿,8 365 Rural 13,5 &O,6 5&,l 6,5 &ç,6 50,9 8,5 68,7 58,8 16,8 51,6 68,& lfi9 REGIAO Rio de 3eneiro 88.3 66.0 9~.3 11,3 56,5 67.9 i i ,5 58,5 69.8 30.2 58.8 68.7 ~& São Paulo l&.5 79.7 9&.8 8,7 76.8 85.5 8.7 81.2 89.9 13.0 75.7 98,7 116 8ul 9,8 38,8 &O.O 18.8 73.8 66,6 12.3 78.3 8&,6 16,9 6g.2 86,1 68 Cem%to-Leste 18.5 65.2 83.7 17.& 65.8 88.6 20.7 6~.I 8&,8 23,9 66,3 90.2 82 Nordes%e ii,9 &6,l 58,0 6,2 &3,6 69.8 9.5 51,0 60,5 14.4 çg,o 63.~ 215 Norte-Centro-Oeste 87.1 58.9 8O,O 18,7 &&,3 68,0 l&,3 ~8,3 58.6 8~.3 58.7 80,0 33 iNSTRU~~O Nenhuma 15,1 38,8 85,6 B,3 3ç,4 ~8,7 10,6 41,¿ 52,0 17,6 49,I 66,7 78 <Primário Completo 15,9 69,8 65.7 8.2 4B.3 56.5 9.& 58.9 62.5 16,7 54.2 70.9 158 Primário Completo 13.7 60,7 74.4 9.1 67,0 78.I ii.I 67.0 78,1 14.8 88,2 81.8 169 >Primário Completo 15.1 61,5 76,6 ii.9 70,3 88.2 i¿,0 73,8 87,3 19.5 69.0 88.5 235 BRASIL 18.I 55.1 70.2 5,5 59.J 66.5 ii,7 62.4 74.1 17.6 61.8 79.4 578 (A) - Porcen%agem de crianças de 12-85 meses de (B) - Porcentage~ de crianças de 12-23 meses de de vacin~çBO. (C) - Porcentagem de criança8 de 18-83 meses de idade que receberam vacinas completBs,reportada pela m~e. idBJe que receberam vacinas completas,segundo o certificado idade que receberam vacinae completas (A+8). Tabela 8.13 Porcentagem de crianças de 1-59 meses de idade, cujas mães reportaram que tiveram diarréia nas últimas 24 horas e nas últimas duas semanas, segundo a idade da criança, sexo, local de residência, região e grau de instrução da mãe. PNSMIPF - Brasil, 1986 % DE CRIANÇAS MENORES DE 5 ANOS DE IDADE QUE TIVENÆM DIARR(IA Nas últim~s 2¿ horas Nas últimas duas semi- nas (') ( * . ) IDADE DA CRIANÇA 1-5 meses 12,3 21,g 292 6-11 meses 9,6 25,3 315 12-23 meses 12,5 26,7 578 2~-35 m~ses 8,3 17,7 615 36-¿7 meses «,3 10,5 7~2 ¿8-59 meses 2,B 8,2 654 5EXO Masculino 7,3 17,2 1.6¿9 Feminino 7,7 16,¿ 1.556 LOCAL DE RESIDÊNCIA Ucbsno 7,1 15,0 2.170 Rurel 6,3 20,6 1.035 R[GI~O Rio de Janeiro 7,7 15,2 255 580 Peulo 5,2 11,0 612 Sul 3,7 1S,6 546 Centro-Leste 8,0 17,4 457 Nordeste 9,7 21,0 1.1~¿ Norte-Centro-Oeste 10,5 20,7 191 INSTRUÇÃO N~nhuma 9~¿ 22,7 ¿2B ~Primár~o Completo 9,6 20,5 971 Pr im;cio Completo 6,9 16,0 555 ~>Primerio Completo 5,4 12,3 1.251 BRASIL 7,5 16,8 3,205 (*) Inclui o período de 24 horas. (**) Número de crianças de 1-sg meses de idade. 157 Tabela 8,14 Porcentagem de crianças 1-59 meses de idade que tiveram diarréia nas últimas semanas, segundo o tipo de tratamento recebido, por idade da criança, sexo, local de residéncia, região e grau de instrução da mãe. PNSMIPF - Brasil, 1986 T|P~ OE TRAT~~NTQ PI¢Otl 50|+ç~O SDZO [n j l ç~+s. ~+WI Ol HO*O~tlo RI*~d~GI ~utr=l ~1 Ol rg2d+ l CIIœI+æ: lær«p++. B[roz 1íz*ç~o Cælæ++ol c++æh + t ,mt l ~~«ar . col~t+mj ++s c~m e+ml+læ~ doæ 014t~lil toao( DA Cm~A~Ç& 1-$ l I * l I 7+4 2,8 11.9 46.7 o+z 2.1 20.~ 13,~ 6~ ~.|1 Impeli |s .9 Q,0 6.1 k l , ç $+s $*3 ~~.~ j$,~ BB 12-23 leses ?.7 3.? 4.? ~s.3 2.1 2.1 13,4 $.? 15k kn+$9 * l l l s 6.0 2.6 S.? 35*5 0+0 0.0 ~8.1 ~4+6 $4 S(XO ml lCU l i+ 8.S 2.0 +.ç 40.ç +.k +.0 20.+ 6*3 +84 Flæim+l~O ~.¿ I .+ J .8 ~+.2 2.2 1.7 ~~)? |++? 2++ LOG~ DE RE5ZD~IICZA Ufba~ |2,3 0,7 ?,1 ~O.ç 3+6 3.2 1S.7 11,¿ ~2E ~ur l l ] , ? 4,0 $.2 47,9 1,? 1.1 1ç,6 8,~ 213 Rio d l ~41~i~I~3 12. I O.Q +.+ 3+*2 +*+ 0*O IQ*+ 14.$ 3ç S~o ~lu|o 30,0 0*0 ~,5 2S,~ Z.5 S,g I?,S 17*$ ¿7 S~I ? , ] )*~ 7,3 20,0 ~~1 $,$ ~S.$ ZS*S 74 mo~ls t l 3,3 2,9 4.0 51.1 1+~ 1+5 17,~ S,S Z41 ~or t I -C I . t ro -O Is t l 10,8 0.0 ~~*8 SS.& Z,4 2,4 15,9 4*8 ;0 I~STRUçIO ~œ~h~~l ?,~ 0.9 $.~ k7*8 O,S 1,4 14.7 5.0 57 ~Pr i læ~iO CO~pI@ta | ,8 3.1 4*k k2,S 2,~ 2,6 21*7 lg*8 199 F @rilæ~í~ COl~llto $.S 2*S k,S &2,| 2+S Z,k 12.3 S. I 8ç ~P+iæ;r io C~l l to 12.1 ~,9 10,4 42,2 5*7 Z,+ 15*8 13, l 154 ~fl~$IL 8+9 2,Q +.k +].¿ 2.ç 2,4 17.2 10,¿ S40 Tabela 9.1 Distribuição percentual da amostra por idade e local de residência - Nordeste PNSMIPF - Brasil, 1986 IDADE AMD5TRA URBANO RURAL o <6 8,8 &l,O 59,0 6 - I I I I ,0 $2,~ ~7,6 12 - 23 19,2 ~2,¿ 57,6 2& - 35 20,1 51,1 ~8,9 56 - ¿7 21,6 52,O &e,o &8 - 59 19 ,& ~9,5 50,5 TOTAL i00 ,0 lOD,O lOO,O N 1.132 550 5B2 Tabela 92 Percentual de crianças de 0-59 meses em cada categoria de desvio-padrão da altura para a idade, por local de residência, sexo, idade, intervalo de nascimento e instruçäo da mãe - Nordeste. PNSMIPF - Brasil, 1986 b£SUlOç.PAO~~£S DO~ STINDIRES Da mCH~I~XOI~BC TOTA L i~mro«t ¢ r i - ~2 -1 .99 • -1 .00 -0 .99 • O.çç l.Og • l . çg ~~ ee'~os O-Sg • TCTAL 20*k 29,0 38,~ 3,2 1.0 100,0 1.132 LO£aL DE R[S~D~NCZ& U?bsno 21,3 28.k 4Si| 3,6 l , k SOGRO 550 R«rol 35.2 29.6 32,C 2.7 O,S 100,G SOZ S£XO Ptmocu l i~ 31.? Z8.9 36.L 3 .0 O.S ]OO,O S6~ Fe=initm 25,7 2ç*l kO,ç 3,3 1,4 ]OO,O 568 IOAOE {meses) ~6 11.0 18,0 6~,0 S.O 3.9 lOO,O 100 6 . 11 |? ,? 31.5 k2*? S*? 2,k 100.0 124 12 . 23 35,0 32,? 29,5 1,9 O,g 100,0 217 24 - 35 29,1 28,2 3g,¿ 3,1 0.0 100,0 22? 36 - ¿7 32*0 Z?.O 36,9 4,1 O.O |O0*O 244 4E . Sç 31,3 31,8 3k,1 1,k l , k lO0,O 220 ~mT[RVJLO DE NRSC$M[NTO Pr i~ i ro F i lho 29,5 2B,6 kS,S k,6 O*B IGO,O 259 ~2 s-o I 36,0 301~ 30k] 295 ~,S IDO,O 432 Z . 3 anos ZS,9 3D,2 39,9 2,8 I ,Z 100,0 32] ~4 ermo 22,5 22,$ k9,2 3,3 2,5 lOO,O 120 I~STmUÇ30 DA M|E * Re~h~ml 41,1 26.3 2ç,2 0,§ o,g lOO,O 219 Prim;rio Incompleto 33,5 32,8 30,1 3,2 0.4 ]80,0 &6ç Pr~w&rio ço~ZI to 18.S 29t1 ;0 ,2 Z , I 2 .1 100 ,0 IL l Primário Completo 15,8 Z3,8 53.7 S,~ 1.3 100,0 ~ç8 • EX¢IO~~~:I S ¢1S09 e~J quo i l • ins tFuç~ da O~W ~ des©onhe¢ids* Tabela 9.3 Percentual de crianças de 0-59 meses com altura/idade < 90% da mediana, por local de resid(]ncia, sexo e idade - Nordeste. PNSMIPF - Brasil, 1986 L0CAL DE RESIDÊNCIA ALTURA/IDADE <90% TOTAL DE CRIANÇA5 SEXO E IDADE DA MEDIANA DE O - 59 MESES % TOTAL 16,2 1.132 LOCAL DE RESIDÊNCIA Urbano 10,5 550 Rural 21,5 582 SEXO Masculino 16,5 564 Feminino 15,8 568 IDADE (meses) < 6 5,0 1DO 6-11 8,1 124 12-23 18,0 217 24-35 17,6 227 36-47 20,5 2&4 48-59 17,7 220 161 mi Tabela 9.4 Percentual de crianças de 0-59 meses, com altura/idade < 90% da mediana, por intervalo de nascimento • instrução da mãe - Nordeste. PNSMIPF -- Brasil, 1986 INTERVALO DE NASCIMENTO/ INSTRUÇÃO DA MAE ALTURA/IDADE < 90% DA MEDIANA TOTAL DE CRIANÇAB DE D - 59 MESES URBANA RURAL URBANA RURAL TOTAL INTERVALO DE NASCIMENTO 10,5 21,5 550 PRIMEIRO FILHO 6,1 13,5 l~B <2 anos 16,5 26,9 i9& 2 - 3 ano9 g,& 19,2 i¿9 >~ anos 5,1 21,3 59 IN5TRUÇ~O DA MÃE * 582 i i i 238 172 61 Nenhuma Primário Incompleto Primário Completo > Primário Completo 23,3 28,3 60 159 16,3 21,B 153 316 9,5 7,0 8~ 57 ¿,3 ii,i 253 &5 * Exc lu ídos 5 casos nos qua is a ins t rução da mãe é desconhec ida . Tabela 9.5 Percentual de crianças de 0-59 meses em cada categoria de desvio-padrão do peso para idade, por local de residência, sexo, idade, intervalo de nascimento e instrução da mãe - Nordeste. PNSMIPF - Bresil, 1986 ~£SV~DS.P~D~~[S DOS STANDAPE$ OQ q~~~/Y~OCB¢ TOTAL I~ue¢o dq ©Ti- ~2 -1.ç9 • -1.00 -~.9~ • ~.99 1.00 • 1.99 ~~ eriça* 0-~9 • TOTAL 12,7 27,1 ~2,1 5,8 1,6 lO0.O 1.13~ LO~&L DE RE$IO~NCI& UrbehQ g,B 25,3 56,3 6.4 2, Z 100,0 SSg Rufei 15*S 30*2 ¿8,1 5,2 1,0 100,0 552 S[XO Rauculi~m 12,k 29,3 51,2 5.9 1.2 ]OD,O 56k Fel{nirm ~3,0 2£.4 ~3,0 5,7 1,9 I00.0 ç6O Z.OAO~ ( Jneu) ~6 S,D ~5,0 62,D 13.9 5,0 100,0 100 6 . 11 10.5 25.6 52.4 ?.3 4,0 109,9 12~ 12 . 23 1B,O 27,2 46,k 5,5 Q,9 100,0 217 2~ . 35 13,2 ~6,~ 52,9 6,G 0,9 159,a 22? 36 . k7 13,5 3Z,O ~ç,6 k,~ a,k lOn.O 264 k8 o 5ç 10,9 32.3 53,2 2,3 1,~ lgO.O 22Q INT[RVAL0 D[ NASCXM(NT0 Priui[¢o Fi lho S,8 23*9 6 l , f l 6,E 1,g 100,~ ~~ç ~2 8~o8 17,« 31,? k5,6 k.~ O,ç 196,~ k3~ Z . 3 or~s 13,1 26,8 53,3 5,9 0,9 100,0 321 ~~ ir, os 9.~ 25,0 51.6 9,~ 5,0 100,~ 12~ Renh~~ ~0,~ 34.2 41.6 ~,~ O*~ 100.0 219 Pr~aerio ~n~o~=le~~ 1k,3 ~1,8 ¿9,0 &.O D,9 lOD*~ &6g Prim~~¿o CO~ple¢o lO,S 23.k fiO,3 4,3 I ,~ 100.~ 1;1 ~Pr~m;~~o Comple2o S*4 19.1 EO,? 11.1 3.7 lOG,~ ~ç~ • EI¢|U~~OS 5 CBmos hos quais • ihltruÇ~o mtte~ns ~ del¢onh~¢~dn. Tabela 9.6 Percentual de crianças de 0-59 meses com peso/idade < 80% da mediana, por local de resid(~ncia, sexo e idade - Nordeste. PNSMIPF - Brasil, 1986 LOCAL DE RESIDÊNCIA PESO/IDADE < 80% TOTAL DE CRIAMÇAS SEXO E FAIXA ETARIA DA MEDIANA DE O - 5g MESES % TOTAL 16,1 1.132 LOCAL DE RESIDÊNCIA U rbBno 12,2 550 Rurel 19,8 582 SEXO Masculino I6,B 56¿ Femin£no 15,3 558 IDADE (Meses) <6 9,0 100 6 - 11 12,1 12¿ 12 - 23 19,8 217 2¿ - 35 1¿,5 227 36 - ¿7 18,0 24¿ ¿B - 59 17,3 220 ~4 INTERVALO DE NASCIMENTO/ INSTRUÇÃO DA MÃE PESO/IDADE <80% DA MEDIANA TOTAL DE CRIANÇAS DE O - 59 Meses URBANA RURAL URBANA RURAL % % TOTAL INTERVAL0 DE NASCIMENTO 12,2 19,8 550 582 Primeiro Filho 6,1 13,5 1~8 111 <2 anos 18,6 23,9 19ç 238 2 - 3 anos 13,¿ 19,2 I~9 172 4 anos 3,~ 16,~ 59 61 INSTRUÇÃO DA MÃE * ~enhuma Primário Incompleto Pr imário Completo >Pr lmar lo Completo 26,7 25,8 60 159 17,6 18,& 153 316 13,1 15,B 8¿ 57 5,1 13,3 253 &5 ~R ~~" ~§~ -~ O ~ OOC ~Z (0 O ~E i A O@ Zo K~ * Exolu~dos 5 casos nos quais a instrução da mae é desconhec ida . Tabela 9.8 Distribuição percentual do estado nutricional das crianças, segundo classificação de Gomez, por local de residência - Nordeste, PNSMIPF - Brasil, 1986 ESTADO NUTBICIONAL URBANO RURAL TOTAL NORMAL 65,6 51,8 57,5 GRAU I 31,0 59,3 35,3 GRAU II ~,7 8,2 6,5 GRAU III 0,7 0,7 0,7 TOTAL 100,0 100,0 100,0 166 Tabela 9.9 Distribuição percentual de crianças de 0-59 meses em cada categoria de desvio-padräo do peso para altura, por local de residência, sexo, idade, intervalo de nascimento e instruçäo da mãe - Nordeste. PNSMIPF - Brasil, 1986 "4 D[SVlOS.pAO~~£S OO~ ST~~D~~[5 DO #g~/~~OICDC TOT~ ~ ~~*ero de ©~i- ~2 -1.99 • -1.00 -0.~9 • 0.99 l.O0 • 1.99 ~2 ançn• O-S9 • O,g lO,O ?2.9 12,~ ] , ] I~~,O 1.132 10,? 71,7 13,1 3.6 100,9 S$~ g,3 7¿ ,0 12.~ 3 ,1 100 ,0 $82 9.2 ?~,9 lk,O 2,7 I0~.0 ~6~ 10,7 72,9 11.B k,2 100,0 S68 1~,0 67,0 1B,~ 4.0 IO0,D 100 9,7 62,9 17,? E,1 100,0 1~4 10)8 EE.2 ]¿,6 2.E 100,0 217 11,4 7S,3 ?.S ] ,E 100,0 227 1~,7 76,6 8,fi ~,7 100,0 Z'4 7,3 75,0 l&*§ 2,~ 100.0 ~20 ?,3 ?k.9 13,9 3,9 100,9 ~59 l~,ç 72,9 12.3 2,S lOO,O k32 10,6 73,2 11,9 ~,k 100,0 321 10*8 67,5 15,9 S,O 100,0 120 ~,7 76,~ 10,9 2;3 lOO,O ~19 11,~ 7~,0 l~,E 3,0 100.0 k59 11,4 ?&,4 11*4 1,~ 190,0 l k l E,? 70,5 IS , I S,? lO0,O 2ç~ ?OTPL U=bw«O 0 ,~ M~rsl 0 .9 5£x0 e t i cu l i«o 1 .2 r •~in i '~o 9 ,$ IOADç (~He~l 6 - 11 1.~ ~6 . 47 O,4 ¿e * ~9 0 ,9 P ; - i . . i l o g i lho o ,o ~2 s~~s 1 ,4 2 - 3 w,'~ol 1319 ~~ snow 0 ,8 II~TRUçlI~ DA Mi l • P r i~ í~ ' io Inc~»~Ie~o 1 ,1 Pz i l i r i~ : Co,~~leto 1 ,4 • E~: lo;~O ~ ~ c l sos ,~* Qoeí9 • i~ l t ru ; ie d* ~;e i d . *conh lc i#| . Tabela 9 .10 Percentual de crianças de 0-59 meses com peso/altura < 80% da mediana, por local de resid@ncia, sexo e idade - Nordeste. PNSMIPF - Brasil, 1986 LOCAL DE RESIDênCIA PESO/ALTURA ~B0% TOTAL DE CRIANÇAS SEXO E IDADE DA MEDIANA DE O - 59 MESES TOTAL 0,5 1.132 LOCAL DE RESIDÊNCIA UrbBno 0,9 5SO Rural 0,2 582 SEXO Masculino o,g 56¿ Feminino 0,2 56B IDADE (meses) < 6 1,0 100 6 - Ii O,B 12~ 12 - 23 i ,~ 217 2~ - 35 0,0 227 36 - ¿7 0,0 2¿~ ~B - 59 O,S 220 I@@ INTERVALO DE NASCIMENTO/ E EDUCAÇAO MATERNA PESO/ALTURA <B0% DA MEDIANA TOTAL DE CRIANÇAS DE O - 59 MESES URBANA RURAL URBANA RURAL % % 3 ~m TOTAL INTERVALO DE NASCIMENTO Primeiro Filho < 2 anos 2 - 3 anos > ~ anos INSTRUÇÃO DA MÂE * Nenhuma Primário Incompleto Primário Completo > Primário Completo 0,9 0,2 550 582 0,0 0,0 lç8 111 2,1 0,0 lgç 23B 0,7 0,6 1~9 172 0,0 O,D 5g 61 3,3 0,6 60 15g 1,3 0,0 153 316 1,2 O,O 86 57 0,0 0,0 253 ç5 ~q m__~. _ _ (@ .~ =~3~ ~~.~~ O ~ i eo ¢D * Exclu~doB 5 casos nos quais a instrução da mãe é desconhecida. ANEXO A: DESENHO E SELEÇAO DA AMOSTRA O desenho da amostra da Pesquisa Nacional sobre Saúde Materno-Infantil e Pla- nejamento Familiar - PNSM1PF, baseou-se num processo probabilístieo de seleção dos domicílios. Para a seleção destes domicflios, foi utilizada uma subamostra da amostra dos setores censitários da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD, do IBGE, atualizada em 1985. Foram excluídos do universo o Estado do Acre, os Territórios do Amapá, Rorai- ma e Rondúnia e as áreas rurais dos Estados do Amazonas, Pará, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás, devido ao dífícil acesso e por apresentarem uma baixa densidade populacional. Segundo o Censo Demográfico de 1980, estas áreas excluídas da amostra representam menos de 5% da população total do País. Para a PNSMIPF foram estabelecídos seis domínios geográficos, descritos a seguir: DOMIIqIO ESTADO Rio de Janeiro São Paulo Sul Centro-Leste Nordeste Rio de Janeiro São Paulo Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul Minas Gerais, Espírito Santo, Distríto Federal Maranhgo, Piauí, Ceará, Río Grande do Norte, Pemambuco, Sergipe, Bahia, Paraíba, Alaguas Norte-Centro-Oeste Amazonas, Pará, Goiás, Mato Grosso do Sul, (somente área urbana) Mato Grosso Devido ao interesse em se obterem estimativas independentes para os seis domí- nios (ou áreas geogr~íficas) e para as áreas rurais e urbanas do domínio do Nordeste, o total da amostra em cada domínio foi estabelecido da seguinte forma: DOMl]qlO TAMANHO DA AMOSTRA Rio de Janeiro 1.200 São Paulo 1.200 Sul 1.200 Centro.Lesta 1.500 Nordeste 2.650 Norte-Centro-Oeste 1.000 O desenho da amostra dentro de cada um destes domínios foí autoponderado, e qualquer estimativa a nível nacional requer que cada domínio seja ajustado com sua ponderação correspondente. Como a seleçffn da amostra da PNSMIPF foi feita utilizan- do-se uma subamostra dos setores censitários da PNAD, algumas características mais importantes do desenho utilizado ser~o mencionadas. (1) O principal objetivo da amostra da PNAD foi proporcionar estimativas de indi. cadores sócio-econ6micos para cada uma das regiOes definidas na pesquisa. Para cada regigo foi implementada separadamente uma amostra autoponderada, estratificada ¢ 170 em estágios múltiplos, a qual não inclui suas principais áreas metropolitanas. Para cada uma destas áreas metropolitanas foi utilizado um desenho com características de sele- ção similares, mas com frações diferentes de amostragem. Neste desenho da amostra, a unidade de área última utilizada foi o setor censitário. Para a amostra da PNSMIPF, em cada domínio (ou área geográfica) o total de domicflios selecionados foi distribuído entre suas regic3es metropolitanas e não-metro- politanas, proporcionalmente aos totais de domicflios estimados no marco da amostra da PNAD em 1985. Com este procedimento, foi estabelecido o total de setores censi- tários a serem selecionados. Em cada domínio, a subamostra dos setores censitários teve que satisfazer a duas condições básicas. A primeka foi a eliminação da variação de amostragem entre as regiões da PNAD, com a finalidade de se obterem domínios autoponderados. A segun- da condição foi a de se ter uma fração da snbamostragem de domicílios dentro de cada setor censitário, a fim de se obter uma média aproximada de 25 domicílios. Em cada região metropolitana ou estado da regiffo não-metropolitana de cada domínio consideraram-se: f* = fração de amostragem total do domínio. p*~ = probabilidade total de seleção do setor censitário na PNSMIPF. P*2 = probabilidade de seleção de domicflios dentro do setor censitário selecio. nado. A condição de autoponderação em cada domínio foi aplicada independentemen- te, dentro de cada uma das suas regiões metropolitanas e em cada estado das suas re- giões não-metropolitanas, da seguinte maneira: f *=P* P*2 =(m* Mi/M)(1 / I * ) onde: m* = Número de setores censitáríos selecionados na região metropolitana ou no estado da região não-metropolitana em consideração, para a PNSM1PF; Mí = Medida de tamanho dada ao setor censitário i-ésimo, determinado na amostra da PNAD e selecionado para a PNSMIPF; M = Medida de tamanho dada à região metropolitana ou estado da região não- metropolitana em consideração na amostra da PNAD; 1"2 = Intervalo de subamostragem de domicflios dentro do setor censitário selecionado. As duas condições básicas, mencionadas anteriormente, foram obtidas de acordo com o seguulte processo metodológico: f* = P* P*2 =(m'Mi / M)(1 /1" ) = (m Mi / M) (m* / m) (1 / I * ) = Pl (m*/m)(1 / I '2) onde: m pl = Número de setores censitários selecionados para a PNAD; = Probabilidade total de seleção do setor censitário na PNAD, semelhante ap*; Para passar da amostra da PNAD para a amostra da PNSMIPF, observa-se que pri- meiro manteve-se a probabilidade total de seleção do setor censitário na amostra da PNAD. Em segundo lugar, selecionaram-se m* setores censitários para a amostra da PNSM1PF, tirados dos m setores censitários da amostra da PNAD. Assim, uma subamos- 171 tra de 25 domicflios em m6dia por setor censitário ficou automaticamente estabelecida pela fração total de amostragem f*. No quadro 1 pode-se observar o número de setores censitários selecionados por região metropolitana e por estado na região n~o-metropolitana em cada domínio, assim corno a fração total de amostragem para cada domínio. Foi possível obter-se uma listagem completa dos domicflios de cada setor censi- tário selecionado, atualizada em agosto de 1985. Finalmente, em cada setor censitário urbano, obteve-se uma subamostragem de domicflios selecionados sistematicamente. O intervalo de seleção foi calculado de acordo com as seguintes etapas: a) O valor p~ foi calculado de acordo com a amostra da PNAD. Deve-se ter em conta que este valor é o produto das probabilidades de seleção feitas em diferentes etapas até o nível de setor censitário. b) O intervalo de seleção sistemática para a subamostragem de domicflios 1"2 foi calculado de acordo com a seguinte expressão: 1" =(p lm* / m f*) Para os setores censitários rurais a seleção dos domicflios foi feita de maneira contínua e a seleção do primeiro domicilio, de maneira aleat6ria. O tamanho da suba- mostra foi calculado de maneíra similar ~ do setor censítário urbano. Nos domicflios selecionados foram entrevistadas todas as mulheres entre 15 e 44 anos de idade. A coleta de informações iniciou-se em maío de 1986 e finalizou-se em agosto de 1986. Num total de 351 setores censitários selecionados, 346 foram cobertos pela PNSMIPF. Estes cinco setores que faltaram pertencem ao domínio do Nordeste e não foram visitados devido a condiç6es de difícil acesso, causadas pelas chuvas e inundações. A amostra da PNSMIPF inclui 8.519 domicflios, nos quais foram identificadas 6.733 mulheres elegíveís para a entrevista. Um total de 5.892 mulheres entre 15 e 44 anos de idade foram entrevistadas. A taxa de resposta das mulheres entrevístadas foi de 88%. As ponderações para cada domínio foram calculadas levando-se em considera- ção o diferencial da fração de amostragem, a taxa de respostas dos domicílios e a taxa de respostas das mulheres em cada domínio. Assím, as ponderaçOes finais foram esta- belecídas da seguinte maneira: DOMINIO FONDERAÇÃO FINAL Rio de'Janeiro 0,82383 São Paulo 1,68502 Sul 1348"}5 Centro-Leste 0,89202 Nordeste 0,88438 Norte-Centro-Oeste 0,47575 172 QUADRO 1 : N(JMERO DE SETORES CENSIT/tRIOS NA AMOSTRA DA PNSMIPF I.egião netropolitana ou estado la região não-metropolitana Amostra da PNAD 1985 Fração de Número de %de do- tmostragem setores(m) micflios estimada Rio (metropolitana!. Rio pond era"d a Rio não-ponderada São Paulo São Paulo ponderada Sgo Paulo não-ponderada DOMI]qlO RIO DE JANEIR 1 / 300 450 78,3 1 [ 300 56 10,3 1 / 300 60 11,4 DOMINIO SÃO PAULO 1 [ 400 447 49,0 1 /400 173 19,0 1 / 400 280 32,0 DOMINIO NORDESTE Maranhão Piauí Fortaleza Ceará (interior) Rio Grande do Norte Paraíba Recife Per nambuco (interior) Alagoas Salvador Bahia Sergipe 1 / 300 I / 300 1 / lO0 1 / 300 1 / 300 1 / 300 1 / 100 1 / 300 1 / 300 1 / 100 1 / 30Ö 1 / 200 161 84 5,7 186 4,7 150 10,2 77 5,3 112 8,1 284 6,7 158 12,1 82 5,7 223 5,6 309 21,9 60 3,6 DOMINIO CENTRO-LESTE Amostra da PNSMIPF Amostra Número d( Fraçí[o de dedomi- setores amostragen cílios es- (m*) perada 940 38 1 / 3.000 124 5 1 / 3.000 137 5 1 / 3.000 588 24 1 / 6.400 228 9 1 / 6.400 384 15 1 / 6.400 2~~'Y~-- ~562 1/3 .000 151 1 / 3.300 124 1 / 3.300 270 11 I 1 / 3.300 140 i 11/3.300 215 1 / 3.300 178 1 / 3.300 321 12 1 / 3.300 151 ~ 1 / 3.300 148 I / 3.300 580 2 3 1 / 3.300 95 ~ 1 / 3.300 Belo Horizonte ~ 1 / 100 330 15,4 231 Mínas Gerais ponderada | 1 / 300 73 10,5 157 Minas Gerais não-ponderada [ 1 / 300 390 54,3 814 Espírito Santo ponderada ] 1 / 300 47 7,2 108 Espíríto Santo não-ponderad~ 1 / 300 40 5,7 86 Dístrito Federal / 1 / 50 159 6,8 102 DOMI~IIO NORTE-CENTRO<)ESTE 9 1 / 3.O00 ! 1 / 3.000 3 1 / 3.000 1 / 3.000 4 1 / 3.000 4 1 / 3.000 Amazonas Belém Pará (interior) Mato Grosso,MatoGrosso do Sul e Goiás 1 / 100 96 11,3 113 5 1 / 1.700 1 / 50 182 10,5 105 4 1 / 1.700 1 / 100 93 11,9 119 5 1 / 1.700 I 1 /150 359 I 66,3 663 26 1 /1.700 I DOMINIO SUL Curitiba Porto Alegre Paraná(interior) Santa Catarína Rio Grande do Su[(íntcríor) TOTA L PAIS 1 / 100 199 8,1 97 4 1 [ 4.400 1 / 100 356 13,5 162 7 1 /4.400 1 / 350 246 29,5 354 14 1 / 4.400 1 / 350 146 19,0 228 9 1 /4.400 1 / 350 228 29,8 358 14 1 / 4.400 8.747 351 173 ANEXO B: ESTIMATIVAS DOS ERROS DA AMOSTRAGEM O principal objetívo da PNSMIPF étornecer estimatívas para um número de variáveis demográficas, de planejamento familiar e de saúde, através de entrevistas do- micíliares, usando-se uma amostra cientificamente selecíonada de uma população defi- nida: a população de mulheres em idade reprodutíva (15-44 anos). As estimativas para estas variáveis, entretanto, estão sujeitas a dois tipos de erros: erros relacionados à amostra e erros não-relacionados à amostra. O erro total é o erro resultante destes dois tipos de erros mencionados acíma, e é a diferença entre a estimativa da variável e o valor real. Os erros que não são provenientes da amostragem são aqueles que persistiríam mesmo se toda a população fosse coberta. Estes erros são devidos a erros nas atividades do trabalho de campo durante a pesquisa. Como exemplo, podemos citar a não-loca- lização e visita ao domicilio selecíonado, problema no preenchimento do questionário pela entrevistadora, erros de codificação e digítação etc. Infelizmente, não é possível medir a extensâo destes erros que não estão relacionados à amostragem e que, certa- mente, afetarão os resultados da pesquísa. Os erros de amostragem são aqueles que resultam da seleção da amostra da po- pulação cru estudo através de um desenho de amostra específico. Estes erros fornecem uma estimatíva de como se obter resultados do comportamento de uma variável espe- cífica repetindo a pesquisa por amostragem com o mesmo desenho. Como o erro de amostragem é uma função do desenho da amostra, ao contrário dos erros não-relacío- nados à amostra, ele pode ser medido. Os erros de amostragem foram computados para a PNSMIPF usando-se o "soft- ware" CLUSTERS, elaborado para ser usado na World Fertility Survey (WFS). Este programa leva em consideração a estmtura vigente da amostra e, em partícular, seu desenho, que é estratificado em estágios múltiplos e em conglomerados. Os resultados gerados pelo "software" CLUSTERS fornecem somente uma estímativa total dos erros de amostragem. O programa não identifica em qual dos estágios do desenho da amostra ocorreu o erro. A tabela B.1 mostra o erro da amostragem para as seguintes variáveis dos vários domínios: popúlaçffo total, urbano/rural, região (para a Região Nordeste urbano/ru- ral) e grupos etários, por períodos de 10 anos. "174 L ISTA DE VARI ,~VEIS PARA AS QUAIS CALCULOU-SE O ERRO DE AMOSTRAGEM Variável[ ~ESI EDUC ~IARR ~ING ~tGEM EXPO E~RES çMEN ~tBST 2CEB qCEB ?REG ~NOW ~SRC ~USE ~USE 2PIL 7FES 2CON SUPA ~W/DR qOMO )ELA DEA Urbana Instrução Prímário Completo ou Menor Atualmente em União Nunca em União Idade na Primeira União Atualmente Exposta Duração da Amamentação (condição atuM) Duração da Amenorréía Pós-Parto (condíção at ual) Duração da Abstinência Pós-Parto , (condição atual) ! Filhos Nascidos Vivos i Fecundidade Passada Completa (filhos nascidos vivos de mulheres de 40-44 anos) Atualmente Grávida Conhece Algum Método Conhece Fonte Um ou já Usou Algum Método Usando Atualmente Algum Método Usando Atualmente Pflula Usando Atualmente Esterilização Feminína Usando Atualmente Condon Usando Atualmente Abstín~ncia Periódíca Usando Atualmente Coito lnterrompido Não Quer Mais Filhos Quer Espaçar Próxímo Nascímento Pelo Menos 1 Ano Número Ideal de Fílhos Indícador Proporção Proporção Proporção Proporção Média Proporção Média Média Média Médía Média Proporção Proporção Proporção Proporção Proporção Proporção Proporção Proporção Proporção Proporção Proporção Proporção Médía População-Base Todas as Mulheres Todas as Mulheres Todas as Mulheres Todas as Mulheres Mulheres Alguma Vez em Uníão Todas as Mulheres Todas as Mulheres Todas as Mulheres Todas as Mulheres Todas as Mulheres Muiheres de 40-44 ano~ i Todas as Mulheres Mulheres Atualmente I em Uníão Mulheres Atualmente em União Mulheres Atualmente em União Mulheres Atualmente em União Mulheres Atualmente em União Mulheres Atualmentc em União Mulheres Atualmente em Uníão Mulheres Atualmente em União Mulheres Atualmente em União Mulheres Atualmente em União Mulheres Atualmente em União Todas as Mulheres (que deram respostas numéricas) As definições das colunas na tabela B.1 são: R = Média ou valor proporcíonal da estimativa; SE = Erro-padrão da estímativa para as varíáveis específicas; = Número de casos não-ponderados, no qual aest imativaébaseada WN , = Número de casos ponderados, no qual a estimativa é baseada; SE/R = Erro-padrão relativo, por exemplo: a razão entre o erro de amostragem e o valor esti- mado ; '175 R - 2SE : Límite inferior com um íntervalo de 95% de confiança; R + 2SE = 'Limite superior com um intervalo de 95% de confiança; DEFT = Valor do efeito estímado do desenho, o qual compensa a perda de precisão que ocor- re quando se usam aglomerados em vez de uma amostra aleatóría simples. Por exem- plo: SE/SER, a razão entre o erro-padrão observado e o esperado, se o desenho da amostragem implementado fosse a amostragem aleatória simples. "4 Tabela B.1. Lista dos erros de amostragem BRASIL R SE N WN DEFT SE/R R-2SE R+2SE REUi .756 .024 5~90.0 5889.9 4.376 .032 .707 .805 AGEH 19 .947 .089 3871.0 3864.7 1 .336 .004 19 .768 20 .126 EDUC .298 .012 5890.0 5889.9 2 .018 .040 .274 .322 MARR .589 .009 5890.0 5889.9 1 .464 .016 .570 .608 S ING .344 .009 5890.0 5889.9 1 .383 .025 .327 .361 EXPO .458 .Ou9 58ç0 .0 5889.9 1 .361 .019 .441 .476 CCEB 2 .033 .047 5890.0 5889.9 1 .426 .023 1 .939 2 .126 C8UR 1 .813 .038 5890.0 5889.9 1 .344 .021 1 .737 1 .889 CDEA .220 .014 5890.0 5889.9 1 .458 .063 .192 .247 NCEB 4 .662 .158 639 .0 641 .5 1 .143 .034 4 .346 4 .978 F'F~EG .O&S .004 5890.0 5889.9 1 .143 .056 .058 .073 KNOW .999 .000 3464.0 3470.1 .000 .000 .999 .999 KSRC .980 .003 3464.0 347O.1 1 .184 .003 .974 .985 EUGE .861ç .0Q8 3464.~ 3470.1 1 .409 .010 .846 .879 CHSE .658 .010 3464.0 3470.1 1 .301 .016 .637 .679 CPI I _ .251 .010 3464.0 3470, I 1 .292 .038 .232 .270 CFES .269 .010 3464.0 3470.1 1 .374 .039 .248 .289 CCON .017 .003 3464.0 3470.1 1 .215 .158 .012 .022 CUPA .043 .004 3464.0 3470.1 1 .204 .097 .034 .051 CWDN ,050 .005 346~.0 3470.1 1 .245 .092 .041 .059 NOHO .64õ .010 3464.0 3470.1 1 .233 .016 .623 .663 BELA .216 .Ou9 3464.0 3470.1 1 .232 .040 .199 .233 IDEA 2 ,800 ~031 5816.0 5B21.2 1 .417 .011 2 .738 2 .861 BRES 9 .178 .374 5890.0 58~g.9 1.124 .043 7 .992 9 .488 AMEN 4 .233 .265 5890.0 5889.9 1 .052 .063 3 .649 4 .708 ABST 2 .990 .232 5890.0 5889.9 1 .107 .087 2 .206 3 .135 CDEA .108 .005 5890.0 5889.9 1 .356 .048 .098 .119 DOMINIO 1 RIO DE JANEIRO R SE N WN DEFT RESI .952 .033 748.0 616.2 4.251 AGEM 21.050 .241 505.0 416.0 1.274 EDUC .178 .022 748.0 616.2 1.558 MARR .592 .019 748.0 616.2 1.052 SING .325 .021 748.0 616.2 1.204 EXPO .511 .018 748.0 616.2 .960 CCEB 1.548 .070 74810 616.2 1.071 CSUR 1.448 .059 748.0 616.2 1.006 CDEA .100 .019 748.0 616.2 1.091 NCEB 3.136 .282 88.0 72.5 1.091 PREG .051 .008 748.0 616.2 1.004 KNOW 1.000 .000 443.0 365.0 .000 KSRC .998 .002 443.0 365.0 1.009 EUSE .923 .014 443.0 365.0 1.066 CUSE .709 .022 443.0 365.0 .996 CPIL .255 .020 443.0 365.0 .968 CFES .330 .029 443.0 365.0 1.317 CCON .018 .006 443.0 365.0 .885 CUPA .054 .013 443.0 365.0 1.170 CWDR .029 .008 443 .0 365 .0 1 .026 NOMO .684 .021 443 .0 365 .0 .972 DELA .192 .020 443 .0 365 .0 1 .050 IDEA 2 .352 .067 742 .0 611 .3 1 .306 BRES 8 .625 1.201 748 .0 616 .2 1 .084 AMEN 3 .755 .832 748 .0 616 .2 1 .034 ABST 3 .755 .832 748 .0 616 .2 1 .034 CDEA .065 .010 748 .0 616 .2 1 .036 DOMINIO 2 RESI AGEM EDUC MARR SING EXPO CCEB CSUR CDEA NCEB PREG KNOW KSRC EUSE CUSE CPIL CFES CCON CUPA CWDR NOMO DELA IDEA BRES AMEN ABST CDEA SAO PAULO R •882 20 .235 .230 .584 •363 .473 1 .¿84 1 .555 .129 3•900 .053 1.000 .987 .927 .735 .243 .314 .031 .033 .067 .644 .223 2 .¿95 9.085 3 .704 2 .¿9& .076 SE • 052 .222 • 024 .021 .019 • 024 .094 • 083 .021 • 365 • 009 • 000 • 005 .012 • 024 • 021 .022 • 008 .010 .010 .022 .019 • 063 • 9&O • 732 .739 .010 N 769. O 490 • O 7¿9. O 769 . O 7¿9. O 769. O 769. O 769 . O 769. O 80 . O 769 . O 449. O 449. O 449 . O 449. O 449 . O 449. O 449. O 449 • O 449 . O 449. O 449 • O 763. O 7¿9. O 769 . O 769 . O 769•0 WN 1295.8 825 .7 1295.8 1295.8 1295• 8 1295.8 1295.8 1295.8 1295.8 134• 8 1295.8 756. ¿ 756. ¿ 756. ¿ 756. ¿ 756 .6 756 .6 756 .6 756 .6 756 • 6 756 • ¿ 756. & 1285.7 1295.8 1295 • 8 1295.8 1295 • 8 DEFT 4.4¿8 1 • 275 1. 573 1. 183 1. 085 1. 332 1. 320 1. 262 1. 225 1. 164 1 .117 • 000 .917 • 988 I . 136 1. 025 1. 008 1.016 1 . 176 • 843 • 967 • 988 1. 208 .971 • 998 1. 174 1• 125 O DOMINIO 3 SUL R SE N WN DEFT RESI .¿33 .075 845.0 1139.7 4.525 AGEM 19.543 .173 573.0 772.8 1.046 EDUC .252 .024 845.0 1139.7 1.¿03 MARR .¿13 .026 845.0 1139.7 1.543 SING .322 .024 845.0 1139.7 1.520 EXPO .508 .023 845.0 1139.7 1.363 CCEB 1.801 .094 845.0 1139.7 1.308 CSUR 1.¿98 .082 845.0 1139.7 1.214 CDEA .103 .018 845.0 1139.7 1.343 NCEB 4.510 .351 96.0 129.5 1.222 PREG .054 .007 845.0 1139.7 .885 KNOW 1.000 .000 518.0 ¿98.7 .000 KSRC .992 .005 518.0 ¿98.7 1.199 EUSE .911 .017 518.0 ¿98.7 1.3¿¿ CUSE .743 .021 518.0 ¿98.7 1.090 CPIL .409 .027 518.0 ¿98.7 1.270 CFES .183 .025 518.0 ¿98.7 1.448 CCON .017 .007 518.0 ¿98.7 1.222 CUPA .031 .009 518.0 ¿98.7 1.163 CWDR .077 .015 518.0 ¿98.7 1.308 NOMO .568 .029 518.0 ¿98.7 1.325 DELA .274 .026 518.0 ¿98.7 1.337 IDEA 2.940 .079 838.0 1130.3 1.390 BRES 9.¿37 1.218 845.0 1139.7 1.203 AMEN 4.187 .795 845.0 1139.7 1.092 ABST 3.589 .732 845.0 1139.7 1.107 CDEA .057 .008 845.0 1139.7 1.182 DOMINIO 4 CENTRO-LESTE R SE N WN DEFT RESI .757 .055 1027.0 916.1 4.078 AGEM 20.411 .240 6¿2.0 590.5 1.527 EDUC .274 .032 1027.0 91¿.1 2.324 MARR .587 .023 1027.0 91b. 1 1.485 SIN8 .355 .019 1027.0 916.1 1.274 EXPO .432 .020 1027.0 916.1 1.278 CCEB 1.899 .098 1027.0 916.1 1.383 CSUR 1.759 .086 1027.0 91&.1 1.328 CDEA .140 .016 1027.0 91&.1 1.161 NCEB 4.050 .310 119.0 10¿.2 1.112 PRE8 .077 .010 1027.0 91¿.1 1.149 KNOW .997 .002 603.0 537.9 1.00¿ KSRC .975 .008 603.0 537.9 1.223 EUSE .882 .017 603.0 537.9 1.316 CUSE .¿37 .026 ¿03.0 537.9 1.329 CPIL .235 .021 ¿03.0 537.9 1.18b CFES .257 .025 ¿03.0 537.9 1.431 CCON .020 .007 ¿03.0 537.9 1.172 CUPA .0¿5 .013 603.0 537.9 1.253 CWDR .027 .008 603.0 537.9 1.1¿8 NOMO .619 .025 603.0 537.9 1.270 DELA .212 .019 ¿03.0 537.9 1.131 IDEA 2.954 .094 1014.0 904.5 1.739 BRES 12.240 .840 1027.0 916.1 .921 AMEN 5.700 .732 1027.0 916.1 1.005 ABST 2.610 .398 1027.0 916.1 .897 CDEA .074 .006 1027.0 916.1 .930 DOMINIO 5 NORDESTE RESI AGEM EDUC MARR SING EXPO CCEB CSUR CDEA NCEB PREG KNOW KSRC EUSE CUSE CPIL CFES CCON CUPA CWDR NOMO DELA IDEA BRES AMEN ABST CDEA R .614 19.5¿3 .454 .576 .346 .405 2.71¿ 2.240 .476 6.34¿ .085 .999 .961 .751 .529 .173 .246 .005 .045 .043 .689 .187 2.835 7.501 3.733 2.6¿6 .175 SE . O51 .176 .032 .018 .016 .014 .128 • 095 .046 .361 .008 .000 .008 • 023 .024 .013 .018 .002 .007 .008 .015 .013 .057 • 568 .365 .301 .011 N 1792.0 1172.0 1792.0 1792.0 1792.0 1792.0 1792.0 1792.0 1792.0 188.0 1792.0 1032.0 1032.0 1032.0 1032.0 1032.0 1032.0 1032.0 1032.0 1032.0 1032.0 1032.0 1761.0 1792.0 1792.0 1792.0 1792.0 WN 1584.8 1036.5 1584.8 1584•8 1584.8 1584.8 1584.8 1584.8 1584.8 16¿.3 1584.8 912.7 912.7 912.7 912.7 912.7 912.7 912.7 912.7 912.7 912.7 912.7 1557.4 1584.8 1584.8 1584.8 1584.8 DEFT 4. 394 1. 347 2. 704 1.514 1. 430 1. 227 1. 649 1.514 1. 699 1.11¿ 1. 253 .000 1. 292 1. 682 1. 528 1. 128 1. 369 .982 1. 046 1.317 1. 066 1. 083 1. 328 1.218 1 • 021 .992 1. 498 DOMINIO 6 N0RTE CENTRO-OESTE R SE N WN DEFT ¿~ RESI 1.000 .000 709.0 337.3 .000 AGEM 18.778 .232 4¿9.0 223.1 1.309 EDUC .261 .030 709.0 337.3 1.845 MARR .591 .025 709.0 337.3 1.347 SING .339 .023 709.0 337.3 1.273 EXPO .461 .024 709.0 337.3 1.296 CCEB 2.197 .145 709.0 337.3 1.511 CSUR 2.001 .130 709.0 337.3 1.529 CDEA .196 .025 709.0 337.3 1.077 NCEB 5.221 .497 68.0 32.4 1.254 P8EG .058 .010 709.0 337.3 1.09¿ KNOW .995 .003 419.0 199.3 1.00¿ KSRC .974 .010 419.0 199.3 1.264 EUSE .800 .030 419.0 199.3 1.547 CUSE .621 .037 419.0 199.3 1.555 CPIL .124 .017 419.0 199.3 1.048 CFES .420 .035 419.0 199.3 1.447 CCON .005 .003 419.0 199.3 .992 CUPA .029 .010 419.0 199.3 1.251 CWDR .024 .007 419.0 199.3 .943 NOMO .¿83 .025 419.0 199.3 1.099 DELA .177 .018 419.0 199.3 .954 IDEA 2.966 .073 698.0 332.1 1.087 BRES 12.782 .959 709.0 337.3 .941 AMEN ¿.&07 .845 709.0 337.3 .998 ABST 4.261 .693 709.0 337.3 .989 CDEA .089 .009 709.0 337.3 .966 BRUPO ETARIO 15 - 24 R SE RESI .750 .027 AGEM 17.594 .103 EDUC .195 .013 MARR .311 .012 SING .¿58 .012 EXPO .231 .010 CCEB .491 .024 CSUR .450 .021 CDEA .042 .006 NCEB .000 .000 PRE8 .080 .006 KNOW .999 .001 KSRC .987 .005 EUSE .816 .017 CUSE .526 .020 CPIL .377 .021 CFES .044 .007 CCON .010 .004 CUPA .031 .006 CWDR .041 .008 N8MO .340 .019 DELA .433 .020 IDEA 2.549 .030 BRES 8.275 .¿ l& AMEN 4.2¿7 .435 ABST 3.845 .457 CDEA .085 .010 N 2486.0 855.0 2486.0 2486.0 248¿.0 2486.0 2486.0 2486.0 2486.0 .0 2486.0 775.0 775.0 775.0 775.0 775.0 775.0 775.0 775.0 775.0 775.0 775.0 2460.0 2486.0 2486.0 2486.0 2486.0 WN 2479.0 847.8 2479.0 2479.0 2479.0 2479.0 2479.0 2479.0 2479.0 .0 2479.0 771.8 771.8 771.8 771.8 771.8 771.8 771.8 771.8 771.8 771.8 771.8 2457.8 2479.0 2479.0 2479.0 2479.0 DEFT 3. 081 1.210 1. 654 1. 305 1. 268 1. 207 1. 307 1.2¿7 1. 083 • 000 1.115 • 947 1. 126 1. 254 1.115 1. 183 1.010 1. 154 .983 1. 187 1. 123 1. 123 1. 170 1. 144 1. 032 1.119 1. 007 GRUPO RESI AGEM EDUC MARR SIN8 EXPO CCEB CSUR CDEA NCEB PREG KNOW KSRC EUSE CUSE CPIL CFES CCON CUPA CWDR PRSR NOMO DELA IDEA BRES AMEN ABST CDEA ETARIO 25 - 34 R .767 20 .174 .306 .769 .158 .620 2 .398 2 .156 .242 .000 .074 .999 .984 .909 .709 .287 .280 .023 .044 .041 .¿77 .640 .211 2.790 8.455 3.967 1.555 . I01 SE .026 .106 .016 .013 .012 .014 .065 .054 .020 .000 .007 .000 .003 .009 .014 .014 .014 .004 .006 .006 016 O14 012 O44 5O5 336 .243 .007 N 1980.0 1676.0 1980.0 1980.0 1980.0 1980.0 1980.0 1980.0 1980.0 .0 1980.0 1522.0 1522.0 1522.0 1522.0 1522.0 1522.0 1522.0 1522.0 1522.0 1052.0 1522.0 1522.0 1961.0 1980.0 1980.0 1980.0 1980.0 WN 1981.2 16¿8.6 1981.2 1981.2 1981.2 1981.2 1981.2 1981.2 1981.2 .0 1981.2 1523.1 1523.1 1523.1 1523.1 1523.1 1523.1 1523.1 1523.1 1523.1 1079.9 1523.1 1523.1 1964.0 1981.2 1981.2 1981.2 1981.2 DEFT 2. 692 1. 187 1. 509 1. 397 1. 430 1.2¿9 1. 424 1. 371 1. 288 .000 1. 121 .000 • 980 1. 161 1. 222 1. 195 1.214 1. 093 I. 165 1. 090 1. 090 1. 164 1. 167 1. 209 1. 065 .951 1. 032 1.214 O~ GRUPO ETARIO 35 - 44 R SE RESI .752 .026 AGEM 21.145 .158 EDUC .465 .020 MARR .822 .012 SING .057 .007 EXPO .628 .016 CCEB 4.200 .109 CSUR 3.702 .091 CDEA .498 .034 NCEB 4.662 .158 PREG .030 .005 KNOW .999 .000 KSRC .969 .005 EUSE .834 .012 CUSE .678 .015 CPIL .122 .011 CFES .402 .018 CCON .013 .004 CUPA .049 .007 CWDR .068 .009 NGMO .846 .011 DELA .080 .009 IDEA 3.253 .065 BRES 10.676 .924 AMEN 4 .616 .647 ABST 3 .345 .597 CDEA .119 .007 N 1424.0 1340.0 1424.0 1424.0 1424.0 1424.0 1424.0 1424.0 1424.0 639.0 1424.0 1167.0 1167.0 1167.0 1167.0 1167.0 1167.0 1167.0 1167.0 1167.0 1167.0 1167.0 1395.0 1424.0 1424.0 1424.0 1424.0 WN 1429.¿ 1348.3 1429.6 1429.6 1429.6 1429.6 1429.¿ 1429.¿ 1429.¿ 641 .5 1429.¿ 1175.2 1175.2 1175.2 1175.2 1175.2 1175.2 1175.2 1175.2 1175.2 1175.2 1175.2 1399.4 1429.6 1429.6 1429.6 1429.6 DEFT 2. 261 1. 176 1. 502 1. 178 1. 124 1.218 1. 309 1.311 1. 161 1. 143 1. 098 .000 I . 043 1. 124 1. 129 I . 159 1. 286 1. 075 1. 058 1. 182 1. 066 I . 083 1. 136 1.015 .961 1. 005 1. 123 URBANO AGEM EDUC MARR SIN8 EXPO CCEB CSUR CDEA NCEB PRE8 KNOW KSRC EUSE CUSE CPIL CFES CCON CULPA CWDR NOMO DELA I DEA BRES AMEN ABST CDEA R 20.132 .220 .5&4 .358 .454 1.805 1.¿24 .182 4.031 .058 .000 .989 .898 .¿93 .251 .301 .019 .047 .038 .649 .208 2.70b 8.811 4.211 3.300 .101 SE .105 .011 .011 .010 .010 .049 • 039 .016 .156 • 004 • 000 • 002 .007 .011 .011 .012 • 003 .005 .004 .011 .O10 .032 .461 .320 .30¿ • 007 N 2898.0 4512.0 4512.0 4512.0 4512.0 4512.0 4512.0 4512.0 478.0 4512.0 2541.0 2541.0 2541.0 2541.0 2541.0 2541.0 2541.0 2541.0 2541.0 2541.0 2541.0 4473.0 4512.0 4512.0 4512.0 4512.0 WN 2857.8 4454.7 4454.7 4454.7 4454.7 4454.7 4454.7 4454.7 474.2 4454.7 2513.& 2513.¿ 2513.¿ 2513.6 2513.¿ 2513.¿ 2513.¿ 2513.¿ 2513.¿ 2513.¿ 2513.¿ 4420.8 4454.7 4454.7 4454.7 4454.7 DEFT 1.351 1.844 1.444 1.364 1.30¿ 1.463 1.339 1.564 1.096 1.142 .000 1.054 1.237 1.184 1.283 1.280 1.217 1.227 1.032 1.156 1.215 1. 356 1. 138 1. 035 1.114 1.458 RURAL AGEM EOU~ MARR SIN8 EXPO CCEB CSUR CDEA N~EB PREG KNOW KSRC EUSE CUSE CPIL CFES CCON CUPA CWDR NOMO DELA IDEA BRES AMEN ABST CDEA R 19.422 .538 .666 .298 .472 2.740 2.401 .339 ¿.452 .091 .997 .955 .770 .567 .252 .183 .011 .030 .080 .626 .239 3 .094 9 .869 4 .274 2 .404 .124 SE .168 .028 .017 .017 .021 .117 .090 . O37 .353 .009 .002 .008 .023 .028 .023 .021 .004 .006 .013 .023 .018 .070 . &42 .474 .327 .010 N 973.0 1378.0 1378.0 1378.0 1378.0 1378.0 1378.0 1378.0 161.0 1378.0 923.0 923.0 923.0 923.0 923.0 923.0 923.0 923.0 923.0 923.0 923.0 1343.0 1378.0 1378.0 1378.0 1378.0 WN 1006.8 1435.2 1435.2 1435.2 1435.2 1435.2 1435.2 1435.2 167.3 1435.2 956.5 956.5 956.5 956.5 956.5 956 .5 956 .5 956 .5 956 .5 956 .5 956 .5 1400.3 1435.2 1435.2 1435.2 1435.2 DEFT 1.298 2.050 1.328 1.377 1.547 1.396 1.244 1.¿13 1.154 1.165 .920 1.242 1.¿88 1.708 1.583 1.¿51 1.269 1.086 1.403 1.418 1.275 1.397 1.095 1.079 1.046 1.441 Anexo C BRASIL P~sQuiSa Sobre Saúde Materno- ~nfanrii e P~anejamenTo ~ "'" t,,cha de Gom~c~ç~o .~" O,lOS(i t r I# l» '~ #j" FICHA D~ DOMIC[L]O 1DENTIFICAÇÀO H~MERO DO DO.IClLIO . . . . . . . REGIÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ESTADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CIDADE OU LOCAL IDADE . . . . . N~MEH0 D~ CONTROLE . . . . . . N~MERO DO SETOR . . . . . . . . . DISTRITO OU MUHICIPZ0 . LOCALIZAçAO . I ÷ UI;BANA - RD RAL ENDEREÇO . . . . . . . . . . . . . . . . VIS ITAS bE DOMIC|LIO DATA . . . . . . . . . }{ORA DA VISITA . . . . . . . . NOME DA ENTREVISTADOHA RESULTADO . . . . . . . . . . . . C~DIGOS DOS RESULTADOS i - Ent rev*ata rea l i zada - N~O tl& HIF na ca~a 3 - Soradore~ au~ente~ 4 - Necu~a to ta l 5 - Domic i l i o desocupado 6 - ULL[ IO NOME I SUP DATA E-- I - - I - [ 1 L 1 [ - -E -T I I I I I F I I (e~l,ec~h~Zue) SUP£RVISO~A i . 1 / C_. NOMKRO DA VIS ITA / / V IS ITA F INAL 3 N' - - - -1 / / / / / / / / i . . . . . i i - - - ] I - - -] N~']HIHI[) DOS QUFJHONAhIOL; L)O DOMIC|L]0 191 192 SUA C~SA FOZ SORTEADA PARA UH& PESQUISA QUE T£H POR F]NALIDAD£ NEL]I0~AR 08 SERVIÇ08 DE 6A~D£ DO ESTADO, Qu¿ntRs pesso&$ ~ora l ness& casa? 01. 02. 03. 04, OS. 06, 07. 06. 09. 10, 11. 12. 13. 14. 15. NOR~RO DE NIFs NOH£R H~HrRO P~ CR]^NÇ^S COH H~NOS D£ 5 ANOS PESSOAS . . . . . . . . . HA$C. FEH. IDADE [:H ARO~ COMPLETOS « [ I li « [ - - [ - - ] « I - -T - - I , « ] f ~ 5 PERGUNTAS E F ILTROS Como a senhora obt6m a agua qu~ us& e~ ~ua c~sa (alatema de abasteclmento)? Que dest ino fi dado aos de - Je to~ Eumanoa ( lezcs )? Tem em $lla Ca~a: Te lev isor? S IM-quantos? RAd io? S IM-quantos? Banheiro? S IM-quamtoa? Aut~mSve l par t i cu la r? S lM-quantoa? Empregada menaa l ia ta? SIN-quantoa? Aspirador de ES? Haqu|n& de lavar roupa? CATEGORIAS DOS C~DIGOS ~fiU A EHCANADA(CO~]HHA) . 01 AGUA ENCANAUA(QUINTAL) . O~ POÇO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03 TERNEIRA FOBL ICA . . . . . . . . . . . Od AÇUDE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 RIO OU R IACHO . . . . . . . . . . . . . . 06 OEHO D '~( iUA/ MINA/CACIMBA . . . . . . . . . . . . . . 07 OUTRO 08 (ESPLC IF I~UE) N~O SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 REDE DE ESGOTO . . . . . . . . . . . . 01 FOSSA S~I)T]CA . . . . . . . . . . . . . . 02 I'OCJf:A R UDIh[INTAk . . . . . . . . . . O~ VALA AEERIA . . . . . . . . . . . . . . . 04 QUALQUER LUGAR . . . . . . . . . . . . 05 OUTRO 06 ( EgPECIF iOU l: ) N~O SAEE . . . . . . . . . . . . . . . . . . g8 N~O SIM : TELEV ISOR . . . . O 1 2 3 4 5 6 , R~DIO . . . . . . . O 1 2 3 4 5 6* BANHEIRO . . . . O 1 2 3 4 5 6+ AUTO . . . . . . . . O 1 2 3 4 5 6+ EMPREGADA . . . O 1 2 3 4 5 6+ ASPIRADOR . . . 0 1 H~QUINA DE LAVAR . . . . . . . O 1 193 194 CoJaboraram com este I raba Jho /en l re out ra$~as segu in tes ins l l (u lçOes : So¢ iedad$ CMI Bem-EstM F lml l la r no Brasi l - - BEMFAM GRUPO de por l Jn len lores p~lra EslUdOS dv Populaça(: • Desenvo lv ;monto - - GPEPiD - - Un ivers idade Federai de Pernambuco - - Un ivers idade Federal do ParanJ Un lvers ldade Feder l l de Senta Maria - - Se¢re lM ia EStJKlUal de S4Udt do Rio Grande do Norte - - Secretaria Es tadua l de Sa¿de da Para~ba - - Ins t i |u lo para o Desenvo lv imento de Recursos - - WlsUnghouse - - Cent ro para o Cont ro le de Doen¢ss i i • ¢ ] d BRASIL P~squisa Sobre Saúde Materno- ~nFanTiL e P~anejamento Familiar questionário ¿ .~ 1986 QUESTIONÁRIO INDIV]I~UAL IDENTIFICAÇÃO N~HERO DO DO•ICILIO . . . . . . . NOMERO D~ LINHA DA MIF . . . N~HERO DO QU£ST IONARIO . . . NOHE DA ENTNEVIST^DA . . . . . [ J J l f I f çL l l - - N~NERO DE CONTROLE . . . . . . . N~NERO DO SETOR . . . . . . . . . VISITAS A ENTREVIST^DA DATA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . / HORA DA V IS ITA NOME DA ENTREVI~TADOR^ RESULTADO . . . . . . . . . . . . . . . CÔDIGO~ DO~ RESULTADOS I - Ent rev is ta rea l i zada - ^usenc Ia ~a N]F 3 - Rec~~a da H IF OU do~ parente5 4 - Outro (espec | f Ique~ I I f I I ç-- f ] ] ./ / N~íHFRO DA VISITA f - -1 / VISITA FINAL N I I --1 --1 NONE DATA $UP£RVISORA COORDEN^DO~^ DIGITADO POR SUFEKVJSOR P .D . 19e SEÇ~O 1 • CARACTER~STICAç DA EH~REVISTADA ~D. PERGUNTAS E F ILTROS CA3EGORIAS DOS C~DIGOS SROSSI COM HORAS . . . . . . . . . AHOTE O TEMPO MINUTOS . . . . . . . . ~ Agora eu gostar ia de Conversar um Rouco com a zenhora: 100 101 I0~ 103 104 HA quaoto tempo a senhora v ive em (NOME DA ZONA RURAL, VILA OU CIDADE) onde morou por ~ l t Imo antes de v iver aqui? CLASSIFIQUE O TIPO DE LUGAR Quando cr lanqa, a ts os 1~ anos de idade, onde ~orava? CLASSIFIQUE O TIPO DE LUGAR Em que mes • Eho n¿SCeU? Ent ;o , quantos anoA ¢ompleLos & SeNhora tem? CONPARE A 103 COR A 104 E SE AS DUAS RESPOSTAS NAO CONFERIREH. QUESTIONE E CORRIJA A QUE ESTIVER ERRADA. ^NOS . . . . . . . . . . [ - - F ~ SEMPRE VIVEU . . . . . . . . . . . . . . 96- NO~E 20r;A RURAL . . . . . . . . . . . . . . . . 1 VILA (SEDE DISTRITAL) . . . . . . C IDADE (SEDE MUNICIPAL) . 3 CAPITAL ESTADUAL . . . . . . . . . . . 4 NOME ZONA RURAL . . . . . . . . . . . . . . . . I VILA (SEDE DISTRITAL) . . . . . . 2 CIDADE (SEDE MUNICIPAL) . 3 CAPITAL ESTADUAL . . . . . . . . . . . 4 N~s . . . . . . . . . . . N~O SARE O K~S . . . . . . . . . . . . . 9~ ANO , çç~~~~~j~~:~-~-~ HÂO SABE O ANO . . . . . . . . . . . . . 9e IDADE EN ANOS f " - - - - '~- - ] COMPLETOS . . . . . ~103 197 N' . PERGUNTAS E F ILTROS 105 B senhora a lguma vez f requentou uma escola? 106 qua l ro l a Olt lma serle «u¢ tO7 fo i C que a senhora cursou ou est& cursando na escola? I CATEGORIAS DOS C¿DIGOS PROSSIGA COM i I SIH . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . % I NXO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 - ~-- lOT I PBIS~RlO 1 . . . 01- - 1 2 . . . 02 | PRINEIRO 3 . . . 03 1~107 GRAU: 4 . .o 04- - J GIN~GI0 S . . o 05- - 6 . 06 7 . . . 07 8 . . . 08 SEGUNDO GRAU: 1 . . . . . . . O? 2 . . . . . . . I0 , 3 . . . . . . . 11 UNIVERSIDADE: I o . . I E J ' -108 2 . . . 13 i 2 . , . 14 4 . , . 15 [ 5 . , . 16 I 6 . , . 17~~ N~O LEMSRA/N~O GABE . . . . . . . 98 - i -107 A aenhora po~e l e r uma caTta ou j o rna l fac~l lmente , COm d i f i cu l - dade OU nao Consegue le r? A senhora costuma l e r jo rna l ou rev i s ta , pe los menos uma vez por semana? FACILMENTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 COM DIFICULDADE . . . . . . . . . . . . . 2 I N~O CO~ISEGGE LER . . . . . . . . . . . 3 -P - I09 NRO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 LO9 B #enhota co~tu~& e~cuçar r~d lo SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . % regu larmente (ao meno~ t r~s vezes por semana)? N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 L I0 A senhofa a~slste te lev l s¿o SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ] regularmente (ao menoa tr~s vezes por ~emana)» N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 198 S; ~!J) 2: ~,Z/:-LLb,iO I CATEGOklAS DOS C6D]G3S Na I 'ERGONTAS E F ILTROS 20S A senhora J~ f i cou grAvlda Alguma vez 9 20t -02 103 : ,34 Z35 3~ ~8 ~9 !I0 A =enhora Leve a lSum filho nascido v vo9 Tem algum f i l ho ou f l lha vivendo com a zenhora? QU~HtOS fllho~ vivem COm a senhora? E qUantas f lhas? SE NENHUM. ANOTE ZERO Tem algum 911ho ou I t lha que n~o eate3a vivendo com a senhora? Quantos ~1lboa n~o vivem com a aenhora? E quanLaa *tlha~? SE NENHUM, ANSTE ZERO, Teve a lgum (llho ou filha que nasceu vlvo mas j& morreu? Ouanto~ ~ilhos jA morreram? E quanta~ ~llhas? SE NENHUM, ANOTE ZERS Teve a lgum beb~ q~e te~ha nascido ~oF[o? C~;aL1mOFtO; COm mais de ~els ~e~es d~ sravidez ) Q~a~tos nascidos ~or%os a • enhora Leve? SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . % hAO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 - SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 N,~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Z -I SIR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I ' N~0 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2- YILHSS V IVENDO COM ELA . . . . . . . . . . . . . FILHAS VIVENDO C0M ELA . . . . . . . . . . . . . i PRCSSIGA COM SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 Im-E34 ~-~OS P 'S04 FILHSS V IVENDO EM OUTRO LUGAR . F ILHAR V IVENDO EM OUTRO LUGAR . . . . . I I I 1 1 1 SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I I NXS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2- I m,.-20S FILHO8 MORTOS . . . . . . F ILHAS HORTAS . . . . . . SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ~ Igum Restes beb~s chesou ã DostraF slnals de v da9 NXO 2~ P--21S N'. DE NAT IMSRTOS . .F~F- - ~ S IM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . N~.O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 - ~-212 No. 211 PERGUNTAS E FILTROS Quanlos fllhos chegaram a mostrar ~Ina1~ de vlda? E quante~ tll~a~? SE NENHUR. ANOTE ZERO. CATEGORIAS DOS CSDIGOS FILHOS . FILHAS . Z12 SOME AS RESPOSTAS DAS pERGUNTAS TOTAL DE F ' ~ I I J æ03, ~05. 207, E 211 E FORME NASCIDOS VIVOS . O TOTAL. 213 RI4 S0~ente caca ver se entendi corretamente a senhora teve no TOTAL nasc ldo» v lvo$. S~~A certo~ NAO C ~I-VERIFIQUE E CORRIJA 201-B12 SE NECESSÁRIO SIM [ - - -~~w~ONTINUE COR S ¿14 CONFIRA 212: NENHUM FILHO NASCIDO VIV0: [ ] ~~-4~ROSSIGA COR A 223 UM 00 MAIS FILHgS NASCIDOS VIVOS: [ I Agora gostarla que a senhora me «esse os nomes de todo5 os IIihO5 que fere. 05 que est¿o vivos • OS que J& ~orreram. começando pelo mal5 velho. ANOTE OS NOMES DE TODOS OS FILHOS NA PERGUNTA 215, COMEÇANDO PELO MAIS VELHO. ANOTE OS SEMEOS EM LINHAS SEPARADSS E ASSINALE COM PARI~NTESIS. FA~A AS PERGUNTAS 216-~21 PARA CADA FILHO. PROSSIGA O0N 200 ~~ $e~t ¢~lhos~ 02 . =l¿ 2 t~ m ~~~~~~~ ~,or ~~,~ • Co~~~~_ ~ ~o~ lu ~~s~~ I i J ANO~ ~ Ç ~ ~u ~~s~s I I I oz~s F I I I ! I ou ~~sa~ I I J I I l i i ~~ ~~~_E~ i I I A~o~ OIA~ r . . . . . . . . . . . . . . . . . ~o n~sE~Ç~ F I ANOS ç OSA» o i~_ = 222 ~~~ARE O ~OMERO DE FXLHOS A~OIAO0 ~A P[~~U~~~ ~I~ CO~ O N~~~~O 0£ F : -~O5 ACENA ~~rE~~OOS E CO~r~~~ OS N~~EROS S~O OXF~~~~TES . . . . . . . . L ~ .~- V£~IF IOU E E RECO~SlOER[ ~~OMEmOS |~0 OS ~ES~OS . . . . . . . . i i ~ CO~TZNUE 201 T N'. / PERGUNTAS E FILTROS 223 A OiL lma vez que a senhora f i cou grav ida , fo i porque dese Jou? 224 A senhora.na epoca ,nao deseJaVa •alS engrav idar ou sOmente querla esperar mals tempo para ter outro f i l ho (OU Ler o prlmelro filho)? 225 Multas mulheres perdem seus bebes anLe~ de completar o sexto mes de 9ravldez (ABORTO) , A senhora jA LeVe a lgum aborto9 2~6 Ouantos abor%o~ espontAneos a senhora fere? E quantos ¿hor[o5 provocados a senhora teve? 22T A senhora Leve a luum aborto nos Q1~imos 12 meses? 228 O Ql t :~o abor to foi espontAneo OU provocado9 22? Com quem f~z o O1L I~o aborLo9 NA0 t PARA CITAR O NOME. 230 Neste GiL lmo a~orto Leve a lguza compllcaç¿o que prec l~ou Lr¿ta~¢n[o~ 231 Em que lugar ou com quem $¢ %raLou quando tev¢ essa complIcaqao? CATEGORIAS DOS C~DIGOS PROS9 COM I I SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 - .~- -225 ! NXo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 I NXO SA»E . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ~-I»--2«s HAO DESEJ^VA MAIS OUTRO FILHO (LIMITAR) . . . . . . . . . . . . 1 DESE JAVA O~TRO FILHO. POB£M MAIS TARDL~(E$PAÇAB) . . . . . . 2 SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 NAO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . S- rD'-2 3 4 J ABORTOS i ESFONT~NEOS . . ~ , ABORTOS i PBOVOOADOS . . . . . SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 i i NXo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 ESPONTANEO . . . . . . . . . . . . . . . . I- D'-230 PROVOCADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . S I SBDICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 ENFERHEIR^ . . . . . . . . . . . . . . . . . S CURIOSA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 i SOZINHA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 I OUTRO 5 (ESPECIF~OUE) I SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I NAO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2~ m"-234 HOSPITAL DO GOVERNO . . , , . . . OL CENTR0/POST0 DE S^UDE . . . . . 0E INAMP$ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03 INST. P~EV, EST /MUN . . . . . . . 04 HOSP ITAL /CONSULT. PARTI - CULAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 HOSP. NAO ESPECIF]CADO . . 06 RESIDENCIA DA PARTE IRA . O7 EM CASA COM PARTE IRA•EN- FEBMEIRA/HEDICO . . . . . . . . . . 08 OUTRO 10 (ESP~CIF]OUE) N~o SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 202 N-, PERGUNTAS E F]LTROS CATEGORIAS DOS C~DIGOS pROSSI COM 236 HOUVe necesslCad¢ ~e internaq~o9 SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I NAU . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2- ~.--234 { 233 Por quanta~ noltes e~teve { N-, DE NOITES . . . . . . . . ] L i hosp tal lzada? 234 A senhora flCOU menst ruada SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I - J - -S3B (regra) nas ~it lmas quatro s¢mana~ (30 dlaS)? NA0 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235 ESt& atua lmente gr&v lda? SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . NA0 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ~-~-237 236 HZ quanto~ ~eses a ~enhora est~ gr&vlda? ~37 Quando a ~enhora teve sua ~I t lma menstruagao (regra)» ~38 Quando a senhora acha que S mais fAc i l para uma mulher engrav ldar? ~39 LEIA AS OPÇOES PRESENÇA DE OUTRAS PESSOAS NESSE MOMENTO REGISTRADA N0 LOCAL J EM D~V1DA . . . . . . . . . . . . . . . . . . S-- ~~'-23T MESES . . . . . . . . . . . . . ~-~- J . , . -æSS 3EMANAS ATRAS . . . . . . . Ç ~ ~NTES DA ~LTIMA GR^VIDEZ . . . . 96 NUNCA FICOU MENSTRUADA . . . . . 9? {DURANTE A MENSTMU^ÇAO . . . . . . . I LOGO DEPOIS DO FINAL DA MENS- TRUAçXO (la. SESANA) . . . . . . . 2 !¿a.SEMANA DEPOIS DA MENSTRUAçãO . . . . . . . . . . . . . . . . 3 POUCO ANTES DO INICIO DA MENSTRUAÇAO . . . . . . . . . . . . . 4 EM QUALQUER TEMPO . . . . . . . . . . . S {OUTRO 6 (ESPECIFIçUE) NAO SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . S SIM NINGU£M . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I CRIANÇAS COM MENOS DE 10 ANOS . . . . . . . . . . . . . . . i MARIDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 OUTROS HOMENS . . . . . . . . . . . . . 1 0UTRAS MULHERES . . . . . . . . . . . 1 203 C]RCULE O C~O|GO i N~ ~~RGUN~A 3~[ PARA CAOA ~[T0OO ~ENCIONADO [SPONçANEA~ENTE, pARA CA0~ ~(TOOO N~O NENC;0NAOO L ( IA A OESCRIC~O, FAÇA A pEROUNTA 3~I E C IRCUL~ O COOIGO ~ ~¿ [LA JA OUVIU FALAR $OIR~ ESTE METODO* ~E ~~O OUVIU FALAR~E:RCULE O C~O[G0 3. E~T~O, PARA CAOA ~~T0OO CONH[C IOO FAÇA AS PERGUNTAS ~e~-~e4. ~~tO00 co la r nes te CS~ A JUO~ . . . . . . 2 LO ISPO$~TIVO INTRA~ 51~ UTERINO IO IU) , ~EM AJUOI . . . . . . 1 AParELHO CO~ AJUDA . . . . . . ~~3 . . . . . . . . . . . . . 3 ] .ESTERIL IZaÇãO FEM. ~I~ I I~g~çSo d« 5EM A JUOA . . . . . . I f ~.VASEC~OMZA 5~~ 4~0 . . . . . . . . . . . . . 3 i CONT~AÇEPT IVA~ ~~~ A JUDA . . . . I MENSAIS ~~M AJlJOA . . . . . . 7.E5~U~A, GEL~~~ OU Z:~ ~VULOS VAGXNA[S ~Z~ A JLOA . . . . . . 1 na CrEntE ) ~~*TA~ELAR~TMO OU ~~O . . . . . . . . . . . . . 3 . . . . . . . . . . . . . . 5E~ ~J'JS~ . . . . . . 1 3e2 d i uso,x ~lguma v~z ta~O 2 ~~0 2 ~~0 2 "~I0 2 ~~~í 1 ~~0 5[M 1 303 Onde »r l~ con«~g~*r 1364 O,~a) o a ra - (m~todo) ~ b[~«a m»qor. Se ex is te , com O qso ~íe «m4r todo ) ? J , F-T--1 ~ i i ~ f---r-7 ~ Fr -7 1 r?nlJE ~od¢,¢ ,~¿ cons l [»4z , r g(~OIGO$ PA~A ~~3 ~',~C2505 F/ 3~4 t [ :~~~AC[A . . . . . . . . . . . . . . ~¿ »RgPLEe~S OE ~~5#IT~L N~O ESPEC , ,e ; S.SL5 c _ . . . . . . . . ~~ 15~EJA . . . . . . . . . . . . . . . . ~1 3 I~ ' ICULSA;E 305 CONFIRA 30¿ J~ U$O~ .4 M~TO~O C ] ~ CONT[~LZ COM 3~~ NUNCA USOU C ] ~ PRO%SI~A C~~ 352 N" PERGUNTAS E FILTROS CATEGORIAS DOS C~DIGOS PROSS COR SOb Hos ~lt imo& doze meses , a senhora consegui~ um m~todo ou a lguma In~Ormaqao sobre como ev i ta r gravidez e~ um bospl%al, ce~tro de saOde ,p rograma de P lane Ja - mento fami l ia r , com m~dlco OU d Is t r lbu Idora de comunidade local? 307 Onde? 308 309 ~10 H~uve a lguma co isa que a $enhora nao gosLou no atendlmento receb ldo nesse l oca l? Sua1 rol o primeiro me%cOo q~e a senhora (£eu ~arldo/paçcelto) usou? Onde a senhora (seu mar ido) consegu iu este pr ime i ro mEtoO0? (Em caao de metodo natura l , onde recebeu oçlentaçao?) CEm caso de ester l l J2a~ão onde fBz? ) SIM . .°«. .° . . . . . . . , . . . . . . . °«° NAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 -~- '309 HOSP ITAL DO GOVERNO . . . . . . . . . O1 CENTRO OU POSTO DE SA~DE . . . . Oæ INARPS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03 INST . PREV. EST /BUN . . . . . . . . . 04 M~DICO, CLtNICA OU HOSPITAL PARTICULAR . . . . . . . . . 05 ROSP. NAS ESPEC]FICADO . . . . . . . O7 DISTRIBUIDORA LOCAL . . . . . . . . . . O5 SEMFAM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Oç CPAIMC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 OUTRA 13 (ESPECIF]QUE) NXo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 ESPEROO MUITO . . . . . . . . . . . . . . . . 2 FOI MAL ATENDIDA . . . . . . . . . . . . . 3 MUITO CARO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 NAO CONSEGUIU TODAS AS INFORMAÇOES QUE PEDIU . . . . . . . 5 OUTRO 6 (ESPECIF IQUE) P~LULA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ol DIU . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 02 ESTERIL IZAÇAO FEB . . . . . . . . . . 03 VASECTOMIA . . . . . . . . . . . . . . .~. Od OONDON . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 INJEÇÕES CONTRACEF7]VAS 06 K£TODOS VAGINAIS (ESPUMA GELEIA, TA~LETE) . . . . . . . . . 07 DIAFRAGMA . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 PILLINGS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 09 R ITMO/TABELA . . . . . . . . . . . . . . 20 COITO INTERROMPIDO . . . . . . . . . 11- m'-311 ouTRo :; (EBPECIFIQUE) NAO SABE/N~O LEMBRA . . . . . . . HOSPITAL DO GOVERNO . . . . . . . . S i CENTRO dO POSTO DE SA~DE . . . . 02 INARPS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . C3 INST, PREV, EST /MUN . . . . . . . . 04 H£DICO, OL1NICA OU HOSPITAL PARTICULAR . . . . . . . . 05 FARMÁCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 06 HOSP. NÃO ESPEC1FICADO . . . . . . 07 DISTRIBOIDORA LOCAL . . . . . . . . . 08 BEMFAM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 09 CPAIMC i0~ IGREJA . . . . . . . . . . 11 i AMIGOS/PARENTES . . . . . . . . . . . . . 18 OUTRA 13 (ESPECIFIOUE) NAO SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95 205 N" PERGUNTAS E FILTEOS 311 Quando a senhora começou a ~sar este pF1m~~FO ~&todo, quantos fllb05 V:vos tln!~? 312 CONFIRA 302: NUNCA USOU R£TODO NATURAL [ ] - -»~PROSSIGA COM A 314 USOU M~TOD0 NATURAL [ ] --~,-~:~ONTINUE COM A 313 313 CA.Eç, OR,AS ~OS C~~'~OS RE~oTG ^ Quando esta(va i ussndo u~ m~todo nstura l , CO~O sabe(la) e~ que ~~a~ nau pode(la) ter relaç~¢s sexual~? COR BASE NO CALENDÁRIO . . . . . . 1 COR BASE NA TERPBRATURA DO CORPO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E COM BASE NA OPSERV~Ç~O DO MUCO CERVICAL . . . . . . . . . . . 3 COM BASE NA TEMPERATURA DO CORPO E NG MUCO . . . . . . . . . 4 OUTRO 5 (BSPEC]F IQUE) NÃO SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 314 CONFIRA 30æ: NUNCA USOU A P íLUL^ [ ] - -~" -?ROSSIGA C0R A 322 J~ USOU A P~LUiA [ ] ~P'CONTINUE COM A 315 315 ^ sen~oça U~OU a p i lu la nos S:R . . . . . . . . . . . . . . . . . ~Itl~OS dOZe ~e3~s~ ~ ~AO . . . . . . . . . . . . . . . . 3J6 Por que deixou de usar a pílula9 317 Quem recomendou a utll{Zaç¿o da pi]ula9 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . i - - r~~-317 PARA SNGRAVIDAR . . . . . . . . . . . . . O0 FALTA DO METODO . . . . . . . . . . . . . Ol ACESSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 02 CUSTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03 PROBLEMAS DB SA~DB . . . . . . . . . . 04 NAO ~PICAZ . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 COMPANHEIRO DESAPROVA . . . . . . . 06 R!COU GR~VI5A USANDO . . . . . . . . 07 FATAL ISMO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 08 DZSCUiDO/ESQUBCIMENT0 . . . . . . . 09 RELAÇOSS SEXUAIS POUCO FRBQUBNTES . . . . . . . . . . . . . . . 10 N~O GOSTOU DO M~TODO . . . . . . . . II OUTRO 12 (ESPECIF]QU~) NAO SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 MZDICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O l - ~ ' -319 FABMACSUTICO . . . . . . . . . . . . . . . . 08 AMIGO3 E PARENTES . . . . . . . . $,- 03 CURSO DE EDUCAÇA0 SEXUAL . . . . 04 CURSO DE NOIVOS . . . . . . . . . . . . . 0S MEIOS PE COMUNICAçA0.( JORNAL REVISTAS. R~DI0 , TV) . . . . . . . O6 PROGRA~íAS DE PLAN. FAM . . . . . . 07 ELA MESMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 08 OUTRO 09 (ESPECIF IQUE) N~0 SABS/NAO LZMBRA . . . . . . . . . g8 206 N'. CATEGORIAS DOS C~DIGOS PERGUNTAS E F ILTROS aO$SlGA C0M 318 A senhora fez uma consulta SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 m~dlca ante~ de usar a p lu la» N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ¿ -» -320 319 F~Z exame ginecol6gi¢o (exa~e $IH . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . $ por ba ixo) antes de usar a pí lula? N~O. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . z 3~0 FOI medl~a sua press¿o SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 N~o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 321 Quan~o comprou a pílula na SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I farmAcia, a senhora t ln~a rece i ta? NAO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ¿ NAO COMPRA NA FARMÁCIA . . . . . . . 3 HAO LEMERA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 3~2 CONHRA 3OZ: ESTERIL IZ^DA (OU O MARIDO) [ I ~ONTINUE COR A 3¿3 NENHUM DOS DOIS £ EST£RIL |2ADO ~ ] ~'PROSSIGA COM A 326 que me~ e ano a senhora M~S . . . . . . . . . . . . . . . . i , ~ ~ ~ »23 Em (seu marido) ro l e~terll lzada(o)? ANO . . . . . . . . . . . . . . . 324 S~ PARA L IGADURA: SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . l A esteri l ização foi fe i ta durante uma cesariana? Nko . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 325 P~r que e~¢ol~eu uma ester l I I2a - çao que d ~m m£todo Irreverslvel? N~O QVE~ M^;S FILXOS . . . . . . . . t-- R^Z~ES R£DICAS . . . . . . . . . . . . . . VkRl^$ C£SkREAS . . . . . . . . . . . . . NAO PODE USAR OUTRO M£TODO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 RAO QUER USAR OUTRO N£TODO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 OUTRO ¿- (ESPECIF IOUE) ~~-334 J 207 N'. PZRGUNThS E FILTROS I CATEGORIAS DOS C6DIGOS PROSSIGJcON 326 CONFIRA 235: ATU~IKENTE GR~VIDA N~O [ST~ GRAVIDA [ ] ~"PROSSIGA COM A 356 t ) ~I-~ONTINUD ¢0~ A 327 )27 A senhora (3e~ marido/parcelto) USa a igU~ ~~%0Oo para eVItaF a gravldçZ atua lmenLe» %28 Qual :~todo usa a%ualm¢nte ? 329 330 Qual ~ a marca da pílula que usa? Como a senhora toma as p|lulas? (N~0 ~?RESENTAR OFÇODS) SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 NA0 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2- - D , - -34( P]LULA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01- m--32~ DIU . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 02- -- CONDON . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O5 INJEÇOES CSNTSACEFT IVAS . 06 MfTODOS VAGINAIS (ESPUMA GEL~IA, ThBLETE) . . . . . . . . . . . 07 DIAFRAGMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 08 ~~'-33~ BILLINGS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 09 ] RITMO/TAPELA . . . . . . . . . . . . . . . . 10 COITO INTERROMPIDO . . . . . . . . . . 11 OUTRO I2-- (ESPECIFIQUE) NORDETE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01 R ICROVLAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O2 NEOVLAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03 EVANOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 04 ANPEãT IL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 PR IMOVLAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 06 ANAOYCL IN . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O7 OUTRO O¿ (ESPECIFIçUE) NAO SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 UMA EM CADA DIA FOR 21 DIAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 R1NI P}LULA. TOMA SEM FARAR . . . . . . . . . . . . . 2- -- UMA EM CADA DIA POR 28 DIAS (21 DE UMA COR E 7 DA OUTRA) . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 UMA ANTES DO ATO SEXUAL . . . . . . 4 i I UMA DEPOIS DO ATO SEXUAL . 5 DE OUTRA MANEIRA ~-33 i 208 131 33~ 333 )34 )35 136 137 PSRGU?;T•S E FI].TDOS Em que dia ~& menstruação ~oEeÇ¿ a tomar a p~l~l« ¢a:o pare p4ra de=ca~lo9 Depois de terminar a cartela quanto3 dla3 e~pera antes de tomar ri¿valente a pí lula? Ha quanto tempo a senhora vem usando este m%tOdO cont lnuamente sem enorav lOar? Onde a senhora (seu marldo) tons gU lU este ~etodo na ~l t lma vez9 (Em caso de m~todo natuça l , onde recebeu Or lentaq¿o?) (Em ca~o Oe es ter l l l z&q¿o , onAe fez?) Como a senhora Pagou pe lo (M£TODO)? Tem a lgum prob lema com o Uso de (O ATUAL H£TODO)? Qua l o pr inc ipa l p rob lema que a ~enhora tem? CATEO9RIA$ DOS C6DIGOS D. . F - - l l DIAS . . . . . . . . . . . . . . . PROSS COM mESES . i ! OU ANOS . . . . . . . . . . . . I i DESDE O ~LTIRO FILHO . . . . . . . . 9? HOSPITAL DO GOVERNO . . . . . . . . . . . 01 CENTRO OU POSTO DE SAODE . . . . . . Oæ INARPB . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O3 IHST PkEV. EST/RON . . . . . . . . . . 04 HZDIC0, CLIHICA OU HOSPITAL PARTICULAR . . . . . . . . . . OS FARR~CI6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 06 HOSPITAL HAO ESPECIFICADO . . . . . . 07 DISTRIBUIDORA LOCAL . . . . . . . . . . . O¿ BERFAM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 09 CPAIHC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . iO IGREJA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 »- -336 AMIGOS/PARENTES . . . . . . . . . . . . . . . 12 ~P-336 DUTRA 13 (ESPECIF IQUE) N~O SE APLICA ~C0iT0 INTERRORPIDO) . . . . . . . . . . 97 ~' -336 ~«A0 SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . g~ GRÁTIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I EM b]NHEIR0 . . . . . . . . . . . . . . . . . B INAMPS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 EN BENS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 INST. PREV. EST /MUN . . . . . . . . . 5 CORBIHAÇA0(DINHEIRO E INAMPS) . 6 CONVÊNI0 (SEGURO PART. ) . . . . . T OUTRO A (ESPECIF IGUE) NAO SAPE/HAO LEMBRA . . . . . . . . . 9 SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B- ~-~338 FALTA DO MSTODO . . . . . . . . . . . . 01 ACESSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O~ CUSTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03 PROBLEHAS DE SAÇDR . . . . . . . . . 04 NAO EF ICAZ . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 COMPANHEIRO DESAPROVA . . . . . 06 D IF ICULDADE DE USO . . . . . . . . . . OT OUTRO 1B NAO SABE . . . . . . . . . . . . . . . . 9¿ N' . 33E~ 33? FERGUNTAS E F ILTROS CATZGOSIAS DOS CODIGSS FSTERIL1ZADA(O) [ ) VA PARA 340 A senhora u~a regu larmente a l su~ out ro meIodo durante o mesmo mes? QUe outro ~St0dO? SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I HãO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . «- PILOLA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . S I DIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 02 CONDON . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 IN JSÇ~ES CONTRACEFT]VAS . . . . . . 06 M£TODOS VAGINAIS (ESPUHA GEL£IA TASLETE) . . . . . . . . . . . OT DIAFRAGMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 06 SILLINGS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O9 R~THO/TA~ELA . . . . . . . . . . . . . . . . 10 COITO INTESROMPIDO . . . . . . . . . . . 11 OUTRO 12 (ESPECIF IQUE) PSOSSIG C0M ~'-340 340 CONFIRA 212: NENHUM FILHO [ ) ~- PROSS2OA COM A 342 UM OU MAIS FILHOS [ ] ~ CONTINUE COM A 341 341 Depois do na~clmen%o de seu SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . i - - :343 Ql t Imo f i lmo, a sennora ( seu mar ido) u~ou a lqum metodo NAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2- 359 Antes do a tua l7 342 A sen0ora ( seu mar ido) Usou SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 a l«um out ro metodo antes do atua l? N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2- »-359 343 Oua l ~ol esse mStodo? 344 H& quanto tempô es tava usando es te metodO ante~ de parar de usa - lo? PtLULA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01 DIU . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OS CONDON . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 IN JEÇ~S$ CONTRACSPT]VAS . . . . . 06 M£TODOS VAGINAIS (~SPUHA GELEIA TABLETE) . . . . . . . . . . . O7 D IAFRAGMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O6 BILLINGS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 09 R ITMO/TABELA . . . . . . . . . . . . . . . . 10 COITO INTERROMPIDO . . . . . . . . . . . 11 OUTRO la (ESPECIF IOUE) NAS SABE/NAS LEHRRA . . . . . . . . . 70 OU ANOS . . . . . . NA0 SASE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96 210 345 FERGUNTAS E FILTROS Qua l a prlnclpal razão PARA USAR OUTRO . . . . . . . . . . OS que & ~~« parar de u~~r es~e FALTA DO R£TODO . . . . . . . . . . SI m~todo? ACESSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 02 CUSTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03 PROBLERAE DE S^ÇDE . . . . . . . . 04 NÃO EFICAZ . . . . . . . . . . . . . . . . 05 COHPANHEIRO DESAPROVA . 06 DIFICULDADE DE USO . . . . . . . . 07 FATALISHO . . . . . . . . . . . . . . . . . 08 DES¢U iD0 . . . . . . . . . . . . . . . . . . 09 RELAÇ~ES SEXUAIS POUCO . FREQUENTES . . . . . . . . . . . . . . 10 NÃO GO6T00 DO METODO . . . . . 11 OUTRO 12 (ESPECIF IQÇE) NÃO SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 CATEGORIAS DOS C6DIGOS PROSS[GA COM !359 211 N" PERGUNT^S E F ILTROS CATEGORIAS DOS C6DIGOS I PROSSIGA ) COM CONFIRA 212: 346 NENHUM F ILHO [ ] ~-- PROSSIGA COR A 34S UM OU MAIS F ILHOS [ ) >- -CONTINUE COM A 34? 347 Depol~ do na~c2mento de ~eu O l t lmo f i l ho , o senhora (~e~ mar ldo) J usou a lgum m~todo? ~48 Qual Ioi o Oit;mo m~todo que a »enhora (~eu marido) usou9 )49 )50 212 351 Onde a ~enhora (seu mar ido) con~egulu este m~todo na O l t ima vez? (~~ caso de Usar ~~todo nat~Fa l , onde recebeu or le t l taçao) PILOLA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ol DIU . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 02 CONDON . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 INJEçÕES CONTRAGEPTIVAS . . . . . . 06 M£TODOS VAGINAIS (ESPUMA GSL£IA, TASLETE) . . . . . . . . . . . OT D IAFRAGMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OS SILLINGS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Oç RITMO/TASELA . . . . . . . . . . . . . . . . 10 COITO INTERROMPIDO . . . . . . . . . . . l i - OUTRO 12 (ESPECIF IOUE) NAO SABE/N~0 LEMBRA . . . . . . . . . çS SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . % m,-3S( HA quanto tempo estava usando MESES . . . . . . . . . . . . . este mStoOo ante~ de parar de 0U ANOS . . . . . . . . . . . . I l , us¿ - lo? , , N~0 SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 Qual fo i a pr inc iPa l razso que a fez parar de usar es~e m~todo? PARA ENGRAVIDAR . . . . . . . . . . . O0 FALTA DO METODO . . . . . . . . . . . . Ol ACESSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 02 CUSTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03 PROBLEMAS DE SA~DE . . . . . . . . . 04 N~0 EFICAZ . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 COMPANHEIRO DESAPROVA . . . . . 06 D IF ICULDADE DE USO . . . . . . . . . 07 FATALISMO . . . . . . . . . . . . . . . . . . 08 D£SOUIPO/ESQUECIMENTO . . . . . Og RELAÇÕES S~MUAIS POUCO FREQOENTES . . . . . . . . . . . . . . . 10 NAO GOSTOB DO M~TODO . . . . . . . 11 OUTRO 12 (ESPEC]FIOUE) N~O SARE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96 HOSPIT^L DO GOVERNO . . . . . . . . . . . O1 CENTRO OU POSTO PE SA~DE . . . . . . 02 IN^MPE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03 INST. PREV. ESTAD./MUN . . . . . . . . 04 i MEOIC0, CLJNICA OU HOSPITAL PARTICULAR . . . . . . . . . . 05 PARMACIA.c . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 06 HOSPITAL NA0 ESPECIFICADO . . . . . . O? IOISTRIBUIDORA LOCAL . . . . . . . . . . . . 06 BERRAM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Oç ~PAIM~ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 IGRE JA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 ¡AMIOOS/PARRNTES . . . . . . . . . . . . . . . 1~ OUTRA 13 (ESPECIF IOUE) • PERGUNTAS E FILTROS ç2 A senhora acha que pode ficar ur&VlOa? ~3 Por que a senhora acha que n~o pooe ficar sr&vI~a? :4 Então por que a senhora n~o e~t& usando nenhum meto~o antl- c~ncepclonal? 5 Atualmente, a senhora ~e~eJa usar algum mStodo para evitar filhos? CATE6OHIAS DOS C~DIGOS PROSS COM i . . . . . . . . . . . . • . . . . . . . . . . . . 2 J~ EST~ GR~VIDA . . . . . . . . . . . . . . 3 ~-356 HAO SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 » -354 MENOPAUSA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I - -- PODE TER MAIS F ILHOS . . . . . . . . . ¿-- 3 - FICOU GR~VIDA . . . . . . . . . . . . . . . 4-- -- RESGUARDO/AMAMENTANDO . . . . . . . . S-- ~-35f l SEM VIDA SEXUAL . . . . . . . . . . . . . . . 6- P--356 OUTRA ¿ FEZ OPERAçãO POR RAZ~ES M~DI¢AR D H~o J~ FA2 TR~S ANOS OU MAIS QUE EST~ QUERENDO FICAR GR~VIDA E NAO CONSEGUE . . . . . . . . . . . . . . JA FAZ T~~S ANOS O~ MAIS QUE NAO ESTA USANDO QUALQUER ANTICONCEPCIONAL E NAO (ESPECIF[OUE) DESEJA ENORAVIDAR . . . . . . . . . . O1- ) - -356 NA0 QUER/N~O GOSTA . . . . . . . . . 0~- }D-356 APRESENTOH OU TEM MEDO DE EFEITOS COLATERAIS . . . . . . . . . . 03 NAO TEM CONDIçOES F]NANCEIRAS . . . . . . . . . . . . . . . 04 FALTA DO CONHECIMENTO OU ACESSIBIL IDADE . . . . . . . . . . 05 MEDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O¿ RAZOES RELIGIOSAS . . . . . . . . . . . 07 MARIDO NAO PERMITE . . . . . . . . . . 08 RESGUARDO/AMAMENTAND0 . . . . . . 09 SEM VIDA SEXUAL . . . . . . . . . . . . I O--J~-356 OUTRA 1~ (ESPECIFIOUE) SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1--D--3S7 MXO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ES D~VIDA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 213 N' . PERGUNTAS E FILTROS 356 No fu turo , a ~enhora go$tar la de usar a lgum mStodo para ev i ta r f i l hos? 35? que me¿odo a senhora a senhora (~eu mar{do) p re fere ou e~t¿ pensandO U%l l lZ¿r? 358 A senhora dese ja usar e~te (um) NOtO~O para ¢v l ta r ffIlho$ nos próx imos doze meses? 359 350 Por que . e~ »eu op ln l¿o , mu l tas uu lh¢re~ nao usam a~t Iconcep- c lona i~, ape~ar de nao quererem mal~ fllhos9 O IRCULE TODOS 0S MENCIONADOS. A ~e~hora acha que O governo deve OU nao dev¢ fo rnecer m~todo$ de plane Jamento fami l ia r (mOtoOo$ antlconcepcIonals para ev i ta r f i l hos ) nos cent ro5 • po*to$ de ~auf le? CATEGORIAS DOS C6DIGOS PROSSI C0H SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 NXo . ~- .-~3s, EH DÇVIDA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . S- I P|LUL^ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01 91U . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0~ ESTERILIZAçãO FEH . . . . . . . . . . 03 VASECTOHIA . . . . . . . . . . . . . . . . . 04 CONDON . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 INJEÇÕES CONTMACEPTIVRS . . . . . 06 S£TODOS VAGINAIS (ESPUMA GEI,£IA. TA~LETE) . . . . . . . . . . O? DIAFRAGMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . OS BILLINGS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Oç RITHO/TASELA . . . . . . . . . . . . . . . I0 COITO INTERROMPIDO . . . . . . . . . . 11 OUTRO 1~ (ESPECIFIGDE) N~O SABE/NAO RESPONDE . . . . . . 96 { NAO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ¿ EM DOVIDA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 FALTA DE CqNHECIMENTO . . . . . . . 1 DESAPROVAçAO DO COHPANHEIRO . . . . . . . . . . . . . . . . I CUSTO MUITO ALTO . . . . . . . . . . . . 1 ACHAM GUE FAZ MAL PARA ^ FA#OE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . t POR HOTIVO RELIGIOSO . . . . . . . . . t CONTRA O PLANEJAMENTO FKH1LIAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . t FATAL ISMO/FALTA DE INTERESSE . . . . . . . . . . . . . . . . . . i INFLUrNCI^ DE OOTRAS . . . . . . . . i PESSOAS INFECUNDAS/SUBFECUMDAS . . . . . l OGTKO I (ESPECIF IQUE) NAO SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 DEVE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 NAO DEVE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 NAO SAPE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 3~1 CONFIRA 217 E 235: ALGUH NASCIDO VIVO DESDE DE JANEIRO DE 1961 OU ATUALMEMTE GRkVID^ [ ] - -~-~:ONTINOE COS A 36~ NENHUM NASCIDO VIVO DEPOIS DE JANEIRO DE 1961 E NAO ESTA GRAVIDA [ I - -> '~ROS$IG^ COM A 400 214 I r , , » - , . ~ ~ » . . . . . . . . . . . . o~ . . . . . . . . . . . . . **« »o[ ,o ! ~~) ~o~:~ ~ . . . . . . . . . . . iöiill 215 SEçÃO 4. SAOD[ E A{SAHEi~7Aç¿O N" FERGUNTA~ [ T ILTROS CfT£GORIAS DOS CODIGOS PROSSIGA COM 400 ^ senhora fez ~m exame S]H . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I preventlvo de czn¢~r gtneco- IOgICo nOS fll%lmos I~ meses9 N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 401 ^ Senhora fuma c igar ros , SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I atua l~ente? H~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 - ~-40~ 402 Quanto5 maqos ou car te l r8s (20 MENOS DE MEIO . . . . . . . . . . . . . . 1 c lgar ro~) de cigarros fuma MAIS DE MEIO . . . . . . . . . . . . . . . . 2 diariamente? UH . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 UM H MEIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 DOIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 TRES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 HAI~ DE TRES . . . . . . . . . . . . . . . 7 N~0 S^BE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . d 403 CONFIRA 235: NÃO EST~ GR~VID^ [ ] . . . . . . . . . . ;m'PROSSIGM COM A 406 AT~ALMENTE GRAVID^ [ } . . . . . . . . . . ~ '~ONTINUE COM ^ 404 404 Durante a a t~a l gravidez, tomou SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . t a lguma In Jeçao para preven l r o MAO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 ~e~e cont ra t#[anoo NAO - PORQUE TOMOU NOS OLTIHOS I0 ANOS . . . . . . . . . . . 3 NA0 SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 405 A senhora e~t& f ¿zendo a lgum SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 conLro le ou exame =edl¢o (prH-natal) durante esta grav idez? NAO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2- * , -408 406 Onde es ta fazendo esse cont ro le? HOSPITAL OU MATERNID^DE DO GOVERNO . . . . . . . . . . . . . . . . . 01 CENTH0/POSTO DE SA~DE . . . . . . . 02 INfHPS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03 INST. PREV. EST/MON . . . . . . . . . 04 CON$ULTORIO. HATEHNIDADE OU HOSPITAL FART ICULAR . . . . . . 05 NOSP, N~0 £SPEC]FICADO . . . . . . . 06 PARTE IRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 07 FUNRURAL/S]NDICATO . . . . . . . . . . 08 iLEGI~O HRAS,ASS IST . (LB^) . . . Oq OUTRO 10 (ESPECIFIOUE) N~O S^SE/NAO irMBRA . . . . . . . . . ç8 407 Quantos meses de grav idez t inha t -3 ~HSES . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 quando f~z fl p r ime; ra consu l ta 4 -6 H~SE~ . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 p rE -nata l? ? -9 ~£SES . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 NAO ~AHE/NAO LEMBRA . . . . . . . . 8 216 - - ] CCS N" PERGUt4TAS E FILIROS CATEGORIAS DOS CODIOOS 5ktESIOA 406 40g 410 CONFIRA 217; AO H~NSS UM FIDHO NASCIDO VIVO DESDE JA~4, ~081 S~R FILHOS NASCIDOS VIVO DESDE JAN. IgEl [ )-»CONTII~UE COH A 4C0 [ ]-~-PROSSIGA COR A SOO QuaI~do • ~e~hofa flcou gr~vida fie (NOHE DO ~LTIMO FILHO), to~ou a lgu~a %~Jeq&o ¢ontFa tftano? Ouando f i cou ~r~v lda de CNOME DO OLTIM0 FILHO), a ~enhora ~ez algum cont ro le medico (prf-natal)? Onde f~z ¿s le ¢o{itrol~? SIR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 N~o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . « N~O - PORQUE TOHOU NOS 6LTISOS 10 ANOS . . . . . . . . . . . 3 H~0 SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . f NÀo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2- HOSPITAL OU MATE~NIDADE DO GOVERNO . . . . . . . . . . . . . . . . 01 ~ENTRO/POSTO DE SA~DE . . . . . . 02 INAMPS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03 INST. PREV. EST/~UH . 0~ CONSULTÓRIO, RATERNIDADE OU HOSPITAL PARTICULAR . . . . . 05 HOSP. N~O ESPECIFICADO . . . . . . 06 PARTEIRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O7 FUNRURAL/S]RDICATO . . . . . . . . . . 08 LEGiAO BRAS.ASSIST,(L~A) . . . . . 09 OUTRO IO (ESPECIFIçUE) N~O SABE/NAO LEMBRA . ?~ Quantos meses de grav idez t inha I -3 MESES . . . . . . . . . . . . . . . . . . i quando f~z • pr imelr& consu l ta 4 -6 MESES . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 p r~-nata1? ? -ç MESES . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 N~O SABE/NA0 LENBRA . . . . . . . . 8 ~-413 2~ h" 413 414 PERGU~~TAS E FILT~CS Em que l usar teve, o ~] t lmo par to? Como a ~enhora pagou pe lo Q l t lmo par to? CATEGORIAS DOS C~DIGOS HOSPITAL OU KATERNIDADE DO GOVERNO . . . . . . . . . . . . . . . . Oi ~~~A~PS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03 ~ST. PREV. £ST/MUN . . . . . . . . 04 H~SPITAL, CL NICA OU MATERNIDADE PART ICULAR . . . . 05 HOSP. N~0 ESP£C]PICAD0 . . . . . . 06 PARTO DOMICILIAR COM H~D]CO/ENFERMEIRA . . . . . . . . . O? PARTO DOMICILIAR COM PARTEIRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 08 PARTO DOMICILIAR SEM PARTE IRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . OU OUTRO 10 (ESPECIF IOUE) NA0 SAPE/NAO LEMBRA . . . . . . . . 98 GRÁTIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01 EM DINHEIRO . . . . . . . . . . . . . . . . OB EM BENS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 03 I~AMPS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 04 I~ST. PREV. EST /MDN . . . . . . . OB COMRINAç~O:INAMPS E DINHEIRO . . . . . . . . . . . 06 convén io (SBO~ROi~~Y:~ . . . . 0' OUTRO OB (£SPEC]F IODE) NAO SARE/NAO LEMBRA . . . . . . . . Da 415 CONFIRA 413; ~LTIHO PARIO FOI PARTO DOMICILIAR [ ~ ~,-PROSSIGA COM A 419 CC¿DIGOS 07,08 .09) ~LTIHO PARTO NA0 F0I PARTO DOMICILIAR [ ) Jm'~0NTINUE COM A 416 416 0 seu ~it lmO parto foi Uma SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . | ç~~ariana? NAO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2- ~-416 417 QUal fo i o razão para a RAZ~E$ M~DICAS . . . . . . . . . . . . . 1 cesar iana? ESTERILIZAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . 2- D--419 416 TambBm f~z operaq¿o para nau SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 te r m~ls f l lho~ JUnto com o psr to? N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . z PP¿S~IOA COM 218 _ F 419 PERGUNTAS D FILTROS A senhora amamentou (NOME DO OLTIMO FILHO) ? CATEGORIAS DOS C6DIGOS SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . «- ~~0 Eat• amamentando atua lmente? SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 - ».-422 « N~o . . . . . "21 Quantoa mesea amamenLou (NOME)? MESES . . . . . . . . . . . . . . I '~~- - I~~. ,~~ ? AT~ MORRER . . . . . . . . . . . . . . . . 97 - .! . . Quanta. veze., a .enhora a.amen- N~MDRO DE VEZES . I I ~ tou de ontem a no i te a t~ hoje de manhà? CRIANÇA DORMIU NO PEITO . . . . . 9? ~3 Ouantas veze~ ontem, durante N~MERO DE VEZES . o dia (entre o nascer do ~ol e i i I o por do ~ol ) a aenhora amamentou? TODA VEZ QUE A CRIANÇA PEDIU . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 ~24 ~5 Em a lgum momento, de ontem para hoje, ~01 daOo a (NOHE DA CRIANÇA) a l~um dos ~eguintes alimentos? LER AS OPçÒ£$ 428 pRO£~°:GA CCM !: SIM ~OUA COMUM . . . . . . . . . . . . . I SUCO . . . . . . . . . . . . . . . . . . % LEITE EM P~ . . . . . . . . . . . . . 1 LEITE DE VACA . . . . . . . . . . 1 ALOUMA COMIDA S~LIDA OU PASTOSA . . . . . . . . . . . . . i ALGUM OUTRO L~OUIDO (DSPECIFIQUD) CONFIRA 424: NENHUM LIQUIDO OU S~ COMIDA S~LIDA/PASTOEA FOI DADO [ I :m--PMOESIGA COM A 4~7 FOI DADO OUTRO L~QOIDO [ ) ----)-'CONTINUE COM A 426 Al~~m de~~e~ aliŒeMLo~ foi dado em mamade l ra? Quantos meaes depois do par to de (HO~E DO ~LTIHO FILHO) vo l tou ~ua regra? Quanto tempo oepols do nasci- mento des~a criança recomeçou a ter r¢laç~es ~ex~a ~? SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I NRO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 MESES . . . . . . . . . . . . . . N~O VOLTOU . . . . . . . . . . . . . . . . 9? DIAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . NAO RECOMEÇOU . . . . . . . . . . . . . ç? 219 433 O~d~ tez o HO$~IF~U SAO gSeEç:FiC~DO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ç~ pARçEI~~ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ç : ' OUTRO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ~# [~OIGOS HOSPITAL O~ MaTERN[O«~[ ~~ GOL,ç~NO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ~$ OUTRO . . . . . . . . Lç 220 m r (ge~? 4~? Q,~anLo tempo ¢r ;~«ç~ re:omeço,¿ 221 ~~~ L ' : ¸ . a ~: - :~ ~ ~1, ~ - ~: ,S , . ; : • : . : ~ ~~ ~, ~ t t , t ) ~~:7~~rNT; 44 ; F ! ~ 1~/i~i ~Li~ ~ i , i ~: ~~;.~. ] ,~:~;~~ ~ ] ~~r,~¿ ) ~~4 r ~r:'.¿4~o c : l i . . . . . t . . . . . . . . . . . . . . . :.:i . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . t , . . . . . . . . . . . . ,~ ::: : : : : : : : : :~ I ç + • ~r~ S i , & ¿« 4 44¿ !£6 ½~iC# i = & 4a 1 ~;e]Sç] t± C[~~ ~ 442 ,~e . . . . . . . . . . . . . . . » . .e . . . . . . . . . . . . . . . . 3 h 7~~ . . . . . . . . . . . . . . . ~ ; ; ; : : i i : ; i : ; : : : : : ; :~~ . °~' f f r j F l - f~ , fTT fT ] l - I ] , I~3LT JL~ , ~rT2rw7 [ _~1~- lF7 - ] , I [11~J [~E~] , i~]E :M-~] , L_T I~fT] , i i . . . . . . . . . . . . . 4 ,-~3 ;1; ç l ç i o . . . 4 I i i i ~ I i ~~o; ;T I I ; I :T I : . I .~ , ~í~TI;;; ;TI I :TTh.l í - . I~~oTT;TI ;7. : I . I ;T~, I~~o ;:I:I:II;I:TTIT;;~~ I 222 «~zMo I • o , , .«e , . , i I I 223 SZÇ~O 5 , CASASENTO ~¿'. PERGVNTAS E FILTROS CATEGORIAS DOS C6DIGOS ?ROSSIG COM 500 Qua l e seu es tado c iv i l a tua l? CASADA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 - --1 A senhora • casada , v ive mar i ta l - UNl~O CONSENSUAL . . . . . . . . . . . . mente . A l eparada (desqu i tada . SEPARADA, DESQUITADA, 502 d ivorc i&da) , v iúva ou ao ILe~ra? OU DIVORCIADA . . . . . . . . . . . . . . 3 | VIÔVA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 - J SOLTEIRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . S 501 A *enhora j& *e casou ou v iveu SIH . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 com um ¢oœpanhe ro? N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 - D--50S 50~ A senhora se casou ou v iveu $6 UNA VEZ . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 COR UZ ¢omp&nhe I ro a~ U l& Vez OU =&l i de Uma Vez? MAIS D~ UMA VEZ . . . . . . . . . . . ~03 Em que me~ e ano a senhora M~S . . . . . . . . . . . . . . . . ~ ~ - - ~ - -~ ~e C&mo~ OU Começou a v iver pe~& pP i~e i ra vez Com um comp¿nhe i ro ~ O~ (o p r ime i ro mat r imon io ou a ANO i ] j pr ime i ra un lao)? H~o S^SE . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9A 504 0ue ~dade a ~enhora t inha quando IDADE . . . . . . . . . . . . . . . comtçou a v iver com e le? I t I N~0 SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 505 Em que i dade teve sua pr ime i ra re taçao sexua l ( co i to )? IDADE . . . . . . . . . . . . . . . . i l i NUNCA TEVE . . . . . . . . . . . . . . . . 97 - D-515 N~O SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 506 CONFIRA 104; A ENTR£VISTADA TEM DE 15-24 ANO9 [ ] ~-~ONTINUE COH A 507 A ENTREVI~TADA TEM DE 2S-44 ANOS [ ] ~-PROSSIGA COM A 512 M~s . . . . . . . . . . . . . . . . 50? EB que mas • a~o teve e~aa pr ime i ra re laç¿o? AR0 . . . . . . . . . . . . . . . . ~ - ~ N~O SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 224 ~'. PERGUNT^S E F ILTROS 508 I com «uem foi essa Primeira com quem foi essa primeira relaçao? 509 ! Ne3sa pr ime i ra re laq~o, a senno- ra ou seu parce i ro u~aram a lgum m~lodo ant lconcepc lona l? 510 Qual metoGo» 512 514 515 Porque n~o? A senhora leve relaq~e3 3exua l5 nas Qit lmas quatro3 ~tmaN¿$9 Guar i ta3 vezes? Quando to la Ol t lma Vez que a 3enhofa leve re l3~oe$ 3exua ls? PRESENÇA DE OUTRAB PESSOAS NESSE MOMENTO BEGISTEADA NO LOCAL CATEGORIAS DOS C6DIGOS PROSSI( COM HARIDO/COHP^NHEIRO . . . . . . . . . I MOirO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . S NAMORADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 AMIGO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 VIOLENTADA . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 - m'-512 OUTRO S (ESPEClFIQU~) SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . l NA0 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 « D"511 i PtLULA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O1 DIU OB-~ CONDON . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 M~TODOS VAGINAIS (ESPUMA GEL~IA, TABLETE) . . . . . . . . . 07 I,-512 BILLINGS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 09 R!TMO/7ABELA . . . . . . . . . . . . . . . 10 C0lTO INTERBOMEIDO . . . . . . . . . . . . . OUTRO 12 (ESPEClFIGUE) N~O SASE/NXO LEMBRA . . . . . . . . 98- - SXO ESPEM^V^ TER RELAÇÕ£S !NAQUELE MOMENTO . . . . . . . . . . . . 01 NAO CONNECIA OS M£TODOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 02 DESE~AVA ENGRAVIDAR . . . . . . . . . 03 PENS^V^ QuE N~O PODIA I~,c^R «MXV,OA . . . . . . . . . 04 CONH~CIA MAS NRO SABIA ONDE OBTER OS M~TODOS . . . . . . . 06 OUTRO 07, (ESPEClFIQUE) { lN~O S^BE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9~ SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 l I N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2- VEZES . . . . . . . . . . . . . . ~' - -~- - I DIAS ATRÁS. OU MESES ATRÁS . . . . . OU ANOS ATRÁS . . . SIM NINGO£M . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I CRIANÇAS CON MENOS DE 10 ANOS . . . . . . . . . . . . . . . 1 MARIDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 OUTROS HOMENS . . . . . . . . . . . . . I OUTRAS MULHERES . . . . . . . . . . . I m'-514 ~515 225 5EÇ~0 6. PLANEJAEErtTo DE FECUtlDIDADE ?1'. PERGUfITAS E FILTROS CATEGORIAS D0S C~D]GOS PROSS:GAcoH 600 CONFIRA SOO: VIVE RAk]TALSENTE ( ) -~ON~I I{OE C0H A 601 OUTra SITUAÇÃO ( 3 ~'-PROSS]GA COH A 618 601 CONFIRA 302: ESTERILIZADA (0 ) [ ) . . . . ~ONTINUE COH A 602 N~O ~ ESTERILIZADA (O) [ ) JF-~ROSSIGA CON A 604 60~ A senhora alguma Yez sentiu SIN . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . l vontade de te r out ro f i lho? N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2- ~-¿16 603 A senhora ae ar~epende dÇ SIH . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . t - ~-616 te r fe i to operaqao para nao te r mais f i lhos? N~0 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-- Jm.-6IA 604 CONFIRA 235: N~0 EST~ GR~VIDA ( ] »-~ONTINUE COH A 605 ATUALNENTE GR~VIDA ( ) ~'-PROSSIGA C0M A 606 605 A senhora dese ja r ia le r um~ DESEJARIA US OUTRO . . . . . . . . . 1 - -~-609 (out ro ) f i l ho OU pre fer la nao N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2--~--607 te r ma)s f i lhos? INDECISA OU N~O SABE . . . . . . . . 3 - -~-6OA 606 Depois dessa grav idez , deae jar ia DESEJARIA UN OUTRO . . . . . . . . . 1--~~.-609 te~ u= (out ro ) f i l ho ou pre fer la N[O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 -~~-607 nao te r mais f i lhos? IHDECISA OU N~O SABE . . . . . . . . 3 - -~- -608 607 A senhora dir ia que, de f in i t i va - DEFINITIVANENTE men'te, n~o dese ja te r mal~ N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1- -» -61¿ f i l hos ou esta indec isa? INDECISA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 -1 , - , -616 608 A aenhora est& mais inc l inada a TER OUTRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . I - -~~-610 te r uma out ra c r iança ou não N~O TER OUTRA . . . . . . . . . . . . . . 2-~- -612 INDECISA . 3 -~616 226 609 610 611 613 &14 61S PEÄGçt¢~^S E FILTROS A $e~~ora ~lfl& q~e. realmente, ~c"cJa te r ~~1~ f l lhO~ OU est& l~dec ~a? Quanto tempo a senhora go$tart& ~e esperar an%e~ Oe Hcar gF~VlQa ~ova~e~te? A $en~ora go5tar la Qe esperar at~ que ~eu lllho cacu la tenha que Idade? ^ senhora esLarla l n te reasa6a em ~e operar para n~o ter mal~ filhos? Sabe onde poderla encof l t fa r tnformaçao ou con*~Ita para este t ipo de op~raqao? Em que lugar? Se a senhora J¿ tem todos os ( l lho~ q~e ~esedava, te= ln terEs - $~ em ~e oçerar , ~abe on~e pooer la encont rar ln fo r~a~~o ou COIl~~l~a. por que ~¿* f~Z ¿ Op¢raq¿o at~ agora? CATLGORIAS DOS C~DIGOS ~RO~SIGA COM REALMENTE BIM . . . . . . . . . . . . . . I { IDADZ DO CAÇULA: F ~ A};9S . . . . . . . . . . . . . . . ~ ] l - =--616 I i $:M . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 -» '~617 Sl~ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . % '{ ;HOSP;TAL DO GOV£RNO . . . . . . . . . 01 CZ~íTR0/P0~TO DE SA~DE . . . . . . . 02 IDIST~;BUIDOR^ DA COMUN . . . . . . . 03 IN^EP$ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 04 INST. PREV. ESTIMUN . . . . . . . . . 05 M~DIC0XH0$P. PARTICULAR . . . . . O6 HOSP, NAU E$PECIFICADO . . . . . . . 06 BEHF#M . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 09 {OPA HC . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 IPARTEIR^ . . . . 11 ,OUTRO 13 (ESPEC1FIOUE) ;NAO TEN DINH~IR0 . . . . . . . . . . . O1- - RECO~^ DO M£DICO . . . . . . . . . . , O~ ~ARREIR~S IN$TITUCI~NA|$ . . . . 03 INTEI{~AO DE 5E ESTERILIZAR C0H 0 PARTO . . . . . . . . . . . . . . . 04 MEDO Da çIRURGI^ . . . . . . . . . . . 05 HEDO D£ EFEITOS ~P-616 COLATERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . 06 F^L%A DE DISPONIBILID^DE . . . . O? )POSIÇA0 DO M^RID0 . . . . . . . . . . 06 R^ZOES HgDIçAB . . . . . . . . . . . . . 09 ¡ QUER ESPERRR UM POUCO . . . . . . tU O U T R O : 1~ ° (ESPECIFIOUE) NA0 SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ?~-- -- 222 616 (17 518 !19 ~0 PERGUNTAS E FILTROS Ouando tiver todos os «llno5 que deseja, 9ostarla de »~r op3rada p~r« n~o ter out r~ S ;&v I~«Z? POF que n¿o e~tar la InteFe~$~aa em ~e opeçar? CA~EGORIAS DOS C~DIGOS S ] H . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ~ I N¿O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . MEDO DA CIRURGIA . . . . . . . . . . . . 01 HEDO DE EFEITOS COLATERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . C~ PREFERE M~TODOS ~EVERS}VEIS . . . . . . . . . . . . . . . . 03 Ir~DEC]SA QUANTO AO NONERO DE F ILHOS . . . . . . . . . . . . . . . . . 04 INF~RTIL/SUR-FECUHDA / M¿NOPAUSA . . . . . . . . . . . . . . . . . 05 RAZÒES RELIGIOSAS . . . . . . . . . . . 06 OPOSIçXO DO MARIDO . . . . . . . . . . 07 N~O QUER/N~O GOSTA OS OUTRO: _ 09 --(q~SPECIFIQUE) H~o SASE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9a CONFIR~ 212: NENHUM FILHO UM OU MAIS FILHOS [ } - - - -~ . 'CONTINUE COM A 619 [ ] - -~-PROSSIGA COM A 6Z0 SC 5 Senhor& pudesse esco lher exatac¢nte o n~mero ~e f i lhos que te r la e~ toda a SUa V l~a, quantos te r la? ANOTE UM ~NICO N~MERO, UM INTERVALO OU OUTRA RESPOSTA. Se a senhora po~eS3¢ voltar at rR~, para o tempo em que n¿o t inha nenhuz f i lho e pudesse esco lher exata~ente o nomeFo Oe f l l~o~ p~Fa te r po~ toda a VId¿, que n~mero ser la e~te? ANOTE UH ~NICO NçMERO, UM IHTERV^LO OU OUTRA RESPOSTA, Por que a senhora gostar ia de te r (ESSE NOMERO) f I os? NOMERO . I 17 EHT~E Cç~EP~T~ OUTRA RESPOSTA 7 .bMERO . . . . . . . . . . . . . ENTRE: ~~~- -~ E ~~Ç~ OUTRA RESPOSTA ~UA VONTADE . . . . . . . . . . . . . . . . . A VONTADE DO MARIDO . . . . . . . . . VONTADE DO CASAL . . . . . . . . . . . . ~UA CONDIÇÃO F IHANCEIRA ~U^ RELIGIAO . . . . . . . . . . . . . . . . . O TEMPO QUE DISPOE PARA CRIAR OS F ILHOS . . . . . . . . . . . . . OUTRO MOTIVO (ESPEC]FIOUE): NAO SABE/NAO RESPONDEU . . . . . . CCM )w--¿ 1S 228 SE~AO 7. CAR^CTERI I lçAS DO HARIPO, OCUPAçAO E RELIGIAO DA MULHER P~RGU';TAS E FILTROS ~ CA~EGORI^S DOS C6DIGOS ~PSO3E]GAc6M N' , ?O0 CO?WIRA 500 E 501: FOI CAGADA (AMIGADA) ALCUMA VEZ OU ATUALMENTE CASADA [ ] OUTRA SITUAÇÃO [ ] Y»4ON~INUE COM A 701 )--~ROSSIGA COM A 710 701 O seu ~arIdo/companheiro ~[M . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I f reque i~tou a lguma vez a e~cola? N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2- ~.-703 702 Qual fo i a ~itima sEr le qu~ ~eu marido/companhe*ro cursou na esco la? ~703 PRIMÁRIO l . . . . O l - - Z . . . . 02 PRIMEIRO 3 . . . . 03 GRAU: 4 . . . . 04 - GINÁSIO 5 . 05- 6 . . . . 06 7 . . . . 07 8 . . . . 08 SEGUNDO GRAU: I . . . . . . 09 t . . . . . . IO 3 . . . . . . 11 UNIVERSIDADE: i . 12 2 . . . . 13 3 . 14 4 . 15 5 . 16 6 . 17- NAO LZ~BR^/NAO SARE . . . . . . . 98 - ~704 ~703 703 Seu marldo I~ uma carta ou jornal COM FACILIDADE . . . . . . . . . . . . . . 1 com [ac*l*dade, com dif*culdade COM DIF ICULDADE . . . . . . . . . . . . 2 ou nao consegue ler? NAO CONSEGUE LER . . . . . . . . . . . 3 704 Oual ~ (e ra ) a ocupa¢¿o çrlncl- pal de Seu ~arlflo/co~paShelro 9 OCUPAção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . APOSENTADO . . . . . . . . . . . . . . . . 95 - DEfEHPREGAD0 . . . . . . . . . . . . . . q6- NAO TRABALHA . . . . . . . . . . . . . 97- 70S Ele tem ( t inha) car te ] ra de S]M . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . l trabalho a~alnada? NAO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 NXO SAEE . . . . . . . . . . . . . . . . . . ¿ 106 Quanto 9anha(va) aeu marido? -705 ~~705 ~_,,o IPAGA~ENTO UNICAMENTE EK BENS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 TRABALHA NAO REGULARMENTE . 2 ~;ÀO SA~E/~A8 RESRO~(~ZU . . . . . . . T~ARALHA SEM RrND]M£~TCS . 3 229 .OU.T^RE.,.OS ~A.ooR,A. OoR~~O'O0~ {~.Oo~:: 70? 706 709 710 Tll GONF{RA 704: TRABALHA NA AGR}CULTURA NAO TRABALHA NA AGRICULTURA [ ] . . . . >-'~CI~T1NUE COH ~ 708 ] - - )~-PROSSIG^ C0M A 710 O seu mar ido trabalha (va) na sua propr la te r ra OU de sua família OU na terra de outra pessoa? Ele trabalha ( t raba lhava) por dtnhe{ro ou por uma par te da colheita? M~Ita$ mulheres , alem de ~eu t raba lho Homest lcç . t raba lham em 8 lguma ocupaqao pela qual recebem pagamento em d inhe i ro ou em ~ens , A senhora trabalha atUalment¢, a lem das atlvldades domesticas? Oual ~ sua o¢upaq~o? NA SUA PR6PRIA TERRA/NA DE SUA F^M|ILIA . . . . . . . . . . . . 1 NA TERRA DE OUTRA PESSOA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 DINHEIRO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I PARTE DA COLHEITA . . . . . . . . . . 2 SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 APOSENT^PA . . . . . . . . . . . . . . . . . «- DESEHPREGADA . . . . . . . . . . . . . . . 3- N~o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . «- OCUPAção: 712 O dinheiro que ganha e $0 para PARA SI MESMA . . . . . . . . . . . . . . 1 s i me~ma ou contribui em casa7 PARA ^ CASA . . . . . . . . . . . . . . . . ,13 Quanto . .nha a .enhora ? POR HE~. . . I i } I I TRABALHA COH O hA~IDO . . . . . . . . . 1 P^GAMENTO UNICAMENTE EM BENS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TRABALHA NÂO REGULARMENTE . 3 TRARALHA SEH RENDIMENTOS . . . . . . 4 N~O SAPE/NAO RESPONDEU . . . . . . ?14 ^ 3enhora tem car te i ra de SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 t raba lho as»Inada? N~O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 ~--71æ »-?15 » -?15 230 N' , FERGUNTAS E F ILTROS PROSSIC 715 Exc lu indo a senhora e seu ~arldo, q~anto ganham tooas a8 p~ssoas que moram no domic i l i o? (It(OLUIR TODAS AS FONTES DE RENDA.) 716 Quem a senhora considera o chefe da famIlla? 717 718 719 Qual rol a Ol t lma s~rie que o chefe oa lamIlla cursou na escola? CATEGORIAS DOS ç~)DIGOS COM '°RM~s 1 I I I 1 I NA0 TEM OUTRAS PESSOAS . . . 97 NAS SABE . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 O MARIDO/COMPANHEIRO . . . . . . . . I - ELA MESMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 ~71~ OS DOIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 - • M~E . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . « PAI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 OUTRO 6 (EBFZCIF IQOE) NUNCA FREQUE~[TOU . . . . . . . . . 00 PRIRARIO I . . . . Ol S . . . . 02 PRIMEIRO ~ . . . . 03 GRAO : 4 . . . . 04 GINÁSIO 5 . 05 6 . . . . 06 7 . 07 8 . 08 SEGIINDO GRAU: I . . . . . . 09 . . . . . . lO 3 . . . . . . 11 UNIVERSIDADE : 1 . 12 2 . . . . 13 3 . 14 4 . . . . 15 5 . 16 6 . . . . 17 NAS LEHBRA/NA0 S^gE . . . . . . . 98 CAT6LICh ROMANA . . . . . . . . . . . . 1 PROTESTANTE : (CRENTE) - - 2 (NOHE) IZSP~R~TA KARDECISTA . . . . . . . . . 3 ESPIRITA AFRO -BRASILE IRA I (MACUHBA) . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 I RELIGIÕES ORIEItTAIS . . . . . . . . . 5 JUDAICA OU ISRAELITA . . . . . . . . 6 OUTRAS 7 ÇESPECIF IQUE ) SEM RELIG]AO . . . . . . . . . . • . . . . . 9 - ~7S3 AO MENOS I VEZ FOR $ZM^N^ . 1 2 VEZES POR MES . . . . . . . . . . . . 2 1 VEZ POR NEB . . . . . . . . . . . . . . 3 MENOS DE I VEZ FOR MES . . . . . 4 R hO FREQUENTA . . . . . . . . . . . . . 5 N^O S^DE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 A sennor« tem relestes BE $IH: Qua l? Com que ~requ~ncIa a senhora comparece as ¢er lm0nI~s de 5ua re l lg lao~ 231 ~. FERGDNT^S E FILTROS CATEGORIAS DOS C~DIGO$ PROSS;( COM , r r~o J O seu or Jentaoor re31gloso SIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 I (padre, pai de santo , pastor , j etc . ) a lgu~a vez j& fa lou NAO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 I »obre planeJamento fami l ia r? (patcrnldade respon~avel) '21 O seu or ientador re l ig ioso fa lou ^ FAVOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 / a favor ou cont ra o uso de metodo~ J ant concepc ona ~? CONTRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 I i NÀO YALOU EM H~TODOS . . . . . . . . . . 3 1 SIH tE2 A SeNhora froquenta algu~ outro 1 culto al~m do declarado anterior - (ESPECIFIQ~E) mente? NXO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . æ ' .3 ^NOTE O TEHPO HORA . . . . . . . . . . . . . . ~ ~ MINUTOS . . . . . . . . . . . 232 .«KXO I ]~ ~ F J . 11111:3 F ~_~iiil I i ] - - P:t~s«;^ i».ç ~ÀE Dçl:t~:~ ~, ~A CRIhlIÇh I«ON~A ItAllO:.l O'OTR,~ ,~!', F~Ç:brl . ~TI«G ~I :~ l :~q 1]¿,',1!,," ]:0 D~, I tG L-i.i[iiç [iii-lliI OU'f I(0 ( lb! '£: : : l~]çt , : , ) -- -} O,L,~I,(, ,I'I~IOU ~,~,'~EO t'],~TH'f O l __' l i "~1 2 i l j í:~~;~]S/,!)(,~, Ç(D:(i':: d:D~D«: ! : l i Zk,~?'. , 1 233 234 Cul¿ lbo l¿ r« l r r / cor l l ~~;h! h~lb~l lh (~ (,r i lP{, ou I ras ,as $f_»ç][llnlt!«; l l l~) l i l u I ç ;L J~S - - Soc iedade C~vll ~dm-Es l ,~r F~llndiar it~) i3r;~~il - - I JEMFAM - - Grupo de P,]~ I:bll:(,Nf;¡rc's GJ;ir.~ E$1U(II)~* iJ«" P(JJJuluç~o e D(~!;elIvOlvInI(HtI~) - - GPEPO - - U luvers i£ Jadu Fodt ' ra l de Per r laml )uco Un ivers idade Fed£yral Oo Parelha - - Univers idade Federa/ de Sar l t~ M;n ; J - - Secre le r ia Es ladua l de Saude do Rio Gr ;mdo do Nor le - - ~ecrotar ia E: , tadu~J de S~,ude da Par;~~bd - - Ins t i lu to pa la o Def ienvo lv ;m~nlo de Recursos - - Wes l inghouse - - Con l ro para o Con l ro le de D~ences PNSMIPF - BRASIL , 1986 A Pesquisa Nacional sobre Saúde Materno-lnfantil e Planejamento Familiar - PNSMIPF - Brasil, 1986, foi realizada pela Sociedade Civii Bem-Estar no Brasil - BEMFAM. A BEMFAM tem realiza- do pesquisas sobre saúde materno-infantil desde 1979, apoiada por diferentes instituições, com o prop6sito de facilitar a avaliação e a formulação dos programas de saúde e planejamento familiar no Brasil. InformaçOes adicionais sobre a PNSMIPF e sobre as atividades da BEMFAM podem ser obti- das no seguinte endereço: Ar. Graça Aranha, 333/59 andar - 20030 - Rio de Janeiro - RJ. Esta pesquisa foi parcialmente financiada pela Ag~ncia para o Desenvolvimento Internacional - All), através do Instituto para Desenvolvimento de Recursos - IRD, da Westinghouse. Pesquisa Nacional Sobre Saúde Materno - Infantil e Planejamento Familiar Brasil - 1986 Información da Pesquisa Título Conteúdo Relação da Tabelas Lista dos Gráficos Regiões de análise da Pesquisa Nacional sobre Saúde Materno-Infantil e Planejamento Familiar PNSMIPF-Brasil, 1986 Introdução Agradecimentos Capítulo 1 - Metodologia da pesquisa Capítulo 2 - Casamento e exposição à concepção Capítulo 3 - Fecundidade Capítulo 4 - Anticoncepção Capítulo 5 - Intenção de engravidar e planejamento da gravidez Capítulo 6 - Prática e demanda de serviços de esterilização Capítulo 7 - Experiência sexual e uso de anticoncepcionais entre mulheres de 15-24 anos de idade Capítulo 8 - Mortalidade e saúde materno-infantil Capítulo 9 - Estudo antropométrico da Região Nordeste do Brasil Tabelas Anexo A - Desenho e Seleção Da Amostra Anexo B - Estimativas dos Erros da Amostragem Anexo C - Questionàrios Ficha de Domicilio Questionàrio Individual

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